Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

4255028 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP
Provas:
A PeNSE e os nossos filhos, vamos pensar?
     No fim de março, foram publicados os dados da 5a edição da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) referentes ao ano de 2024, envolvendo mais de 118 mil adolescentes de cerca de 4 mil escolas públicas e privadas do nosso país. Os resultados são como um grande checape da saúde coletiva dos jovens entre 13 e 17 anos. O levantamento apresenta um retrato complexo da realidade infantojuvenil, trazendo notícias de alívio, mas também acendendo alertas vermelhos que não podem ser ignorados, seja na rotina familiar, seja nos consultórios, seja nas emergências hospitalares.
    O dado mais celebrado nessa edição é a queda consistente no consumo de substâncias que historicamente assombram as famílias: o álcool e as drogas ilícitas. Ver a redução na experimentação de bebidas alcoólicas e o recuo no uso de drogas entre estudantes é uma vitória da prevenção e da conscientização. O desenvolvimento cerebral na adolescência é marcado por processos críticos; quanto mais adiarmos o contato com substâncias nocivas, mais protegemos a maturação do córtex pré-frontal – responsável pelas decisões e controle de impulsos – e garantimos a integridade cognitiva e emocional desses jovens.
       A pesquisa revela, entretanto, que o tabagismo mudou de face: enquanto o cigarro convencional cai em desuso, o cigarro eletrônico avançou expressivamente. Cerca de 29,6% dos estudantes já experimentaram esses dispositivos, frequentemente atraídos por aromas frutados e por uma falsa sensação de segurança amplificada pela divulgação que visa ao lucro das empresas. É preciso clareza e firmeza nesse ponto: esses aparelhos entregam doses elevadas de nicotina e substâncias tóxicas diretamente nos pulmões em formação, o que favorece a dependência química precoce sob uma roupagem tecnológica que não deixa cheiro nem pista para os pais.
      Outro ponto que exige nossa atenção imediata é o cenário da saúde mental. A pesquisa aponta que 19,8% dos estudantes relatam que a vida não vale a pena ser vivida e 23,4% apresentam sintomas de transtornos de ansiedade ou depressão. O dado é especialmente crítico entre as meninas: o percentual daquelas que sentem que a vida não vale a pena ou que experimentam tristeza profunda é quase o dobro em relação aos meninos. Esses indicadores são um alerta sobre o sofrimento psíquico enfrentado pelos jovens, reforçando a necessidade de políticas públicas e redes de apoio familiar que priorizem o bem-estar emocional nessa fase da vida.
      Para nós, mães, pais, pediatras e educadores, o desafio é transformar esses números em ação. Não basta saber que o consumo de álcool caiu e o de cigarro eletrônico subiu. Não basta lamentar a tristeza das meninas; precisamos fortalecer sua autoestima contra algoritmos predatórios. A PeNSE aponta o caminho, cabe a nós, com leveza para acolher e firmeza para orientar, caminhar ao lado deles nessa travessia tão bonita e desafiadora que é a adolescência.
(Andréa Jácomo. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 11.05.2026. Adaptado)
O desafio é transformar os números em ação favorável  ______ jovens. Não basta lamentar a tristeza das meninas; precisamos fortalecer sua autoestima e nos opormos  ______  algoritmos predatórios. Cabe a nós zelar ______ caminho deles nessa travessia tão bonita e desafiadora que é a adolescência.
De acordo com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4255027 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP
Provas:
A PeNSE e os nossos filhos, vamos pensar?
     No fim de março, foram publicados os dados da 5a edição da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) referentes ao ano de 2024, envolvendo mais de 118 mil adolescentes de cerca de 4 mil escolas públicas e privadas do nosso país. Os resultados são como um grande checape da saúde coletiva dos jovens entre 13 e 17 anos. O levantamento apresenta um retrato complexo da realidade infantojuvenil, trazendo notícias de alívio, mas também acendendo alertas vermelhos que não podem ser ignorados, seja na rotina familiar, seja nos consultórios, seja nas emergências hospitalares.
    O dado mais celebrado nessa edição é a queda consistente no consumo de substâncias que historicamente assombram as famílias: o álcool e as drogas ilícitas. Ver a redução na experimentação de bebidas alcoólicas e o recuo no uso de drogas entre estudantes é uma vitória da prevenção e da conscientização. O desenvolvimento cerebral na adolescência é marcado por processos críticos; quanto mais adiarmos o contato com substâncias nocivas, mais protegemos a maturação do córtex pré-frontal – responsável pelas decisões e controle de impulsos – e garantimos a integridade cognitiva e emocional desses jovens.
       A pesquisa revela, entretanto, que o tabagismo mudou de face: enquanto o cigarro convencional cai em desuso, o cigarro eletrônico avançou expressivamente. Cerca de 29,6% dos estudantes já experimentaram esses dispositivos, frequentemente atraídos por aromas frutados e por uma falsa sensação de segurança amplificada pela divulgação que visa ao lucro das empresas. É preciso clareza e firmeza nesse ponto: esses aparelhos entregam doses elevadas de nicotina e substâncias tóxicas diretamente nos pulmões em formação, o que favorece a dependência química precoce sob uma roupagem tecnológica que não deixa cheiro nem pista para os pais.
      Outro ponto que exige nossa atenção imediata é o cenário da saúde mental. A pesquisa aponta que 19,8% dos estudantes relatam que a vida não vale a pena ser vivida e 23,4% apresentam sintomas de transtornos de ansiedade ou depressão. O dado é especialmente crítico entre as meninas: o percentual daquelas que sentem que a vida não vale a pena ou que experimentam tristeza profunda é quase o dobro em relação aos meninos. Esses indicadores são um alerta sobre o sofrimento psíquico enfrentado pelos jovens, reforçando a necessidade de políticas públicas e redes de apoio familiar que priorizem o bem-estar emocional nessa fase da vida.
      Para nós, mães, pais, pediatras e educadores, o desafio é transformar esses números em ação. Não basta saber que o consumo de álcool caiu e o de cigarro eletrônico subiu. Não basta lamentar a tristeza das meninas; precisamos fortalecer sua autoestima contra algoritmos predatórios. A PeNSE aponta o caminho, cabe a nós, com leveza para acolher e firmeza para orientar, caminhar ao lado deles nessa travessia tão bonita e desafiadora que é a adolescência.
(Andréa Jácomo. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 11.05.2026. Adaptado)
Na passagem “A pesquisa revela, entretanto, que o tabagismo mudou de face: enquanto o cigarro convencional cai em desuso, o cigarro eletrônico avançou expressivamente.” (3o parágrafo), os termos destacados expressam, correta e respectivamente, sentidos de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4255026 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP
Provas:
A PeNSE e os nossos filhos, vamos pensar?
     No fim de março, foram publicados os dados da 5a edição da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) referentes ao ano de 2024, envolvendo mais de 118 mil adolescentes de cerca de 4 mil escolas públicas e privadas do nosso país. Os resultados são como um grande checape da saúde coletiva dos jovens entre 13 e 17 anos. O levantamento apresenta um retrato complexo da realidade infantojuvenil, trazendo notícias de alívio, mas também acendendo alertas vermelhos que não podem ser ignorados, seja na rotina familiar, seja nos consultórios, seja nas emergências hospitalares.
    O dado mais celebrado nessa edição é a queda consistente no consumo de substâncias que historicamente assombram as famílias: o álcool e as drogas ilícitas. Ver a redução na experimentação de bebidas alcoólicas e o recuo no uso de drogas entre estudantes é uma vitória da prevenção e da conscientização. O desenvolvimento cerebral na adolescência é marcado por processos críticos; quanto mais adiarmos o contato com substâncias nocivas, mais protegemos a maturação do córtex pré-frontal – responsável pelas decisões e controle de impulsos – e garantimos a integridade cognitiva e emocional desses jovens.
       A pesquisa revela, entretanto, que o tabagismo mudou de face: enquanto o cigarro convencional cai em desuso, o cigarro eletrônico avançou expressivamente. Cerca de 29,6% dos estudantes já experimentaram esses dispositivos, frequentemente atraídos por aromas frutados e por uma falsa sensação de segurança amplificada pela divulgação que visa ao lucro das empresas. É preciso clareza e firmeza nesse ponto: esses aparelhos entregam doses elevadas de nicotina e substâncias tóxicas diretamente nos pulmões em formação, o que favorece a dependência química precoce sob uma roupagem tecnológica que não deixa cheiro nem pista para os pais.
      Outro ponto que exige nossa atenção imediata é o cenário da saúde mental. A pesquisa aponta que 19,8% dos estudantes relatam que a vida não vale a pena ser vivida e 23,4% apresentam sintomas de transtornos de ansiedade ou depressão. O dado é especialmente crítico entre as meninas: o percentual daquelas que sentem que a vida não vale a pena ou que experimentam tristeza profunda é quase o dobro em relação aos meninos. Esses indicadores são um alerta sobre o sofrimento psíquico enfrentado pelos jovens, reforçando a necessidade de políticas públicas e redes de apoio familiar que priorizem o bem-estar emocional nessa fase da vida.
      Para nós, mães, pais, pediatras e educadores, o desafio é transformar esses números em ação. Não basta saber que o consumo de álcool caiu e o de cigarro eletrônico subiu. Não basta lamentar a tristeza das meninas; precisamos fortalecer sua autoestima contra algoritmos predatórios. A PeNSE aponta o caminho, cabe a nós, com leveza para acolher e firmeza para orientar, caminhar ao lado deles nessa travessia tão bonita e desafiadora que é a adolescência.
(Andréa Jácomo. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 11.05.2026. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a concordância verbal está em conformidade com a norma-padrão.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4255025 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP
Provas:
A PeNSE e os nossos filhos, vamos pensar?
     No fim de março, foram publicados os dados da 5a edição da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) referentes ao ano de 2024, envolvendo mais de 118 mil adolescentes de cerca de 4 mil escolas públicas e privadas do nosso país. Os resultados são como um grande checape da saúde coletiva dos jovens entre 13 e 17 anos. O levantamento apresenta um retrato complexo da realidade infantojuvenil, trazendo notícias de alívio, mas também acendendo alertas vermelhos que não podem ser ignorados, seja na rotina familiar, seja nos consultórios, seja nas emergências hospitalares.
    O dado mais celebrado nessa edição é a queda consistente no consumo de substâncias que historicamente assombram as famílias: o álcool e as drogas ilícitas. Ver a redução na experimentação de bebidas alcoólicas e o recuo no uso de drogas entre estudantes é uma vitória da prevenção e da conscientização. O desenvolvimento cerebral na adolescência é marcado por processos críticos; quanto mais adiarmos o contato com substâncias nocivas, mais protegemos a maturação do córtex pré-frontal – responsável pelas decisões e controle de impulsos – e garantimos a integridade cognitiva e emocional desses jovens.
       A pesquisa revela, entretanto, que o tabagismo mudou de face: enquanto o cigarro convencional cai em desuso, o cigarro eletrônico avançou expressivamente. Cerca de 29,6% dos estudantes já experimentaram esses dispositivos, frequentemente atraídos por aromas frutados e por uma falsa sensação de segurança amplificada pela divulgação que visa ao lucro das empresas. É preciso clareza e firmeza nesse ponto: esses aparelhos entregam doses elevadas de nicotina e substâncias tóxicas diretamente nos pulmões em formação, o que favorece a dependência química precoce sob uma roupagem tecnológica que não deixa cheiro nem pista para os pais.
      Outro ponto que exige nossa atenção imediata é o cenário da saúde mental. A pesquisa aponta que 19,8% dos estudantes relatam que a vida não vale a pena ser vivida e 23,4% apresentam sintomas de transtornos de ansiedade ou depressão. O dado é especialmente crítico entre as meninas: o percentual daquelas que sentem que a vida não vale a pena ou que experimentam tristeza profunda é quase o dobro em relação aos meninos. Esses indicadores são um alerta sobre o sofrimento psíquico enfrentado pelos jovens, reforçando a necessidade de políticas públicas e redes de apoio familiar que priorizem o bem-estar emocional nessa fase da vida.
      Para nós, mães, pais, pediatras e educadores, o desafio é transformar esses números em ação. Não basta saber que o consumo de álcool caiu e o de cigarro eletrônico subiu. Não basta lamentar a tristeza das meninas; precisamos fortalecer sua autoestima contra algoritmos predatórios. A PeNSE aponta o caminho, cabe a nós, com leveza para acolher e firmeza para orientar, caminhar ao lado deles nessa travessia tão bonita e desafiadora que é a adolescência.
(Andréa Jácomo. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 11.05.2026. Adaptado)
Considere as seguintes passagens:
• ... e garantimos a integridade cognitiva e emocional desses jovens. (2o parágrafo) • O dado é especialmente crítico entre as meninas... (4o parágrafo)

No contexto em que estão inseridos, os termos destacados significam, correta e respectivamente:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4255024 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP
Provas:
A PeNSE e os nossos filhos, vamos pensar?
     No fim de março, foram publicados os dados da 5a edição da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) referentes ao ano de 2024, envolvendo mais de 118 mil adolescentes de cerca de 4 mil escolas públicas e privadas do nosso país. Os resultados são como um grande checape da saúde coletiva dos jovens entre 13 e 17 anos. O levantamento apresenta um retrato complexo da realidade infantojuvenil, trazendo notícias de alívio, mas também acendendo alertas vermelhos que não podem ser ignorados, seja na rotina familiar, seja nos consultórios, seja nas emergências hospitalares.
    O dado mais celebrado nessa edição é a queda consistente no consumo de substâncias que historicamente assombram as famílias: o álcool e as drogas ilícitas. Ver a redução na experimentação de bebidas alcoólicas e o recuo no uso de drogas entre estudantes é uma vitória da prevenção e da conscientização. O desenvolvimento cerebral na adolescência é marcado por processos críticos; quanto mais adiarmos o contato com substâncias nocivas, mais protegemos a maturação do córtex pré-frontal – responsável pelas decisões e controle de impulsos – e garantimos a integridade cognitiva e emocional desses jovens.
       A pesquisa revela, entretanto, que o tabagismo mudou de face: enquanto o cigarro convencional cai em desuso, o cigarro eletrônico avançou expressivamente. Cerca de 29,6% dos estudantes já experimentaram esses dispositivos, frequentemente atraídos por aromas frutados e por uma falsa sensação de segurança amplificada pela divulgação que visa ao lucro das empresas. É preciso clareza e firmeza nesse ponto: esses aparelhos entregam doses elevadas de nicotina e substâncias tóxicas diretamente nos pulmões em formação, o que favorece a dependência química precoce sob uma roupagem tecnológica que não deixa cheiro nem pista para os pais.
      Outro ponto que exige nossa atenção imediata é o cenário da saúde mental. A pesquisa aponta que 19,8% dos estudantes relatam que a vida não vale a pena ser vivida e 23,4% apresentam sintomas de transtornos de ansiedade ou depressão. O dado é especialmente crítico entre as meninas: o percentual daquelas que sentem que a vida não vale a pena ou que experimentam tristeza profunda é quase o dobro em relação aos meninos. Esses indicadores são um alerta sobre o sofrimento psíquico enfrentado pelos jovens, reforçando a necessidade de políticas públicas e redes de apoio familiar que priorizem o bem-estar emocional nessa fase da vida.
      Para nós, mães, pais, pediatras e educadores, o desafio é transformar esses números em ação. Não basta saber que o consumo de álcool caiu e o de cigarro eletrônico subiu. Não basta lamentar a tristeza das meninas; precisamos fortalecer sua autoestima contra algoritmos predatórios. A PeNSE aponta o caminho, cabe a nós, com leveza para acolher e firmeza para orientar, caminhar ao lado deles nessa travessia tão bonita e desafiadora que é a adolescência.
(Andréa Jácomo. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 11.05.2026. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o termo destacado está empregado em sentido figurado.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4255023 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP
Provas:
A PeNSE e os nossos filhos, vamos pensar?
     No fim de março, foram publicados os dados da 5a edição da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) referentes ao ano de 2024, envolvendo mais de 118 mil adolescentes de cerca de 4 mil escolas públicas e privadas do nosso país. Os resultados são como um grande checape da saúde coletiva dos jovens entre 13 e 17 anos. O levantamento apresenta um retrato complexo da realidade infantojuvenil, trazendo notícias de alívio, mas também acendendo alertas vermelhos que não podem ser ignorados, seja na rotina familiar, seja nos consultórios, seja nas emergências hospitalares.
    O dado mais celebrado nessa edição é a queda consistente no consumo de substâncias que historicamente assombram as famílias: o álcool e as drogas ilícitas. Ver a redução na experimentação de bebidas alcoólicas e o recuo no uso de drogas entre estudantes é uma vitória da prevenção e da conscientização. O desenvolvimento cerebral na adolescência é marcado por processos críticos; quanto mais adiarmos o contato com substâncias nocivas, mais protegemos a maturação do córtex pré-frontal – responsável pelas decisões e controle de impulsos – e garantimos a integridade cognitiva e emocional desses jovens.
       A pesquisa revela, entretanto, que o tabagismo mudou de face: enquanto o cigarro convencional cai em desuso, o cigarro eletrônico avançou expressivamente. Cerca de 29,6% dos estudantes já experimentaram esses dispositivos, frequentemente atraídos por aromas frutados e por uma falsa sensação de segurança amplificada pela divulgação que visa ao lucro das empresas. É preciso clareza e firmeza nesse ponto: esses aparelhos entregam doses elevadas de nicotina e substâncias tóxicas diretamente nos pulmões em formação, o que favorece a dependência química precoce sob uma roupagem tecnológica que não deixa cheiro nem pista para os pais.
      Outro ponto que exige nossa atenção imediata é o cenário da saúde mental. A pesquisa aponta que 19,8% dos estudantes relatam que a vida não vale a pena ser vivida e 23,4% apresentam sintomas de transtornos de ansiedade ou depressão. O dado é especialmente crítico entre as meninas: o percentual daquelas que sentem que a vida não vale a pena ou que experimentam tristeza profunda é quase o dobro em relação aos meninos. Esses indicadores são um alerta sobre o sofrimento psíquico enfrentado pelos jovens, reforçando a necessidade de políticas públicas e redes de apoio familiar que priorizem o bem-estar emocional nessa fase da vida.
      Para nós, mães, pais, pediatras e educadores, o desafio é transformar esses números em ação. Não basta saber que o consumo de álcool caiu e o de cigarro eletrônico subiu. Não basta lamentar a tristeza das meninas; precisamos fortalecer sua autoestima contra algoritmos predatórios. A PeNSE aponta o caminho, cabe a nós, com leveza para acolher e firmeza para orientar, caminhar ao lado deles nessa travessia tão bonita e desafiadora que é a adolescência.
(Andréa Jácomo. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 11.05.2026. Adaptado)
As informações do texto permitem concluir corretamente que
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4255022 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP
Provas:
A PeNSE e os nossos filhos, vamos pensar?
     No fim de março, foram publicados os dados da 5a edição da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) referentes ao ano de 2024, envolvendo mais de 118 mil adolescentes de cerca de 4 mil escolas públicas e privadas do nosso país. Os resultados são como um grande checape da saúde coletiva dos jovens entre 13 e 17 anos. O levantamento apresenta um retrato complexo da realidade infantojuvenil, trazendo notícias de alívio, mas também acendendo alertas vermelhos que não podem ser ignorados, seja na rotina familiar, seja nos consultórios, seja nas emergências hospitalares.
    O dado mais celebrado nessa edição é a queda consistente no consumo de substâncias que historicamente assombram as famílias: o álcool e as drogas ilícitas. Ver a redução na experimentação de bebidas alcoólicas e o recuo no uso de drogas entre estudantes é uma vitória da prevenção e da conscientização. O desenvolvimento cerebral na adolescência é marcado por processos críticos; quanto mais adiarmos o contato com substâncias nocivas, mais protegemos a maturação do córtex pré-frontal – responsável pelas decisões e controle de impulsos – e garantimos a integridade cognitiva e emocional desses jovens.
       A pesquisa revela, entretanto, que o tabagismo mudou de face: enquanto o cigarro convencional cai em desuso, o cigarro eletrônico avançou expressivamente. Cerca de 29,6% dos estudantes já experimentaram esses dispositivos, frequentemente atraídos por aromas frutados e por uma falsa sensação de segurança amplificada pela divulgação que visa ao lucro das empresas. É preciso clareza e firmeza nesse ponto: esses aparelhos entregam doses elevadas de nicotina e substâncias tóxicas diretamente nos pulmões em formação, o que favorece a dependência química precoce sob uma roupagem tecnológica que não deixa cheiro nem pista para os pais.
      Outro ponto que exige nossa atenção imediata é o cenário da saúde mental. A pesquisa aponta que 19,8% dos estudantes relatam que a vida não vale a pena ser vivida e 23,4% apresentam sintomas de transtornos de ansiedade ou depressão. O dado é especialmente crítico entre as meninas: o percentual daquelas que sentem que a vida não vale a pena ou que experimentam tristeza profunda é quase o dobro em relação aos meninos. Esses indicadores são um alerta sobre o sofrimento psíquico enfrentado pelos jovens, reforçando a necessidade de políticas públicas e redes de apoio familiar que priorizem o bem-estar emocional nessa fase da vida.
      Para nós, mães, pais, pediatras e educadores, o desafio é transformar esses números em ação. Não basta saber que o consumo de álcool caiu e o de cigarro eletrônico subiu. Não basta lamentar a tristeza das meninas; precisamos fortalecer sua autoestima contra algoritmos predatórios. A PeNSE aponta o caminho, cabe a nós, com leveza para acolher e firmeza para orientar, caminhar ao lado deles nessa travessia tão bonita e desafiadora que é a adolescência.
(Andréa Jácomo. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 11.05.2026. Adaptado)
A partir da pergunta título do texto – A PeNSE e os nossos filhos, vamos pensar? –, a autora
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4255021 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP
Provas:

Enunciado 4634734-1

(Disponível em: https://www.instagram.com/jeangalvao. Acesso em 20.05.2026)

De acordo com a norma-padrão, na frase “Vícios não permitem que nós emerjamos ou ______________ os olhos em busca da verdade.”, a lacuna deve ser preenchida com
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4255020 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP
Provas:

Enunciado 4634733-1

(Disponível em: https://www.instagram.com/jeangalvao. Acesso em 20.05.2026)

Na expressão “em direção ao desejo”, a preposição destacada exprime o mesmo sentido que a destacada em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4255010 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Osasco-SP
Provas:

Enunciado 4634732-1

(Disponível em: https://www.instagram.com/jeangalvao. Acesso em 20.05.2026)

A frase em destaque na postagem deixa claro que os vícios
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas