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Por que ficamos gordos
"É preciso considerar o significado da saciedade para nós e o uso que o mercado faz disso"
Quem vai aos Estados Unidos depara necessariamente com a fat mísery, obesidade mórbida literalmente, miséria gorda. Passo de quem teme se desequilibrar, corpo precedido pela barriga, antebraços afastados das pernas e mãos como abanos, a vitima dessa forma de miséria cruza o tempo todo o seu caminho. Na rua, no restaurante, no elevador. Pode causar horror ou pena, por se tratar de um ser humano tão aberrante quanto frágil.
Quase 30% dos americanos são obesos e a fat misery sextuplicou nos Estados Unidos nos últimos vinte anos. Pela primeira vez na história, a nova geração viverá menos do que a geração dos pais. Corre o risco de morrer precocemente de hipertensão, arteriosclerose, infarto, além de estar mais exposta ao câncer. Assim como a de lá, a população do Brasil fica cada dia mais gorda. Quase metade dos brasileiros está acima do peso.
Ainda que os livros sobre dieta, ao menos os da categoria de autoajuda, frequentem a lista dos mais vendidos, não existe uma reflexão séria sobre o assunto, tampouco há uma política de saúde consequente que se oponha aos efeitos nefastos da indústria da alimentação.
Uma reflexão séria não se limita ao estudo dos hábitos alimentares, ao estabelecimento das relações entre o aumento do consumo de comida e a diminuição do seu preço, por exemplo. Uma reflexão séria considera o significado da sociedade para nós e o uso que o mercado faz disso. Com exceção da cultura francesa, que privilegia a degustação, o resto do Ocidente induz a comer até que se sinta o estômago cheio, ou seja, valoriza a saciedade. E é com essa valorização que a indústria conta para se desenvolver, fazendo pouco dos imperativos da saúde. Não é preciso se saciar para estar nutrido. Pelo contrário. Os nutricionistas inclusive ensinam a sair da mesa com um pouco de fome.
A cultura alimentar do glutão resulta de uma conduta perversa em relação ao corpo. Perversa porque desrespeita a lei do corpo, que é biológica. Noutras palavras, o glutão faz a lei do corpo, que é biológica. Noutras palavras, o glutão faz do prazer a única lei do seu desejo. Visa somente ao prazer imediato e negligencia o estrago provocado pelo excesso de comida. Ensinar a contenção é tão importante quanto acabar coma fome.
Quem se entrega à gula e cultiva a desmesura não come para viver. Na verdade, morre pela boca. Exatamente como o peixe, que morre por abocanhar a isca. Além da doença, a comida continuamente abocanhada - ou seja, ingerida em demasia e à revelia dos efeitos que acarreta - provoca o envelhecimento precoce. Quem quer viver tem de cuidar para não cair na esparrela da comida. Porque, como a bebida ou a droga, ela pode matar.
(Fonte: MILAN, Betty. Veja. Ed. 2189).
"O peixe morre pela boca" é um provérbio. Assinale a alternativa em que há um provérbio equivalente semanticamente.
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O Microsoft Word é um programa para edição de textos. Com relação ao uso desse programa, assinale a alternativa que NÃO representa uma característica que pode ser aplicada ou utilizada nos documentos editados:
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Com base no conhecimento das excludentes de ilicitude, não há crime quando o agente pratica o fato:
I - em estado de necessidade;
II - em legítima defesa;
III - em estrito cumprimento de dever legal ou no exercício irregular de direito.
Com base na leitura dos itens anteriores, marque a alternativa CORRETA:
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Um satélite mapeou a área de uma fazenda localizada à margem de um rio (gráfico a seguir). Nos limites da área, foram fixados os marcos A, B, C, D e E. A fazenda deverá ser dividida em dois lotes de áreas A 1 e A 2 para cultivas diferentes. Sabendo que a área A 1 é o dobro da área A 2, a distancia do marco A para o marco E é de:
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Por que ficamos gordos
"É preciso considerar o significado da saciedade para nós e o uso que o mercado faz disso"
Quem vai aos Estados Unidos depara necessariamente com a fat mísery, obesidade mórbida literalmente, miséria gorda. Passo de quem teme se desequilibrar, corpo precedido pela barriga, antebraços afastados das pernas e mãos como abanos, a vitima dessa forma de miséria cruza o tempo todo o seu caminho. Na rua, no restaurante, no elevador. Pode causar horror ou pena, por se tratar de um ser humano tão aberrante quanto frágil.
Quase 30% dos americanos são obesos e a fat misery sextuplicou nos Estados Unidos nos últimos vinte anos. Pela primeira vez na história, a nova geração viverá menos do que a geração dos pais. Corre o risco de morrer precocemente de hipertensão, arteriosclerose, infarto, além de estar mais exposta ao câncer. Assim como a de lá, a população do Brasil fica cada dia mais gorda. Quase metade dos brasileiros está acima do peso.
Ainda que os livros sobre dieta, ao menos os da categoria de autoajuda, frequentem a lista dos mais vendidos, não existe uma reflexão séria sobre o assunto, tampouco há uma política de saúde consequente que se oponha aos efeitos nefastos da indústria da alimentação.
Uma reflexão séria não se limita ao estudo dos hábitos alimentares, ao estabelecimento das relações entre o aumento do consumo de comida e a diminuição do seu preço, por exemplo. Uma reflexão séria considera o significado da sociedade para nós e o uso que o mercado faz disso. Com exceção da cultura francesa, que privilegia a degustação, o resto do Ocidente induz a comer até que se sinta o estômago cheio, ou seja, valoriza a saciedade. E é com essa valorização que a indústria conta para se desenvolver, fazendo pouco dos imperativos da saúde. Não é preciso se saciar para estar nutrido. Pelo contrário. Os nutricionistas inclusive ensinam a sair da mesa com um pouco de fome.
A cultura alimentar do glutão resulta de uma conduta perversa em relação ao corpo. Perversa porque desrespeita a lei do corpo, que é biológica. Noutras palavras, o glutão faz a lei do corpo, que é biológica. Noutras palavras, o glutão faz do prazer a única lei do seu desejo. Visa somente ao prazer imediato e negligencia o estrago provocado pelo excesso de comida. Ensinar a contenção é tão importante quanto acabar coma fome.
Quem se entrega à gula e cultiva a desmesura não come para viver. Na verdade, morre pela boca. Exatamente como o peixe, que morre por abocanhar a isca. Além da doença, a comida continuamente abocanhada - ou seja, ingerida em demasia e à revelia dos efeitos que acarreta - provoca o envelhecimento precoce. Quem quer viver tem de cuidar para não cair na esparrela da comida. Porque, como a bebida ou a droga, ela pode matar.
(Fonte: MILAN, Betty. Veja. Ed. 2189).
O termo entre parênteses em:" ... - ou seja, ingerida em demasia e (à revelia) dos efeitos ..." apresenta-se sinonimicamente ligado, no texto, a:
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O Microsoft Excel é um programa para edição de planilhas no ambiente Windows. Assinale a alternativa INCORRETA sobre este programa:
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Caberá prisão temporária, nos termos da Lei n.º 7.960/89, quando houver fundadas razões, de acordo com qualquer prova admitida na legislação penal, de autoria ou participação do indiciado nos seguintes crimes:
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Calcule a área do quadrilátero cujos vértices estão localizados nos pontos: M (1,0), N (0,6), P (4,8) e Q (3,1) do plano Cartesiano.
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De acordo com a Constituição, o Município reger-se-á por lei orgânica, votada em dois turnos, com o interstício mínimo de dez dias, e aprovada por dois terços dos membros da Câmara Municipal, que a promulgará, atendidos os princípios estabelecidos na Constituição, na Constituição do respectivo Estado e o seguinte preceito (além dos demais previstos no texto constitucional federal):
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