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Foram encontradas 70 questões.

2347936 Ano: 2015
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Julio Castilhos-RS
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Leia as alternativas abaixo e assinale a incorreta.
relacionadas ou não a incapacidade. Tais serviços incluem a aquisição e preservação da identidade ocupacional para aqueles que têm ou não o risco de desenvolver uma enfermidade, lesão, doença, desordem, problema, deficiência, incapacidade, limitação de atividade ou restrição na participação.
 

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2347935 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Julio Castilhos-RS
Para responder a questão, leia o texto de Pablo Morenno, publicado no jornal Zero Hora.
A MULHER CRUCIFICADA
A polêmica representação da transgênero crucificada na parada GLBT (gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros) sofreu, ao meu ver, um equívoco de leitura: foi interpretada como protesto contra o cristianismo, quando na verdade é uma denúncia à linguagem cristã. Ou seja, a imagem comunica desde dentro do cristianismo, e não de fora. Ela não se opõe ao simbolismo da cruz, mas o atualiza e o explicita, o traduz e o contemporiza. O processo simbólico é o mesmo, por exemplo, quando se representa Jesus como negro, como índio, como cigano, ou como gaúcho. Mas porque nesses casos, poucos se ofendem?
Por que o desconforto causado não é nela representação em si da crucificação. Isso acontece na Sexta-feira Santa, em filmes, peças teatrais, sem alvoroço. A "ofensa" é porque os ofendidos não acham digno o corpo sobre a cruz, uma vez que "impuro". E blasfêmia.
Parece-se à visão sobre Jesus dos homens de seu tempo. Ele era impuro, porque vivia com impuros (prostitutas, leprosos, cobradores de impostos).Jesus várias vezes enfrentou a ideia de impureza nos meios religiosos da época. Mas um relato me parece especial: quando trouxeram até ele uma prostituta para ser apedrejada. Quem não tiver pecado algum atire a primeira pedra. E cada um, começando pelos mais velhos, largou a sua pedra e foi embora.
Os que trouxeram a mulher queriam salvar a religião do que achavam ser uma ofensa a princípios religiosos. Jesus demonstra que o tempo do apedrejamento já tinha passado. A Lei exigia outra interpretação.
A cena na Paulista não foi um protesto. Foi uma denúncia, e como "instalação" artística cumpriu seu papel de causar desconforto. Porém, o desconforto não tem de ser com a instalação em si, um simulacro, mas contra aquilo do qual . ela é metonímia: a violência real sofrida pelos gays.
Sou cristão, católico praticante, e não me senti ofendido, mas incomodado. Não com a cena. Mas porque acusam seus realizadores pelo mesmo pecado que levou Jesus à crucificação: blasfêmia.
Sobre o gênero textual e a linguagem apresentada pelo texto, é possível afirmar:
 

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2347934 Ano: 2015
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Julio Castilhos-RS
De acordo com o Regime Próprio de Previdência Social não são remuneração de contribuição, exceto:
 

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2347933 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Julio Castilhos-RS
Quantos anagramas tem a palavra "sorte"?
 

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2347932 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Julio Castilhos-RS
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Estão incluídas ainda no campo de atuação do Sistema Único de Saúde (SUS):
 

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2347931 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Julio Castilhos-RS
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As ações e serviços públicos de saúde e os serviços privados contratados ou conveniados que integram o Sistema Único de Saúde (SUS), obedecem aos seguintes princípios, salvo:
 

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2347930 Ano: 2015
Disciplina: História
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Julio Castilhos-RS
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Os povos indígenas, ao contrário do que preconizava parte da historiografia tradicional, não aceitaram pacificamente a dominação dos não índios e, durante todo o processo colonizador, empreenderam uma forte resistência. Dentre esses movimentos de resistência indígena antiescravista, destaca-se o(a) um movimento que reuniu diversos povos indígenas contra a dominação portuguesa. Ocorrida por volta de 1554-1563, colocou em perigo o domínio metropolitano no Rio de Janeiro e em São Vicente. Os índios do tronco Tupi, de várias regiões do sudeste da colônia (Rio de Janeiro, Angra e Ubatuba) e os não Tupis, como os goitacás e os aimorés, habitantes do interior, junto da Serra do Mar, aliaram-se para combater a escravidão indígena.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna.
 

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2347928 Ano: 2015
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Julio Castilhos-RS
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De acordo com o Estatuto da Criança e do adolescente, a respeito da Direito à Profissionalização e à Proteção no Trabalho, é incorreto afirmar:
 

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2347927 Ano: 2015
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Julio Castilhos-RS

De acordo com a Constituição Federal Brasileira, os Territórios Federais integram a União, e sua criação, transformação em Estado ou reintegração ao Estado de origem serão reguladas em lei, ou por:

 

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2347926 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Julio Castilhos-RS
Para responder a questão, leia o texto de Pablo Morenno, publicado no jornal Zero Hora.
A MULHER CRUCIFICADA
A polêmica representação da transgênero crucificada na parada GLBT (gays, lésbicas, bissexuais e transgêneros) sofreu, ao meu ver, um equívoco de leitura: foi interpretada como protesto contra o cristianismo, quando na verdade é uma denúncia à linguagem cristã. Ou seja, a imagem comunica desde dentro do cristianismo, e não de fora. Ela não se opõe ao simbolismo da cruz, mas o atualiza e o explicita, o traduz e o contemporiza. O processo simbólico é o mesmo, por exemplo, quando se representa Jesus como negro, como índio, como cigano, ou como gaúcho. Mas porque nesses casos, poucos se ofendem?
Por que o desconforto causado não é nela representação em si da crucificação. Isso acontece na Sexta-feira Santa, em filmes, peças teatrais, sem alvoroço. A "ofensa" é porque os ofendidos não acham digno o corpo sobre a cruz, uma vez que "impuro". E blasfêmia.
Parece-se à visão sobre Jesus dos homens de seu tempo. Ele era impuro, porque vivia com impuros (prostitutas, leprosos, cobradores de impostos).Jesus várias vezes enfrentou a ideia de impureza nos meios religiosos da época. Mas um relato me parece especial: quando trouxeram até ele uma prostituta para ser apedrejada. Quem não tiver pecado algum atire a primeira pedra. E cada um, começando pelos mais velhos, largou a sua pedra e foi embora.
Os que trouxeram a mulher queriam salvar a religião do que achavam ser uma ofensa a princípios religiosos. Jesus demonstra que o tempo do apedrejamento já tinha passado. A Lei exigia outra interpretação.
A cena na Paulista não foi um protesto. Foi uma denúncia, e como "instalação" artística cumpriu seu papel de causar desconforto. Porém, o desconforto não tem de ser com a instalação em si, um simulacro, mas contra aquilo do qual . ela é metonímia: a violência real sofrida pelos gays.
Sou cristão, católico praticante, e não me senti ofendido, mas incomodado. Não com a cena. Mas porque acusam seus realizadores pelo mesmo pecado que levou Jesus à crucificação: blasfêmia.
O título e a argumentação desenvolvida ao longo do texto permitem inferir que o autor:
 

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