Foram encontradas 270 questões.
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Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
Ainda em processo de popularização, o termo mãe solo busca
produzir deslocamentos nos sentidos depreciativos do termo
“mãe solteira” e denunciar a naturalização da relação entre a
maternidade e o estado civil. A palavra denomina todas as
mulheres responsáveis integralmente pela criação e educação
de uma criança, tanto nas questões financeiras, quanto na
dedicação do tempo.
Nesse sentido, mães solo seriam mulheres que exercem a
parentalidade de maneira solitária, sem apoio na divisão de
tarefas e nos cuidados com as crianças, o que não significa, no
entanto, que essa característica de desamparo seja exclusiva
das mães fora de um relacionamento: muitas mulheres que têm
companheiros/companheiras também exercem a maternidade
de maneira solitária, mesmo contando com a presença física de
outra pessoa.
De acordo com o Instituto de Geografia e Estatística do Brasil
(IBGE), em pesquisa publicada no começo de 2021, as
mulheres gastam quase o dobro de tempo em tarefas
domésticas e no cuidado com os filhos em relação aos homens.
RODRIGUES, Fernanda Castelano. Mãe solo. Enciclopédia discursiva da
Covid-19: gênero e sexualidade. Disponível em:
https://informasus.ufscar.br/mae-solo/. Acesso em: 5 maio 2026. [Adaptado].
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Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
Ainda em processo de popularização, o termo mãe solo busca
produzir deslocamentos nos sentidos depreciativos do termo
“mãe solteira” e denunciar a naturalização da relação entre a
maternidade e o estado civil. A palavra denomina todas as
mulheres responsáveis integralmente pela criação e educação
de uma criança, tanto nas questões financeiras, quanto na
dedicação do tempo.
Nesse sentido, mães solo seriam mulheres que exercem a
parentalidade de maneira solitária, sem apoio na divisão de
tarefas e nos cuidados com as crianças, o que não significa, no
entanto, que essa característica de desamparo seja exclusiva
das mães fora de um relacionamento: muitas mulheres que têm
companheiros/companheiras também exercem a maternidade
de maneira solitária, mesmo contando com a presença física de
outra pessoa.
De acordo com o Instituto de Geografia e Estatística do Brasil
(IBGE), em pesquisa publicada no começo de 2021, as
mulheres gastam quase o dobro de tempo em tarefas
domésticas e no cuidado com os filhos em relação aos homens.
RODRIGUES, Fernanda Castelano. Mãe solo. Enciclopédia discursiva da
Covid-19: gênero e sexualidade. Disponível em:
https://informasus.ufscar.br/mae-solo/. Acesso em: 5 maio 2026. [Adaptado].
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Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
A figura da “Mulher-Maravilha”, imortalizada na cultura pop
como um ícone de força e invencibilidade, transbordou os
limites da ficção para se converter em um perigoso mito
contemporâneo. Na realidade social, esse arquétipo tem sido
utilizado para romantizar a exaustão feminina, validando a
sobrecarga daquelas que acumulam as responsabilidades do
trabalho remunerado, das tarefas domésticas e do cuidado
familiar. Longe de ser um elogio, a exaltação da mulher que “dá
conta de tudo” funciona como um mecanismo de dominação
que invisibiliza as desigualdades estruturais de gênero e
adoece física e mentalmente as mulheres.
O sociólogo Pierre Bourdieu (2012), em sua obra A dominação
masculina, explica esse fenômeno através do conceito de
violência simbólica. A dominação de gênero não se dá apenas
pela coerção física, mas pela introjeção de disposições (o
habitus) que fazem com que os próprios dominados percebam
a ordem social como natural e legítima. Quando uma mulher se
orgulha de ser uma “guerreira” que dorme poucas horas por
noite para dar conta da casa, dos filhos e do trabalho, ela está,
muitas vezes, reproduzindo a violência simbólica que a oprime.
Em suma, o mito da “Mulher-Maravilha” é uma armadilha
retórica. Ao aplaudir a capacidade feminina de suportar o
insuportável, a sociedade se exime da responsabilidade de
promover a igualdade de gênero. Desconstruir essa
romantização é o primeiro passo para reconhecer que o
trabalho de cuidado é uma responsabilidade social e coletiva, e
não um fardo individual travestido de superpoder. As mulheres
não precisam de capas ou títulos de heroínas; precisam de
políticas públicas de cuidado, de divisão equitativa do trabalho
doméstico e do direito fundamental ao descanso e à saúde.
Disponível em: https://encenasaudemental.com/comportamento/insight/o-mitoda-mulher-maravilha-a-romantizacao-da-tripla-jornada/. Acesso em: 10 maio
2026. [Adaptado].
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Texto 2
A figura da “Mulher-Maravilha”, imortalizada na cultura pop
como um ícone de força e invencibilidade, transbordou os
limites da ficção para se converter em um perigoso mito
contemporâneo. Na realidade social, esse arquétipo tem sido
utilizado para romantizar a exaustão feminina, validando a
sobrecarga daquelas que acumulam as responsabilidades do
trabalho remunerado, das tarefas domésticas e do cuidado
familiar. Longe de ser um elogio, a exaltação da mulher que “dá
conta de tudo” funciona como um mecanismo de dominação
que invisibiliza as desigualdades estruturais de gênero e
adoece física e mentalmente as mulheres.
O sociólogo Pierre Bourdieu (2012), em sua obra A dominação
masculina, explica esse fenômeno através do conceito de
violência simbólica. A dominação de gênero não se dá apenas
pela coerção física, mas pela introjeção de disposições (o
habitus) que fazem com que os próprios dominados percebam
a ordem social como natural e legítima. Quando uma mulher se
orgulha de ser uma “guerreira” que dorme poucas horas por
noite para dar conta da casa, dos filhos e do trabalho, ela está,
muitas vezes, reproduzindo a violência simbólica que a oprime.
Em suma, o mito da “Mulher-Maravilha” é uma armadilha
retórica. Ao aplaudir a capacidade feminina de suportar o
insuportável, a sociedade se exime da responsabilidade de
promover a igualdade de gênero. Desconstruir essa
romantização é o primeiro passo para reconhecer que o
trabalho de cuidado é uma responsabilidade social e coletiva, e
não um fardo individual travestido de superpoder. As mulheres
não precisam de capas ou títulos de heroínas; precisam de
políticas públicas de cuidado, de divisão equitativa do trabalho
doméstico e do direito fundamental ao descanso e à saúde.
Disponível em: https://encenasaudemental.com/comportamento/insight/o-mitoda-mulher-maravilha-a-romantizacao-da-tripla-jornada/. Acesso em: 10 maio
2026. [Adaptado].
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Texto 2
A figura da “Mulher-Maravilha”, imortalizada na cultura pop
como um ícone de força e invencibilidade, transbordou os
limites da ficção para se converter em um perigoso mito
contemporâneo. Na realidade social, esse arquétipo tem sido
utilizado para romantizar a exaustão feminina, validando a
sobrecarga daquelas que acumulam as responsabilidades do
trabalho remunerado, das tarefas domésticas e do cuidado
familiar. Longe de ser um elogio, a exaltação da mulher que “dá
conta de tudo” funciona como um mecanismo de dominação
que invisibiliza as desigualdades estruturais de gênero e
adoece física e mentalmente as mulheres.
O sociólogo Pierre Bourdieu (2012), em sua obra A dominação
masculina, explica esse fenômeno através do conceito de
violência simbólica. A dominação de gênero não se dá apenas
pela coerção física, mas pela introjeção de disposições (o
habitus) que fazem com que os próprios dominados percebam
a ordem social como natural e legítima. Quando uma mulher se
orgulha de ser uma “guerreira” que dorme poucas horas por
noite para dar conta da casa, dos filhos e do trabalho, ela está,
muitas vezes, reproduzindo a violência simbólica que a oprime.
Em suma, o mito da “Mulher-Maravilha” é uma armadilha
retórica. Ao aplaudir a capacidade feminina de suportar o
insuportável, a sociedade se exime da responsabilidade de
promover a igualdade de gênero. Desconstruir essa
romantização é o primeiro passo para reconhecer que o
trabalho de cuidado é uma responsabilidade social e coletiva, e
não um fardo individual travestido de superpoder. As mulheres
não precisam de capas ou títulos de heroínas; precisam de
políticas públicas de cuidado, de divisão equitativa do trabalho
doméstico e do direito fundamental ao descanso e à saúde.
Disponível em: https://encenasaudemental.com/comportamento/insight/o-mitoda-mulher-maravilha-a-romantizacao-da-tripla-jornada/. Acesso em: 10 maio
2026. [Adaptado].
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A figura da “Mulher-Maravilha”, imortalizada na cultura pop
como um ícone de força e invencibilidade, transbordou os
limites da ficção para se converter em um perigoso mito
contemporâneo. Na realidade social, esse arquétipo tem sido
utilizado para romantizar a exaustão feminina, validando a
sobrecarga daquelas que acumulam as responsabilidades do
trabalho remunerado, das tarefas domésticas e do cuidado
familiar. Longe de ser um elogio, a exaltação da mulher que “dá
conta de tudo” funciona como um mecanismo de dominação
que invisibiliza as desigualdades estruturais de gênero e
adoece física e mentalmente as mulheres.
O sociólogo Pierre Bourdieu (2012), em sua obra A dominação
masculina, explica esse fenômeno através do conceito de
violência simbólica. A dominação de gênero não se dá apenas
pela coerção física, mas pela introjeção de disposições (o
habitus) que fazem com que os próprios dominados percebam
a ordem social como natural e legítima. Quando uma mulher se
orgulha de ser uma “guerreira” que dorme poucas horas por
noite para dar conta da casa, dos filhos e do trabalho, ela está,
muitas vezes, reproduzindo a violência simbólica que a oprime.
Em suma, o mito da “Mulher-Maravilha” é uma armadilha
retórica. Ao aplaudir a capacidade feminina de suportar o
insuportável, a sociedade se exime da responsabilidade de
promover a igualdade de gênero. Desconstruir essa
romantização é o primeiro passo para reconhecer que o
trabalho de cuidado é uma responsabilidade social e coletiva, e
não um fardo individual travestido de superpoder. As mulheres
não precisam de capas ou títulos de heroínas; precisam de
políticas públicas de cuidado, de divisão equitativa do trabalho
doméstico e do direito fundamental ao descanso e à saúde.
Disponível em: https://encenasaudemental.com/comportamento/insight/o-mitoda-mulher-maravilha-a-romantizacao-da-tripla-jornada/. Acesso em: 10 maio
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Texto 1
A personagem Diana Prince, que em roupas brilhantes se torna
a Mulher-Maravilha, foi criada em 1941 pelo psicólogo William
Moulton Marston, que já havia compreendido o sucesso do
lançamento dos personagens Batman e Superman anos antes
e que, com eles, os jovens conseguiram um meio de
comunicação especializado para temas cotidianos.
Contrastando com as lentas conquistas feministas da época, o
criador viu o meio como um jeito de defender o matriarcado e
inspirar meninas a prosseguirem na luta pelos direitos
igualitários.
Porém, a construção da personagem feminina não contou
apenas com William, um homem branco de classe média, mas
também com importantes mulheres ao seu redor. A principal
era Sadie Elizabeth Holloway, sua esposa, que estudou na
primeira faculdade para mulheres dos EUA, na época em que
instituições como Harvard e Oxford aceitavam apenas homens,
além de militar pela igualdade e contra o controle masculino da
natalidade.
Na família, outra integrante foi responsável por formar a imagem
da heroína, a sobrinha de William, Margaret Sanger, uma
enfermeira, sexóloga e escritora que se tornou símbolo do
controle de natalidade dos Estados Unidos, chegando a fugir
para a Grã-Bretanha por críticas de contrários ao aborto e
morando, por um curto período, com Sadie e William.
A terceira figura foi uma jovem chamada Emmeline Pankhurst,
que foi um exemplo de personalidade e uma inspiração para as
características físicas da super-heroína. William a conheceu em
1911, quando a garota foi impedida de falar em público no
campus da Universidade de Harvard, onde estudava.
Disponível em: https://aventurasnahistoria.com.br/noticias/reportagem/asmulheres-da-vida-real-que-inspiraram-a-criacao-da-mulher-maravilha.phtml.
Acesso em: 10 maio 2026. [Adaptado].
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Texto 1
A personagem Diana Prince, que em roupas brilhantes se torna
a Mulher-Maravilha, foi criada em 1941 pelo psicólogo William
Moulton Marston, que já havia compreendido o sucesso do
lançamento dos personagens Batman e Superman anos antes
e que, com eles, os jovens conseguiram um meio de
comunicação especializado para temas cotidianos.
Contrastando com as lentas conquistas feministas da época, o
criador viu o meio como um jeito de defender o matriarcado e
inspirar meninas a prosseguirem na luta pelos direitos
igualitários.
Porém, a construção da personagem feminina não contou
apenas com William, um homem branco de classe média, mas
também com importantes mulheres ao seu redor. A principal
era Sadie Elizabeth Holloway, sua esposa, que estudou na
primeira faculdade para mulheres dos EUA, na época em que
instituições como Harvard e Oxford aceitavam apenas homens,
além de militar pela igualdade e contra o controle masculino da
natalidade.
Na família, outra integrante foi responsável por formar a imagem
da heroína, a sobrinha de William, Margaret Sanger, uma
enfermeira, sexóloga e escritora que se tornou símbolo do
controle de natalidade dos Estados Unidos, chegando a fugir
para a Grã-Bretanha por críticas de contrários ao aborto e
morando, por um curto período, com Sadie e William.
A terceira figura foi uma jovem chamada Emmeline Pankhurst,
que foi um exemplo de personalidade e uma inspiração para as
características físicas da super-heroína. William a conheceu em
1911, quando a garota foi impedida de falar em público no
campus da Universidade de Harvard, onde estudava.
Disponível em: https://aventurasnahistoria.com.br/noticias/reportagem/asmulheres-da-vida-real-que-inspiraram-a-criacao-da-mulher-maravilha.phtml.
Acesso em: 10 maio 2026. [Adaptado].
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Texto 1
A personagem Diana Prince, que em roupas brilhantes se torna
a Mulher-Maravilha, foi criada em 1941 pelo psicólogo William
Moulton Marston, que já havia compreendido o sucesso do
lançamento dos personagens Batman e Superman anos antes
e que, com eles, os jovens conseguiram um meio de
comunicação especializado para temas cotidianos.
Contrastando com as lentas conquistas feministas da época, o
criador viu o meio como um jeito de defender o matriarcado e
inspirar meninas a prosseguirem na luta pelos direitos
igualitários.
Porém, a construção da personagem feminina não contou
apenas com William, um homem branco de classe média, mas
também com importantes mulheres ao seu redor. A principal
era Sadie Elizabeth Holloway, sua esposa, que estudou na
primeira faculdade para mulheres dos EUA, na época em que
instituições como Harvard e Oxford aceitavam apenas homens,
além de militar pela igualdade e contra o controle masculino da
natalidade.
Na família, outra integrante foi responsável por formar a imagem
da heroína, a sobrinha de William, Margaret Sanger, uma
enfermeira, sexóloga e escritora que se tornou símbolo do
controle de natalidade dos Estados Unidos, chegando a fugir
para a Grã-Bretanha por críticas de contrários ao aborto e
morando, por um curto período, com Sadie e William.
A terceira figura foi uma jovem chamada Emmeline Pankhurst,
que foi um exemplo de personalidade e uma inspiração para as
características físicas da super-heroína. William a conheceu em
1911, quando a garota foi impedida de falar em público no
campus da Universidade de Harvard, onde estudava.
Disponível em: https://aventurasnahistoria.com.br/noticias/reportagem/asmulheres-da-vida-real-que-inspiraram-a-criacao-da-mulher-maravilha.phtml.
Acesso em: 10 maio 2026. [Adaptado].
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Texto 1
A personagem Diana Prince, que em roupas brilhantes se torna
a Mulher-Maravilha, foi criada em 1941 pelo psicólogo William
Moulton Marston, que já havia compreendido o sucesso do
lançamento dos personagens Batman e Superman anos antes
e que, com eles, os jovens conseguiram um meio de
comunicação especializado para temas cotidianos.
Contrastando com as lentas conquistas feministas da época, o
criador viu o meio como um jeito de defender o matriarcado e
inspirar meninas a prosseguirem na luta pelos direitos
igualitários.
Porém, a construção da personagem feminina não contou
apenas com William, um homem branco de classe média, mas
também com importantes mulheres ao seu redor. A principal
era Sadie Elizabeth Holloway, sua esposa, que estudou na
primeira faculdade para mulheres dos EUA, na época em que
instituições como Harvard e Oxford aceitavam apenas homens,
além de militar pela igualdade e contra o controle masculino da
natalidade.
Na família, outra integrante foi responsável por formar a imagem
da heroína, a sobrinha de William, Margaret Sanger, uma
enfermeira, sexóloga e escritora que se tornou símbolo do
controle de natalidade dos Estados Unidos, chegando a fugir
para a Grã-Bretanha por críticas de contrários ao aborto e
morando, por um curto período, com Sadie e William.
A terceira figura foi uma jovem chamada Emmeline Pankhurst,
que foi um exemplo de personalidade e uma inspiração para as
características físicas da super-heroína. William a conheceu em
1911, quando a garota foi impedida de falar em público no
campus da Universidade de Harvard, onde estudava.
Disponível em: https://aventurasnahistoria.com.br/noticias/reportagem/asmulheres-da-vida-real-que-inspiraram-a-criacao-da-mulher-maravilha.phtml.
Acesso em: 10 maio 2026. [Adaptado].
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