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Um terreno possui a forma de um trapézio retângulo, conforme ilustrado na figura a seguir, cujas dimensões estão
representadas em metros.

A área do terreno é igual a

A área do terreno é igual a
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Um cabo elétrico será levado do topo de um poste de
3,6 metros de altura ao topo de uma casa, num ponto a
2,8 metros de altura do solo. A distância da casa ao poste
é de 0,6 metro. A situação encontra-se ilustrada na figura a
seguir, cujas dimensões estão representadas em metros.

Nessas condições, é correto afirmar que o valor de X é

Nessas condições, é correto afirmar que o valor de X é
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- GeometriaGeometria PlanaÁreas e Perímetros
Um salão de formato retangular será recoberto com um
piso cujo metro quadrado custa R$ 14,00. Suas dimensões estão representadas em metros, na figura a seguir.
Supondo-se que os pisos adquiridos recobrirão perfeitamente a área do salão, sem sobras ou faltas, e que o valor da compra dos pisos foi de R$ 1.568,00, é correto afirmar que X é um número inteiro cuja divisão inteira por 5 tem resto igual a
Supondo-se que os pisos adquiridos recobrirão perfeitamente a área do salão, sem sobras ou faltas, e que o valor da compra dos pisos foi de R$ 1.568,00, é correto afirmar que X é um número inteiro cuja divisão inteira por 5 tem resto igual a
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Carolina abasteceu seu veículo com 14 litros de gasolina comum em um posto, pagando por isso o valor de
R$ 55,30. Se Mauro abastecer seu veículo com 21 litros
de gasolina comum, no mesmo posto e sob as mesmas
condições de preço, pagará o valor de
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A média aritmética simples dos preços de 5 latas de
tinta, expressos em reais, é igual a R$ 44,00. Se for
retirada a lata de tinta de maior valor, a média aritmética simples dos preços das 4 latas de tinta restantes
será igual a R$ 37,00. Então, o preço da lata de tinta de
maior valor é igual a
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Leia o texto para responder à questão.
Mais uma barragem
Parece um pesadelo sem fim. Somente quatro meses
depois da tragédia de Brumadinho, e três anos e meio desde
o rompimento da barragem de Mariana, o estado de Minas
Gerais se encontra às voltas com a possibilidade iminente de
mais um desastre do gênero.
O sinal de alerta soou no complexo minerário Gongo
Soco, também pertencente à Vale, no município de Barão de
Cocais, onde o talude que forma a parede da cava da mina
deverá ceder nos próximos dias.
O risco é que a vibração provoque danos à barragem de
rejeitos localizada a 1,5 km distante da cava, levando à sua
ruptura. Tanto a empresa como a Agência Nacional de Mineração (ANM), no entanto, afirmam não ser possível prever as
avarias que o evento causará.
A encosta de sustentação vinha se movimentando cerca
10 centímetros por ano desde 2012, medida considerada aceitável para uma cava profunda, segundo a ANM. Desde o fim
de abril, porém, a velocidade do deslocamento acelerou-se
para 5 centímetros por dia, condenando a estrutura.
“O talude da cava vai se romper com a gravidade, isso é
um fato. O que estamos fazendo agora é minimizar os riscos
e evitar que pessoas transitem dentro da cava ou que sejam
atingidas”, afirmou o diretor da ANM Eduardo Leão.
Felizmente, mesmo que o pior cenário se concretize, não
há risco de uma catástrofe humana como a que houve em
Brumadinho, na qual morreram quase 300 pessoas.
Os moradores das comunidades mais próximas à mina
de Gongo Soco, que seriam atingidos em questão de minutos, foram retirados da área em fevereiro, quando a barragem ameaçada atingiu o nível 2 (numa escala de 1 a 3). De
acordo com a Defesa Civil de Minas, 443 pessoas deixaram
suas casas. Já os residentes da área urbana, que receberia
a onda de lama em cerca de uma hora, vêm passando por
treinamentos de fuga.
Qualquer que seja o desfecho, o episódio traz à tona a
imprudência não raro criminosa que permite a proximidade
de barragens de rejeitos e povoações humanas.
Um enorme contingente convive, quiçá sem o saber, com
o horizonte sombrio da ruptura.
São 3,5 milhões de pessoas habitando cidades com
estruturas que apresentam risco de rompimento – um total
de 45, em mais de 30 municípios de 13 estados. Inexiste na
legislação distância mínima a ser respeitada entre barragens
e comunidades do entorno.
Mais grave, entretanto, é a incúria de empresas e órgãos
de controle que pode levar ao terceiro rompimento de um
reservatório de rejeitos em tão pouco tempo.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 22.05.2109. Adaptado)
• O risco é que a vibração provoque danos à barragem de rejeitos... • O que estamos fazendo agora é minimizar os riscos...
As expressões destacadas encontram-se corretamente substituídas por pronomes, em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa, em:
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Leia o texto para responder à questão.
Mais uma barragem
Parece um pesadelo sem fim. Somente quatro meses
depois da tragédia de Brumadinho, e três anos e meio desde
o rompimento da barragem de Mariana, o estado de Minas
Gerais se encontra às voltas com a possibilidade iminente de
mais um desastre do gênero.
O sinal de alerta soou no complexo minerário Gongo
Soco, também pertencente à Vale, no município de Barão de
Cocais, onde o talude que forma a parede da cava da mina
deverá ceder nos próximos dias.
O risco é que a vibração provoque danos à barragem de
rejeitos localizada a 1,5 km distante da cava, levando à sua
ruptura. Tanto a empresa como a Agência Nacional de Mineração (ANM), no entanto, afirmam não ser possível prever as
avarias que o evento causará.
A encosta de sustentação vinha se movimentando cerca
10 centímetros por ano desde 2012, medida considerada aceitável para uma cava profunda, segundo a ANM. Desde o fim
de abril, porém, a velocidade do deslocamento acelerou-se
para 5 centímetros por dia, condenando a estrutura.
“O talude da cava vai se romper com a gravidade, isso é
um fato. O que estamos fazendo agora é minimizar os riscos
e evitar que pessoas transitem dentro da cava ou que sejam
atingidas”, afirmou o diretor da ANM Eduardo Leão.
Felizmente, mesmo que o pior cenário se concretize, não
há risco de uma catástrofe humana como a que houve em
Brumadinho, na qual morreram quase 300 pessoas.
Os moradores das comunidades mais próximas à mina
de Gongo Soco, que seriam atingidos em questão de minutos, foram retirados da área em fevereiro, quando a barragem ameaçada atingiu o nível 2 (numa escala de 1 a 3). De
acordo com a Defesa Civil de Minas, 443 pessoas deixaram
suas casas. Já os residentes da área urbana, que receberia
a onda de lama em cerca de uma hora, vêm passando por
treinamentos de fuga.
Qualquer que seja o desfecho, o episódio traz à tona a
imprudência não raro criminosa que permite a proximidade
de barragens de rejeitos e povoações humanas.
Um enorme contingente convive, quiçá sem o saber, com
o horizonte sombrio da ruptura.
São 3,5 milhões de pessoas habitando cidades com
estruturas que apresentam risco de rompimento – um total
de 45, em mais de 30 municípios de 13 estados. Inexiste na
legislação distância mínima a ser respeitada entre barragens
e comunidades do entorno.
Mais grave, entretanto, é a incúria de empresas e órgãos
de controle que pode levar ao terceiro rompimento de um
reservatório de rejeitos em tão pouco tempo.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 22.05.2109. Adaptado)
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Mais uma barragem
Parece um pesadelo sem fim. Somente quatro meses
depois da tragédia de Brumadinho, e três anos e meio desde
o rompimento da barragem de Mariana, o estado de Minas
Gerais se encontra às voltas com a possibilidade iminente de
mais um desastre do gênero.
O sinal de alerta soou no complexo minerário Gongo
Soco, também pertencente à Vale, no município de Barão de
Cocais, onde o talude que forma a parede da cava da mina
deverá ceder nos próximos dias.
O risco é que a vibração provoque danos à barragem de
rejeitos localizada a 1,5 km distante da cava, levando à sua
ruptura. Tanto a empresa como a Agência Nacional de Mineração (ANM), no entanto, afirmam não ser possível prever as
avarias que o evento causará.
A encosta de sustentação vinha se movimentando cerca
10 centímetros por ano desde 2012, medida considerada aceitável para uma cava profunda, segundo a ANM. Desde o fim
de abril, porém, a velocidade do deslocamento acelerou-se
para 5 centímetros por dia, condenando a estrutura.
“O talude da cava vai se romper com a gravidade, isso é
um fato. O que estamos fazendo agora é minimizar os riscos
e evitar que pessoas transitem dentro da cava ou que sejam
atingidas”, afirmou o diretor da ANM Eduardo Leão.
Felizmente, mesmo que o pior cenário se concretize, não
há risco de uma catástrofe humana como a que houve em
Brumadinho, na qual morreram quase 300 pessoas.
Os moradores das comunidades mais próximas à mina
de Gongo Soco, que seriam atingidos em questão de minutos, foram retirados da área em fevereiro, quando a barragem ameaçada atingiu o nível 2 (numa escala de 1 a 3). De
acordo com a Defesa Civil de Minas, 443 pessoas deixaram
suas casas. Já os residentes da área urbana, que receberia
a onda de lama em cerca de uma hora, vêm passando por
treinamentos de fuga.
Qualquer que seja o desfecho, o episódio traz à tona a
imprudência não raro criminosa que permite a proximidade
de barragens de rejeitos e povoações humanas.
Um enorme contingente convive, quiçá sem o saber, com
o horizonte sombrio da ruptura.
São 3,5 milhões de pessoas habitando cidades com
estruturas que apresentam risco de rompimento – um total
de 45, em mais de 30 municípios de 13 estados. Inexiste na
legislação distância mínima a ser respeitada entre barragens
e comunidades do entorno.
Mais grave, entretanto, é a incúria de empresas e órgãos
de controle que pode levar ao terceiro rompimento de um
reservatório de rejeitos em tão pouco tempo.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 22.05.2109. Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão.
Mais uma barragem
Parece um pesadelo sem fim. Somente quatro meses
depois da tragédia de Brumadinho, e três anos e meio desde
o rompimento da barragem de Mariana, o estado de Minas
Gerais se encontra às voltas com a possibilidade iminente de
mais um desastre do gênero.
O sinal de alerta soou no complexo minerário Gongo
Soco, também pertencente à Vale, no município de Barão de
Cocais, onde o talude que forma a parede da cava da mina
deverá ceder nos próximos dias.
O risco é que a vibração provoque danos à barragem de
rejeitos localizada a 1,5 km distante da cava, levando à sua
ruptura. Tanto a empresa como a Agência Nacional de Mineração (ANM), no entanto, afirmam não ser possível prever as
avarias que o evento causará.
A encosta de sustentação vinha se movimentando cerca
10 centímetros por ano desde 2012, medida considerada aceitável para uma cava profunda, segundo a ANM. Desde o fim
de abril, porém, a velocidade do deslocamento acelerou-se
para 5 centímetros por dia, condenando a estrutura.
“O talude da cava vai se romper com a gravidade, isso é
um fato. O que estamos fazendo agora é minimizar os riscos
e evitar que pessoas transitem dentro da cava ou que sejam
atingidas”, afirmou o diretor da ANM Eduardo Leão.
Felizmente, mesmo que o pior cenário se concretize, não
há risco de uma catástrofe humana como a que houve em
Brumadinho, na qual morreram quase 300 pessoas.
Os moradores das comunidades mais próximas à mina
de Gongo Soco, que seriam atingidos em questão de minutos, foram retirados da área em fevereiro, quando a barragem ameaçada atingiu o nível 2 (numa escala de 1 a 3). De
acordo com a Defesa Civil de Minas, 443 pessoas deixaram
suas casas. Já os residentes da área urbana, que receberia
a onda de lama em cerca de uma hora, vêm passando por
treinamentos de fuga.
Qualquer que seja o desfecho, o episódio traz à tona a
imprudência não raro criminosa que permite a proximidade
de barragens de rejeitos e povoações humanas.
Um enorme contingente convive, quiçá sem o saber, com
o horizonte sombrio da ruptura.
São 3,5 milhões de pessoas habitando cidades com
estruturas que apresentam risco de rompimento – um total
de 45, em mais de 30 municípios de 13 estados. Inexiste na
legislação distância mínima a ser respeitada entre barragens
e comunidades do entorno.
Mais grave, entretanto, é a incúria de empresas e órgãos
de controle que pode levar ao terceiro rompimento de um
reservatório de rejeitos em tão pouco tempo.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 22.05.2109. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder à questão.
Mais uma barragem
Parece um pesadelo sem fim. Somente quatro meses
depois da tragédia de Brumadinho, e três anos e meio desde
o rompimento da barragem de Mariana, o estado de Minas
Gerais se encontra às voltas com a possibilidade iminente de
mais um desastre do gênero.
O sinal de alerta soou no complexo minerário Gongo
Soco, também pertencente à Vale, no município de Barão de
Cocais, onde o talude que forma a parede da cava da mina
deverá ceder nos próximos dias.
O risco é que a vibração provoque danos à barragem de
rejeitos localizada a 1,5 km distante da cava, levando à sua
ruptura. Tanto a empresa como a Agência Nacional de Mineração (ANM), no entanto, afirmam não ser possível prever as
avarias que o evento causará.
A encosta de sustentação vinha se movimentando cerca
10 centímetros por ano desde 2012, medida considerada aceitável para uma cava profunda, segundo a ANM. Desde o fim
de abril, porém, a velocidade do deslocamento acelerou-se
para 5 centímetros por dia, condenando a estrutura.
“O talude da cava vai se romper com a gravidade, isso é
um fato. O que estamos fazendo agora é minimizar os riscos
e evitar que pessoas transitem dentro da cava ou que sejam
atingidas”, afirmou o diretor da ANM Eduardo Leão.
Felizmente, mesmo que o pior cenário se concretize, não
há risco de uma catástrofe humana como a que houve em
Brumadinho, na qual morreram quase 300 pessoas.
Os moradores das comunidades mais próximas à mina
de Gongo Soco, que seriam atingidos em questão de minutos, foram retirados da área em fevereiro, quando a barragem ameaçada atingiu o nível 2 (numa escala de 1 a 3). De
acordo com a Defesa Civil de Minas, 443 pessoas deixaram
suas casas. Já os residentes da área urbana, que receberia
a onda de lama em cerca de uma hora, vêm passando por
treinamentos de fuga.
Qualquer que seja o desfecho, o episódio traz à tona a
imprudência não raro criminosa que permite a proximidade
de barragens de rejeitos e povoações humanas.
Um enorme contingente convive, quiçá sem o saber, com
o horizonte sombrio da ruptura.
São 3,5 milhões de pessoas habitando cidades com
estruturas que apresentam risco de rompimento – um total
de 45, em mais de 30 municípios de 13 estados. Inexiste na
legislação distância mínima a ser respeitada entre barragens
e comunidades do entorno.
Mais grave, entretanto, é a incúria de empresas e órgãos
de controle que pode levar ao terceiro rompimento de um
reservatório de rejeitos em tão pouco tempo.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 22.05.2109. Adaptado)
Os moradores das comunidades próximas à mina foram retirados da área________alguns meses, quando a barragem ameaçada atingiu níveis________. De acordo com a Defesa Civil de Minas, os ocupantes da maioria das casas do entorno foram evacuados. Já na região urbana, mais__________das áreas de risco, treinamentos de fuga estão sendo____________ em toda a sua extensão.
Em conformidade com a norma-padrão da língua, as lacunas do trecho devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com:
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