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Em 2024, foram inaugurados em Lajedinho o Mercado
Municipal Antônio Macêdo Góes e o Clube Municipal
Cultural Raimunda Góes de Oliveira. Segundo informações
oficiais, o clube foi destinado à realização de atividades
culturais, artísticas e esportivas. Os dois equipamentos
receberam, conjuntamente, investimentos de
aproximadamente R$ 1,9 milhão. Considere a seguinte
situação hipotética: Ao elaborar um diagnóstico municipal,
uma equipe técnica classifica o Mercado Municipal apenas
como investimento econômico e o Clube Cultural apenas como
investimento recreativo, concluindo que nenhum dos dois
possui potencial para produzir efeitos em outras dimensões da
vida local. A conclusão da equipe é:
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- Qualidade e Excelência nos Serviços PúblicosEficiência, Eficácia e Efetividade
- Gestão de Politicas PúblicasPlanejamento e Avaliação nas Políticas Públicas
O desastre ocorrido em Lajedinho em 2013 produziu
consequências em diferentes setores. Levantamento
divulgado em 2014 apontou prejuízos estimados em
aproximadamente R$ 28 milhões, sendo a educação um
dos setores mais afetados. Anos depois, além da
reconstrução de equipamentos, o município passou a
contar com memorial dedicado às vítimas e projeto de
macrodrenagem voltado à redução do risco de novas
ocorrências. Considerando uma perspectiva de
planejamento público e resiliência territorial, assinale a
alternativa incorreta.
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A Lei Complementar Estadual nº 48/2019 instituiu
microrregiões de saneamento básico na Bahia. Lajedinho
figura entre os municípios integrantes da Microrregião de
Saneamento Básico do Piemonte do Paraguaçu, ao lado de
municípios como Itaberaba, Ruy Barbosa, Macajuba e Boa
Vista do Tupim. A legislação estabelece como funções
públicas de interesse comum, nesse âmbito, o
planejamento, a regulação, a fiscalização e a prestação dos
serviços públicos de saneamento básico. Com base
nessas informações, considere as assertivas:
I. A inserção de Lajedinho em uma microrregião de saneamento permite tratar determinadas questões do setor sob perspectiva que ultrapassa os limites territoriais do próprio município.
PORQUE
II. A regionalização considera a existência de funções públicas de interesse comum e estabelece estrutura de governança para sua organização no conjunto dos entes integrantes.
Assinale a alternativa correta.
I. A inserção de Lajedinho em uma microrregião de saneamento permite tratar determinadas questões do setor sob perspectiva que ultrapassa os limites territoriais do próprio município.
PORQUE
II. A regionalização considera a existência de funções públicas de interesse comum e estabelece estrutura de governança para sua organização no conjunto dos entes integrantes.
Assinale a alternativa correta.
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- Estado, Governo e Administração Pública
- Organização da Administração Pública
- Gestão de Politicas Públicas
A reorganização de espaços públicos pode produzir
efeitos que ultrapassam a simples execução de uma obra
física. Em 2024, foi inaugurado em Lajedinho o Mercado
Municipal Antônio Macêdo Góes, cuja estrutura anterior
havia sido comprometida pelo desastre de 2013. Na
ocasião, também foram entregues 40 barracas de feira livre
destinadas à padronização e qualificação do centro
comercial. À luz dessas informações, assinale a alternativa que apresenta a interpretação mais adequada acerca da
função desse equipamento público.
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4278190
Ano: 2026
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: ISET
Orgão: Pref. Lajedinho-BA
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: ISET
Orgão: Pref. Lajedinho-BA
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A reconstrução de Lajedinho após a inundação de 2013
mobilizou diferentes esferas governamentais. Em fevereiro
de 2014, o Governo Federal autorizou a transferência de R$
4,2 milhões para obras de reconstrução, além de já ter
destinado recursos para ações de socorro, assistência às
vítimas e restabelecimento de serviços essenciais.
Considerando esse contexto, analise as afirmativas:
I. A resposta ao desastre envolveu medidas emergenciais e ações posteriores de reconstrução.
II. A atuação registrada após o desastre contou com participação de diferentes níveis de governo.
III. Os recursos destinados à reconstrução tiveram como única finalidade compensar financeiramente comerciantes que sofreram prejuízos.
IV. A recuperação de um município atingido por desastre pode envolver tanto assistência imediata quanto reconstrução de infraestrutura e restabelecimento de serviços.
Está correto o que se afirma em:
I. A resposta ao desastre envolveu medidas emergenciais e ações posteriores de reconstrução.
II. A atuação registrada após o desastre contou com participação de diferentes níveis de governo.
III. Os recursos destinados à reconstrução tiveram como única finalidade compensar financeiramente comerciantes que sofreram prejuízos.
IV. A recuperação de um município atingido por desastre pode envolver tanto assistência imediata quanto reconstrução de infraestrutura e restabelecimento de serviços.
Está correto o que se afirma em:
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- Tecnologias Educacionais
- Mídias, Comunicação e Tecnologias na Educação
- As Tecnologias da Comunicação e Informação nas Práticas Educativas
Em uma proposta pedagógica, os estudantes utilizam
um Ambiente Virtual de Aprendizagem para consultar
materiais e enviar atividades. Também participam de um
fórum em momentos diferentes e, em determinada etapa, realizam uma videoconferência em horário previamente
definido. O professor utiliza ainda recursos digitais para
promover produção coletiva de conteúdos. Com base
nessa situação e nos conceitos relacionados às TDIC e aos
ambientes virtuais de aprendizagem, assinale a alternativa
correta.
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Durante a elaboração de um material para
apresentação, um servidor prepara inicialmente um
documento em editor de texto, organiza determinados
dados em uma planilha eletrônica e, por fim, cria slides
para exposição do conteúdo. Em relação às
funcionalidades normalmente encontradas nesses
aplicativos, analise as afirmativas.
I. Em editores de texto, a utilização de estilos pode favorecer a aplicação consistente de determinadas características de formatação a elementos equivalentes do documento.
II. Em planilhas eletrônicas, alterar um valor utilizado por determinada fórmula pode modificar o resultado calculado, desde que a fórmula continue fazendo referência à célula alterada e o cálculo seja atualizado.
III. Em programas de apresentação, todos os slides de um arquivo precisam necessariamente possuir a mesma disposição de elementos, não sendo possível empregar layouts diferentes na mesma apresentação.
IV. Em editores de texto, recursos de cabeçalho e rodapé podem permitir a repetição de determinados elementos em diferentes páginas de um documento.
Está correto o que se afirma APENAS em:
I. Em editores de texto, a utilização de estilos pode favorecer a aplicação consistente de determinadas características de formatação a elementos equivalentes do documento.
II. Em planilhas eletrônicas, alterar um valor utilizado por determinada fórmula pode modificar o resultado calculado, desde que a fórmula continue fazendo referência à célula alterada e o cálculo seja atualizado.
III. Em programas de apresentação, todos os slides de um arquivo precisam necessariamente possuir a mesma disposição de elementos, não sendo possível empregar layouts diferentes na mesma apresentação.
IV. Em editores de texto, recursos de cabeçalho e rodapé podem permitir a repetição de determinados elementos em diferentes páginas de um documento.
Está correto o que se afirma APENAS em:
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Em uma planilha eletrônica, a célula D2 contém o valor
80. Na célula E2, foi inserida a fórmula =D2*10%, destinada
a calcular 10% do valor existente em D2. Em seguida, a
fórmula de E2 foi copiada para E3 por meio do mecanismo
usual de cópia de fórmulas, sendo que a referência
utilizada não recebeu qualquer marcador de referência
absoluta. Considerando o comportamento usual das
referências relativas em programas como Microsoft Excel,
LibreOffice Calc ou similares, assinale a alternativa correta.
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4278186
Ano: 2026
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: ISET
Orgão: Pref. Lajedinho-BA
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: ISET
Orgão: Pref. Lajedinho-BA
Provas:
Em um computador utilizado para atividades
acadêmicas, determinado usuário mantém documentos em
uma unidade de armazenamento e executa
simultaneamente um editor de texto, um navegador e um
programa de apresentações. Durante o uso, o sistema
operacional precisa administrar recursos físicos e lógicos
para permitir a execução dessas aplicações. A respeito da
relação entre sistema operacional, hardware e software,
analise as afirmativas a seguir.
I. A memória RAM é utilizada para manter dados e instruções necessários aos processos em execução e, em condições normais, apresenta natureza volátil.
II. O sistema operacional desempenha funções de gerenciamento de recursos, podendo intermediar a utilização de componentes de hardware pelas aplicações.
III. O espaço livre disponível em uma unidade SSD e a quantidade de memória RAM disponível representam o mesmo recurso computacional, razão pela qual o aumento de um deles necessariamente aumenta o outro.
IV. Dispositivos periféricos podem desempenhar funções de entrada, saída ou, conforme suas características, reunir ambas as funções.
Está correto o que se afirma APENAS em:
I. A memória RAM é utilizada para manter dados e instruções necessários aos processos em execução e, em condições normais, apresenta natureza volátil.
II. O sistema operacional desempenha funções de gerenciamento de recursos, podendo intermediar a utilização de componentes de hardware pelas aplicações.
III. O espaço livre disponível em uma unidade SSD e a quantidade de memória RAM disponível representam o mesmo recurso computacional, razão pela qual o aumento de um deles necessariamente aumenta o outro.
IV. Dispositivos periféricos podem desempenhar funções de entrada, saída ou, conforme suas características, reunir ambas as funções.
Está correto o que se afirma APENAS em:
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TEXTO I
A juristocracia venceu
Há uma hipocrisia deliciosa nisso tudo. O mesmo tribunal que
deveria ser o guardião da Carta a invoca para rasgá-la aos
poucos
A juristocracia não é um acidente de percurso. É o destino
anunciado de um país que trocou o voto consciente pela toga
“iluminada” e o debate pela canetada “milagrosa”. O brasileiro,
esse animal teatral e preguiçoso, prefere o espetáculo do
Supremo ao tédio da democracia. Os juízes sobem a rampa
como atores de um teatro: solenes, maquiados de
imparcialidade, e o povo aplaude o próprio sepultamento com a
mesma emoção com que outrora aplaudia o gol de placa.
Ministros supremos substituem os jogadores, e as brigas de
torcida são transferidas para a Corte.
O ministro supremo, que sequer é juiz, não julga. Ele “salva”.
Salva o oprimido de ocasião, faz “justiça social”, entra onde o
Congresso foi inoperante. Enquanto o Legislativo hesita, o
ministro decreta. A Constituição vira puro pretexto. E a
tripartição dos Poderes, essa velha senhora burguesa, é
empurrada para o fundo do palco. Não há mais independência
entre os Poderes; apenas “harmonia”, ou seja, o domínio do
Poder “supremo”.
Há uma hipocrisia deliciosa nisso tudo. O mesmo tribunal que
deveria ser o guardião da Carta a invoca para rasgá-la aos
poucos. A justiça brasileira é uma farsa, mas muitos fingem que
acreditam nela. O juiz se apresenta como técnico, mas age
como político. Fala em direitos fundamentais e entrega
engenharia social. Fala em Constituição e produz legislação de
gabinete. O povo, cúmplice e sonolento, aceita. A parcela
desperta ainda luta, mas impotente, desarmada, aguarda ainda
um milagre de fora.
O resultado é previsível. A política se judicializa, sempre com
viés. Quem leva gol no jogo reverte o resultado no tapetão. O
cidadão perde a voz. Decisões sobre família, vida, liberdade e
costumes saem de despachos, não das urnas. É a ditadura
suave – a mais perigosa, porque vem disfarçada de
democracia, de “progresso” e de moral superior. O que a base
governista não conquista no voto, tenta conquistar na
jurisprudência. E quase sempre consegue.
Chegou setembro de 2026 e o teatro virou faroeste de vez.
Alexandre de Moraes, relator eterno do inquérito que nunca
acaba, acumula os papéis de vítima, investigador e juiz com a
naturalidade de quem já não distingue o palco da vida. Bloqueia
redes, multa quem usa VPN, suspende lei votada pelo
Congresso e agora aparece nas mensagens de um banqueiro
preso pedindo intercessão junto à PRF e à PGN. Tem milhões
de motivos para bancar o consultor do bandido. O mesmo
homem que prega o Estado de Direito trata a Constituição como
figurino: veste quando convém, rasga quando interessa. Nelson
Rodrigues reconheceria o tipo: o moralista que se descobre
pecador e, em vez de se calar, aumenta o volume do sermão.
Flávio Dino entra em cena como segundo ator da turma. Um
dia o colega André Mendonça afasta o diretor-geral da Polícia
Federal; no dia seguinte o comunista o recoloca no cargo,
repreende o outro ministro em público, fala em “causa própria” e manda o caso para o plenário – desde que o plenário seja
seu, tingido de vermelho. É a guerra de liminares no lugar do
Direito. É bangue-bangue. É pelada de várzea. Um ministro da
Primeira Turma atropela julgamento em curso na Segunda. O
presidente da Corte, Fachin, cancela sessão e assiste a tudo
como a rainha da Inglaterra.
O conservador lúcido vê o óbvio: não é Justiça, é facção. Não
é constitucionalismo, é ocupação do Estado por uma casta que
se julga acima do voto e da lei. Será que ainda há alguma
solução? Dentro das quatro linhas, convenhamos, parece cada
vez mais difícil. Mas a esperança é sempre a última a morrer.
A conjuntura é esta: eleição à vista, Supremo rachado,
ministros investigando ministros, arapongagem, relatórios da
PF virando arma de retaliação, e o país inteiro convertido em
réu eventual de um gabinete. Moraes e Dino não são acidentes.
São o retrato acabado da juristocracia brasileira: o poder sem
voto, a sentença sem debate e a passividade de uma imprensa
corrompida. Nelson Rodrigues diria que o Brasil só acredita no
escândalo quando o escândalo já virou rotina. Eu completaria:
enquanto a toga legislar, prender, censurar e rasgar a
Constituição, a democracia será apenas o intervalo entre um
despacho e o próximo.
Ou o país recupera o primado da política sobre a Justiça,
colocando cada macaco em seu devido galho, ou a juristocracia
consumará, em silêncio e com pompa, o que as urnas
recusaram. O palco está montado. A plateia, adormecida. O
próximo ato já está escrito – e não será o povo quem o
escreverá, se ele não reagir o quanto antes. O pano já está
caindo. Não há mais máscaras para ocultar tanta
monstruosidade. Até aqui, a juristocracia vence de goleada.
Ainda é viável reverter o placar?
Fonte: CONSTANTINO, Rodrigo. Revista Oeste, ed.339. A juristocracia venceu.
https://revistaoeste.com/revista/edicao-339/a-juristocracia-venceu/ (adaptado).
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