Foram encontradas 130 questões.
De acordo com a literatura sobre Educação Inclusiva, considere as seguintes afirmações:
I. A educação inclusiva parte do princípio de que o direito à educação é um direito humano fundamental e a base para uma sociedade mais justa;
II. A educação inclusiva trabalha somente com alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação;
III. A educação inclusiva implica na compreensão da inclusão como um processo que não se restringe à relação professor-aluno, mas como um princípio de valorização das diferenças, que envolve toda a comunidade escolar e que demanda a implementação de políticas públicas.
Marque a opção que apresenta a(s) afirmativa(s) correta(s):
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O professor Carlos planejou uma sequência de atividades com objetivo de “reconhecer semelhanças e diferenças entre os modos de vida das cidades e do campo, relativas ao trabalho, às construções e moradias, aos hábitos cotidianos, às expressões de lazer e de cultura” presente no PCNs de Geografia. No primeiro dia, no início da aula, ele solicitou que os alunos desenhassem o ambiente rural. Após desenhar, o professor pediu para que eles apresentassem o desenho e falassem em uma roda de conversa sobre os elementos que compõe a paisagem rural. Ao analisar os desenhos e as falas dos alunos o professor notou que os alunos viam o campo como local atrasado onde as pessoas ainda utilizavam animais como meio de transporte e o cultivo e criação era feito por família. Em outro momento o professor solicitou dos alunos uma pesquisa sobre zona rural em diferentes regiões do Brasil e sobre o agronegócio, para que os alunos fizessem uma comparação e acrescentassem outras visões sobre esta área. Para a pesquisa não ser uma atividade em si mesma, os alunos apresentaram um seminário em grupo sobre a pesquisa realizada, mostrando as fontes utilizadas, as novas descobertas e suas curiosidades. Por fim, a sala elaborou um painel para deixar exposto no corredor da escola. De acordo com esse relato fictício, o professor para organizar o trabalho pedagógico estava pautado no método de ensino:
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Presença de Clarice
(Ferreira Gullar)
Meu primeiro encontro com Clarice Lispector foi numa tarde de domingo na casa da escultora Zélia Salgado, em Ipanema, creio que em 1956. Eu havia lido, quando ainda vivia em São Luís, o seu romance O lustre, que me deixara impressionado pela atmosfera estranha e envolvente, mas a impressão que me causou sua figura de mulher foi outra: achei-a linda e perturbadora. Nos dias que se seguiram, não conseguia esquecer seus olhos oblíquos, seu rosto de loba com pômulos salientes.
Voltei a encontrá-la, pouco tempo depois, no Jornal do Brasil, durante uma visita que fez à redação do “Suplemento Dominical”. Conversamos e rimos, mas não voltamos a nos ver num espaço de dez anos. De fato, só voltei a encontrá-la logo após voltar do exílio, em 1977. Ela ligou para minha casa: queria entrevistar-me para a revista Fatos e Fotos, para a qual colaborava naquela época.
Clarice já era então uma mulher de quase sessenta anos, marcada por acidente que resultara em várias queimaduras que lhe deixaram marcas na mão direita. Já quase nada tinha da jovialidade de antes, embora continuasse perturbadora em sua natural dramaticidade. Depois de ouvir dela algumas palavras carinhosas, decidi revelar-lhe como me fascinara em nosso primeiro encontro.
-Você era linda, tão linda que saí daliapaixonado.
-Quer dizer que eu “era” linda?
-E ainda é – apressei-me em afirmar...
Terminada a entrevista, despedimo-nos carinhosamente, mas no dia seguinte ela ligou de novo. Queria encontrar-me para conversar. Fui até sua casa, no Leme, e de lá fomos caminhando até a Fiorentina, que ficava perto.
Lembro-me de que Glauber Rocha, vendo-nos ali, veio sentar-se à nossa mesa e começou a elogiar o governo militar. Clarice me olhava com espanto, sem entender. Ele, depois daquele discurso fora de propósito, mudou de mesa.
-Ele veio provocar você – disse Clarice. – Comque intenção falou essas coisas?
-Glauber agora cismou de defender os milicos.É piração.
Depois dessa noite, voltei a vê-la num encontro que ela promoveu em sua casa com alguns amigos, entre os quais Fauzi Arap, José Rubem... Foi a última vez que a vi. A roda-viva daqueles tempos me arrastou para longe dela, em meio a problemas de toda ordem, crises na família, filhos drogados, clínicas psiquiátricas. De repente, soube que ela tinha sido internada num hospital em estado grave. Localizei o hospital, telefonei para o seu quarto e acertei com a pessoa que me atendeu ir visitá-la no dia seguinte. Mas, ao chegar à redação do jornal, antes de sair para a visita, a telefonista me passou um recado: “Clarice pede ao senhor que não vá vê-la no hospital. Deixe para visitá-la quando ela voltar para casa”. E se ela não voltasse mais para casa? Dobrei o papel com o recado e guardei-o no bolso, desapontado. Àquela noite, quando contei o ocorrido a minha mulher, ela explicou: “Clarice, vaidosa como era, não queria que você a visse no estado em que estava”. Pode ser, mas, de qualquer forma, até hoje lamento não ter podido vê-la uma última vez.
Dois ou três dias depois do recado, ela morria. Ao sair do banho, pela manhã, alguém me informou: “Clarice Lispector morreu”. De viagem marcada para São Paulo, entrei num táxi que me levou à Lagoa Rodrigo de Freitas. Não poderia ir a seu sepultamento. O táxi corria dentro de uma manhã luminosa, enquanto a brisa balançava alegremente os ramos das árvores. Clarice morrera e a natureza o ignorava. No avião, escrevi um poema falando nisso. Que mais poderia fazer?
Alguns meses atrás, quando aceitei fazer a curadoria da exposição sobre ela, no Museu da Língua Portuguesa, todas essas lembranças me acudiram. Ia ser bom voltar a pensar nela, reler seus livros, pois é neles e só neles que é possível reencontrá-la agora e nunca naquele saárico túmulo do Cemitério Israelita do Caju, aonde certo dia, sob sol escaldante, fui, com Cláudia Ahimsa, visitá-la. Não havia Clarice alguma sob aquela laje de pedra, sem flores. E não havia porque, de fato, o que Clarice efetivamente foi, o que fazia dela uma pessoa única e exasperada, era sua patética entrega ao insondável da existência – e a necessidade de escrever, de tentar incansavelmente dizer o indizível, mas certa de que, ao torná-lo dizível, não o dissiparia.
Não obstante, isso era tudo o que valia a pena fazer na vida, conforme afirmou: “Quando não escrevo, estou morta”.
Em compensação, quando a lemos, ressuscita.
Gullar, Ferreira. A alquimia na quitanda: artes, bichos e barulhos nas melhores crônicas do poeta. São Paulo: Três Estrelas, 2016.
Considerando as sequências textuais, podemos considerar que o texto, predominantemente, é:
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Presença de Clarice
(Ferreira Gullar)
Meu primeiro encontro com Clarice Lispector foi numa tarde de domingo na casa da escultora Zélia Salgado, em Ipanema, creio que em 1956. Eu havia lido, quando ainda vivia em São Luís, o seu romance O lustre, que me deixara impressionado pela atmosfera estranha e envolvente, mas a impressão que me causou sua figura de mulher foi outra: achei-a linda e perturbadora. Nos dias que se seguiram, não conseguia esquecer seus olhos oblíquos, seu rosto de loba com pômulos salientes.
Voltei a encontrá-la, pouco tempo depois, no Jornal do Brasil, durante uma visita que fez à redação do “Suplemento Dominical”. Conversamos e rimos, mas não voltamos a nos ver num espaço de dez anos. De fato, só voltei a encontrá-la logo após voltar do exílio, em 1977. Ela ligou para minha casa: queria entrevistar-me para a revista Fatos e Fotos, para a qual colaborava naquela época.
Clarice já era então uma mulher de quase sessenta anos, marcada por acidente que resultara em várias queimaduras que lhe deixaram marcas na mão direita. Já quase nada tinha da jovialidade de antes, embora continuasse perturbadora em sua natural dramaticidade. Depois de ouvir dela algumas palavras carinhosas, decidi revelar-lhe como me fascinara em nosso primeiro encontro.
-Você era linda, tão linda que saí daliapaixonado.
-Quer dizer que eu “era” linda?
-E ainda é – apressei-me em afirmar...
Terminada a entrevista, despedimo-nos carinhosamente, mas no dia seguinte ela ligou de novo. Queria encontrar-me para conversar. Fui até sua casa, no Leme, e de lá fomos caminhando até a Fiorentina, que ficava perto.
Lembro-me de que Glauber Rocha, vendo-nos ali, veio sentar-se à nossa mesa e começou a elogiar o governo militar. Clarice me olhava com espanto, sem entender. Ele, depois daquele discurso fora de propósito, mudou de mesa.
-Ele veio provocar você – disse Clarice. – Comque intenção falou essas coisas?
-Glauber agora cismou de defender os milicos.É piração.
Depois dessa noite, voltei a vê-la num encontro que ela promoveu em sua casa com alguns amigos, entre os quais Fauzi Arap, José Rubem... Foi a última vez que a vi. A roda-viva daqueles tempos me arrastou para longe dela, em meio a problemas de toda ordem, crises na família, filhos drogados, clínicas psiquiátricas. De repente, soube que ela tinha sido internada num hospital em estado grave. Localizei o hospital, telefonei para o seu quarto e acertei com a pessoa que me atendeu ir visitá-la no dia seguinte. Mas, ao chegar à redação do jornal, antes de sair para a visita, a telefonista me passou um recado: “Clarice pede ao senhor que não vá vê-la no hospital. Deixe para visitá-la quando ela voltar para casa”. E se ela não voltasse mais para casa? Dobrei o papel com o recado e guardei-o no bolso, desapontado. Àquela noite, quando contei o ocorrido a minha mulher, ela explicou: “Clarice, vaidosa como era, não queria que você a visse no estado em que estava”. Pode ser, mas, de qualquer forma, até hoje lamento não ter podido vê-la uma última vez.
Dois ou três dias depois do recado, ela morria. Ao sair do banho, pela manhã, alguém me informou: “Clarice Lispector morreu”. De viagem marcada para São Paulo, entrei num táxi que me levou à Lagoa Rodrigo de Freitas. Não poderia ir a seu sepultamento. O táxi corria dentro de uma manhã luminosa, enquanto a brisa balançava alegremente os ramos das árvores. Clarice morrera e a natureza o ignorava. No avião, escrevi um poema falando nisso. Que mais poderia fazer?
Alguns meses atrás, quando aceitei fazer a curadoria da exposição sobre ela, no Museu da Língua Portuguesa, todas essas lembranças me acudiram. Ia ser bom voltar a pensar nela, reler seus livros, pois é neles e só neles que é possível reencontrá-la agora e nunca naquele saárico túmulo do Cemitério Israelita do Caju, aonde certo dia, sob sol escaldante, fui, com Cláudia Ahimsa, visitá-la. Não havia Clarice alguma sob aquela laje de pedra, sem flores. E não havia porque, de fato, o que Clarice efetivamente foi, o que fazia dela uma pessoa única e exasperada, era sua patética entrega ao insondável da existência – e a necessidade de escrever, de tentar incansavelmente dizer o indizível, mas certa de que, ao torná-lo dizível, não o dissiparia.
Não obstante, isso era tudo o que valia a pena fazer na vida, conforme afirmou: “Quando não escrevo, estou morta”.
Em compensação, quando a lemos, ressuscita.
Gullar, Ferreira. A alquimia na quitanda: artes, bichos e barulhos nas melhores crônicas do poeta. São Paulo: Três Estrelas, 2016.
Releia as passagens e responda: “Quando não escrevo, estou morta”. / “Em compensação, quando a lemos, ressuscita.” Qual é a relação semântica estabelecida entre a declaração de Clarice e a sentença final de Ferreira Gullar?
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Relacione e enumere as características das Pedagogias:
(1) Libertadora
(2) Libertária
(3) Crítico Social dos Conteúdos
( ) Valorização da escola como instrumento de apropriação do saber. Considera que é preciso lutar pela democratização da escola, para que assim ela sirva aos interesses populares e garanta a todos um bom ensino, isto é, a apropriação conhecimentos básicos que tenham repercussão na realidade dos estudantes.
( ) A autogestão é o conteúdo e o método. É a síntese tanto do seu objetivo pedagógico quanto do político.
( ) A organização dos conteúdos se dá através dos “temas geradores" que são extraídos a partir da problematização da prática de vida dos educandos.
( ) Tem a não-diretividade como princípio, considerando inúteis e prejudiciais qualquer abordagem que se utilize de ameaças e obrigações.
( ) O diálogo é considerado o método básico. Educadores e educandos se posicionam de forma simétrica e ativa no ato de conhecer e aprender.
( ) O professor é considerado o mediador do processo. Recusa a ideia de não-diretividade. É necessária a intervenção do professor para apresentar e orientar os métodos de estudo, exigir o esforço do aluno, propor conteúdos e modelos compatíveis com as experiências vividas pelos estudantes para que desenvolvam autonomia e se mobilizem para uma participação ativa.
Marque a opção que representa a sequência correta.
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Presença de Clarice
(Ferreira Gullar)
Meu primeiro encontro com Clarice Lispector foi numa tarde de domingo na casa da escultora Zélia Salgado, em Ipanema, creio que em 1956. Eu havia lido, quando ainda vivia em São Luís, o seu romance O lustre, que me deixara impressionado pela atmosfera estranha e envolvente, mas a impressão que me causou sua figura de mulher foi outra: achei-a linda e perturbadora. Nos dias que se seguiram, não conseguia esquecer seus olhos oblíquos, seu rosto de loba com pômulos salientes.
Voltei a encontrá-la, pouco tempo depois, no Jornal do Brasil, durante uma visita que fez à redação do “Suplemento Dominical”. Conversamos e rimos, mas não voltamos a nos ver num espaço de dez anos. De fato, só voltei a encontrá-la logo após voltar do exílio, em 1977. Ela ligou para minha casa: queria entrevistar-me para a revista Fatos e Fotos, para a qual colaborava naquela época.
Clarice já era então uma mulher de quase sessenta anos, marcada por acidente que resultara em várias queimaduras que lhe deixaram marcas na mão direita. Já quase nada tinha da jovialidade de antes, embora continuasse perturbadora em sua natural dramaticidade. Depois de ouvir dela algumas palavras carinhosas, decidi revelar-lhe como me fascinara em nosso primeiro encontro.
-Você era linda, tão linda que saí daliapaixonado.
-Quer dizer que eu “era” linda?
-E ainda é – apressei-me em afirmar...
Terminada a entrevista, despedimo-nos carinhosamente, mas no dia seguinte ela ligou de novo. Queria encontrar-me para conversar. Fui até sua casa, no Leme, e de lá fomos caminhando até a Fiorentina, que ficava perto.
Lembro-me de que Glauber Rocha, vendo-nos ali, veio sentar-se à nossa mesa e começou a elogiar o governo militar. Clarice me olhava com espanto, sem entender. Ele, depois daquele discurso fora de propósito, mudou de mesa.
-Ele veio provocar você – disse Clarice. – Comque intenção falou essas coisas?
-Glauber agora cismou de defender os milicos.É piração.
Depois dessa noite, voltei a vê-la num encontro que ela promoveu em sua casa com alguns amigos, entre os quais Fauzi Arap, José Rubem... Foi a última vez que a vi. A roda-viva daqueles tempos me arrastou para longe dela, em meio a problemas de toda ordem, crises na família, filhos drogados, clínicas psiquiátricas. De repente, soube que ela tinha sido internada num hospital em estado grave. Localizei o hospital, telefonei para o seu quarto e acertei com a pessoa que me atendeu ir visitá-la no dia seguinte. Mas, ao chegar à redação do jornal, antes de sair para a visita, a telefonista me passou um recado: “Clarice pede ao senhor que não vá vê-la no hospital. Deixe para visitá-la quando ela voltar para casa”. E se ela não voltasse mais para casa? Dobrei o papel com o recado e guardei-o no bolso, desapontado. Àquela noite, quando contei o ocorrido a minha mulher, ela explicou: “Clarice, vaidosa como era, não queria que você a visse no estado em que estava”. Pode ser, mas, de qualquer forma, até hoje lamento não ter podido vê-la uma última vez.
Dois ou três dias depois do recado, ela morria. Ao sair do banho, pela manhã, alguém me informou: “Clarice Lispector morreu”. De viagem marcada para São Paulo, entrei num táxi que me levou à Lagoa Rodrigo de Freitas. Não poderia ir a seu sepultamento. O táxi corria dentro de uma manhã luminosa, enquanto a brisa balançava alegremente os ramos das árvores. Clarice morrera e a natureza o ignorava. No avião, escrevi um poema falando nisso. Que mais poderia fazer?
Alguns meses atrás, quando aceitei fazer a curadoria da exposição sobre ela, no Museu da Língua Portuguesa, todas essas lembranças me acudiram. Ia ser bom voltar a pensar nela, reler seus livros, pois é neles e só neles que é possível reencontrá-la agora e nunca naquele saárico túmulo do Cemitério Israelita do Caju, aonde certo dia, sob sol escaldante, fui, com Cláudia Ahimsa, visitá-la. Não havia Clarice alguma sob aquela laje de pedra, sem flores. E não havia porque, de fato, o que Clarice efetivamente foi, o que fazia dela uma pessoa única e exasperada, era sua patética entrega ao insondável da existência – e a necessidade de escrever, de tentar incansavelmente dizer o indizível, mas certa de que, ao torná-lo dizível, não o dissiparia.
Não obstante, isso era tudo o que valia a pena fazer na vida, conforme afirmou: “Quando não escrevo, estou morta”.
Em compensação, quando a lemos, ressuscita.
Gullar, Ferreira. A alquimia na quitanda: artes, bichos e barulhos nas melhores crônicas do poeta. São Paulo: Três Estrelas, 2016.
Assinale a alternativa CORRETA, de acordo com o texto:
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Organelas de formato esférico, ovaladas ou alongadas, cuja principal função é a respiração celular com produção de ATP (molécula que armazena energia), sendo encontradas em maior número nas células com grande atividade metabólica, como as hepáticas e musculares. A descrição do texto se trata de qual organela:
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Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
TO FIGURE OUT how and when ancient fish first CRAWLED from the ocean onto land, Neil Shubin is about to head to the mountains of Antarctica. Leaving behind family and friends for the upcoming holidays, __________ and a team of five other scientists and a mountain guide will be camping at the base of a remote mountain range that was a tropical river delta around 385 million years ago.
Using ropes and climbing gear, the scientists will be scouring cliffs and ridge lines for fossil deposits containing the earliest tetrapods, or four-limbed animals. This is the latest expedition on a fossil-hunting career that has taken Shubin to places as disparate as Ethiopia, West Virginia, and the two poles. To understand better the development of fish into land animals, __________ has to locate fossils that tell __________ the speed and direction of evolution.__________
We are looking to find the intermediates between water and land,‖ says Shubin, a vertebrate paleontologist at the University of Chicago. ―To do that, we need to find rocks that are the right type, the right age and that are exposed.‖
The fossils __________ hopes to find are preserved in sedimentary deposits that exist in several places around the globe, but what makes Antarctica special for fossil hunters is the fact that there is no rain or snow to erode THEM away.
After the fish DIED those millions of years ago, THEY were covered by layers of silt and mud in the river delta. Over time, that mud TURNED to rock, and the bones BECAME fossilized. Now the fossils are part of the Transantarctic Mountains, a 2,000-mile spiny ridge that divides East and West Antarctica and is dotted with deep crevasses and treacherous glaciers. The same dry, cold conditions that make life impossible for almost all current life forms (except microscopic algae or bacteria) in these mountains help preserve fossils for millions of years.
(By Erick Niller, adapted)
Fill the blanks in lines 5, 16, 17 and 23 with the best option.
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Para o professor desenvolver seu papel de forma competente, é indispensável o acompanhamento do processo de aprendizagem do seu aluno. Atualmente o professor conta com várias ferramentas para avaliação formativa e uma delas é o portfólio. Sobre esse instrumento de avaliação é correto afirmar que:
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Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
What’s the correct order of the days of the week, from the first to the last?
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