Foram encontradas 340 questões.
Uma pessoa levou 3h30min para carpir o Terreno A da figura a seguir. Sabendo que o Terreno A e o Terro B são iguais, se essa mesma pessoa manter o mesmo ritmo, quanto tempo ela levará para carpir o Terreno C?

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Uma cerâmica deseja saber quantos tijolos iguais ao da figura a seguir ela consegue fabricar utilizando 1 m3 de argila. Calcule a quantidade de tijolos:

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Uma pessoa foi a feira e fez compras em cinco barracas diferentes. A cada barraca que passava, considerando essas cinco, ela gastava metade do dinheiro que restava. Ao acabar suas compras comeu um pastel por R$ 3,00 e ainda ficou com R$ 2,00 no bolso. Com quanto de dinheiro a pessoa chegou na feira?
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Um jogador de um time de futebol está treinando bater pênaltis. Ele realizou esse treinamento por 3 dias seguidos conforme apresentado a seguir:
Primeiro dia → Acertou 10 chutes e errou 12.
Segundo dia → Acertou 6 chutes e errou 9.
Terceiro dia → Acertou 7 chutes e errou 15.
Ao analisar os treinamentos, podemos afirmar que o desempenho do jogador:
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Em um sítio são utilizados 100 kg de milho para alimentar 10 galinhas durante 30 dias. Se mais 5 galinhas chegarem no sítio, quanto tempo levará para metade desse milho ser consumido?
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Disciplina: Estatística
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Laranjal Paulista-SP
- Estatística DescritivaMedidas de Tendência CentralMédiasMédia AritméticaMédia Ponderada (Agrupados por Valor)
Uma escola técnica resolveu adotar o sistema de cálculo de média ponderada para seus alunos. A tabela a seguir apresenta as notas obtidas por um aluno em um bimestre. Com base nas informações calcule qual será a média do aluno:
| Avaliação | Nota | Peso |
| Prova 1 | 6 | 4 |
| Prova 2 | 7 | 4 |
| Trabalho em grupo | 8 | 2 |
| Trabalho individual | 9 | 2 |
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Em uma corrida de Fórmula 1, o carro (A) está 20 segundos à frente do carro (B). O carro (B) consegue fazer a volta na pista em 1,5 s mais rápido do que o carro (A). Sabendo que ainda faltam 15 voltas para acabar a corrida, indique a resposta correta.
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Durante muito tempo, a civilização chinesa foi mais avançada do que a europeia. A Europa adquiriu da China, direta ou indiretamente, uma forma rudimentar de imprensa, a fabricação do papel, a bússola, a pólvora e diques para canais. Mas foi na Europa que, pela primeira vez, houve um crescimento econômico contínuo seguido da Revolução Industrial. E foi na Europa que o governo representativo e os direitos individuais – essas outras marcas distintivas da modernidade – se desenvolveram primeiro. Por que a Europa?
Em 1480, o imperador chinês da dinastia Ming proibiu a exploração e o comércio ultramarino. Mercadores que continuaram com esse comércio foram declarados contrabandistas e tropas foram enviadas para destruir seus estabelecimentos e queimar seus barcos. Nenhum rei europeu jamais reivindicou ou empregou tais poderes; nenhum rei poderia dar um tiro no próprio pé. Na Europa, os reis operavam numa rede de estados rivais; o imperador chinês contava com a vantagem – ou a armadilha – de não ter rivais com poder que se equiparasse ao seu. A rivalidade entre estados na Europa ajudou a impulsionar a expansão ultramarina.
Após a queda do Império Romano na Europa Ocidental, nenhum poder absoluto voltou a controlar todo o território. Imagine se um único poder tivesse conquistado Roma como os manchus fizeram na China, os mongóis na Índia e os otomanos no Oriente Médio. Pela conquista, eles se tornaram os senhores dos novos reinos. Os conquistadores de Roma foram várias tribos germânicas que rivalizavam umas com as outras. Eram senhores de pouca coisa. Após conquistar o império, esses homens descobriram que ele estava se dissolvendo sob seus pés. Não tinham a experiência de governar um estado estabelecido e não foram capazes de manter a máquina de coleta de impostos. Desafiaram uma das regras universais de governança, administrando estados incapazes de taxar.
Grande parte da história europeia deriva desse momento de formação. O domínio dos governos sobre seus povos era muito fraco; eles tinham de lutar e trabalhar duro para contar com a lealdade da população. Precisavam oferecer um bom governo – a paz do rei – para obter uma extensão de seu poder. Não podiam simplesmente acionar um sistema de cobrança de tributos como faziam tantos impérios e reinos na Ásia ou no Oriente Médio.
(HIRST, John. A Mais Breve História da Europa. São Paulo: Sextante, 2018, p. 150).
De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – A civilização chinesa sempre foi mais avançada do que a europeia.
II – A China aprendeu a técnica de fabricação de papel com os europeus.
III – Os europeus adquiriram a pólvora dos chineses.
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Durante muito tempo, a civilização chinesa foi mais avançada do que a europeia. A Europa adquiriu da China, direta ou indiretamente, uma forma rudimentar de imprensa, a fabricação do papel, a bússola, a pólvora e diques para canais. Mas foi na Europa que, pela primeira vez, houve um crescimento econômico contínuo seguido da Revolução Industrial. E foi na Europa que o governo representativo e os direitos individuais – essas outras marcas distintivas da modernidade – se desenvolveram primeiro. Por que a Europa?
Em 1480, o imperador chinês da dinastia Ming proibiu a exploração e o comércio ultramarino. Mercadores que continuaram com esse comércio foram declarados contrabandistas e tropas foram enviadas para destruir seus estabelecimentos e queimar seus barcos. Nenhum rei europeu jamais reivindicou ou empregou tais poderes; nenhum rei poderia dar um tiro no próprio pé. Na Europa, os reis operavam numa rede de estados rivais; o imperador chinês contava com a vantagem – ou a armadilha – de não ter rivais com poder que se equiparasse ao seu. A rivalidade entre estados na Europa ajudou a impulsionar a expansão ultramarina.
Após a queda do Império Romano na Europa Ocidental, nenhum poder absoluto voltou a controlar todo o território. Imagine se um único poder tivesse conquistado Roma como os manchus fizeram na China, os mongóis na Índia e os otomanos no Oriente Médio. Pela conquista, eles se tornaram os senhores dos novos reinos. Os conquistadores de Roma foram várias tribos germânicas que rivalizavam umas com as outras. Eram senhores de pouca coisa. Após conquistar o império, esses homens descobriram que ele estava se dissolvendo sob seus pés. Não tinham a experiência de governar um estado estabelecido e não foram capazes de manter a máquina de coleta de impostos. Desafiaram uma das regras universais de governança, administrando estados incapazes de taxar.
Grande parte da história europeia deriva desse momento de formação. O domínio dos governos sobre seus povos era muito fraco; eles tinham de lutar e trabalhar duro para contar com a lealdade da população. Precisavam oferecer um bom governo – a paz do rei – para obter uma extensão de seu poder. Não podiam simplesmente acionar um sistema de cobrança de tributos como faziam tantos impérios e reinos na Ásia ou no Oriente Médio.
(HIRST, John. A Mais Breve História da Europa. São Paulo: Sextante, 2018, p. 150).
De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Em 1480, o imperador chinês proibiu a venda de ópio.
II – A expansão ultramarina da Europa deve-se em parte à rivalidade que havia entre os Estados.
III – Os otomanos eram povos oriundos da Índia.
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Durante muito tempo, a civilização chinesa foi mais avançada do que a europeia. A Europa adquiriu da China, direta ou indiretamente, uma forma rudimentar de imprensa, a fabricação do papel, a bússola, a pólvora e diques para canais. Mas foi na Europa que, pela primeira vez, houve um crescimento econômico contínuo seguido da Revolução Industrial. E foi na Europa que o governo representativo e os direitos individuais – essas outras marcas distintivas da modernidade – se desenvolveram primeiro. Por que a Europa?
Em 1480, o imperador chinês da dinastia Ming proibiu a exploração e o comércio ultramarino. Mercadores que continuaram com esse comércio foram declarados contrabandistas e tropas foram enviadas para destruir seus estabelecimentos e queimar seus barcos. Nenhum rei europeu jamais reivindicou ou empregou tais poderes; nenhum rei poderia dar um tiro no próprio pé. Na Europa, os reis operavam numa rede de estados rivais; o imperador chinês contava com a vantagem – ou a armadilha – de não ter rivais com poder que se equiparasse ao seu. A rivalidade entre estados na Europa ajudou a impulsionar a expansão ultramarina.
Após a queda do Império Romano na Europa Ocidental, nenhum poder absoluto voltou a controlar todo o território. Imagine se um único poder tivesse conquistado Roma como os manchus fizeram na China, os mongóis na Índia e os otomanos no Oriente Médio. Pela conquista, eles se tornaram os senhores dos novos reinos. Os conquistadores de Roma foram várias tribos germânicas que rivalizavam umas com as outras. Eram senhores de pouca coisa. Após conquistar o império, esses homens descobriram que ele estava se dissolvendo sob seus pés. Não tinham a experiência de governar um estado estabelecido e não foram capazes de manter a máquina de coleta de impostos. Desafiaram uma das regras universais de governança, administrando estados incapazes de taxar.
Grande parte da história europeia deriva desse momento de formação. O domínio dos governos sobre seus povos era muito fraco; eles tinham de lutar e trabalhar duro para contar com a lealdade da população. Precisavam oferecer um bom governo – a paz do rei – para obter uma extensão de seu poder. Não podiam simplesmente acionar um sistema de cobrança de tributos como faziam tantos impérios e reinos na Ásia ou no Oriente Médio.
(HIRST, John. A Mais Breve História da Europa. São Paulo: Sextante, 2018, p. 150).
De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – A China sempre apoiou o comércio ultramarino.
II – Shing foi um imperador chinês por volta de 1480.
III – Os contrabandistas chineses eram julgados e enviados à Europa.
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