Foram encontradas 50 questões.
- Tecnologias Educacionais
- Mídias, Comunicação e Tecnologias na Educação
- As Tecnologias da Comunicação e Informação nas Práticas Educativas
Em uma proposta pedagógica, os estudantes utilizam
um Ambiente Virtual de Aprendizagem para consultar
materiais e enviar atividades. Também participam de um
fórum em momentos diferentes e, em determinada etapa, realizam uma videoconferência em horário previamente
definido. O professor utiliza ainda recursos digitais para
promover produção coletiva de conteúdos. Com base
nessa situação e nos conceitos relacionados às TDIC e aos
ambientes virtuais de aprendizagem, assinale a alternativa
correta.
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Durante a elaboração de um material para
apresentação, um servidor prepara inicialmente um
documento em editor de texto, organiza determinados
dados em uma planilha eletrônica e, por fim, cria slides
para exposição do conteúdo. Em relação às
funcionalidades normalmente encontradas nesses
aplicativos, analise as afirmativas.
I. Em editores de texto, a utilização de estilos pode favorecer a aplicação consistente de determinadas características de formatação a elementos equivalentes do documento.
II. Em planilhas eletrônicas, alterar um valor utilizado por determinada fórmula pode modificar o resultado calculado, desde que a fórmula continue fazendo referência à célula alterada e o cálculo seja atualizado.
III. Em programas de apresentação, todos os slides de um arquivo precisam necessariamente possuir a mesma disposição de elementos, não sendo possível empregar layouts diferentes na mesma apresentação.
IV. Em editores de texto, recursos de cabeçalho e rodapé podem permitir a repetição de determinados elementos em diferentes páginas de um documento.
Está correto o que se afirma APENAS em:
I. Em editores de texto, a utilização de estilos pode favorecer a aplicação consistente de determinadas características de formatação a elementos equivalentes do documento.
II. Em planilhas eletrônicas, alterar um valor utilizado por determinada fórmula pode modificar o resultado calculado, desde que a fórmula continue fazendo referência à célula alterada e o cálculo seja atualizado.
III. Em programas de apresentação, todos os slides de um arquivo precisam necessariamente possuir a mesma disposição de elementos, não sendo possível empregar layouts diferentes na mesma apresentação.
IV. Em editores de texto, recursos de cabeçalho e rodapé podem permitir a repetição de determinados elementos em diferentes páginas de um documento.
Está correto o que se afirma APENAS em:
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Em uma planilha eletrônica, a célula D2 contém o valor
80. Na célula E2, foi inserida a fórmula =D2*10%, destinada
a calcular 10% do valor existente em D2. Em seguida, a
fórmula de E2 foi copiada para E3 por meio do mecanismo
usual de cópia de fórmulas, sendo que a referência
utilizada não recebeu qualquer marcador de referência
absoluta. Considerando o comportamento usual das
referências relativas em programas como Microsoft Excel,
LibreOffice Calc ou similares, assinale a alternativa correta.
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4278186
Ano: 2026
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: ISET
Orgão: Pref. Lajedinho-BA
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: ISET
Orgão: Pref. Lajedinho-BA
Provas:
Em um computador utilizado para atividades
acadêmicas, determinado usuário mantém documentos em
uma unidade de armazenamento e executa
simultaneamente um editor de texto, um navegador e um
programa de apresentações. Durante o uso, o sistema
operacional precisa administrar recursos físicos e lógicos
para permitir a execução dessas aplicações. A respeito da
relação entre sistema operacional, hardware e software,
analise as afirmativas a seguir.
I. A memória RAM é utilizada para manter dados e instruções necessários aos processos em execução e, em condições normais, apresenta natureza volátil.
II. O sistema operacional desempenha funções de gerenciamento de recursos, podendo intermediar a utilização de componentes de hardware pelas aplicações.
III. O espaço livre disponível em uma unidade SSD e a quantidade de memória RAM disponível representam o mesmo recurso computacional, razão pela qual o aumento de um deles necessariamente aumenta o outro.
IV. Dispositivos periféricos podem desempenhar funções de entrada, saída ou, conforme suas características, reunir ambas as funções.
Está correto o que se afirma APENAS em:
I. A memória RAM é utilizada para manter dados e instruções necessários aos processos em execução e, em condições normais, apresenta natureza volátil.
II. O sistema operacional desempenha funções de gerenciamento de recursos, podendo intermediar a utilização de componentes de hardware pelas aplicações.
III. O espaço livre disponível em uma unidade SSD e a quantidade de memória RAM disponível representam o mesmo recurso computacional, razão pela qual o aumento de um deles necessariamente aumenta o outro.
IV. Dispositivos periféricos podem desempenhar funções de entrada, saída ou, conforme suas características, reunir ambas as funções.
Está correto o que se afirma APENAS em:
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Uma empresa disponibiliza um caminhão - pipa para
transportar e abastecer um tanque cilíndrico com água em
uma comunidade. Sabe-se que, a empresa responsável pelo
abastecimento cobra R$ 0,04 por litro e que o tanque, que será
completamente cheio, possui diâmetro de base e altura,
respectivamente, iguais a 2 m e 3m. Qual o valor final cobrado
pela empresa para o abastecimento total desse tanque?
Considere π=3.
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O número de anagramas que podemos formar com a
palavra PROFESSOR, de modo que as consoantes fiquem
sempre juntas, é igual a:
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Paulo depositou 1250,00 em sua conta poupança no
primeiro mês. Desde então, ele depositou 100,00 a mais em
relação ao mês anterior. Nessas condições, após efetuar o
trigésimo sexto depósito, qual a quantia total depositada por
Paulo?
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Sabe-se que em uma unidade com 80 policiais:
• 35 possuem curso em gerenciamento de crise (G);
• 47 possuem curso de APH Tático (A);
• 10 não possuem nenhum desses dois cursos.
Com base nesses dados, o número de policiais que possuem ambos os cursos, é igual a:
• 35 possuem curso em gerenciamento de crise (G);
• 47 possuem curso de APH Tático (A);
• 10 não possuem nenhum desses dois cursos.
Com base nesses dados, o número de policiais que possuem ambos os cursos, é igual a:
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Considere duas proposições lógicas:
p: César é Flamenguista.
q: João é Palmeirense.
Sabendo que o valor lógico da proposição p é verdadeiro e o valor lógico da proposição q é falso, é correto afirmar que:
p: César é Flamenguista.
q: João é Palmeirense.
Sabendo que o valor lógico da proposição p é verdadeiro e o valor lógico da proposição q é falso, é correto afirmar que:
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TEXTO I
A juristocracia venceu
Há uma hipocrisia deliciosa nisso tudo. O mesmo tribunal que
deveria ser o guardião da Carta a invoca para rasgá-la aos
poucos
A juristocracia não é um acidente de percurso. É o destino
anunciado de um país que trocou o voto consciente pela toga
“iluminada” e o debate pela canetada “milagrosa”. O brasileiro,
esse animal teatral e preguiçoso, prefere o espetáculo do
Supremo ao tédio da democracia. Os juízes sobem a rampa
como atores de um teatro: solenes, maquiados de
imparcialidade, e o povo aplaude o próprio sepultamento com a
mesma emoção com que outrora aplaudia o gol de placa.
Ministros supremos substituem os jogadores, e as brigas de
torcida são transferidas para a Corte.
O ministro supremo, que sequer é juiz, não julga. Ele “salva”.
Salva o oprimido de ocasião, faz “justiça social”, entra onde o
Congresso foi inoperante. Enquanto o Legislativo hesita, o
ministro decreta. A Constituição vira puro pretexto. E a
tripartição dos Poderes, essa velha senhora burguesa, é
empurrada para o fundo do palco. Não há mais independência
entre os Poderes; apenas “harmonia”, ou seja, o domínio do
Poder “supremo”.
Há uma hipocrisia deliciosa nisso tudo. O mesmo tribunal que
deveria ser o guardião da Carta a invoca para rasgá-la aos
poucos. A justiça brasileira é uma farsa, mas muitos fingem que
acreditam nela. O juiz se apresenta como técnico, mas age
como político. Fala em direitos fundamentais e entrega
engenharia social. Fala em Constituição e produz legislação de
gabinete. O povo, cúmplice e sonolento, aceita. A parcela
desperta ainda luta, mas impotente, desarmada, aguarda ainda
um milagre de fora.
O resultado é previsível. A política se judicializa, sempre com
viés. Quem leva gol no jogo reverte o resultado no tapetão. O
cidadão perde a voz. Decisões sobre família, vida, liberdade e
costumes saem de despachos, não das urnas. É a ditadura
suave – a mais perigosa, porque vem disfarçada de
democracia, de “progresso” e de moral superior. O que a base
governista não conquista no voto, tenta conquistar na
jurisprudência. E quase sempre consegue.
Chegou setembro de 2026 e o teatro virou faroeste de vez.
Alexandre de Moraes, relator eterno do inquérito que nunca
acaba, acumula os papéis de vítima, investigador e juiz com a
naturalidade de quem já não distingue o palco da vida. Bloqueia
redes, multa quem usa VPN, suspende lei votada pelo
Congresso e agora aparece nas mensagens de um banqueiro
preso pedindo intercessão junto à PRF e à PGN. Tem milhões
de motivos para bancar o consultor do bandido. O mesmo
homem que prega o Estado de Direito trata a Constituição como
figurino: veste quando convém, rasga quando interessa. Nelson
Rodrigues reconheceria o tipo: o moralista que se descobre
pecador e, em vez de se calar, aumenta o volume do sermão.
Flávio Dino entra em cena como segundo ator da turma. Um
dia o colega André Mendonça afasta o diretor-geral da Polícia
Federal; no dia seguinte o comunista o recoloca no cargo,
repreende o outro ministro em público, fala em “causa própria” e manda o caso para o plenário – desde que o plenário seja
seu, tingido de vermelho. É a guerra de liminares no lugar do
Direito. É bangue-bangue. É pelada de várzea. Um ministro da
Primeira Turma atropela julgamento em curso na Segunda. O
presidente da Corte, Fachin, cancela sessão e assiste a tudo
como a rainha da Inglaterra.
O conservador lúcido vê o óbvio: não é Justiça, é facção. Não
é constitucionalismo, é ocupação do Estado por uma casta que
se julga acima do voto e da lei. Será que ainda há alguma
solução? Dentro das quatro linhas, convenhamos, parece cada
vez mais difícil. Mas a esperança é sempre a última a morrer.
A conjuntura é esta: eleição à vista, Supremo rachado,
ministros investigando ministros, arapongagem, relatórios da
PF virando arma de retaliação, e o país inteiro convertido em
réu eventual de um gabinete. Moraes e Dino não são acidentes.
São o retrato acabado da juristocracia brasileira: o poder sem
voto, a sentença sem debate e a passividade de uma imprensa
corrompida. Nelson Rodrigues diria que o Brasil só acredita no
escândalo quando o escândalo já virou rotina. Eu completaria:
enquanto a toga legislar, prender, censurar e rasgar a
Constituição, a democracia será apenas o intervalo entre um
despacho e o próximo.
Ou o país recupera o primado da política sobre a Justiça,
colocando cada macaco em seu devido galho, ou a juristocracia
consumará, em silêncio e com pompa, o que as urnas
recusaram. O palco está montado. A plateia, adormecida. O
próximo ato já está escrito – e não será o povo quem o
escreverá, se ele não reagir o quanto antes. O pano já está
caindo. Não há mais máscaras para ocultar tanta
monstruosidade. Até aqui, a juristocracia vence de goleada.
Ainda é viável reverter o placar?
Fonte: CONSTANTINO, Rodrigo. Revista Oeste, ed.339. A juristocracia venceu.
https://revistaoeste.com/revista/edicao-339/a-juristocracia-venceu/ (adaptado).
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