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Foram encontradas 270 questões.

1421815 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Belo do Sul-RS
Uma ação educativa sobre saúde bucal foi promovida através de uma palestra com orientações de escovação e uso do fio dental de forma adequada. Considerando que o número de pessoas participantes corresponde a 25% do número de anagramas da palavra DENTES, esse número é igual a:
 

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1421814 Ano: 2018
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Belo do Sul-RS
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Analise o código escrito através do software VisuAlg 3 (figura abaixo).

Enunciado 2631057-1

Ao término da execução, qual o valor de vet[4]?

 

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1421813 Ano: 2018
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Belo do Sul-RS
No programa Microsoft Word 2013, em sua configuração padrão, os Grupos: Páginas, Tabelas e Ilustrações estão localizados em que Guia do referido software?
 

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1421812 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Belo do Sul-RS
O ambiente escolar para as crianças deve estar de acordo com as atividades que elas realizam, bem como o currículo da educação infantil. Sobre isso, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A atividade para ter qualidade precisa prever espaços, brinquedos e materiais de acordo com a proposta educativa definida para o grupo de crianças.
( ) O processo de escolha dos brinquedos deve considerar as ideias partilhadas entre professoras, pais e crianças.
( ) A falta de planejamento ou uma previsão inadequada de recursos pode gerar situações de pouco envolvimento da criança.
( ) Ao planejar as atividades, a professora está ciente da diversidade de interesse das crianças em relação aos brinquedos e materiais, porém, ela não tem como organizar outras atividades para as crianças que não se envolvem com o que foi planejado.
( ) Brinquedo é suporte de brincadeira, portanto, os mais caros e melhor conservados devem estar sempre em locais onde a criança não possa acessar.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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Saúde e tecnologia, uma relação complexa
Uma coisa não se pode negar, o mundo evoluiu tecnologicamente nas últimas cinco décadas muito mais que nos demais séculos juntos. E os impactos dessa evolução tecnológica tem transformado a vida em sociedade e acarretado efeitos positivos e negativos.
Se por um lado, com um pequenino delay, se pode conversar por vídeo com alguém que esteja do outro lado do mundo usando um aparelho que muitas pessoas têm no bolso, existem pessoas que estando na mesma mesa não trocam duas palavras durante uma refeição conjunta, pois estão constantemente usando um smartphone.
Viagens de muitos quilômetros que duravam dias, de trem ou carro de boi, hoje podem ser feitas em algumas horas num automóvel comum. Mas há também quem não vá até a padaria ou ao mercadinho a 100 metros de sua residência sem usar um carro ou motocicleta.
A tecnologia, como tudo na vida, tem prós e contras e quem pode maximizar ou minimizar seus impactos somos nós, que decidimos como usá-la. Mas e como saber qual o ponto de equilíbrio? Simples, quando começam a haver prejuízos diretos na saúde pessoal e coletiva, que poderiam ser evitados com mudanças comportamentais no cotidiano.
Quem não conhece pais, professoras e gestores preocupados com uso excessivo de smartphones e mídias sociais entre seus grupos cotidianos, por entenderem que podem trazer prejuízo ao seu desempenho? Ou quem pense em usar menos o automóvel para resolver problemas de excesso de peso e outras doenças que geralmente são associadas a ele?
O fato é que quando o uso de tecnologias passa a prejudicar a saúde, as habilidades sociais e mesmo o desempenho laboral precisam ser revistos. Movimentos nesse sentido têm sido feitos por grupos de amigos que ao se encontrarem, desligam ou guardam os celulares para aproveitar melhor interagir face a face.
Algumas famílias têm colocado regras de uso de celular durante refeições e atividades em conjunto. Empresas têm, quanto ao uso de smartphone durante o expediente, restringido e flexibilizado horários para auxiliar quem utiliza esquemas coletivos de carona ou bicicleta, como formas de transporte no roteiro casa-trabalho-casa.
Duas décadas atrás foi preciso regrar o uso do cigarro e do celular, para manter a convivência coletiva em níveis aceitáveis, privilegiando o bem comum. O caminho agora, também precisa ser construído coletivamente, procurando o equilíbrio e buscando utilizar a tecnologia como instrumento de crescimento e não de deterioração das relações, da saúde e do meio ambiente.
(Fonte: Renan da Cunha Soares Júnior, campograndenews.com.br/artigos/saude-e-tecnologia-uma-relacao-complexa, publicado em 09-06-2017 – texto adaptado.)
Considere o completamento da lacuna do seguinte fragmento do texto, devidamente solicitado, e, a partir daí, assinale a alternativa cuja conversão da frase ‘ Movimentos nesse sentido ..... sido feitos por grupos de amigos’ da voz ativa para a passiva está correta.
 

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1421673 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Belo do Sul-RS
O processo de aprendizagem, conforme Ferreiro (1988), envolve três elementos: quem ensina, quem aprende e a natureza do objeto de conhecimento, envolvendo a aprendizagem. A partir dessa “tríade” a construção do conhecimento para Ferreiro significa que:
 

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Saúde e tecnologia, uma relação complexa
Uma coisa não se pode negar, o mundo evoluiu tecnologicamente nas últimas cinco décadas muito mais que nos demais séculos juntos. E os impactos dessa evolução tecnológica tem transformado a vida em sociedade e acarretado efeitos positivos e negativos!$ ^{A)} !$.
Se por um lado, com um pequenino delay!$ ^{B)} !$, se pode conversar por vídeo com alguém que esteja do outro lado do mundo usando um aparelho que muitas pessoas têm no bolso, existem pessoas que estando na mesma mesa não trocam duas palavras durante uma refeição conjunta, pois estão constantemente usando um smartphone.
Viagens de muitos quilômetros que duravam dias, de trem ou carro de boi, hoje podem ser feitas em algumas horas num automóvel comum. Mas há também quem!$ ^{C)} !$ não vá até a padaria ou ao mercadinho a 100 metros de sua residência sem usar um carro ou motocicleta.
A tecnologia, como tudo na vida, tem prós e contras e quem pode maximizar ou minimizar seus impactos somos nós, que decidimos como usá-la. Mas e como saber qual o ponto de equilíbrio? Simples, quando começam a haver prejuízos diretos!$ ^{D)} !$ na saúde pessoal e coletiva, que poderiam ser evitados com mudanças comportamentais no cotidiano.
Quem não conhece pais, professoras e gestores preocupados com uso excessivo de smartphones e mídias sociais entre seus grupos cotidianos, por entenderem que podem trazer prejuízo ao seu desempenho? Ou quem pense em usar menos o automóvel para resolver problemas de excesso de peso e outras doenças que geralmente são associadas a ele?
O fato é que quando o uso de tecnologias passa a prejudicar a saúde, as habilidades sociais e mesmo o desempenho laboral precisam ser revistos. Movimentos nesse sentido têm sido feitos por grupos de amigos que ao se encontrarem, desligam ou guardam os celulares para aproveitar melhor interagir face a face.
Algumas famílias têm colocado regras de uso de celular!$ ^{E)} !$ durante refeições e atividades em conjunto. Empresas têm, quanto ao uso de smartphone durante o expediente, restringido e flexibilizado horários para auxiliar quem utiliza esquemas coletivos de carona ou bicicleta, como formas de transporte no roteiro casa-trabalho-casa.
Duas décadas atrás foi preciso regrar o uso do cigarro e do celular, para manter a convivência coletiva em níveis aceitáveis, privilegiando o bem comum. O caminho agora, também precisa ser construído coletivamente, procurando o equilíbrio e buscando utilizar a tecnologia como instrumento de crescimento e não de deterioração das relações, da saúde e do meio ambiente.
(Fonte: Renan da Cunha Soares Júnior, campograndenews.com.br/artigos/saude-e-tecnologia-uma-relacao-complexa, publicado em 09-06-2017 – texto adaptado.)
Assinale a alternativa cujo termo retirado do texto exerce a mesma função que ‘o mundo’ em ‘o mundo evoluiu tecnologicamente nas últimas cinco décadas’.
 

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A teimosia do cérebro
Todo mundo quer acertar. Não importa a área da vida – ansiamos por ter ideias inteligentes, fazer a melhor escolha, tomar a decisão mais acertada. Não é difícil perceber que vários fatores podem nos atrapalhar no momento de privilegiar determinada linha de pensamento e seguir esse caminho. O que a maioria das pessoas não percebe é que o aspecto que nos faz nos apegarmos a certos pontos de vista (em detrimento de outros, mais eficientes) está diretamente relacionado com nosso próprio funcionamento cerebral.
Essa espécie de “teimosia” é resultado do que os neurocientistas denominaram efeito Einstellung (fixação funcional). Trata-se da “persistente tendência do cérebro de se ater a uma solução familiar para resolver um problema – aquela que primeiro vem à mente – e ignorar outras possibilidades”, explicam os cientistas Merim Bilalić e Peter McLeod, ambos doutores em psicologia. Eles sabem do que falam: a pesquisa de Bilalić sobre esse fenômeno ganhou o Prêmio da Sociedade Psicológica Britânica para Contribuições Excepcionais de Pesquisa Médica para a Psicologia e McLeod, presidente da Fundação Oxford para Neurociência Teórica e Inteligência Artificial, tem feito importantes incursões nesse assunto. Os dois reconhecem que, na maioria das vezes, tipo de raciocínio é um processo cognitivo útil, já que por meio dele desenvolvemos métodos bem-sucedidos para resolver os mais variados problemas do cotidiano, desde descascar uma fruta até resolver uma equação matemática. E, se funciona, não há motivo para tentar várias técnicas diferentes toda vez que precisamos novamente desempenhar aquela atividade. O problema com esse atalho cognitivo é que ele pode inibir a busca de soluções mais eficientes ou apropriadas.
Diante disso, podemos pensar: se nosso cérebro nos faz acreditar em certas abordagens, a ponto de ignorar outras mais adequadas, ou mesmo desconsiderar que elas existam, o que podemos fazer? Ficamos reféns desse órgão tão sofisticado, com o qual nos confundimos? Simples: desconfie de suas certezas e não se contente logo de cara com as boas soluções. É claro que, ao compreender como esse curioso processo ocorre em sua cabeça, fica muito mais fácil acreditar – e apostar – que, não raro, seu cérebro poderá encontrar outras saídas ainda melhores que a primeira. Boa leitura, boas escolhas!
Fonte: Gláucia Leal - http://www2.uol.com.br/vivermente/artigos/a_teimosia_do_cerebro.html
Visando à manutenção do sentido das frases que relacionam e sem provocar nenhuma necessidade de ajuste, ‘que’ e ‘já que’ podem ser substituídos, respectivamente, por:
 

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1421670 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Belo do Sul-RS
A recepcionista de uma repartição municipal atendeu 240 contribuintes, durante o período de uma semana. Sabe-se que, desse número de atendimentos, 84 foram realizados por telefone e o restante foi realizado presencialmente. Nessa situação, a taxa percentual correspondente aos atendimentos presenciais, em relação ao total de contribuintes atendidos, nesse período, é igual a:
 

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1421669 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Monte Belo do Sul-RS
Santos (2011) apresenta a chamada aprendizagem significativa, abordando esse tema em suas diversas dimensões. Diante disso, conforme o referido autor, é correto afirmar que:
 

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