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Foram encontradas 824 questões.

2441320 Ano: 2012
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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Nos sistemas Windows podemos utilizar diferentes tipos de discos, entre eles discos básicos e discos dinâmicos. Para fazer a conversão de um disco básico em um disco dinâmico, podemos utilizar a console denominada:
 

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2441306 Ano: 2012
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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Avalie se os serviços públicos de saneamento básico devem ser prestados com base nos seguintes princípios fundamentais, dentre outros:
I- Universalização do acesso.
II- Abastecimento de água, esgotamento sanitário, limpeza urbana e manejo dos resíduos sólidos realizados de formas adequadas à saúde pública e à proteção do meio ambiente.
III- Disponibilidade, em todas as áreas urbanas, de serviços de drenagem e de manejo das águas pluviais adequados à saúde pública e à segurança da vida e do patrimônio público e privado;
IV- Articulação com as políticas de desenvolvimento urbano e regional, de habitação, de combate à pobreza e de sua erradicação, de proteção ambiental, de promoção da saúde e outras de relevante interesse social voltadas para a melhoria da qualidade de vida, para as quais o saneamento básico seja fator determinante.
Estão corretos os princípios:
 

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2441305 Ano: 2012
Disciplina: Serviço Social
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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O projeto de intervenção, ao ser elaborado pelas assistentes sociais, reafirma duas dimensões centrais do trabalho profissional:
 

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2441257 Ano: 2012
Disciplina: Arquitetura
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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Na estrutura de madeira de um telhado, o madeiramento pode ser dividido em armação e trama. A armação é a parte estrutural propriamente dita, formada, por exemplo, pelas tesouras e treliças; enquanto a trama é quadriculada e constituída, pelos elementos que se apoiam sobre a armação que, por sua vez, servem de apoio às telhas. Um destes elementos – a terça –, quando se apoia sobre as paredes laterais é denominada de:
 

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2441240 Ano: 2012
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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Um administrador de sistemas muitas vezes necessita configurar um sistema Windows XP ou Windows 7 alterando informações diretamente no arquivo de configuração chamado de Registry. Para realizar esta função podemos usar o utilitário:
 

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2441194 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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Como ocorre com quase qualquer texto, há nessa crônica uma superposição das funções da linguagem. Assinale a ÚNICA alternativa que apresenta a função que NÃO se sobressai nesta obra de Ferreira Gullar:

 

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2441177 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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“A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios instituirão, no âmbito de sua competência, e planos de carreira para os servidores da administração pública direta, das autarquias e das fundações públicas.”

A lacuna é preenchida por:

 

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2441171 Ano: 2012
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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O Plano Diretor do Município de Mesquita, para o desenvolvimento da política habitacional, criou as Zonas de Especial Interesse Social – ZEIS. A opção que apresenta uma região na qual é possível implantar uma ZEIS é:
 

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2441128 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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TEXTO 2:

Periferia na tevê

Inaira Campos e Thiago Ansel - Observatório de Favelas

“Bateria arrebenta/Todo mundo comenta” são versos de “Samba da Regina”, música de Arlindo Cruz e Gilberto Gil, que abre o programa de TV Esquenta!, comandado pela atriz Regina Casé. Até a sua última edição, no domingo, dia 31/03, a atração cumpriu o que professou sua trilha sonora: deu o que falar.

No palco rodeado por um auditório, sambistas, comediantes e celebridades dividem espaço com grupos musicais de diferentes cantos do país. Os números musicais são entrecortados por quadros que costumam abordar temas tão diversos quanto educação, violência contra mulher, comportamento e aspectos da cultura popular. Estes últimos, geralmente comentados por uma espécie de elenco fixo – composto por cantores como Arlindo Cruz, Preta Gil, Leandro Sapucahy, atores como Douglas Silva, entre outros – e convidados, que parecem selecionados segundo o seguinte critério: não deixar o nível de heterogeneidade do programa cair.

Segundo Sarah Nery Chaves, que fez uma pesquisa intitulada “Eu tenho cara de pobre: Regina Casé e a periferia na TV”, o argumento da apresentadora para fazer o que faz é colocar o pobre que sempre vê TV para se reconhecer nela, longe dos estereótipos das novelas e das notícias policiais. “Acredito que ela realmente procura aproximar as pessoas: anônimos e famosos, ricos e pobres, brancos e pretos. Faz isso à sua maneira, com os aparatos e parceiros que tem e na polêmica empresa em que trabalha”, afirma Chaves. O cantor Criolo, um dos convidados da edição do dia 18 de março, deu um depoimento semelhante ao se referir à atração: “As pessoas que estão em casa dizem ‘tem alguém parecido comigo’.”

Para Alexandre Paes, ex-espectador declarado e estudante de educação física, o Esquenta! causa mais embaraço do que distração. “Acho que o pobre e o favelado são zoados o tempo todo. Não sei se é a intenção da produção. Acho que não é, mas é isso que acaba acontecendo. E todo mundo fica rindo. Antes eu via e sentia aquela vergonha que só me fazia olhar para o lado. Da última vez que vi, tive que mudar de canal. Acho que quando chega nesse estágio de trocar de canal é porque você fica muito constrangido”, conta.

Há também os que afirmam que a forma pela qual o programa representa a periferia pode ser um tiro pela culatra. “A Regina tem carisma e até me parece muito autêntica quanto à proposta de mostrar os subúrbios e favelas. Agora, não sei se é uma decisão da emissora ou da direção do programa estigmatizar comportamentos presentes nas comunidades. Um exemplo foi a eleição das chamadas ‘néns’, garotas ‘vestidas para ir ao baile funk’, cheias de maneirismos, falando errado e servindo de chacota. É isso que é ser garota de favela? Acho que as favelas têm coisas mais interessantes para se mostrar”, opina a jornalista Alexandra Silva.

Paradoxal

De um extremo a outro, a marca da atração parece ser o paradoxo. Se de um lado, Esquenta! traz para a grade dominical da Globo diversidade muito superior em contraste com outros programas da emissora, de outro há momentos em que o reforço de estigmas é patente. Foi o que aconteceu no dia 12 de dezembro, num quadro dedicado a discutir o papel das empregadas domésticas na sociedade brasileira. O programa trouxe babás que deixam suas famílias durante a semana para cuidar dos filhos de outras pessoas.

Regina encerrou o bloco dizendo “a babá é uma instituição nacional”. E completou: “Antigamente babá se chamava ama de leite porque elas também davam de mamar para os bebês. Até o imperador tinha uma ama de leite. Outro político muito importante, um cara sensacional, Joaquim Nabuco, que lutou muito pela abolição da escravatura, escreveu em suas memórias sobre os escravos domésticos. Ele escreve especialmente sobre a sua ama de leite: ‘Ela permanecerá por muito tempo como uma característica nacional do Brasil’” (durante a fala, a telinha mostrava fotos de mulheres negras com crianças brancas nos dias atuais). “Talvez a gente deva a abolição da escravatura a esse carinho que a babá do Joaquim Nabuco teve por ele. Palmas para a ama de leite do Joaquim Nabuco, que fez o Brasil dar um passo importante na sua história”, concluiu a apresentadora.

A equivalência estabelecida entre ama de leite – tarefa executada, à época, por escravas – e babá – categoria profissional contemporânea, como tantas outras – parece longe de propor qualquer tipo de ruptura com estereótipos. O que chama atenção, ao contrário, é a insistência na ideia de que o carinho tem sido o emblema de relações raciais no Brasil. A escolha de Joaquim Nabuco como referência confirma que a abordagem do programa em alguns momentos pode mesmo ser paradoxal, já que se trata de um personagem histórico que foi diplomata, intelectual abolicionista do Império, mas cujas memórias contêm uma célebre passagem onde o pensador diz ter “saudades do escravo”.

Para Maria Eduarda Rocha, professora do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) , que tem se dedicado a analisar o programa, a questão exige pensar o Esquenta! em seu conjunto. “A resposta exige que se olhe para duas coisas: primeiro, a chave de representação dos negros no programa. Essa não me parece assimilável ao mito da democracia racial porque os negros e mestiços não são ‘embranquecidos’, muito pelo contrário, estão lá trazendo formas de manifestação cultural que são as da ‘periferia’. Embora o mito da democracia racial possa ser ressignificado na ideia de pluralismo, sem dúvida há no programa uma dimensão afirmativa das identidades negras que vai na contramão desta ideia”, pondera a pesquisadora.

O lugar da periferia na grande mídia

Há lugar para a periferia, ao meio-dia, na Rede Globo? Para a pesquisadora Sarah Nery Chaves é possível, mas desde que dentro das regras e formatos da emissora. “As estratégias televisivas nos seduzem com suas narrativas e isso não deveria ser motivo para descartamos as experiências que elas proporcionam. Apesar de também poderem ser vistos enquanto reprodução de estereótipos e reforço das fronteiras culturais, por um lado, sem dúvida, eles ajudam a expandir nossa visão de Brasil e de mundo com histórias e personagens tão extraordinários quanto ordinários, que retratam aspectos profundos da nossa cultura. Por isso não há como pensar em termos de ‘positivo’ ou ‘negativo’, ‘bom’ ou ‘ruim’, pois há muitos fatores juntos”, explica.

As ambiguidades que marcam a incorporação das culturas populares pela mídia não são exatamente novas. Segundo Maria Eduarda Rocha, esse movimento de “incorporação”, simultaneamente, reconhece as classes populares, mas deixa evidentes as tentativas de dominação simbólica sobre este grupo. De acordo com essa perspectiva, a ideia de que há um “aviltamento” da cultura popular pela cultura de massa remete a uma concepção purista de cultura que não se sustenta quando olhamos para a história.

A professora, contudo, adverte que no caso do Esquenta é preciso lembrar que enquanto a Globo dá visibilidade positiva às classes populares, ao mesmo tempo, ela trabalha fervorosamente em favor do monopólio da fala. “Esse monopólio é um obstáculo, embora não absoluto, para que as classes populares possam falar de si mesmas e as torna em parte dependentes de um espaço de visibilidade outro. Essa contradição a Globo não pode resolver, por mais pluralista e democrático que seu programa tente ser”, ressalta.

(http://www.revistapontocom.org.br/destaques/periferia-na-teve - 16/04/2012)

Em “...longe dos estereótipos das novelas e das notícias policiais.”, o termo assinalado pode ser substituído por quase todos os vocábulos seguintes sem qualquer prejuízo do sentido original da frase, EXCETO UM. Assinale-o:

 

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2441093 Ano: 2012
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Mesquita-RJ
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ATENÇÃO: Observe as informações a seguir e responda a questão:
Rubricas Fixação Empenho Liquidação Pagamento
Aquisição de material de escritório 5.000 5.000 4.000 3.000
Pessoal Ativo e encargos 10.000 10.000 10.000 10.000
Aquisição de Ambulância 20.000 18.000 15.000 14.000
Construção de Creche 15.000 12.000 10.000 10.000
Serviços de manutenção preventiva 10.000 7.000 7.000 6.000
O valor da despesa de capital pelo enfoque orçamentário é de:
 

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