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O Delirium é um problema de saúde extremamente importante nos Hospitais Gerais pela alta taxa de mortalidade a ele associada. Assinale entre as alternativas abaixo aquela que contém uma informação correta sobre este transtorno.
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Esse trânsito que maltrata
Fumaça, fuligem, ruído de motores, tédio, cansaço, carros e ônibus que andam lentamente: assim é o trânsito nas cidades grandes. Principalmente nas primeiras horas da manhã, quando as pessoas se dirigem ao seu local de trabalho e, no fim da tarde, quando dele estão voltando.
Além do tempo perdido, do gasto excessivo de combustível e do aumento da poluição, esse trânsito maltrata as pessoas: a ansiedade de chegar logo acusa acidez no estômago; ficar sentado muito tempo causa dores nas articulações; inalar poluentes dá sonolência, dor de cabeça e problemas respiratórios.
Todos são prejudicados: os que estão confortáveis em seus automóveis e, mais ainda, os que estão espremidos nos ônibus.
E o principal responsável por esse sofrimento são os automóveis que ocupam as ruas e avenidas das cidades.
Para acomodar o crescente número de automóveis, casas são demolidas, ruas são alargadas, avenidas e viadutos são construídos, e os estacionamentos invadem praças e parques, com a derrubada de árvores centenárias e monumentos históricos. Vale tudo para dar passagem a esse deus dos tempos modernos.
Apesar de causarem tantos transtornos, os automóveis carregam menor número de pessoas que os transportes coletivos. Cada automóvel costuma circular com uma ou duas pessoas, enquanto um ônibus transporta, nas horas de movimento, até oitenta passageiros em cada viagem.
Os ônibus são o melhor transporte para as cidades, e deles depende a maioria da população. Apesar disso, as linhas são insuficientes, são mal conservadas e os motoristas, mal pagos. O pior é que o preço das passagens consome boa parte do salário dos trabalhadores.
(Fragmento adaptado).
(Rocicler Martins Rodrigues. Cidades brasileiras : o passado e o presente. São Paulo : Martins Fontes, 1992, p. 64.)
“Além do tempo perdido, do gasto excessivo de combustível e do aumento da poluição,...”
A palavra destacada no período acima é formada pelo processo de:
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Considere o texto abaixo para responder a questão.
Uma escola para todos
Há mais de duas décadas e meia, a Constituição brasileira prevê a inclusão de alunos com deficiência nas classes comuns, estabelecendo igualdade de condições para o acesso e a permanência na escola. Embora ainda existam resistências, essas crianças deixaram de ser 'invisíveis', não se encontram mais 'escondidas' e já ocupam seu espaço no ambiente socioeducativo. Os resultados preliminares do Censo Escolar de 2012 indicam, mais uma vez, aumento nas matrículas em educação especial na rede pública. Mas, para que sejam incluídas de fato, e não se tornem meras figurantes de um sistema e sim protagonistas do próprio aprendizado, é fundamental que a instituição escolar reveja suas premissas.
Segundo os resultados preliminares do Censo Escolar MEC/Inep de 2012, o Brasil ampliou em 7,64% o número das matrículas em educação especial na rede pública em relação ao ano anterior, passando de 584.124 para 628.768 matrículas.
Os dados finais de 2012 para a rede particular de ensino ainda não foram divulgados, mas em 2011 foram registradas 163.409 matrículas de alunos com deficiência em estabelecimentos privados - 20% delas em escolas inclusivas, as demais
(130.798) em instituições exclusivas e classes especiais.
A gradual presença de alunos com deficiência no ensino regular frequentando classes comuns ao lado de outros estudantes colocou em xeque a escola, como instituição, e revelou quão conservador era o sistema de ensino em vigor até então. Além disso, mostrou também como a própria formação de professores para a Educação Básica estava contaminada por clichês e estereótipos e respondia insatisfatoriamente às necessidades de todos os estudantes. 'O aluno com deficiência é o grande bode expiatório de um processo de formação docente em alguns momentos fracassado e de uma estrutura escolar que precisa ser modificada', diz Fabiana Stival Morgado Gomes, gerente de educação inclusiva da Secretaria de Educação de Santo André (SP). 'Ele propicia essa mudança, revela onde a escola tem de se renovar - e não para favorecer só essa criança, mas para aprimorar o aprendizado de todos os alunos. Temos uma escola que se mantém igual e reproduz modelos e movimentos há anos, e uma sociedade que pede um ensino muito mais dinâmico. Um professor com maior rigidez, que não enxerga essa escola em outro contexto, responsabiliza o aluno com deficiência', afirma ela.
Disponível em: http://revistaeducacao.uol.com.br/textos/189/uma-escola-para-todosao-incluir-alunos-com-deficiencia-ainstituicao-276034-1.asp. Acesso em 11/092015.
Há mais de duas décadas e meia, a Constituição brasileira prevê a inclusão de alunos com deficiência nas classes comuns, estabelecendo igualdade de condições para o acesso e a permanência na escola. Embora ainda existam resistências, essas crianças deixaram de ser 'invisíveis', não se encontram mais 'escondidas' e já ocupam seu espaço no ambiente socioeducativo. Os resultados preliminares do Censo Escolar de 2012 indicam, mais uma vez, aumento nas matrículas em educação especial na rede pública. Mas, para que sejam incluídas de fato, e não se tornem meras figurantes de um sistema e sim protagonistas do próprio aprendizado, é fundamental que a instituição escolar reveja suas premissas.
Segundo os resultados preliminares do Censo Escolar MEC/Inep de 2012, o Brasil ampliou em 7,64% o número das matrículas em educação especial na rede pública em relação ao ano anterior, passando de 584.124 para 628.768 matrículas.
Os dados finais de 2012 para a rede particular de ensino ainda não foram divulgados, mas em 2011 foram registradas 163.409 matrículas de alunos com deficiência em estabelecimentos privados - 20% delas em escolas inclusivas, as demais
(130.798) em instituições exclusivas e classes especiais.
A gradual presença de alunos com deficiência no ensino regular frequentando classes comuns ao lado de outros estudantes colocou em xeque a escola, como instituição, e revelou quão conservador era o sistema de ensino em vigor até então. Além disso, mostrou também como a própria formação de professores para a Educação Básica estava contaminada por clichês e estereótipos e respondia insatisfatoriamente às necessidades de todos os estudantes. 'O aluno com deficiência é o grande bode expiatório de um processo de formação docente em alguns momentos fracassado e de uma estrutura escolar que precisa ser modificada', diz Fabiana Stival Morgado Gomes, gerente de educação inclusiva da Secretaria de Educação de Santo André (SP). 'Ele propicia essa mudança, revela onde a escola tem de se renovar - e não para favorecer só essa criança, mas para aprimorar o aprendizado de todos os alunos. Temos uma escola que se mantém igual e reproduz modelos e movimentos há anos, e uma sociedade que pede um ensino muito mais dinâmico. Um professor com maior rigidez, que não enxerga essa escola em outro contexto, responsabiliza o aluno com deficiência', afirma ela.
Disponível em: http://revistaeducacao.uol.com.br/textos/189/uma-escola-para-todosao-incluir-alunos-com-deficiencia-ainstituicao-276034-1.asp. Acesso em 11/092015.
De acordo com o texto, analise as afirmações abaixo.
I- Há mais de duas décadas e meia, a Constituição brasileira dificulta a inclusão de alunos com deficiência nas classes comuns.
II- Os resultados preliminares do Censo Escolar de 2012 indicam, mais uma vez, aumento nas matrículas em educação especial na rede pública.
III- A formação de professores para a Educação Básica atingiu plenamente sua finalidade e preparou todos os professores para o ensino dos alunos provenientes da inclusão social.
IV- Para que os alunos portadores de necessidades especais sejam incluídos de fato, é fundamental que a instituição escolar reveja suas premissas.
Estão corretas apenas as afirmações:
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O trânsito nas grandes cidades
O trânsito tem sido um dos motivos de maior estresse para a população das grandes cidades brasileiras. Dificilmente um motorista está satisfeito e tranquilo andando de carro. É tensão pura. Se houver um pequeno descuido, ainda rola uma baixaria ou mesmo uma agressão.
Muitos são os fatores que faz com que isto aconteça, entre os quais podemos destacar: o grande número de carros, ruas ou avenidas estreitas, antigas, de uma época em que não havia tantos automóveis circulando, motoristas estressados, falta de transporte coletivo em quantidade e qualidade suficiente e principalmente a falta de educação, tanto de motoristas quanto de pedestres.
O que se vê são disputas pelo espaço. Cada um querendo passar na frente do outro. Não há respeito pela preferência e muito menos generosidade para ceder passagem a quem quer que seja.
Os acidentes são diários, muitos causando mortes ou danos irreparáveis. Se alega alta velocidade e com isto, a cada dia, novos controladores de velocidade são colocados nas ruas, multando quem devia e quem não devia. Muitas vezes uma pessoa, correta na maneira de dirigir, por ultrapassar um ou dois pontos do limite permitido leva uma multa e muitos que andam em alta velocidade, mas que conseguem diminuir no sinal, saem tranquilos e ainda riem dos demais.
É comum ver, no trânsito, motoristas fazendo inúmeras manobras erradas ou mesmo andando em velocidade fora do normal, mas como não há um policial por perto, nada acontece e ele continuará sua cruzada de transgressões.
Por outro lado é comum ver pedestres atravessando a rua com o sinal verde, numa demonstração de descaso total com a legislação. Isto também não é correto e precisa ser corrigido. É preciso fazer campanha também para o pedestre, mostrando o que eles fazem ao atravessar uma rua. Talvez isto mostre que eles precisam respeitar mais os sinais e com isso evitar acidentes.
Por tudo isso o trânsito virou uma preocupação permanente, tanto para as autoridades, quanto para os motoristas e pedestres. Todos reclamam, mas poucos agem corretamente. Mesmo em zonas com menos movimento os problemas mais comuns são pessoas estacionando em ruas com pouca largura o que dificulta a passagem ou uma manobra.
É preciso uma mudança de atitude. Os carros são um meio para transporte e não uma máquina para fazer de cada motorista um super homem. Somente com reeducação e com educação para os jovens nas escolas esta situação será modificada. É preciso começar já, bem como, cada mais, ser melhorado o transporte coletivo, pois só assim o problema será resolvido.
O trânsito não pode virar um meio de morte ou de aborrecimento para o cidadão. Ele deve ser sim o meio de transporte que facilita a vida das pessoas.
Disponível em: www.viveresaber.com.br
Analise os itens abaixo, coloque (V) para os verdadeiros ou (F) para os falsos e assinale a alternativa com a sequência correta de cima para baixo.
( ) Todas as palavras, retiradas do texto, são acentuadas pela mesma regra.
“também” – “será” – “época”.
“também” – “será” – “época”.
( ) Todas as palavras são escritas com “c” como “acidente”.
á__ido – con__iência – e__esso.
á__ido – con__iência – e__esso.
( ) Como advertência, a pontuação está correta nas duas frases.
– Não atravesse a rua sem olhar para os dois lados.
– Não, atravesse a rua sem olhar para os dois lados.
– Não atravesse a rua sem olhar para os dois lados.
– Não, atravesse a rua sem olhar para os dois lados.
( ) A colocação pronominal na frase abaixo está correta.
“Se alega alta velocidade...”
“Se alega alta velocidade...”
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Coloque (V) para as afirmativas verdadeiras ou (F) para as afirmativas falsas.
( ) A flutuação de um corpo na água ocorre quando as forças empuxo e gravidade estão em equilíbrio, mantendo este em um posicionamento positivo e confortável, com um melhor aproveitamento hidrodinâmico.
( ) A mecânica respiratória no ambiente aquático é o seguinte, o indivíduo deve expirar o ar pela boca e inspirar pelo nariz.
( ) A propulsão é um trabalho conjunto de braços e pernas, é a capacidade do indivíduo de locomover-se no meio líquido através de seus próprios recursos.
A sequência correta está em:
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913635
Ano: 2015
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Mogi Cruzes-SP
- LDB: Lei de Diretrizes e BasesDa Educação e Dos Princípios e Fins da Educ. Nacional (arts. 1º ao 3º)
A Lei de Diretrizes e Bases, Lei nº. 9394/96, em seu artigo 3º apresenta os princípios norteadores da Educação no Brasil. Assinale a alternativa que NÃO corresponde a um desses princípios.
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Estágio do desenvolvimento no qual a linguagem e as ações da criança são egocentradas e há dificuldade na percepção do outro, fazendo com que, nesta fase, os jogos de cooperação sejam difíceis para a criança participar. Segundo Piaget esta frase refere-se ao período do desenvolvimento:
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Feed Sem Back!
Nada de novo, de original, no título desse artigo! Muitos empregam-no, quando desejam se referir, de forma divertida, às dificuldades de muitos gestores quanto ao exercício das críticas ao comportamento e desempenho dos seus colaboradores. Há outras formas de expressão divertida, substituindo o “feed” por algumas palavrinhas que não ouso aqui registrar.
Vamos fazer algumas correções na interpretação do termo, a começar pela prática equivocada de confundir “feedback” com avaliação. Não são sinônimos: “feedback” é percepção, um retorno dado à fonte original sobre como seu comportamento está sendo percebido. Avaliação é um ato de emissão de juízo, uma comparação entre o objeto da avaliação em si com um parâmetro aceito como referência. A percepção, portanto, não pode ser entendida como emissão de juízo, muito menos como verdade definitiva: ela pode estar errada! Ademais, percepção é algo muito pessoal, não sendo difícil encontrarmos dez percepções diferentes sobre um mesmo comportamento, em dez pessoas manifestando-se a respeito!
A segunda correção se refere ao fato de que dar um “feedback” não significa “soltar o verbo” e despejar ácido sobre uma pessoa. É preciso, em primeiríssimo lugar, que se tenha a concordância da pessoa: ela deseja ouvir o que se pretende dizer para ela? A forma da emissão da percepção sobre o comportamento da pessoa deve ser sempre afinada com as regras elementares de educação e cortesia.
E há outro aspecto muito importante a ser considerado na arte (isso mesmo, uma arte!) de fornecer algum “feedback” às pessoas: não confundir a assertividade com a grosseria. Assertividade é uma forma de emissão de uma opinião com autenticidade, sem rodeios, direto ao ponto como se diz na linguagem do cotidiano, o que não significa uma permissão implícita para tratar a sensibilidade das pessoas com a gentileza troglodita. Há direitos naturais e sagrados a serem respeitados nos relacionamentos com as pessoas, dentre os quais aquele que estabelece o respeito como princípio e a elegância como vetor da qualidade do processo de comunicação. Reiterando o que já foi dito no parágrafo anterior: que tal perguntar à pessoa se ela concorda, dá a devida permissão para que lhe seja fornecido um “feedback”? Pode ser que ela não esteja num dia de harmonia emocional, ou que tenha coisas mais importantes para pensar ou, simplesmente, não queira ouvir absolutamente nada a respeito dos seus comportamentos.
E onde entra o “sem back” do título desse artigo? Quantas vezes, eventualmente, negamos à pessoa “fidebecada” (com o perdão dos dicionaristas!) o direito de pronunciar-se, defender-se e mostrar as suas razões? Sem o “back” o “feedback” fica trôpego, caricato e deriva, perigosamente, para a crítica que magoa, faz a pessoa sentir-se o “vice-tróço do subtréco”, isso quando não provoca reações agressivas e a troca de insultos e assemelhados, do que parece estar farta a Humanidade.
E a terceira correção diz respeito ao princípio de que é implícito o “feedback” do “feedback” ou seja: a pessoa em foco pode manifestar-se quanto à qualidade, oportunidade e elementos de aprendizado que percebeu e captou de tudo que foi dito sobre ela.
Finalizando, às vezes é melhor não dar “feedback” algum, deixar que as pessoas aprendam sobre si mesmas por conta dos inevitáveis retornos do mais implacável e justo dos observadores das nossas condutas: a Vida!
Texto adaptado
Benedito Milioni
Benedito Milioni
De acordo com o texto, o título Feed Sem Back é:
• violar o princípio da confiança e do respeito.
•contradizer ou desrespeitar o princípio da ética.
Assinale a alternativa correta.
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Escolha a alternativa que completa adequadamente as lacunas do texto abaixo.
Com relação à dispensação e retenção de receita de na Farmácia e Drogaria, o deverá seguir alguns critérios como: retenção da via da receita, devendo a via ser devolvida ao paciente. Registrar nas duas vias da receita a data da dispensação, a quantidade aviada do antimicrobiano, do medicamento dispensado, e a rubrica do farmacêutico, atestando o atendimento, no verso da receita.
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Entre os vírus causadores de hepatite, a co-infecção com o vírus da hepatite B é mais comum para o vírus:
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