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Foram encontradas 564 questões.

582855 Ano: 2014
Disciplina: Nutrição
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
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O processo de modificação do amido pelo calor seco chama-se
 

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582772 Ano: 2014
Disciplina: Sociologia
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
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O valor de troca pode ser definido
 

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O Programa de Prevenção de Riscos Ambientais – PPRA –, que visa à preservação da saúde e à integridade dos trabalhadores por meio de antecipação, reconhecimento, avaliação e consequente controle de ocorrência de riscos ambientais no trabalho, deve ter sua abrangência e profundidade estabelecidas mediante as
 

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Para fins de registro profissional do Técnico de Segurança do Trabalho no Ministério do Trabalho, o requerimento deverá estar acompanhado dos seguintes documentos, dentre outros, EXCETO:
 

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582271 Ano: 2014
Disciplina: Nutrição
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
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No Brasil, em 2006, foi notificada uma doença carencial nos Estados do Maranhão e do Tocantins. Dois anos depois, foram identificados casos suspeitos em indígenas no Estado de Roraima. A partir destes dados, foram tomadas as medidas cabíveis, pelo Ministério da Saúde, como a realização de oficinas e a elaboração de um Guia de Consulta para Vigilância Epidemiológica, Assistência e Atenção Nutricional dos Casos desta deficiência, que foi publicado no ano de 2012. A doença carencial a que se refere o texto é
 

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582253 Ano: 2014
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
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Apresentando tosse seca por mais de três semanas, perda de peso, febre vespertina e astenia, D. Maria José, de 82 anos, procurou o serviço médico de uma unidade básica de saúde, onde recebeu diagnóstico de tuberculose pericárdica. A enfermeira do serviço orientou quanto à necessidade do comparecimento diário de D. Maria à Unidade Básica de Saúde para o tratamento diretamente observado (TDO). A filha de D. Maria, que a acompanhava, informou que o seu trabalho e a idade de sua mãe eram fatores que dificultariam a vinda à unidade e a adesão ao tratamento. Sobre o TDO, pode-se afirmar que
 

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581972 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
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Com respeito à manutenção predial e de acordo com a NBR-5674, que versa sobre o assunto, é verdade afirmar que a manutenção:
 

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581548 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
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Texto
PERIFÉRICOS E PRIVILEGIADOS
Ana Paula Padrão
No Marco Zero da cidade do Recife tive minha primeira experiência emocionante de 2015. Caminhei por ali no começo da noite esperando a lua e vendo as gentes felizes, em férias, ocupando a praça. Não havia tensão nem linhas divisórias entre periféricos e privilegiados. Aquele era um lugar tranquilo numa cidade nem tanto. O clima era ameno, a brisa vinha do mar, pessoas jogavam conversa fora e usavam o espaço público como seu. De cada um. Não haveria arrastão em nenhum restaurante. A polícia estava presente, mas de maneira discreta. É assim que tem que ser, pensei eu. Tive saudade de cidades seguras que já conheci, de andar livre nas ruas, de não ter medo de ser cidadão. Lembrei de uma praça de Barcelona e de um restaurante que servia um peixe de carne branca e macia. Fizemos a refeição vendo os moradores das casas em frente sentados em suas cadeiras na calçada conversando até alta noite. Ninguém chamava as crianças para dentro e elas brincavam de pique-esconde até suar muito e ficar com aquele cheiro de galinha molhada que toda criança tem. Parecia uma vila do interior no meio de uma metrópole.
Um pedacinho de bairro onde o tempo não passou. Talvez por ser época de férias, minhas memórias me levaram a tantos outros lugares seguros onde já estive. Numa favela de Medellín que ganhou uma das estações de metrô mais modernas que já conheci e uma biblioteca gigantesca e permanentemente lotada de moradores. Nem tudo na cidade está livre da delinquência, mas a revolução pela qual passou a cidade é notável. O ex-prefeito de Bogotá Enrique Peñalosa diz que uma cidade rica não é aquela onde os pobres andam de carro, mas aquela na qual os ricos andam de ônibus. Em São Paulo, quem pode se desloca em veículos blindados. Eu, que sonho com uma daquelas motos pequenas, das que circulam nas ruas da Itália, me surpreendo com frequência dizendo a alguém: cuide-se. Não ande distraído por aí, São Paulo é perigosa. Pessoas morrem por nada, de bala perdida, atropeladas, vitimadas em assaltos, as ruas não são de ninguém, nem do morador nem do Estado. Me pergunto quando os homens públicos que dirigem cidades acordarão para o fato de que é nelas que seus eleitores devem estabelecer suas rotinas sem sobressaltos.
E que isso se faz não atrás de cadeados e muros altos, mas no espaço que é para o convívio de todos. Segurança é a apropriação do espaço público pelos homens de bem e não pelos que se aproveitam do vácuo do poder público para roubar, depredar, sequestrar. Esse era para ser um artigo sobre a gestão das cidades e terminou num desabafo sobre meu sonho de bem viver. De lugares mais carinhosos onde pessoas possam residir em calma. De cidades que abracem seus moradores e nas quais eles possam namorar no meio da rua, levar seus filhos a parques que não fiquem a mais de dez minutos a pé de suas casas, pegar um ônibus confortável e chegar, mais rápido que num carro, a qualquer lugar que desejem. É uma ideia romântica, mas inteiramente factível. Essa é uma das coisas que aprendi e não esquecerei. A cidadania é possível e pulsa pedindo espaço na agressividade das metrópoles.
Disponível em: http://www.istoe.com.br/colunas-e-blogs/colunista/45_ANA+PAULA+PADRAO. Acesso em: 15 jan. 2015.
No texto, a menção a uma praça de Barcelona e a uma favela em Medellín corrobora a tese de que
 

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O Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção – PCMAT é obrigatório para estabelecimentos com
 

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581517 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Pref. Parauapebas-PA
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Leia o texto abaixo para responder a questão.
Mudar o mundo
Lya Luft
Quando jovens, cultivávamos a utopia de um mundo melhor. Tenho refletido sobre isso. Tenho lido e pesquisado sobre a história do nosso comportamento através dos séculos. Parece que, apesar de toda a violência atual, fomos ficando menos violentos. Difícil acreditar, eu sei. Mas basta pensar nos antigos povos escravizados, mulheres brutalizadas e crianças maltratadas sem nenhuma defesa, impérios cruéis e perseguições terríveis aplaudidas, como Cruzadas e Inquisição, para ver que melhoramos.
Talvez em nosso DNA não sejamos predadores ferozes. Quem sabe compaixão e solidariedade tenham nascido com essa nossa estranha espécie, os humanos que andam eretos e, para complicar tudo, pensam. Quem sabe esse ídolo de dupla face, prazer e poder, com a economia como lema primeiro, não seja inato em nós, mas invenção de uma humanidade que pode ser mais sofisticada, mas ainda é destrutiva demais.
Seria possível mudar o mundo, mudando por pouco que seja os princípios e valores de cada um de nós? Ou é um velho ideal ultrapassado, e juvenil? Talvez haja um modo de transformar nossa louca futilidade e desvairada busca de poder, estimulando o que em nós já existe: o desejo do bem do outro, e uma convivência menos truculenta?
Se o primeiro objetivo de todos os governos fosse o bem das pessoas, a deusa Economia e seu parceiro, o Poder, perderiam um pouco da força. E teríamos outros ideais, modelos, ambições. Haveríamos de nos respeitar mais também. Reavaliar nossos desejos, consumir menos ou melhor, se fosse preciso trocar a manicure e o cabeleireiro por comida decente para as crianças e quem sabe, a prestação de uma casinha própria. Mudar o sonho do carrão importado por mais harmonia, mudar o conceito do que é "moderno", que não é inconsequente e delirante. [...]
Quem sabe começamos tendo um pouco mais de bom-senso e pudor. Quem sabe começamos querendo ser úteis, produtivos e compassivos dentro do nosso círculo de família, trabalho, comunidade. O ideal não seria criar nossos filhos para ser milionários ou as meninas para ser modelos de beleza e sensualidade, mas para ser pessoas decentes, que acreditam em algum tipo de felicidade tranquila, que vão construir sua vida, produzir no seu trabalho, conviver bem com sua família, enfim, ser transformadores do mundo, dessa maneira mínima que pode parecer tola, mas é essencial.
Abrir o jornal e ver o noticioso, todos nós sabemos, é entrar numa série policial violenta, receber uma bofetada de falta de ética, roubalheira, indignidades várias e muitos absurdos consagrados. Médicos ganhando pouco e exaustos pelo excesso de trabalho atendendo dezenas de pacientes nas emergências às vezes mal aparelhadas pelo país afora. Professores recebendo salários vergonhosos, submetidos à violência por parte de alunos e às vezes de pais de alunos, jovens que dentro da sala de aula e no pátio se engalfinham como bandidos, gente inocente que morre queimada porque não tinha mais que alguns reais no bolso ou no banco, acidentes de trânsito totalmente evitáveis [...].
A gente podia mudar: se cada um mudasse um pouquinho, exigisse muito mais dos líderes em todos os setores, e aspirasse a algo muito melhor. Talvez digam que é apenas utopia minha, resquícios de um idealismo juvenil: mas amadurecer não precisa ser renunciar a todas as nossas crenças.
Disponível em:<http://avaranda.blogspot.com.br/2013/06/mudar-o-mundo-lya-luft.html> Acesso em 14 fev. 2015.
O enunciado em que, segundo a autora, não há uma condição necessária para mudar o mundo é
 

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