Foram encontradas 40 questões.
Um jogador de futebol participou de três campeonatos
distintos com diferentes números de jogos e médias de
gols:
• Campeonato Estadual: jogou 10 partidas, com média de 0,8 gol por jogo;
• Campeonato Nacional: jogou 20 partidas, com média de 1,1 gol por jogo;
• Torneio Internacional: jogou 5 partidas, com média de 0,6 gol por jogo.
Qual foi a média ponderada geral de gols por jogo do jogador, considerando todos os campeonatos?
• Campeonato Estadual: jogou 10 partidas, com média de 0,8 gol por jogo;
• Campeonato Nacional: jogou 20 partidas, com média de 1,1 gol por jogo;
• Torneio Internacional: jogou 5 partidas, com média de 0,6 gol por jogo.
Qual foi a média ponderada geral de gols por jogo do jogador, considerando todos os campeonatos?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Uma senha é formada por 4 dígitos distintos, escolhidos
entre os algarismos de 1 a 8. A senha não pode começar
com um número par e não pode ter o dígito 5 em nenhuma
posição. Quantas senhas diferentes podem ser formadas
com essas condições?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia:

Sobre o texto, é correto afirmar em relação ao comentário da personagem que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia:
NOVO ACORDO, VELHAS QUESTÕES
A intenção de unificar a língua portuguesa entre os países em que ela é o idioma oficial é antiga. Em 1931, foi realizado o primeiro acordo ortográfico luso-brasileiro, mas ele acabou não sendo efetivado na prática. Em 1945, a Convenção Ortográfica Luso-Brasileira foi adotada em Portugal, mas não no Brasil.
Anos depois, em 1986, os sete países de língua portuguesa (Timor-Leste não pôde ser incluído na lista, pois se tornaria independente apenas em 2002) consolidaram as Bases Analíticas da Ortografia Simplificada da Língua Portuguesa de 1945, que não chegaram a ser implementadas.
Em 1990, os países de língua portuguesa se comprometeram a unificar a grafia da língua, segundo a proposta apresentada pela Academia de Ciências de Lisboa e pela Academia Brasileira de Letras. Mesmo assim, o acordo ainda não podia entrar em vigor.
Foram necessários mais 16 anos para que fossem alcançadas as três adesões necessárias para que o acordo fosse cumprido. Em 2006, São Tomé e Príncipe e Cabo Verde se uniram ao Brasil e ratificaram o novo acordo. Entretanto, Portugal ainda apresentava uma grande relutância às mudanças. Apenas em maio de 2008 o Parlamento português ratificou o acordo para unificar a ortografia em todas as nações de língua portuguesa.
Disponível em: http://guiadoestudante.abril.com.br/universidades/entenda-asmudancas-do-novo-acordoortografico/
Analisando-se os elementos constitutivos do texto acima, é correto afirmar que a produção em evidência se caracteriza por ter:
NOVO ACORDO, VELHAS QUESTÕES
A intenção de unificar a língua portuguesa entre os países em que ela é o idioma oficial é antiga. Em 1931, foi realizado o primeiro acordo ortográfico luso-brasileiro, mas ele acabou não sendo efetivado na prática. Em 1945, a Convenção Ortográfica Luso-Brasileira foi adotada em Portugal, mas não no Brasil.
Anos depois, em 1986, os sete países de língua portuguesa (Timor-Leste não pôde ser incluído na lista, pois se tornaria independente apenas em 2002) consolidaram as Bases Analíticas da Ortografia Simplificada da Língua Portuguesa de 1945, que não chegaram a ser implementadas.
Em 1990, os países de língua portuguesa se comprometeram a unificar a grafia da língua, segundo a proposta apresentada pela Academia de Ciências de Lisboa e pela Academia Brasileira de Letras. Mesmo assim, o acordo ainda não podia entrar em vigor.
Foram necessários mais 16 anos para que fossem alcançadas as três adesões necessárias para que o acordo fosse cumprido. Em 2006, São Tomé e Príncipe e Cabo Verde se uniram ao Brasil e ratificaram o novo acordo. Entretanto, Portugal ainda apresentava uma grande relutância às mudanças. Apenas em maio de 2008 o Parlamento português ratificou o acordo para unificar a ortografia em todas as nações de língua portuguesa.
Disponível em: http://guiadoestudante.abril.com.br/universidades/entenda-asmudancas-do-novo-acordoortografico/
Analisando-se os elementos constitutivos do texto acima, é correto afirmar que a produção em evidência se caracteriza por ter:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto abaixo a fim de responder à questão.

Tirinhas e charges constroem o seu efeito humorístico muitas vezes pela combinação da parte verbal com a parte não verbal. No caso acima, chama a atenção a expressividade dos falantes a qual estabelece o seu sentido. Sobre o texto acima, pode-se notar:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia:
Um estudo coordenado pela Fundação Getúlio Vargas aponta que, enquanto 80% dos professores de educação infantil da rede pública do país têm nível superior completo, 65,6% dos docentes dessa mesma etapa na rede privada têm igual escolaridade.
Os dados correspondem ao ano de 2014 e mostram que a formação dos professores das instituições públicas continua melhor que a dos professores da rede privada nos anos iniciais do ensino fundamental. Nos anos finais dessa etapa, a proporção de docentes com formação adequada muda: 92% dos docentes na rede privada e 89% na pública. No ensino médio, a formação é praticamente igual.
Deve-se ressaltar que o fato de que o nível superior completo, sem se considerar a qualidade do conteúdo aprendido nas licenciaturas, não garante excelência no trabalho docente e, consequentemente, no ensino.
Internet: <revistaeducação.com.br> (com adaptações).
Acerca dos sentidos e de aspectos linguísticos do texto anteriormente apresentado, nota-se como válido que:
Um estudo coordenado pela Fundação Getúlio Vargas aponta que, enquanto 80% dos professores de educação infantil da rede pública do país têm nível superior completo, 65,6% dos docentes dessa mesma etapa na rede privada têm igual escolaridade.
Os dados correspondem ao ano de 2014 e mostram que a formação dos professores das instituições públicas continua melhor que a dos professores da rede privada nos anos iniciais do ensino fundamental. Nos anos finais dessa etapa, a proporção de docentes com formação adequada muda: 92% dos docentes na rede privada e 89% na pública. No ensino médio, a formação é praticamente igual.
Deve-se ressaltar que o fato de que o nível superior completo, sem se considerar a qualidade do conteúdo aprendido nas licenciaturas, não garante excelência no trabalho docente e, consequentemente, no ensino.
Internet: <revistaeducação.com.br> (com adaptações).
Acerca dos sentidos e de aspectos linguísticos do texto anteriormente apresentado, nota-se como válido que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o fragmento abaixo antes de avaliar o que se pede:
Qualquer língua, escrita ou não, tem uma gramática que é
complexa. Do ponto de vista naturalista, não faz sentido afirmar
que há gramáticas melhores e gramáticas piores. Não é certo,
por exemplo, dizer que a gramática que produz “Os meninos
saíram” é melhor do que a que produz “Os menino saiu”. Ambas
as frases cumprem a sua função, que é transmitir um certo
conteúdo. São duas maneiras de chegar ao mesmo lugar. São
duas gramáticas distintas, uma em que a pluralidade é marcada
em todos os termos da oração, outra em que o plural aparece
marcado apenas no artigo.
Mas esses dois modos de falar não são avaliados socialmente da mesma maneira. O valor social de cada um deles é muito diferente. Aquele que fala “Os menino saiu” não sabe falar, diz a voz que define qual variedade está correta. Só que há línguas, como o inglês, em que o plural só ocorre em um dos termos: The tall boys left (tradução literal possível, desconsiderada a marca de plural: O alto meninos saiu). É claro que a gramática do inglês não é a mesma gramática do português, mas o nosso ponto é que o plural só está em um lugar na oração do inglês e isso não recebe uma avaliação negativa. No português do dia a dia, é possível marcar o plural em apenas um dos elementos, mas isso é avaliado negativamente.
Roberta Pires de Oliveira e Sandra Quarezemin. Gramáticas na escola. Petrópolis: Vozes, 2016, p. 44 (com adaptações).
A partir da exposição das ideias do texto, é correto afirmar que:
Mas esses dois modos de falar não são avaliados socialmente da mesma maneira. O valor social de cada um deles é muito diferente. Aquele que fala “Os menino saiu” não sabe falar, diz a voz que define qual variedade está correta. Só que há línguas, como o inglês, em que o plural só ocorre em um dos termos: The tall boys left (tradução literal possível, desconsiderada a marca de plural: O alto meninos saiu). É claro que a gramática do inglês não é a mesma gramática do português, mas o nosso ponto é que o plural só está em um lugar na oração do inglês e isso não recebe uma avaliação negativa. No português do dia a dia, é possível marcar o plural em apenas um dos elementos, mas isso é avaliado negativamente.
Roberta Pires de Oliveira e Sandra Quarezemin. Gramáticas na escola. Petrópolis: Vozes, 2016, p. 44 (com adaptações).
A partir da exposição das ideias do texto, é correto afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Sobre a Diversidade de textos, os Parâmetros
Curriculares Nacionais (PCNs) sustentam que:
( ) Toda educação verdadeiramente comprometida com o exercício da cidadania precisa criar condições para o desenvolvimento da capacidade de uso eficaz da linguagem que satisfaça necessidades pessoais.
( ) Cabe à escola viabilizar o acesso do aluno ao universo dos textos que circulam socialmente, ensinar a produzi-los e a interpretá-los.
( ) Por entender que o estudo textual deva se restringir às ações de Língua Portuguesa, tal processo exclui os textos das diferentes disciplinas, com os quais o aluno se defronta sistematicamente no cotidiano escolar.
( ) A capacidade múltipla de análise de diferentes textos, a qual permite o acesso à informação escrita com autonomia, é condição para o bom aprendizado, pois dela depende a possibilidade de aprender os diferentes conteúdos.
Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, analise as afirmações feitas e assinale a alternativa que, pela ordem, apresenta a sequência correta:
( ) Toda educação verdadeiramente comprometida com o exercício da cidadania precisa criar condições para o desenvolvimento da capacidade de uso eficaz da linguagem que satisfaça necessidades pessoais.
( ) Cabe à escola viabilizar o acesso do aluno ao universo dos textos que circulam socialmente, ensinar a produzi-los e a interpretá-los.
( ) Por entender que o estudo textual deva se restringir às ações de Língua Portuguesa, tal processo exclui os textos das diferentes disciplinas, com os quais o aluno se defronta sistematicamente no cotidiano escolar.
( ) A capacidade múltipla de análise de diferentes textos, a qual permite o acesso à informação escrita com autonomia, é condição para o bom aprendizado, pois dela depende a possibilidade de aprender os diferentes conteúdos.
Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, analise as afirmações feitas e assinale a alternativa que, pela ordem, apresenta a sequência correta:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O TEXTO II A SEGUIR SERVIRÁ DE BASE PARA A
RESOLUÇÃO DA QUESTÃO
32 dentes
(Titãs)
Eu nunca mais vou dizer o que realmente penso!
Eu nunca mais vou dizer o que realmente sinto!
Eu juro, Eu juro... Eu juro por Deus!
Não confio em ninguém
Não confio em ninguém
Não confio em ninguém com mais de 30
Não confio em ninguém com 32 Dentes....
Meu pai um dia me pediu
para que eu nunca mentisse
mas ele se esqueceu de dizer a verdade!
Eu não sei fazer música,
mas eu faço
Eu não sei cantar as músicas que eu faço,
mas eu canto
Ninguém sabe nada
Ninguém sabe nada
https://vagalume.com.br/titas/32-dentes.html
( ) O texto II se apresenta em forma de verso e tem como uma de suas temáticas o cerceamento da liberdade de expressão.
( ) O verso “Eu nunca mais vou dizer o que realmente penso!” apresenta a temática entre os dois textos de modo tênue e análogo.
( ) Um dos aspectos nítidos da mensagem da letra da música é a “contradição”, seja no que se refere à noção de confiança nos outros ou à própria capacidade do eu-lírico em expressar ironicamente seu inconformismo.
( ) Nota-se que o eu-lírico do texto II prescinde de espírito de inconformismo e de rebeldia diante da realidade que lhe causa revolta.
Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, analise, a partir das ideias expostas na letra da canção do texto II, pela ordem, o que se afirmou acima:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O TEXTO I A SEGUIR SERVIRÁ DE BASE PARA A
RESOLUÇÃO DA QUESTÃO
CENSURA É LIBERDADE

Ilustração: Shutterstock
Os que dizem combater a desinformação alegam que é
para proteger direitos fundamentais. Ora, um dos direitos
mais fundamentais é a liberdade de expressão
por Alexandre Garcia
No julgamento sobre censura na internet, o ministro do
Supremo André Mendonça, num voto que precisou de dois dias
para ser lido, pronunciou uma aula magna sobre liberdade,
ordem institucional e democracia. Escolheram para retomar o
julgamento de recursos contra o artigo 19 do Marco Civil da
Internet o dia 4 de junho. Há 36 anos, num 4 de junho, na Praça
da Paz Celestial, o Exército Chinês massacrava o povo que
queria liberdade de expressão. Na sessão do Supremo do dia
4 de junho, o ministro Barroso citou a comunista alemã Rosa
Luxemburgo: “Liberdade é sempre a de quem pensa diferente”.
Aqui, os que pensam diferente têm que ser presos.
Nossa Constituição considera a liberdade de expressão
cláusula pétrea, ou seja, nem o Congresso pode modificar o
artigo 5º. “É livre a manifestação do pensamento, sendo vedado
o anonimato”. Não diz “salvo se”, que tampouco está no artigo
53, o qual garante a inviolabilidade de deputados e senadores
por quaisquer palavras.
A censura é o objetivo de todos os totalitários. Primeiro,
censuram as palavras; a consequência é censurar o
pensamento; e a liberdade, então, estará censurada. Tudo fica
relativo, como na “democracia relativa” da Venezuela
bolivariana. Vale qualquer pretexto, como faziam os tribunais na
Alemanha de Hitler e na União Soviética de Stalin, onde as
pessoas já estavam condenadas antes dos julgamentos, que só
serviam como ritual, na tentativa de mostrar que um processo
kafkiano é um processo justo. O terrível, numa situação assim,
é o silêncio dos censuráveis, os quais agem como ovelhas indo
passivamente para a tosquia. A lã das ovelhas estará crescida
no ano seguinte, mas a liberdade perdida só renascerá se os
servos aprenderem a agir como cidadãos.
O totalitarismo aboliu a liberdade de pensamento em um
grau jamais visto. Ele não apenas proíbe que você se expresse,
mas dita o que você deve pensar, cria uma ideologia para impor
a você, tenta governar sua vida emocional, além de estabelecer
um código de conduta. Na medida do possível, ele isola você
do mundo, o fecha em um universo artificial em que você não
tem padrões de comparação. Na verdade, esse período anterior
deveria vir entre aspas, mas eu queria que você, leitor, fosse
livre para pensar que essa seria uma conclusão minha, sobre a
atualidade brasileira. Na verdade, isso foi dito na BBC, em
Londres, por George Orwell, em 1941! Imagino que ele se
referia à Europa com Stalin, Hitler e Mussolini. Quanta
semelhança com o mundo woke de hoje e com nosso Brasil...
São tempos em que o Supremo decide modificar uma lei
que foi discutida pelo Congresso com a nação por três anos. A
Lei nº 12.965 foi sancionada por Dilma em 2014. Depois de dez
anos em vigor, surgiu, em véspera de ano eleitoral, o desejo de obrigar as plataformas a irem além das regras já existentes, que
evitam pornografia, pedofilia, imagens obscenas. Mas insistem
que é preciso combater a desinformação. Ora, combate-se a
desinformação não dando audiência ao desinformador, assim
como ao odiento – ademais rotular de desinformação é muito
subjetivo, pois pode se tratar apenas de uma informação com a
qual não se concorde. Paradoxalmente, os que dizem combater
a desinformação alegam que é para proteger direitos
fundamentais. Ora, um dos direitos mais fundamentais é a
liberdade de expressão.
O Supremo, a despeito da lição contida no voto de André
Mendonça, vai dizer que o que o Legislativo decidiu, no artigo
19, é inconstitucional. Pode o STF redigir outro artigo? André
Mendonça ensinou que só o Legislativo tem poder para redigir
leis. E como responsabilizar as plataformas? Tornando-as
censoras? Se alguém duvidar da Justiça Eleitoral, é crime? Mas
não é crime nem duvidar de Deus – como lembrou André
Mendonça. Ter a responsabilidade de censurar o que julgam
mentira ou discurso de ódio? Se já é impossível identificar quem
chama o juiz de ladrão num estádio lotado, será impossível
tarefa humana fiscalizar bilhões de postagens diárias. Um robô
vai decidir? A pedra angular da democracia e da humanidade,
a liberdade de expressão, será entregue a uma máquina?
Orwell, no seu 1984, previa para aquele ano, em ficção, o
totalitarismo mudando significados: “Guerra é Paz; Liberdade é
Escravidão; Ignorância é Força”. No século seguinte, nos anos
2020, no Brasil se procura implantar novas verdades:
manifestação popular é golpe; crítica é ato antidemocrático;
opinião contrária é fake news; contrapor-se a uma feminista é
misoginia, a um esquerdista é fascismo. E censura é liberdade.
https://revistaoeste.com/revista/edicao-272/censura-e-liberdade/ Adaptado
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container