Foram encontradas 35 questões.
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Morro Reuter-RS
Se Sandra gosta de Marcelo, Marcos considera Aurora uma boa professora de matemática. Se Marcos considera Aurora uma boa professora de matemática, Jonas é atendente em uma farmácia. Se Jonas é atendente em uma farmácia, Camila vai à praia. Ora, Camila não vai à praia, é verdadeiro afirmar que:
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Povo no Peru pintava os crânios de seus ancestrais
Por Luisa Costa
- ... mil anos, pessoas da costa sul do Peru decoravam os restos mortais de seus ancestrais
- com tinta vermelha – vezes pintando os crânios dos falecidos com os próprios dedos. A
- descoberta é de um estudo publicado este mês no Journal of Anthropological Archaeology, por
- Jacob Bongers, arqueólogo da Boston University (Estados Unidos), e outros pesquisadores.
- Muitos ossos encontrados no Vale do Chincha – antigo centro político da civilização
- Chincha, no Peru – são decorados com um pigmento vermelho. Os arqueólogos queriam
- investigar como e ............... a tinta foi aplicada, então analisaram os ossos que estavam em
- mais de 100 túmulos do local (chamados chullpas), que datam de 1000 1825.
- Eles encontraram 38 amostras de tinta diferentes, das ............... 25 estavam em crânios
- humanos. A maioria dos ossos eram de homens adultos, mas também havia restos mortais de
- mulheres e crianças. Tecidos e folhas serviam de pincel para o ritual fúnebre do povo chincha,
- mas não só.
- Os pesquisadores acreditam que as pessoas também usavam os próprios dedos para
- aplicação do pigmento nos crânios de seus antepassados. Os dedos imprimiam linhas grossas de
- tinta, verticais ou horizontais, e essa forma de pintura formaria relações ainda mais estreitas
- entre os vivos e os mortos nos rituais fúnebres.
- A aplicação do pigmento em restos humanos, afinal, seria parte de um “processo
- prolongado de morte social”, como escrevem os pesquisadores. “A morte não era o fim. Era um
- momento crucial de transformação em outro tipo de existência e uma transição crítica de um
- estado para outro”, que prepararia os falecidos para uma vida futura.
- Mas não está claro quando o pigmento vermelho foi parar nos esqueletos do povo
- Chincha. Uma hipótese mencionada pelos pesquisadores é que a pintura feita nos antepassados
- fosse uma resposta colonização. O Vale do Chincha virou parte do Império Inca por volta do
- ano 1480 e sofreu com invasões, fome e doenças depois que os espanhóis chegaram por lá, na
- década de 1530.
- O rastro de destruição deixado pelos europeus incluía a invasão e o saque de cemitérios
- em busca de artefatos de prata e ouro nas chullpas. Acredita-se que, na cultura Chincha, tais
- transgressões contra os falecidos exigiam que os vivos tomassem uma atitude: entrar nos
- túmulos para pintar os restos mortais que foram profanados pelos colonizadores, por exemplo.
- Essa hipótese, que se relaciona com a destruição dos espanhóis, também aparece em
- outros contextos. Um estudo publicado em fevereiro de 2022, por exemplo, afirmou que o povo
- Chincha encaixava vértebras humanas em gravetos – e que essa seria uma forma simbólica de
- restaurar a integridade dos restos mortais dos antepassados.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/ha-mil-anos-povo-no-peru-pintava-os-cranios-de-seus-ancestrais/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica a correta função sintática exercida pela oração sublinhada no trecho a seguir: “analisaram os ossos que estavam em mais de 100 túmulos do local”.
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Povo no Peru pintava os crânios de seus ancestrais
Por Luisa Costa
- ... mil anos, pessoas da costa sul do Peru decoravam os restos mortais de seus ancestrais
- com tinta vermelha – vezes pintando os crânios dos falecidos com os próprios dedos. A
- descoberta é de um estudo publicado este mês no Journal of Anthropological Archaeology, por
- Jacob Bongers, arqueólogo da Boston University (Estados Unidos), e outros pesquisadores.
- Muitos ossos encontrados no Vale do Chincha – antigo centro político da civilização
- Chincha, no Peru – são decorados com um pigmento vermelho. Os arqueólogos queriam
- investigar como e ............... a tinta foi aplicada, então analisaram os ossos que estavam em
- mais de 100 túmulos do local (chamados chullpas), que datam de 1000 1825.
- Eles encontraram 38 amostras de tinta diferentes, das ............... 25 estavam em crânios
- humanos. A maioria dos ossos eram de homens adultos, mas também havia restos mortais de
- mulheres e crianças. Tecidos e folhas serviam de pincel para o ritual fúnebre do povo chincha,
- mas não só.
- Os pesquisadores acreditam que as pessoas também usavam os próprios dedos para
- aplicação do pigmento nos crânios de seus antepassados. Os dedos imprimiam linhas grossas de
- tinta, verticais ou horizontais, e essa forma de pintura formaria relações ainda mais estreitas
- entre os vivos e os mortos nos rituais fúnebres.
- A aplicação do pigmento em restos humanos, afinal, seria parte de um “processo
- prolongado de morte social”, como escrevem os pesquisadores. “A morte não era o fim. Era um
- momento crucial de transformação em outro tipo de existência e uma transição crítica de um
- estado para outro”, que prepararia os falecidos para uma vida futura.
- Mas não está claro quando o pigmento vermelho foi parar nos esqueletos do povo
- Chincha. Uma hipótese mencionada pelos pesquisadores é que a pintura feita nos antepassados
- fosse uma resposta colonização. O Vale do Chincha virou parte do Império Inca por volta do
- ano 1480 e sofreu com invasões, fome e doenças depois que os espanhóis chegaram por lá, na
- década de 1530.
- O rastro de destruição deixado pelos europeus incluía a invasão e o saque de cemitérios
- em busca de artefatos de prata e ouro nas chullpas. Acredita-se que, na cultura Chincha, tais
- transgressões contra os falecidos exigiam que os vivos tomassem uma atitude: entrar nos
- túmulos para pintar os restos mortais que foram profanados pelos colonizadores, por exemplo.
- Essa hipótese, que se relaciona com a destruição dos espanhóis, também aparece em
- outros contextos. Um estudo publicado em fevereiro de 2022, por exemplo, afirmou que o povo
- Chincha encaixava vértebras humanas em gravetos – e que essa seria uma forma simbólica de
- restaurar a integridade dos restos mortais dos antepassados.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/ha-mil-anos-povo-no-peru-pintava-os-cranios-de-seus-ancestrais/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica o número do termo sublinhado (inserido imediatamente depois dele) que tem a função sintática de complemento nominal no trecho a seguir: “Os pesquisadores (1) acreditam que as pessoas (2) também usavam os próprios (3) dedos para aplicação do pigmento (4) nos crânios de seus antepassados (5)”.
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- MorfologiaConjunçõesClassificação das ConjunçõesConjunções Coordenativas
- Interpretação de TextosPressupostos e Subentendidos
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Povo no Peru pintava os crânios de seus ancestrais
Por Luisa Costa
- ... mil anos, pessoas da costa sul do Peru decoravam os restos mortais de seus ancestrais
- com tinta vermelha – vezes pintando os crânios dos falecidos com os próprios dedos. A
- descoberta é de um estudo publicado este mês no Journal of Anthropological Archaeology, por
- Jacob Bongers, arqueólogo da Boston University (Estados Unidos), e outros pesquisadores.
- Muitos ossos encontrados no Vale do Chincha – antigo centro político da civilização
- Chincha, no Peru – são decorados com um pigmento vermelho. Os arqueólogos queriam
- investigar como e ............... a tinta foi aplicada, então analisaram os ossos que estavam em
- mais de 100 túmulos do local (chamados chullpas), que datam de 1000 1825.
- Eles encontraram 38 amostras de tinta diferentes, das ............... 25 estavam em crânios
- humanos. A maioria dos ossos eram de homens adultos, mas também havia restos mortais de
- mulheres e crianças. Tecidos e folhas serviam de pincel para o ritual fúnebre do povo chincha,
- mas não só.
- Os pesquisadores acreditam que as pessoas também usavam os próprios dedos para
- aplicação do pigmento nos crânios de seus antepassados. Os dedos imprimiam linhas grossas de
- tinta, verticais ou horizontais, e essa forma de pintura formaria relações ainda mais estreitas
- entre os vivos e os mortos nos rituais fúnebres.
- A aplicação do pigmento em restos humanos, afinal, seria parte de um “processo
- prolongado de morte social”, como escrevem os pesquisadores. “A morte não era o fim. Era um
- momento crucial de transformação em outro tipo de existência e uma transição crítica de um
- estado para outro”, que prepararia os falecidos para uma vida futura.
- Mas não está claro quando o pigmento vermelho foi parar nos esqueletos do povo
- Chincha. Uma hipótese mencionada pelos pesquisadores é que a pintura feita nos antepassados
- fosse uma resposta colonização. O Vale do Chincha virou parte do Império Inca por volta do
- ano 1480 e sofreu com invasões, fome e doenças depois que os espanhóis chegaram por lá, na
- década de 1530.
- O rastro de destruição deixado pelos europeus incluía a invasão e o saque de cemitérios
- em busca de artefatos de prata e ouro nas chullpas. Acredita-se que, na cultura Chincha, tais
- transgressões contra os falecidos exigiam que os vivos tomassem uma atitude: entrar nos
- túmulos para pintar os restos mortais que foram profanados pelos colonizadores, por exemplo.
- Essa hipótese, que se relaciona com a destruição dos espanhóis, também aparece em
- outros contextos. Um estudo publicado em fevereiro de 2022, por exemplo, afirmou que o povo
- Chincha encaixava vértebras humanas em gravetos – e que essa seria uma forma simbólica de
- restaurar a integridade dos restos mortais dos antepassados.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/ha-mil-anos-povo-no-peru-pintava-os-cranios-de-seus-ancestrais/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica o sentido conferido ao trecho em que ocorre a palavra “mas também” (l. 10).
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Povo no Peru pintava os crânios de seus ancestrais
Por Luisa Costa
- ... mil anos, pessoas da costa sul do Peru decoravam os restos mortais de seus ancestrais
- com tinta vermelha – vezes pintando os crânios dos falecidos com os próprios dedos. A
- descoberta é de um estudo publicado este mês no Journal of Anthropological Archaeology, por
- Jacob Bongers, arqueólogo da Boston University (Estados Unidos), e outros pesquisadores.
- Muitos ossos encontrados no Vale do Chincha – antigo centro político da civilização
- Chincha, no Peru – são decorados com um pigmento vermelho. Os arqueólogos queriam
- investigar como e ............... a tinta foi aplicada, então analisaram os ossos que estavam em
- mais de 100 túmulos do local (chamados chullpas), que datam de 1000 1825.
- Eles encontraram 38 amostras de tinta diferentes, das ............... 25 estavam em crânios
- humanos. A maioria dos ossos eram de homens adultos, mas também havia restos mortais de
- mulheres e crianças. Tecidos e folhas serviam de pincel para o ritual fúnebre do povo chincha,
- mas não só.
- Os pesquisadores acreditam que as pessoas também usavam os próprios dedos para
- aplicação do pigmento nos crânios de seus antepassados. Os dedos imprimiam linhas grossas de
- tinta, verticais ou horizontais, e essa forma de pintura formaria relações ainda mais estreitas
- entre os vivos e os mortos nos rituais fúnebres.
- A aplicação do pigmento em restos humanos, afinal, seria parte de um “processo
- prolongado de morte social”, como escrevem os pesquisadores. “A morte não era o fim. Era um
- momento crucial de transformação em outro tipo de existência e uma transição crítica de um
- estado para outro”, que prepararia os falecidos para uma vida futura.
- Mas não está claro quando o pigmento vermelho foi parar nos esqueletos do povo
- Chincha. Uma hipótese mencionada pelos pesquisadores é que a pintura feita nos antepassados
- fosse uma resposta colonização. O Vale do Chincha virou parte do Império Inca por volta do
- ano 1480 e sofreu com invasões, fome e doenças depois que os espanhóis chegaram por lá, na
- década de 1530.
- O rastro de destruição deixado pelos europeus incluía a invasão e o saque de cemitérios
- em busca de artefatos de prata e ouro nas chullpas. Acredita-se que, na cultura Chincha, tais
- transgressões contra os falecidos exigiam que os vivos tomassem uma atitude: entrar nos
- túmulos para pintar os restos mortais que foram profanados pelos colonizadores, por exemplo.
- Essa hipótese, que se relaciona com a destruição dos espanhóis, também aparece em
- outros contextos. Um estudo publicado em fevereiro de 2022, por exemplo, afirmou que o povo
- Chincha encaixava vértebras humanas em gravetos – e que essa seria uma forma simbólica de
- restaurar a integridade dos restos mortais dos antepassados.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/ha-mil-anos-povo-no-peru-pintava-os-cranios-de-seus-ancestrais/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 02, 08 e 23.
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Disciplina: Alemão (Língua Alemã)
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Morro Reuter-RS
Um die Fragen 26 bis 35 zu beant worten, lesen Sie den folgenden Text.
Fußball-Deutsch
MITTEL
Deutsch perfekt 14/2022
In Katar treffen sich Fußballmannschaften aus der ganzen Welt zum Fußballereignis des Jahres.
Warum ist der Lieblingssport der Deutschen auch in der Alltagssprache so wichtig?
Von Eva Pfeiffer
- Über die aktuelle Fußballweltmeisterschaft gibt es viel zu sagen und zu schreiben – von der
- Kritik daran, dass sie in Katar stattfindet, bis zur Euphorie oder Verzweiflung über die Spiele.
- Oft sprechen die Deutschen jedoch über Fußball, ohne es zu merken.
- Viele Ausdrücke aus dem Ballsport sind nämlich schon lange Teil der deutschen Alltagssprache.
- Als Metaphern benutzen die Menschen sie in komplett anderen Kontexten. Wenn zum Beispiel
- eine Jugendliche nachts zu spät nach Hause kommt, dann kriegt sie von ihren Eltern
- wahrscheinlich einen Anpfiff. An den Beginn eines Fußballspiels denkt dabei sicher niemand.
- Auch der Ratschlag Halt besser den Ball flach! kommt aus dem Sport. Den Ball flach zu halten,
- beschreibt dort eine kontrollierte Art des Spielens. In der Alltagssprache ist die Bedeutung
- ähnlich – nämlich nichts zu riskieren.
- Ausdrücke aus dem Fußball-Deutsch sind Teil der Alltagssprache geworden.
- Warum ist Fußball-Deutsch so präsent? Mit dieser Frage beschäftigt sich Simon Meier-Vieracker.
- Der 42-Jährige ist Professor für Angewandte Linguistik an der Technischen Universität Dresden.
- Eigentlich ist er mehr Radsport- als Fußballfan. Aber für den Linguisten ist der Fußball wie
- eine Schatztruhe. Über seine Funde berichtet Meier-Vieracker auf seinem Blog fussball-
- linguistik.de. Er erklärt: „Fußball ist in Deutschland der populärste Sport überhaupt. Die Spiele
- sind nicht nur in den Medien ein großes Thema. Die Leute sprechen auch bei der Arbeit in der
- Kaffeepause darüber oder unterwegs im Zug. So sind viele Redewendungen und Ausdrücke aus
- dem Fußball-Deutsch Teil der Alltagssprache geworden“.
- Dabei gibt es eine gute Nachricht für alle, die kein Interesse an dem Ballsport haben: Die
- fachlichen Details der Originalausdrücke sind in der Alltagssprache kaum relevant, wie Meier-
- Vieracker erklärt. Man muss also keine Fußballexpertin sein, um sie richtig zu verwenden. Ein
- Beispiel ist die Abseits-Metapher. Die kann man prima benutzen, ohne die genauen Abseits-
- Regeln aus dem Fußball zu kennen. Die Metapher bedeutet, dass eine Person ignoriert wird: Der
- kleine Jan steht im Kindergarten im Abseits. Kein anderes Kind will mit ihm spielen.
- Im Parlament sind seit den 80er-Jahren bei Debatten öfter Fußball-Metaphern zu
- hören.
- Ein anderes Beispiel ist das Grätschen. Bei der Aktion nimmt ein Fußballspieler dem Gegner den
- Ball ab. In der Alltagssprache bedeutet der Ausdruck, dass man eine Person beim
- Reden unterbricht und sich ungebeten in etwas einmischt: Es ärgert mich, dass Stephanie
- immer wieder in unsere Gespräche reingrätscht.
- In manchen Bereichen und Situationen sind Ausdrücke aus dem Fußball besonders populär.
- Meier-Vieracker untersucht mit computerlinguistischen Methoden große Textsammlungen. Er
- hat festgestellt, dass im Parlament seit den 80er-Jahren bei Debatten öfter Fußball-Metaphern
- zu hören sind.
- „Mithilfe der Metaphern sollen Menschen abstrakte Inhalte besser verstehen. Die Ausdrücke
- haben außerdem einen emotionalen Effekt“, erklärt Meier-Vieracker. So zeigt der Westen mit
- seinen Sanktionen Putin die rote Karte. Und Politikerinnen der Oppositionsparteien sagen gern,
- dass der Ball bei der Regierungskoalition liegt. Damit meinen sie: Jetzt muss die Regierung
- endlich etwas tun.
- Auch der Wirtschaft gibt Fußball sprachliche Inspiration. Da wollen zum Beispiel ambitionierte
- Firmen in der Champions League spielen und sind deshalb personell gut aufgestellt. Und
- Jobsuchende müssen am Ball bleiben.
- Es können auch ganze Sätze aus dem Sport in neuen Kontexten verwendet werden. Ein
- populäres Beispiel ist ein Zitat von Sepp Herberger, einem legendären Trainer: „Nach dem Spiel
- ist vor dem Spiel.“ Das Mantra, sich nach einem Erfolg gleich auf die nächste Aufgabe
- vorzubereiten, passt in vielen Situationen. Zum Beispiel in der Politik, denn: Nach der Wahl ist
- vor der Wahl.
- Es gibt im Fußball viele Wörter aus dem Militärbereich.
- Aber Fußball-Deutsch hat auch nicht nur einen Effekt auf die Alltagssprache. Die Inspiration
- funktioniert in beide Richtungen: Auch die Fußballsprache verwendet nämlich Ausdrücke aus
- Kontexten, die eigentlich nichts mit dem Sport zu tun haben.
- „Es gibt im Fußball viele Wörter aus dem Militärbereich“, sagt Meier-Vieracker.
- „Sturm, Abwehr, Offensive – besonders früher war die Sprache ziemlich martialisch. Zum
- Beispiel 1954 beim Halbfinale der Weltmeisterschaft in der Schweiz, bei dem Deutschland 6:1
- gegen Österreich gewonnen hat. Da sprachen deutsche Kommentatoren davon, den Gegner
- mit schwerem Geschütz niederzuschießen. Heute verwenden die meisten Journalistinnen
- Ausdrücke wie diese nicht mehr“.
- So wie die Welt heute eine andere ist als 1954, ist es auch die Sprache. Meier-Vieracker
- beschäftigt sich intensiv mit Livetickern, Livekommentaren und Spielberichten. Dort ist die
- Sprache mehr kulinarisch als martialisch, zum Beispiel wenn ein Spieler mit einer
- Aktion ein Sahnehäubchen aufsetzt, den Ball ins Tor zuckert oder buttercremt.
- Manche Journalistinnen und Kommentatoren sind mit ihren Formulierungen kreativ und lustig,
- andere weniger. Und so funktionieren weder in der Alltagssprache noch in der Fußballsprache
- alle Metaphern und Ausdrücke perfekt. Sprachlernende können das als Motivation sehen,
- Fußball-Deutsch im Alltag einfach einmal auszuprobieren. Mit diesem Text sind sie dafür gut
- aufgestellt.
Die gute Nachricht, nach Meier-Vierackers, sind
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Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Morro Reuter-RS
De acordo com o Plano de Carreira do Magistério do Município, a passagem do profissional da educação de uma determinada classe para uma classe superior chama-se:
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De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN), sobre a Educação básica, assinale a alternativa correta.
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Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Morro Reuter-RS
Luciana aplicou, durante 10 meses, a uma taxa de 2,5% ao mês, uma quantia que a juros simples lhe rendeu R$ 1.050,00 de juros. Após esse tempo, Luciana retirou todo o valor dessa aplicação e destinou 35% do montante para investir em seu negócio e o restante do dinheiro colocou novamente em uma aplicação financeira. Qual o valor que Luciana destinou para investir em seu negócio?
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Povo no Peru pintava os crânios de seus ancestrais
Por Luisa Costa
- ... mil anos, pessoas da costa sul do Peru decoravam os restos mortais de seus ancestrais
- com tinta vermelha – vezes pintando os crânios dos falecidos com os próprios dedos. A
- descoberta é de um estudo publicado este mês no Journal of Anthropological Archaeology, por
- Jacob Bongers, arqueólogo da Boston University (Estados Unidos), e outros pesquisadores.
- Muitos ossos encontrados no Vale do Chincha – antigo centro político da civilização
- Chincha, no Peru – são decorados com um pigmento vermelho. Os arqueólogos queriam
- investigar como e ............... a tinta foi aplicada, então analisaram os ossos que estavam em
- mais de 100 túmulos do local (chamados chullpas), que datam de 1000 1825.
- Eles encontraram 38 amostras de tinta diferentes, das ............... 25 estavam em crânios
- humanos. A maioria dos ossos eram de homens adultos, mas também havia restos mortais de
- mulheres e crianças. Tecidos e folhas serviam de pincel para o ritual fúnebre do povo chincha,
- mas não só.
- Os pesquisadores acreditam que as pessoas também usavam os próprios dedos para
- aplicação do pigmento nos crânios de seus antepassados. Os dedos imprimiam linhas grossas de
- tinta, verticais ou horizontais, e essa forma de pintura formaria relações ainda mais estreitas
- entre os vivos e os mortos nos rituais fúnebres.
- A aplicação do pigmento em restos humanos, afinal, seria parte de um “processo
- prolongado de morte social”, como escrevem os pesquisadores. “A morte não era o fim. Era um
- momento crucial de transformação em outro tipo de existência e uma transição crítica de um
- estado para outro”, que prepararia os falecidos para uma vida futura.
- Mas não está claro quando o pigmento vermelho foi parar nos esqueletos do povo
- Chincha. Uma hipótese mencionada pelos pesquisadores é que a pintura feita nos antepassados
- fosse uma resposta colonização. O Vale do Chincha virou parte do Império Inca por volta do
- ano 1480 e sofreu com invasões, fome e doenças depois que os espanhóis chegaram por lá, na
- década de 1530.
- O rastro de destruição deixado pelos europeus incluía a invasão e o saque de cemitérios
- em busca de artefatos de prata e ouro nas chullpas. Acredita-se que, na cultura Chincha, tais
- transgressões contra os falecidos exigiam que os vivos tomassem uma atitude: entrar nos
- túmulos para pintar os restos mortais que foram profanados pelos colonizadores, por exemplo.
- Essa hipótese, que se relaciona com a destruição dos espanhóis, também aparece em
- outros contextos. Um estudo publicado em fevereiro de 2022, por exemplo, afirmou que o povo
- Chincha encaixava vértebras humanas em gravetos – e que essa seria uma forma simbólica de
- restaurar a integridade dos restos mortais dos antepassados.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/historia/ha-mil-anos-povo-no-peru-pintava-os-cranios-de-seus-ancestrais/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica a correta função da palavra “se” no trecho a seguir: “Acredita-se que, na cultura Chincha, tais transgressões contra os falecidos”.
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