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Nos termos do Estatuto do Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis do Município de Londrina, o servidor nomeado para o cargo de provimento efetivo ficará sujeito a estágio probatório por período de três anos de efetivo exercício, durante o qual sua aptidão e capacidade serão objeto de avaliação para o desempenho do cargo, observados, dentre outros, os seguintes requisitos, EXCETO:
 

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2416566 Ano: 2011
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
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Segredo forçado
Existe um pacto de silêncio familiar.
Profissionais afirmam que vítimas resistem a denunciar violência por medo de represálias.
As psicólogas S., 38 e K., 44 olham a paisagem de lajes a céu aberto e de crianças empinando pipa de um dos bairros mais violentos da zona leste de São Paulo, onde os homicídios são a causa número um de morte dos mais jovens. Entreolham-se e riem quando a reportagem pergunta sobre a possibilidade de quebrar sigilos e denunciar casos em que pacientes estão sob risco – ou situações nas quais são eles os agressores.
S. explica como funciona: são várias consultas até que o paciente relate a violência sofrida. E tantas outras até que ele se convença de que aquilo é uma violência e exige providências. Na primeira conversa sobre levar o caso a alguma autoridade, alguns somem. Outros pedem que a psicóloga fique em silêncio. E aí começa a negociação.
Ambas trabalham em um posto de saúde que integra uma rede de serviços de prevenção e combate à violência, existente desde o ano passado. Em novembro de 2003, a prefeitura criou o Programa de Informações sobre Vítimas de Violência no Município de São Paulo, que obriga as unidades de saúde a notificar todos os casos para a construção de um banco de dados que fomente ações do Executivo.
Na regulamentação do programa, ficou instituído que as fichas sobre violência contra menores de 18 anos devem ser encaminhadas aos conselhos tutelares e ao Ministério Público.
“Existe um pacto de silêncio familiar”, afirma K., que tenta desvendar um suposto caso de abuso sexual. A família não dá informações.
Outro caso sob acompanhamento de ambas é o de um menino de 7 anos que supostamente foi abusado pelo pai. A mãe, no entanto, teme represálias se denunciar o marido.
Para o psicólogo e psicanalista Paulo Endo, 39, pesquisador da USP na área de violência, o dever da quebra de sigilo poderá inviabilizar o tratamento de agressores. “Nesse sentido, o sigilo é imprescindível.”
O tema está em debate. Se aprovada a quebra de sigilo, os conselhos de psicologia, tribunais da categoria, decidirão diante das denúncias.
(São Paulo, 05/09/2004, Folha de São Paulo – Cotidiano)
De acordo com o Código de Ética Profissional do Psicólogo em vigor, o descrito na reportagem configura-se um quadro em que:
 

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2415841 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR

Os cabeças-sujas e seu mundinho

A pessoa que joga lixo na rua, na calçada ou na praia se revela portadora de uma disfunção mental e social que a inabilita para o sucesso no atual estágio da civilização.

Que tipo de gente joga lixo na rua, pela janela do carro ou deixa a praia emporcalhada quando sai? Uma das respostas corretas é: um tipo que está se tornando mais raro. Sim. A atual geração de adultos foi criança em um tempo em que jogar papel de bala ou a caixa vazia de biscoitos pela janela do carro quase nunca provocava uma bronca paterna. Foi adolescente quando amassar o maço vazio de cigarros e chutá-lo para longe não despertava na audiência nenhuma reação especial, além de um “vai ser perna de pau assim na China”. Chegou à idade adulta dando como certo que aquelas pessoas de macacão com a sigla do Serviço de Limpeza Urbana estampada nas costas precisam trabalhar e, por isso, vamos contribuir sujando as ruas. Bem, isso mudou. O zeitgeist, o espírito do nosso tempo, pode não impedir, mas, pelo menos, não impele mais ninguém com algum grau de conexão com o atual estágio civilizatório da humanidade a se livrar de detritos em lugares públicos sem que isso tenha um peso, uma consequência. É feio. É um ato que contraria a ideia tão prevalente da sustentabilidade do planeta e da preciosidade que são os mananciais de água limpa, as porções de terra não contaminadas e as golfadas de ar puro.

E, no entanto, as pessoas ainda sujam, e muito as cidades impunemente.

Só no mês de janeiro, 3000 toneladas de lixo foram recolhidas das praias cariocas – guimbas de cigarro, palitos de picolé, cocô de cachorro e restos de alimento. Empilhadas, essas evidências de vida pouco inteligente lotariam cinco piscinas olímpicas. Resume o historiador Marco Antônio Villa: “Ao contrário de cidadãos dos países desenvolvidos, o brasileiro só vê como responsabilidade sua a própria casa e não nutre nenhum senso de dever sobre os espaços que compartilha com os outros – um claro sinal de atraso”.

O flagrante descaso com o bem público tem suas raízes fincadas na história, desde os tempos do Brasil colônia. No período escravocrata, a aristocracia saía a passear sempre com as mãos livres, escoltada por serviçais que não só carregavam seus pertences como limpavam a sujeira que ia atirando às calçadas. Não raro, o rei Dom João VI fazia suas necessidades no meio da rua, hábito também cultivado pelo filho, Pedro I, e ainda hoje presente. Foi com a instauração da República que o Estado assumiu, de forma sistemática, o protagonismo no recolhimento do lixo, mas isso não significou, nem de longe, nenhuma mudança de mentalidade por parte dos brasileiros. Cuidar da sujeira continuou a ser algo visto como aquilo que cabe a terceiros – jamais a si mesmo.

Existe uma relação direta entre o nível de educação de um povo e a maneira como ele lida com o seu lixo. Não por acaso, o brasileiro está em situação pior que o cidadão do Primeiro Mundo quando se mede a montanha de lixo nas ruas deixada por cada um deles.

Desde a Antiguidade, as grandes cidades do mundo, que já foram insalubres um dia, só conseguiram deixar essa condição à custa de um intenso processo de urbanização, aliado à mobilização dos cidadãos e a severas punições em forma de multa. “A concepção do bem público como algo valoroso nunca é espontânea, mas, sim, fruto de um forte empenho por parte do Estado e das famílias”, diz o filósofo Roberto Romano.

(Veja 09/03/2011, pág. 72 / com adaptações)

Assinale a alternativa INCORRETA quanto ao uso do acento indicador da crase:

 

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São deveres precípuos dos componentes da Corregedoria Geral, previstos na Lei nº. 9864/05, EXCETO:
 

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2415306 Ano: 2011
Disciplina: Psicologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
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A exclusão social tem uma variável gama de definidores de seu crescimento entre nós. A citação a seguir exemplifica:
Se a visibilidade e a exposição são signos da cidade, seu habitante não se pode furtar ao entendimento das contradições. O prazer estético do teatro e da música está um pouco misturado ao desprazer da mendicância que circunda os locais de espetáculo. A guarda do carro precisa ser negociada com sujeitos, aos nossos olhos, de aparência estranha. Transitam pelos mesmos caminhos os ônibus lotados e os carros luxuosos com seu único ocupante. Não é preciso possuir renda para frequentar todos os lugares da cidade, mas o modo de frequentação é especializado segundo a renda e o status.
(Mello. S. L. 2004)
Diante das exposições do texto, é correto afirmar que:
 

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2415269 Ano: 2011
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
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A Lei nº. 8080, de 19 de setembro de 1990, em seu Capítulo II, Dos Princípios e Diretrizes, Art. 7º, diz “as ações e serviços públicos de saúde e os serviços privados contratados ou conveniados que integram o Sistema Único de Saúde (SUS), são desenvolvidos de acordo com as diretrizes previstas no art. 198 da Constituição Federal, obedecendo ainda aos seguintes princípios”, EXCETO:
 

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Além das responsabilidades por prejuízos causados à Fazenda Municipal, na condição de servidor público, e em face do cargo ocupado, o Estatuto do Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis do Município de Londrina destaca de forma especial, EXCETO:
 

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2414163 Ano: 2011
Disciplina: Psicologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
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Em seus estudos sobre “interação entre aprendizado e desenvolvimento”, Vygotsky apresenta:
O ponto de partida dessa discussão é o fato de que o aprendizado das crianças começa muito antes delas frequentarem a escola. Qualquer situação de aprendizado com a qual a criança se defronta na escola tem sempre uma história prévia. Por exemplo, as crianças começam a estudar aritmética na escola, mas muito antes elas tiveram alguma experiência com quantidades – elas tiveram que lidar com operações de divisão, adição, subtração, e determinação de tamanho. Consequentemente, as crianças têm a sua própria aritmética pré-escolar, que somente psicólogos míopes podem ignorar.”
(Vygotsky, A Formação Social da Mente, 1989)
A posição de Vygotsky, poderá considerar:
 

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2413813 Ano: 2011
Disciplina: Psicologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
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Na perspectiva da Psicologia Sócio-Histórica, e considerando a inserção da Psicologia nos serviços da saúde coletiva, campo que vem se fortalecendo ao longo dos anos, pode-se trabalhar atualmente com o conceito de saúde, como:
 

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2413747 Ano: 2011
Disciplina: Psicologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Londrina-PR
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Sobre a estrutura das operações com signos, temos a seguinte colocação vygotskyana: “Toda forma elementar de comportamento pressupõe uma reação direta à situação-problema defrontada pelo organismo (o que pode ser representado pela fórmula simples S – R). Por outro lado, a estrutura de operações com signos requer um elo intermediário entre o estímulo e a resposta. Esse elo intermediário é um estímulo de segunda ordem (signo), colocado no interior da operação, onde preenche uma função especial; ele cria uma nova relação entre S e R. O termo ‘colocado’ indica que o indivíduo deve estar ativamente engajado no estabelecimento desse elo de ligação. Esse signo possui, também, a característica importante de ação reversa ( isto é, ele age sobre o indivíduo e não sobre o ambiente).
(Vygotsky, A Formação Social da Mente, 1989)
No que se refere ao uso dos signos, pode-se afirmar:
 

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