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Foram encontradas 35 questões.

Se Sandra gosta de Marcelo, Marcos considera Aurora uma boa professora de matemática. Se Marcos considera Aurora uma boa professora de matemática, Jonas é atendente em uma farmácia. Se Jonas é atendente em uma farmácia, Camila vai à praia. Ora, Camila não vai à praia, é verdadeiro afirmar que:

 

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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

Povo no Peru pintava os crânios de seus ancestrais

Por Luisa Costa

  1. ... mil anos, pessoas da costa sul do Peru decoravam os restos mortais de seus ancestrais
  2. com tinta vermelha – vezes pintando os crânios dos falecidos com os próprios dedos. A
  3. descoberta é de um estudo publicado este mês no Journal of Anthropological Archaeology, por
  4. Jacob Bongers, arqueólogo da Boston University (Estados Unidos), e outros pesquisadores.
  5. Muitos ossos encontrados no Vale do Chincha – antigo centro político da civilização
  6. Chincha, no Peru – são decorados com um pigmento vermelho. Os arqueólogos queriam
  7. investigar como e ............... a tinta foi aplicada, então analisaram os ossos que estavam em
  8. mais de 100 túmulos do local (chamados chullpas), que datam de 1000 1825.
  9. Eles encontraram 38 amostras de tinta diferentes, das ............... 25 estavam em crânios
  10. humanos. A maioria dos ossos eram de homens adultos, mas também havia restos mortais de
  11. mulheres e crianças. Tecidos e folhas serviam de pincel para o ritual fúnebre do povo chincha,
  12. mas não só.
  13. Os pesquisadores acreditam que as pessoas também usavam os próprios dedos para
  14. aplicação do pigmento nos crânios de seus antepassados. Os dedos imprimiam linhas grossas de
  15. tinta, verticais ou horizontais, e essa forma de pintura formaria relações ainda mais estreitas
  16. entre os vivos e os mortos nos rituais fúnebres.
  17. A aplicação do pigmento em restos humanos, afinal, seria parte de um “processo
  18. prolongado de morte social”, como escrevem os pesquisadores. “A morte não era o fim. Era um
  19. momento crucial de transformação em outro tipo de existência e uma transição crítica de um
  20. estado para outro”, que prepararia os falecidos para uma vida futura.
  21. Mas não está claro quando o pigmento vermelho foi parar nos esqueletos do povo
  22. Chincha. Uma hipótese mencionada pelos pesquisadores é que a pintura feita nos antepassados
  23. fosse uma resposta colonização. O Vale do Chincha virou parte do Império Inca por volta do
  24. ano 1480 e sofreu com invasões, fome e doenças depois que os espanhóis chegaram por lá, na
  25. década de 1530.
  26. O rastro de destruição deixado pelos europeus incluía a invasão e o saque de cemitérios
  27. em busca de artefatos de prata e ouro nas chullpas. Acredita-se que, na cultura Chincha, tais
  28. transgressões contra os falecidos exigiam que os vivos tomassem uma atitude: entrar nos
  29. túmulos para pintar os restos mortais que foram profanados pelos colonizadores, por exemplo.
  30. Essa hipótese, que se relaciona com a destruição dos espanhóis, também aparece em
  31. outros contextos. Um estudo publicado em fevereiro de 2022, por exemplo, afirmou que o povo
  32. Chincha encaixava vértebras humanas em gravetos – e que essa seria uma forma simbólica de
  33. restaurar a integridade dos restos mortais dos antepassados.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/ha-mil-anos-povo-no-peru-pintava-os-cranios-de-seus-ancestrais/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica a correta função sintática exercida pela oração sublinhada no trecho a seguir: “analisaram os ossos que estavam em mais de 100 túmulos do local”.

 

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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

Povo no Peru pintava os crânios de seus ancestrais

Por Luisa Costa

  1. ... mil anos, pessoas da costa sul do Peru decoravam os restos mortais de seus ancestrais
  2. com tinta vermelha – vezes pintando os crânios dos falecidos com os próprios dedos. A
  3. descoberta é de um estudo publicado este mês no Journal of Anthropological Archaeology, por
  4. Jacob Bongers, arqueólogo da Boston University (Estados Unidos), e outros pesquisadores.
  5. Muitos ossos encontrados no Vale do Chincha – antigo centro político da civilização
  6. Chincha, no Peru – são decorados com um pigmento vermelho. Os arqueólogos queriam
  7. investigar como e ............... a tinta foi aplicada, então analisaram os ossos que estavam em
  8. mais de 100 túmulos do local (chamados chullpas), que datam de 1000 1825.
  9. Eles encontraram 38 amostras de tinta diferentes, das ............... 25 estavam em crânios
  10. humanos. A maioria dos ossos eram de homens adultos, mas também havia restos mortais de
  11. mulheres e crianças. Tecidos e folhas serviam de pincel para o ritual fúnebre do povo chincha,
  12. mas não só.
  13. Os pesquisadores acreditam que as pessoas também usavam os próprios dedos para
  14. aplicação do pigmento nos crânios de seus antepassados. Os dedos imprimiam linhas grossas de
  15. tinta, verticais ou horizontais, e essa forma de pintura formaria relações ainda mais estreitas
  16. entre os vivos e os mortos nos rituais fúnebres.
  17. A aplicação do pigmento em restos humanos, afinal, seria parte de um “processo
  18. prolongado de morte social”, como escrevem os pesquisadores. “A morte não era o fim. Era um
  19. momento crucial de transformação em outro tipo de existência e uma transição crítica de um
  20. estado para outro”, que prepararia os falecidos para uma vida futura.
  21. Mas não está claro quando o pigmento vermelho foi parar nos esqueletos do povo
  22. Chincha. Uma hipótese mencionada pelos pesquisadores é que a pintura feita nos antepassados
  23. fosse uma resposta colonização. O Vale do Chincha virou parte do Império Inca por volta do
  24. ano 1480 e sofreu com invasões, fome e doenças depois que os espanhóis chegaram por lá, na
  25. década de 1530.
  26. O rastro de destruição deixado pelos europeus incluía a invasão e o saque de cemitérios
  27. em busca de artefatos de prata e ouro nas chullpas. Acredita-se que, na cultura Chincha, tais
  28. transgressões contra os falecidos exigiam que os vivos tomassem uma atitude: entrar nos
  29. túmulos para pintar os restos mortais que foram profanados pelos colonizadores, por exemplo.
  30. Essa hipótese, que se relaciona com a destruição dos espanhóis, também aparece em
  31. outros contextos. Um estudo publicado em fevereiro de 2022, por exemplo, afirmou que o povo
  32. Chincha encaixava vértebras humanas em gravetos – e que essa seria uma forma simbólica de
  33. restaurar a integridade dos restos mortais dos antepassados.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/ha-mil-anos-povo-no-peru-pintava-os-cranios-de-seus-ancestrais/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica o número do termo sublinhado (inserido imediatamente depois dele) que tem a função sintática de complemento nominal no trecho a seguir: “Os pesquisadores (1) acreditam que as pessoas (2) também usavam os próprios (3) dedos para aplicação do pigmento (4) nos crânios de seus antepassados (5)”.

 

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Povo no Peru pintava os crânios de seus ancestrais

Por Luisa Costa

  1. ... mil anos, pessoas da costa sul do Peru decoravam os restos mortais de seus ancestrais
  2. com tinta vermelha – vezes pintando os crânios dos falecidos com os próprios dedos. A
  3. descoberta é de um estudo publicado este mês no Journal of Anthropological Archaeology, por
  4. Jacob Bongers, arqueólogo da Boston University (Estados Unidos), e outros pesquisadores.
  5. Muitos ossos encontrados no Vale do Chincha – antigo centro político da civilização
  6. Chincha, no Peru – são decorados com um pigmento vermelho. Os arqueólogos queriam
  7. investigar como e ............... a tinta foi aplicada, então analisaram os ossos que estavam em
  8. mais de 100 túmulos do local (chamados chullpas), que datam de 1000 1825.
  9. Eles encontraram 38 amostras de tinta diferentes, das ............... 25 estavam em crânios
  10. humanos. A maioria dos ossos eram de homens adultos, mas também havia restos mortais de
  11. mulheres e crianças. Tecidos e folhas serviam de pincel para o ritual fúnebre do povo chincha,
  12. mas não só.
  13. Os pesquisadores acreditam que as pessoas também usavam os próprios dedos para
  14. aplicação do pigmento nos crânios de seus antepassados. Os dedos imprimiam linhas grossas de
  15. tinta, verticais ou horizontais, e essa forma de pintura formaria relações ainda mais estreitas
  16. entre os vivos e os mortos nos rituais fúnebres.
  17. A aplicação do pigmento em restos humanos, afinal, seria parte de um “processo
  18. prolongado de morte social”, como escrevem os pesquisadores. “A morte não era o fim. Era um
  19. momento crucial de transformação em outro tipo de existência e uma transição crítica de um
  20. estado para outro”, que prepararia os falecidos para uma vida futura.
  21. Mas não está claro quando o pigmento vermelho foi parar nos esqueletos do povo
  22. Chincha. Uma hipótese mencionada pelos pesquisadores é que a pintura feita nos antepassados
  23. fosse uma resposta colonização. O Vale do Chincha virou parte do Império Inca por volta do
  24. ano 1480 e sofreu com invasões, fome e doenças depois que os espanhóis chegaram por lá, na
  25. década de 1530.
  26. O rastro de destruição deixado pelos europeus incluía a invasão e o saque de cemitérios
  27. em busca de artefatos de prata e ouro nas chullpas. Acredita-se que, na cultura Chincha, tais
  28. transgressões contra os falecidos exigiam que os vivos tomassem uma atitude: entrar nos
  29. túmulos para pintar os restos mortais que foram profanados pelos colonizadores, por exemplo.
  30. Essa hipótese, que se relaciona com a destruição dos espanhóis, também aparece em
  31. outros contextos. Um estudo publicado em fevereiro de 2022, por exemplo, afirmou que o povo
  32. Chincha encaixava vértebras humanas em gravetos – e que essa seria uma forma simbólica de
  33. restaurar a integridade dos restos mortais dos antepassados.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/ha-mil-anos-povo-no-peru-pintava-os-cranios-de-seus-ancestrais/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica o sentido conferido ao trecho em que ocorre a palavra “mas também” (l. 10).

 

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Povo no Peru pintava os crânios de seus ancestrais

Por Luisa Costa

  1. ... mil anos, pessoas da costa sul do Peru decoravam os restos mortais de seus ancestrais
  2. com tinta vermelha – vezes pintando os crânios dos falecidos com os próprios dedos. A
  3. descoberta é de um estudo publicado este mês no Journal of Anthropological Archaeology, por
  4. Jacob Bongers, arqueólogo da Boston University (Estados Unidos), e outros pesquisadores.
  5. Muitos ossos encontrados no Vale do Chincha – antigo centro político da civilização
  6. Chincha, no Peru – são decorados com um pigmento vermelho. Os arqueólogos queriam
  7. investigar como e ............... a tinta foi aplicada, então analisaram os ossos que estavam em
  8. mais de 100 túmulos do local (chamados chullpas), que datam de 1000 1825.
  9. Eles encontraram 38 amostras de tinta diferentes, das ............... 25 estavam em crânios
  10. humanos. A maioria dos ossos eram de homens adultos, mas também havia restos mortais de
  11. mulheres e crianças. Tecidos e folhas serviam de pincel para o ritual fúnebre do povo chincha,
  12. mas não só.
  13. Os pesquisadores acreditam que as pessoas também usavam os próprios dedos para
  14. aplicação do pigmento nos crânios de seus antepassados. Os dedos imprimiam linhas grossas de
  15. tinta, verticais ou horizontais, e essa forma de pintura formaria relações ainda mais estreitas
  16. entre os vivos e os mortos nos rituais fúnebres.
  17. A aplicação do pigmento em restos humanos, afinal, seria parte de um “processo
  18. prolongado de morte social”, como escrevem os pesquisadores. “A morte não era o fim. Era um
  19. momento crucial de transformação em outro tipo de existência e uma transição crítica de um
  20. estado para outro”, que prepararia os falecidos para uma vida futura.
  21. Mas não está claro quando o pigmento vermelho foi parar nos esqueletos do povo
  22. Chincha. Uma hipótese mencionada pelos pesquisadores é que a pintura feita nos antepassados
  23. fosse uma resposta colonização. O Vale do Chincha virou parte do Império Inca por volta do
  24. ano 1480 e sofreu com invasões, fome e doenças depois que os espanhóis chegaram por lá, na
  25. década de 1530.
  26. O rastro de destruição deixado pelos europeus incluía a invasão e o saque de cemitérios
  27. em busca de artefatos de prata e ouro nas chullpas. Acredita-se que, na cultura Chincha, tais
  28. transgressões contra os falecidos exigiam que os vivos tomassem uma atitude: entrar nos
  29. túmulos para pintar os restos mortais que foram profanados pelos colonizadores, por exemplo.
  30. Essa hipótese, que se relaciona com a destruição dos espanhóis, também aparece em
  31. outros contextos. Um estudo publicado em fevereiro de 2022, por exemplo, afirmou que o povo
  32. Chincha encaixava vértebras humanas em gravetos – e que essa seria uma forma simbólica de
  33. restaurar a integridade dos restos mortais dos antepassados.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/ha-mil-anos-povo-no-peru-pintava-os-cranios-de-seus-ancestrais/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 02, 08 e 23.

 

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2815498 Ano: 2023
Disciplina: Alemão (Língua Alemã)
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Morro Reuter-RS
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Um die Fragen 26 bis 35 zu beant worten, lesen Sie den folgenden Text.

Fußball-Deutsch

MITTEL

Deutsch perfekt 14/2022

In Katar treffen sich Fußballmannschaften aus der ganzen Welt zum Fußballereignis des Jahres.

Warum ist der Lieblingssport der Deutschen auch in der Alltagssprache so wichtig?

Von Eva Pfeiffer

  1. Über die aktuelle Fußballweltmeisterschaft gibt es viel zu sagen und zu schreiben – von der
  2. Kritik daran, dass sie in Katar stattfindet, bis zur Euphorie oder Verzweiflung über die Spiele.
  3. Oft sprechen die Deutschen jedoch über Fußball, ohne es zu merken.
  4. Viele Ausdrücke aus dem Ballsport sind nämlich schon lange Teil der deutschen Alltagssprache.
  5. Als Metaphern benutzen die Menschen sie in komplett anderen Kontexten. Wenn zum Beispiel
  6. eine Jugendliche nachts zu spät nach Hause kommt, dann kriegt sie von ihren Eltern
  7. wahrscheinlich einen Anpfiff. An den Beginn eines Fußballspiels denkt dabei sicher niemand.
  8. Auch der Ratschlag Halt besser den Ball flach! kommt aus dem Sport. Den Ball flach zu halten,
  9. beschreibt dort eine kontrollierte Art des Spielens. In der Alltagssprache ist die Bedeutung
  10. ähnlich – nämlich nichts zu riskieren.
  11. Ausdrücke aus dem Fußball-Deutsch sind Teil der Alltagssprache geworden.
  12. Warum ist Fußball-Deutsch so präsent? Mit dieser Frage beschäftigt sich Simon Meier-Vieracker.
  13. Der 42-Jährige ist Professor für Angewandte Linguistik an der Technischen Universität Dresden.
  14. Eigentlich ist er mehr Radsport- als Fußballfan. Aber für den Linguisten ist der Fußball wie
  15. eine Schatztruhe. Über seine Funde berichtet Meier-Vieracker auf seinem Blog fussball-
  16. linguistik.de. Er erklärt: „Fußball ist in Deutschland der populärste Sport überhaupt. Die Spiele
  17. sind nicht nur in den Medien ein großes Thema. Die Leute sprechen auch bei der Arbeit in der
  18. Kaffeepause darüber oder unterwegs im Zug. So sind viele Redewendungen und Ausdrücke aus
  19. dem Fußball-Deutsch Teil der Alltagssprache geworden“.
  20. Dabei gibt es eine gute Nachricht für alle, die kein Interesse an dem Ballsport haben: Die
  21. fachlichen Details der Originalausdrücke sind in der Alltagssprache kaum relevant, wie Meier-
  22. Vieracker erklärt. Man muss also keine Fußballexpertin sein, um sie richtig zu verwenden. Ein
  23. Beispiel ist die Abseits-Metapher. Die kann man prima benutzen, ohne die genauen Abseits-
  24. Regeln aus dem Fußball zu kennen. Die Metapher bedeutet, dass eine Person ignoriert wird: Der
  25. kleine Jan steht im Kindergarten im Abseits. Kein anderes Kind will mit ihm spielen.
  26. Im Parlament sind seit den 80er-Jahren bei Debatten öfter Fußball-Metaphern zu
  27. hören.
  28. Ein anderes Beispiel ist das Grätschen. Bei der Aktion nimmt ein Fußballspieler dem Gegner den
  29. Ball ab. In der Alltagssprache bedeutet der Ausdruck, dass man eine Person beim
  30. Reden unterbricht und sich ungebeten in etwas einmischt: Es ärgert mich, dass Stephanie
  31. immer wieder in unsere Gespräche reingrätscht.
  32. In manchen Bereichen und Situationen sind Ausdrücke aus dem Fußball besonders populär.
  33. Meier-Vieracker untersucht mit computerlinguistischen Methoden große Textsammlungen. Er
  34. hat festgestellt, dass im Parlament seit den 80er-Jahren bei Debatten öfter Fußball-Metaphern
  35. zu hören sind.
  36. „Mithilfe der Metaphern sollen Menschen abstrakte Inhalte besser verstehen. Die Ausdrücke
  37. haben außerdem einen emotionalen Effekt“, erklärt Meier-Vieracker. So zeigt der Westen mit
  38. seinen Sanktionen Putin die rote Karte. Und Politikerinnen der Oppositionsparteien sagen gern,
  39. dass der Ball bei der Regierungskoalition liegt. Damit meinen sie: Jetzt muss die Regierung
  40. endlich etwas tun.
  41. Auch der Wirtschaft gibt Fußball sprachliche Inspiration. Da wollen zum Beispiel ambitionierte
  42. Firmen in der Champions League spielen und sind deshalb personell gut aufgestellt. Und
  43. Jobsuchende müssen am Ball bleiben.
  44. Es können auch ganze Sätze aus dem Sport in neuen Kontexten verwendet werden. Ein
  45. populäres Beispiel ist ein Zitat von Sepp Herberger, einem legendären Trainer: „Nach dem Spiel
  46. ist vor dem Spiel.“ Das Mantra, sich nach einem Erfolg gleich auf die nächste Aufgabe
  47. vorzubereiten, passt in vielen Situationen. Zum Beispiel in der Politik, denn: Nach der Wahl ist
  48. vor der Wahl.
  49. Es gibt im Fußball viele Wörter aus dem Militärbereich.
  50. Aber Fußball-Deutsch hat auch nicht nur einen Effekt auf die Alltagssprache. Die Inspiration
  51. funktioniert in beide Richtungen: Auch die Fußballsprache verwendet nämlich Ausdrücke aus
  52. Kontexten, die eigentlich nichts mit dem Sport zu tun haben.
  53. „Es gibt im Fußball viele Wörter aus dem Militärbereich“, sagt Meier-Vieracker.
  54. Sturm, Abwehr, Offensive – besonders früher war die Sprache ziemlich martialisch. Zum
  55. Beispiel 1954 beim Halbfinale der Weltmeisterschaft in der Schweiz, bei dem Deutschland 6:1
  56. gegen Österreich gewonnen hat. Da sprachen deutsche Kommentatoren davon, den Gegner
  57. mit schwerem Geschütz niederzuschießen. Heute verwenden die meisten Journalistinnen
  58. Ausdrücke wie diese nicht mehr“.
  59. So wie die Welt heute eine andere ist als 1954, ist es auch die Sprache. Meier-Vieracker
  60. beschäftigt sich intensiv mit Livetickern, Livekommentaren und Spielberichten. Dort ist die
  61. Sprache mehr kulinarisch als martialisch, zum Beispiel wenn ein Spieler mit einer
  62. Aktion ein Sahnehäubchen aufsetzt, den Ball ins Tor zuckert oder buttercremt.
  63. Manche Journalistinnen und Kommentatoren sind mit ihren Formulierungen kreativ und lustig,
  64. andere weniger. Und so funktionieren weder in der Alltagssprache noch in der Fußballsprache
  65. alle Metaphern und Ausdrücke perfekt. Sprachlernende können das als Motivation sehen,
  66. Fußball-Deutsch im Alltag einfach einmal auszuprobieren. Mit diesem Text sind sie dafür gut
  67. aufgestellt.

Die gute Nachricht, nach Meier-Vierackers, sind

 

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De acordo com o Plano de Carreira do Magistério do Município, a passagem do profissional da educação de uma determinada classe para uma classe superior chama-se:

 

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De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN), sobre a Educação básica, assinale a alternativa correta.

 

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Luciana aplicou, durante 10 meses, a uma taxa de 2,5% ao mês, uma quantia que a juros simples lhe rendeu R$ 1.050,00 de juros. Após esse tempo, Luciana retirou todo o valor dessa aplicação e destinou 35% do montante para investir em seu negócio e o restante do dinheiro colocou novamente em uma aplicação financeira. Qual o valor que Luciana destinou para investir em seu negócio?

 

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Povo no Peru pintava os crânios de seus ancestrais

Por Luisa Costa

  1. ... mil anos, pessoas da costa sul do Peru decoravam os restos mortais de seus ancestrais
  2. com tinta vermelha – vezes pintando os crânios dos falecidos com os próprios dedos. A
  3. descoberta é de um estudo publicado este mês no Journal of Anthropological Archaeology, por
  4. Jacob Bongers, arqueólogo da Boston University (Estados Unidos), e outros pesquisadores.
  5. Muitos ossos encontrados no Vale do Chincha – antigo centro político da civilização
  6. Chincha, no Peru – são decorados com um pigmento vermelho. Os arqueólogos queriam
  7. investigar como e ............... a tinta foi aplicada, então analisaram os ossos que estavam em
  8. mais de 100 túmulos do local (chamados chullpas), que datam de 1000 1825.
  9. Eles encontraram 38 amostras de tinta diferentes, das ............... 25 estavam em crânios
  10. humanos. A maioria dos ossos eram de homens adultos, mas também havia restos mortais de
  11. mulheres e crianças. Tecidos e folhas serviam de pincel para o ritual fúnebre do povo chincha,
  12. mas não só.
  13. Os pesquisadores acreditam que as pessoas também usavam os próprios dedos para
  14. aplicação do pigmento nos crânios de seus antepassados. Os dedos imprimiam linhas grossas de
  15. tinta, verticais ou horizontais, e essa forma de pintura formaria relações ainda mais estreitas
  16. entre os vivos e os mortos nos rituais fúnebres.
  17. A aplicação do pigmento em restos humanos, afinal, seria parte de um “processo
  18. prolongado de morte social”, como escrevem os pesquisadores. “A morte não era o fim. Era um
  19. momento crucial de transformação em outro tipo de existência e uma transição crítica de um
  20. estado para outro”, que prepararia os falecidos para uma vida futura.
  21. Mas não está claro quando o pigmento vermelho foi parar nos esqueletos do povo
  22. Chincha. Uma hipótese mencionada pelos pesquisadores é que a pintura feita nos antepassados
  23. fosse uma resposta colonização. O Vale do Chincha virou parte do Império Inca por volta do
  24. ano 1480 e sofreu com invasões, fome e doenças depois que os espanhóis chegaram por lá, na
  25. década de 1530.
  26. O rastro de destruição deixado pelos europeus incluía a invasão e o saque de cemitérios
  27. em busca de artefatos de prata e ouro nas chullpas. Acredita-se que, na cultura Chincha, tais
  28. transgressões contra os falecidos exigiam que os vivos tomassem uma atitude: entrar nos
  29. túmulos para pintar os restos mortais que foram profanados pelos colonizadores, por exemplo.
  30. Essa hipótese, que se relaciona com a destruição dos espanhóis, também aparece em
  31. outros contextos. Um estudo publicado em fevereiro de 2022, por exemplo, afirmou que o povo
  32. Chincha encaixava vértebras humanas em gravetos – e que essa seria uma forma simbólica de
  33. restaurar a integridade dos restos mortais dos antepassados.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/ha-mil-anos-povo-no-peru-pintava-os-cranios-de-seus-ancestrais/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica a correta função da palavra “se” no trecho a seguir: “Acredita-se que, na cultura Chincha, tais transgressões contra os falecidos”.

 

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