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1340322
Ano: 2012
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
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Surgido da necessidade de se garantir um estatuto ético para a profissão, identificando-se, com outras conquistas – como o referencial teórico-metodológico e a inserção nas lutas gerais da sociedade –, sendo essas resultantes da renovação crítica por que passou a profissão, o atual código de Ética elaborado é o
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COMPAIXÃO
"Era uma sexta-feira, fim de tarde. Na época, eu trabalhava no jornal The New York Times. Estava descendo as escadas do metrô, assim como centenas de cidadãos que iam para casa, quando notei um homem caído, imóvel. As pessoas, de tão apressadas, apenas pulavam por cima dele. Quando me aproximei, parei para ver o que tinha acontecido. No mesmo instante, meia dúzia de outras pessoas também parou em torno dele. Descobrimos que era um hispânico, não falava inglês, não tinha dinheiro, estava faminto e desmaiou de fome. Imediatamente, alguém trouxe um copo de suco de laranja, um outro lhe deu um cachorro-quente e ele se levantou. Tudo o que precisava era de um simples ato: o de ser percebido."
O relato da página anterior pertence ao psicólogo americano Daniel Goleman, autor do livro Inteligência Emocional (Editora Objetiva), e é um bom exemplo do que é a compaixão. Palavra originária do latim e do grego, que significa "sofrer com" ou "passar por algo com alguém", sempre esteve associada às pessoas religiosas, como Madre Tereza de Calcutá, que dedicou sua vida aos pobres, e a Jesus Cristo, que sempre esteve ao lado dos enfermos, leprosos, cegos e prostitutas. No entanto, nos tempos atuais, a compaixão desperta a atenção até mesmo do campo científico. Segundo pesquisas, todos têm em sua fisiologia o neurônio desencadeador desse sentimento.
"A neurociência social estudou a compaixão e descobriu que os circuitos cerebrais, por padrão, nos dizem para ajudar, mas eles somente funcionam quando interagimos com o outro", explica Goleman. O assunto também é abordado no livro Born to Be Good: The Science of a Meaningful Life (algo como "Nascido para Ser Bom: A Ciência de uma Vida Significativa", editora W.W. Norton & Company, ainda não publicado no Brasil), do psicólogo Dacher Keltner, diretor do Laboratório de Interações Sociais da Universidade da Califórnia em Berkeley (EUA). "O funcionamento do nervo vago, que se origina no topo da espinha dorsal, está associado aos sentimentos de cuidado que produzem uma sensação confortável no tórax. Pessoas com alta ativação dessa região cerebral são, portanto, mais propensas a desenvolver compaixão, gratidão, amor e felicidade", afirma Keltner. O padre Cireneu Kuhn, missionário da Congregação do Verbo Divino, presente em vários países, incluindo o Brasil, explica que, na parábola do bom samaritano, a compaixão também é comprovada como independente da religião. "Quem parou para ajudar o homem ferido na beira da estrada não foi o sacerdote, que, ao vê-lo caído, quase morto, tomou outra direção, mas sim um samaritano, um homem comum." De uma forma simplista, basta pensar no impulso automático de salvar, por exemplo, um bebê engatinhando sozinho na beira de uma piscina. "Além disso, nascemos para viver em comunidade, somos todos interdependentes; se não fosse dessa forma, como viveríamos?
(BIS, Keila, Compaixão. Revista Bons Fuidos, p. 43-44, junho de 2013. Adaptado.)
Considere o trecho: “No entanto, nos tempos atuais, a compaixão desperta a atenção até mesmo do campo científico.”
A inclusão da expressão ‘até mesmo’ na afirmativa acima, argumentativamente, significa que o tema compaixão
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1340319
Ano: 2012
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Janaúba-MG
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- Fundamentos de Sistemas OperacionaisDiferenças entre Windows e Linux
- WindowsDesktopWindows 2000 Professional
- WindowsWindows ServerActive DirectoryAD DS: Active Directory Domain Services
- WindowsWindows ServerWindows 2000 Server
O Windows 2000 oferece características de centralização de dados, policiamento de usuários e diretórios baseado em tecnologias como o serviço Microsoft Active Directory, disponível em 4 versões, sendo elas:
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Qual é a propriedade do concreto que o ensaio de abatimento do tronco do cone tem por objetivo determinar?
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Para alimentar 20 cavalos, durante 13 dias, são necessários 390kg de milho. Um estoque de 750kg de milho permite alimentar quantos cavalos por 20 dias?
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A MÁGICA DA EDUCAÇÃO
Vale a pena refletir sobre o elo entre a Educação e o que acontece com nossa vida profissional. Sabemos que, ao deixar a Escola e encontrar um emprego, o número de anos de estudo é o mais poderoso determinante do que vamos ganhar. Como regra geral, quanto mais se estuda, mais o salário inicial é elevado — embora varie de acordo com a oferta e a procura de competências. Se acreditamos que o contracheque reflete a nossa contribuição para a produtividade da empresa, os anos de estudo são a maior fonte de progresso. É o que Adam Smith dizia e que já foi exaustivamente medido.
De fato, quanto maior o estoque de Educação com o qual iniciamos a vida profissional, mais ganhamos. Ou seja, no dia em que pleiteamos um emprego, o mercado valoriza o que aprendemos na Escola. Portanto, há boas razões para a Escola ensinar bem aquilo que conta para um bom desempenho profissional.
Mas os números contam mais histórias. Quem estudou pouco ou nada não só começa com um salário medíocre, mas permanece a vida toda no mesmo nível. Já para os que têm mais Educação, no curso da sua vida profissional, o salário pode duplicar ou triplicar. Esses aumentos são espantosamente maiores do que o benefício de entrar mais educado no mercado de trabalho — no caso, comparado com quem tem menos Escolaridade.
Nosso primeiro salário reflete aqueles conhecimentos que a Escola nos deu e que o mercado valoriza. É fácil entender. Mas o que explicaria o avanço ao longo da carreira, se já havíamos parado de estudar? Como esquecemos muito do aprendido na Escola, até não seria absurdo pensar que o salário encolheria.
Em boa medida as empresas remuneram de acordo com a capacidade de produzir de cada um — e com a escassez relativa daquele perfil de mão de obra —, mas não precisamos aqui entrar nesses complicadores. Se pagam cada vez mais, ao longo da nossa carreira, se o salário segue crescendo, isso significa que nos tornamos mais produtivos. É forçoso concluir que, de alguma forma, continuamos aprendendo. Ficamos mais educados, apesar de não estarmos mais na Escola.
Em outras palavras, os aumentos ao longo dos anos só podem ser explicados pela capacidade de aprender com a experiência vivida. Esse amadurecimento ao longo da vida — fortemente influenciado pela nossa Educação formal prévia — metamorfoseia-se em maior produtividade. Eis a mágica da Educação!
Visto de outra maneira, o que aprendemos na Escola e tem uso imediato aumenta os salários, mas não tanto. Conta mais o que aprendemos depois. Logo, seja do ponto de vista individual, seja do da empresa, o aprendizado mais valorizado economicamente é aquele que se dá durante a vida profissional, não antes. Essa conclusão, além de curiosa, não é sem consequências.
Tudo o que puder ser feito para maximizar o aprendizado ao longo da nossa carreira se traduz em avanços nos rendimentos. É importante lembrar, conta a qualidade da Educação que tivemos. Não são quantos fatos e fórmulas decoramos, mas a capacidade de ler, escrever, pensar, decifrar o mundo ao nosso redor, bem como identificar e encontrar soluções para os problemas que vão aparecendo.
Pela vida afora, ajudará tudo o que possa facilitar, incentivar e promover o aprendizado, até o máximo condizente com o potencial de cada um. Ajudam os cursos, mentores, estágios ou grupos de discussão. Essa é a boa tese da Educação Permanente. Mas nem tudo vem de fora. Também funciona o esforço próprio, autodidata, de maneira totalmente informal. E, mais ainda, avançamos mercê de uma insaciável curiosidade e de uma atitude de sempre fazer perguntas e procurar respostas. O que importa é a busca incansável de formas de alimentar a nossa sede de conhecimentos e de novas soluções.
Nossa carreira depende do esforço para continuar a aprender. O tesouro da Educação não está no diploma e no que Ensinou a Escola, mas sim no que ela nos permite crescer depois.
(CASTRO, Cláudio de Moura. A Mágica da Educação. Revista Veja, São Paulo, 6 de março de 2013, p. 20.)
Considere o trecho: “Mas nem tudo vem de fora.”
Se o sujeito dessa frase for substituído por um termo no plural, em relação à grafia do verbo destacado, é CORRETO afirmar:
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As leishmanioses constituem um complexo de enfermidades que atingem o homem, causadas por diferentes espécies morfologicamente semelhantes, sendo diferenciadas apenas por métodos bioquímicos, imunológicos ou mesmo patológicos. São características comuns a leishmanioses cutâneas e viceral, EXCETO
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O mercantilismo pode ser entendido como um conjunto de práticas e medidas econômicas dos Estados nacionais no período da transição do feudalismo para o capitalismo. Entre as características da política mercantilista, é INCORRETO elencar:
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Os efeitos causados por mutações na replicação do DNA dependem das atividades da DNA polimerase que serão destruídas. As alternativas abaixo apresentam alguns tipos e funções das DNA polimerases. Analise-as e assinale a alternativa INCORRETA.
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O planejamento didático “é uma ação política, um processo de tomada de decisões para a ação, frente a entendimentos filosófico-políticos do mundo e da realidade”. Nesse paradigma, o autor coloca o planejamento como:
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