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O Capítulo II, do Código de Ética, Orientação e Disciplina do Musicoterapeuta, aborda as Responsabilidades do Profissional. Na Seção VI, trata das questões do sigilo profissional. Com relação a esse tema o que deve o musicoterapeuta fazer para proteger os arquivos dos seus pacientes, em caso de invalidez ou morte:
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De acordo com o Código de Ética, Orientação e Disciplina do musicoterapeuta, analise o caso abaixo e assinale em seguida a opção correta.
Uma senhora de 77 anos, que sofreu um acidente vascular encefálico hemorrágico, apresenta uma hemiparesia à direita, com o comprometimento também, da hemiface à esquerda, e com a fala levemente disártrica. Foi encaminhada ao setor de Musicoterapia de uma clínica de reabilitação. Na anamnese, foi detectado que a música sempre fez parte da sua vida, ao longo da qual ela seguiu, ativamente, uma religião de matriz africana. O musicoterapeuta designado para atendê-la segue, de forma bastante ativa, uma religião cristã. Ao se deparar com essa diferença religiosa, como o musicoterapeuta deve se portar:
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O que Barcellos, L.R. (1994) denomina Musicoterapia “interativa”:
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As intervenções musicais têm o mesmo objetivo das intervenções verbais, no entanto, são feitas a partir da introdução ou modificação de elementos da música. Segundo Barcellos, L.R. (1992), em relação às intervenções rítmicas pode-se afirmar que:
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Uma paciente idosa, com diagnóstico de Mal de Alzheimer, encontra-se em um processo musicoterápico. Possui formação musical prévia e em uma das sessões tocou ao piano, um trecho de uma determinada música. No entanto, retirou a mão, interrompendo a melodia, pois não identificara qual era a música e não conseguiu finalizá-la. O musicoterapeuta percebeu qual era e, ao invés de dar seguimento do ponto em que a paciente parou, tocou exatamente o mesmo trecho, ajustando ritmo e melodia. No mesmo instante, ela identificou a música e finalizou. Analisando a situação, segundo Barcellos, L.R. (1992). A forma de intervenção utilizada pelo musicoterapeuta foi:
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Barcellos, L.R. (1992) relata que numa sessão musicoterápica podem existir quatro momentos diferentes, com relação à movimentação musical, que vão aparecer sem seguir uma ordem certa, ou não estarão presentes todos no mesmo atendimento. Por uma questão didática, a autora os separa em:
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Considerando a importância da relação entre a Musicoterapia e a cultura, Barcellos, L.R. (1992) aborda alguns benefícios que um paciente com Transtorno do Espectro Autista poderia alcançar no processo musicoterápico. Seriam eles:
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Sobre a técnica da Improvisação Musical, de acordo com Barcellos, L.R. (1992), pode-se afirmar que:
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Em uma sessão musicoterápica, um paciente ouviu algumas músicas através do youtube e depois expressou, verbalmente, os aspectos que foram mobilizados por meio delas. Segundo as ideias de Barcellos, L.R. (1992), é possível identificar nesta situação:
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Barcellos, L.R.(1999) relata que vários fatores vão contribuir para que o musicoterapeuta tenha um bom desempenho em sua prática. Um deles possibilita a não projeção de suas próprias dificuldades emocionais nos pacientes. Este fator corresponde ao:
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