Magna Concursos

Foram encontradas 130 questões.

2252786 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
Provas:

A aula expositiva durante muito tempo foi combatida no discurso pedagógico, em especial no período de disseminação das metodologias ativas. Com isso, passou a ser vista como metodologia ultrapassada, mas atualmente sofreu resignação e volta a fazer parte dos planos de aula. Abaixo segue algumas afirmações sobre o contexto favorável a utilização da aula expositiva, marque V para a afirmativa verdadeiro e F para a afirmativas falsa:

( ) Após a reflexão e pesquisa sobre uma situação problema, ela é excelente para sistematizar as hipóteses levantadas pelo aluno.
( ) Nem todos os alunos após uma sequência de atividades conseguem compreender o conceito apresentado. A aula expositiva pode ser utilizada para revisar os conceitos e sanar ou diminuir as dificuldades apresentadas no processo de aprendizagem.
( ) Há situações em que o assunto a ser abordado está distante da realidade do educando, assim a aula expositiva o familiariza com tema, ampliando seu repertório para compreensão do novo.
As afirmações são respectivamente:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2252785 Ano: 2018
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
Provas:

O município de Pedras de Fogo (PB) localiza-se na mesorregião:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2252784 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
Provas:

O Método Tradicional sistematizado por Herbart era fundamentado no paradigma positivista, partindo do pressuposto de que o homem adquiria conhecimento através da indução, ou seja, o conhecimento partia da apreensão das partes para o todo. De acordo com a sistematização de Herbart, quais das etapas abaixo não fazem parte do Método Tradicional de ensino:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2252783 Ano: 2018
Disciplina: Enfermagem
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
Provas:

Uma mulher grávida compareceu à unidade de saúde queixando-se de pirose durante todo o período da gestação. Dentre as orientações de enfermagem para amenizar esse sintoma, assinale a opção INCORRETA:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2252782 Ano: 2018
Disciplina: Enfermagem
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
Provas:

Dentre as responsabilidades e deveres com a pessoa, família e coletividade que o Código de ética coloca aos profissionais de enfermagem, julgue se é (V) verdadeiro ou (F) falso o que se afirma a seguir e assinale a alternativa na sequencia correta.
( ) Realizar e participar de atividades de ensino e pesquisa, respeitadas as normas ético-legais.
( ) Garantir a continuidade da assistência de enfermagem em condições que ofereçam segurança, mesmo em caso de suspensão das atividades profissionais decorrentes de movimentos reivindicatórios da categoria.
( ) Registrar no prontuário do paciente as informações inerentes e indispensáveis ao processo de cuidar.
( ) Colaborar com a fiscalização de exercício profissional.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2252781 Ano: 2018
Disciplina: Enfermagem
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
Provas:

Um paciente apresentando queimaduras de segundo e terceiro grau em região de cabeça, tronco anterior e genitália, deu entrada no setor de urgência e emergência trazido pelo SAMU. Considerando a necessidade de reposição volêmica nas primeiras 24 horas, é necessário calcular a área de superfície corporal queimada conforme a regra dos nove. Nesse sentido, qual a porcentagem da superfície corporal queimada?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2252780 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
Provas:

Presença de Clarice

(Ferreira Gullar)

Meu primeiro encontro com Clarice Lispector foi numa tarde de domingo na casa da escultora Zélia Salgado, em Ipanema, creio que em 1956. Eu havia lido, quando ainda vivia em São Luís, o seu romance O lustre, que me deixara impressionado pela atmosfera estranha e envolvente, mas a impressão que me causou sua figura de mulher foi outra: achei-a linda e perturbadora. Nos dias que se seguiram, não conseguia esquecer seus olhos oblíquos, seu rosto de loba com pômulos salientes.
Voltei a encontrá-la, pouco tempo depois, no Jornal do Brasil, durante uma visita que fez à redação do “Suplemento Dominical”. Conversamos e rimos, mas não voltamos a nos ver num espaço de dez anos. De fato, só voltei a encontrá-la logo após voltar do exílio, em 1977. Ela ligou para minha casa: queria entrevistar-me para a revista Fatos e Fotos, para a qual colaborava naquela época.
Clarice já era então uma mulher de quase sessenta anos, marcada por acidente que resultara em várias queimaduras que lhe deixaram marcas na mão direita. Já quase nada tinha da jovialidade de antes, embora continuasse perturbadora em sua natural dramaticidade. Depois de ouvir dela algumas palavras carinhosas, decidi revelar-lhe como me fascinara em nosso primeiro encontro.
-Você era linda, tão linda que saí daliapaixonado.
-Quer dizer que eu “era” linda?
-E ainda é – apressei-me em afirmar...
Terminada a entrevista, despedimo-nos carinhosamente, mas no dia seguinte ela ligou de novo. Queria encontrar-me para conversar. Fui até sua casa, no Leme, e de lá fomos caminhando até a Fiorentina, que ficava perto.
Lembro-me de que Glauber Rocha, vendo-nos ali, veio sentar-se à nossa mesa e começou a elogiar o governo militar. Clarice me olhava com espanto, sem entender. Ele, depois daquele discurso fora de propósito, mudou de mesa.
-Ele veio provocar você – disse Clarice. – Comque intenção falou essas coisas?
-Glauber agora cismou de defender os milicos.É piração.
Depois dessa noite, voltei a vê-la num encontro que ela promoveu em sua casa com alguns amigos, entre os quais Fauzi Arap, José Rubem... Foi a última vez que a vi. A roda-viva daqueles tempos me arrastou para longe dela, em meio a problemas de toda ordem, crises na família, filhos drogados, clínicas psiquiátricas. De repente, soube que ela tinha sido internada num hospital em estado grave. Localizei o hospital, telefonei para o seu quarto e acertei com a pessoa que me atendeu ir visitá-la no dia seguinte. Mas, ao chegar à redação do jornal, antes de sair para a visita, a telefonista me passou um recado: “Clarice pede ao senhor que não vá vê-la no hospital. Deixe para visitá-la quando ela voltar para casa”. E se ela não voltasse mais para casa? Dobrei o papel com o recado e guardei-o no bolso, desapontado. Àquela noite, quando contei o ocorrido a minha mulher, ela explicou: “Clarice, vaidosa como era, não queria que você a visse no estado em que estava”. Pode ser, mas, de qualquer forma, até hoje lamento não ter podido vê-la uma última vez.
Dois ou três dias depois do recado, ela morria. Ao sair do banho, pela manhã, alguém me informou: “Clarice Lispector morreu”. De viagem marcada para São Paulo, entrei num táxi que me levou à Lagoa Rodrigo de Freitas. Não poderia ir a seu sepultamento. O táxi corria dentro de uma manhã luminosa, enquanto a brisa balançava alegremente os ramos das árvores. Clarice morrera e a natureza o ignorava. No avião, escrevi um poema falando nisso. Que mais poderia fazer?
Alguns meses atrás, quando aceitei fazer a curadoria da exposição sobre ela, no Museu da Língua Portuguesa, todas essas lembranças me acudiram. Ia ser bom voltar a pensar nela, reler seus livros, pois é neles e só neles que é possível reencontrá-la agora e nunca naquele saárico túmulo do Cemitério Israelita do Caju, aonde certo dia, sob sol escaldante, fui, com Cláudia Ahimsa, visitá-la. Não havia Clarice alguma sob aquela laje de pedra, sem flores. E não havia porque, de fato, o que Clarice efetivamente foi, o que fazia dela uma pessoa única e exasperada, era sua patética entrega ao insondável da existência – e a necessidade de escrever, de tentar incansavelmente dizer o indizível, mas certa de que, ao torná-lo dizível, não o dissiparia.
Não obstante, isso era tudo o que valia a pena fazer na vida, conforme afirmou: “Quando não escrevo, estou morta”.
Em compensação, quando a lemos, ressuscita.

Gullar, Ferreira. A alquimia na quitanda: artes, bichos e barulhos nas melhores crônicas do poeta. São Paulo: Três Estrelas, 2016.

Em: “- Glauber agora cismou de defender os milicos”. Considerando o contexto textual, identifique um sinônimo para a palavra grifada:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2252779 Ano: 2018
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
Provas:

Read the text and tick the correct option.
We get it. Black Friday is ______ interruption in ______ otherwise peaceful long weekend - one that should be punctuated only by lazy mornings, long walks with your loved ones, and plenty of leftovers. Now it's Cyber Monday. All weekend, we here at the Gadget Lab have been poring through lists of deals and we've saved the best ones for last. Feel free to bookmark these pages. We'll be here until the bitter end.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2252778 Ano: 2018
Disciplina: Física
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
Provas:

A velocidade de propagação da luz em determinado meio é de 225.000 km/s, logo o índice de refração absoluto desse meio é de: (Dado: Velocidade da luz no vácuo: 300.000 km/s)

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2252777 Ano: 2018
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Pedras Fogo-PB
Provas:

Who Invented Emoticons and Emoji?

By Mary Bellis

Chances are you use them _____ a regular basis. _____ a way, they've become an intrinsic part of electronic communication. But do you know how Emoticons originated and what led to their widespread popularity?

What Are Emoticons?

An emoticon is a digital icon that conveys a human expression. It is inserted from a menu of visual expressions or created by using a sequence of keyboard symbols. Emoticons represent how a writer or texter is feeling and help provide better context to what a person writes. For example, if something you wrote was meant as a joke and you want to make that clear, you could add a laughing face emoticon to your text. Another example would be using an emoticon of a kissing face to express the fact that you like someone without having to write, "I like you." The classic emoticon that most people have seen is the little smiley happy face, that emoticon can be inserted or created with keyboard strokes with :-)

Scott Fahlman - Father of the Smiley Face

Professor Scott Fahlman, a computer scientist at Carnegie Mellon University, used the first digital emoticon on the morning of the of September 19th, 1982. And it was a smiley face :-)

Fahlman posted it on a Carnegie Mellon computer bulletin board and he added a note that suggested students use the emoticon to indicate which of their posts were intended as jokes, or were not serious. Below is a copy of the original posting [slightly edited] _____ the Carnegie Mellon bulletin board source:

19-Sep-82 11:44 Scott E Fahlman :-) From: Scott E Fahlman Fahlman I propose that the following character sequence for joke markers :-) Read it sideways. Actually, it is probably more economical to mark things that are NOT jokes, given current trends. For this, use :-( _____his website, Scott Fahlman describes his motivation for the creation of the first emoticon:

This problem caused some of us to suggest (only half seriously) that maybe it would be a good idea to explicitly mark posts that were not to be taken seriously. After all, when using text-based online communication, we lack the body language or tone-of-voice cues that convey this information when we talk _____ person or _____ the phone. Various ―joke markers‖ were suggested, and in the midst of that discussion it occurred to me that the character sequence :-) would be an elegant solution – one that could be handled by the ASCII-based computer terminals of the day. So I suggested that. _____ the same post, I also suggested the use of :-( to indicate that a message was meant to be taken seriously, though that symbol quickly evolved into a marker for displeasure, frustration, or anger.

Today, many applications will include a menu of emoticons that can be automatically inserted. I have one _____ the keyboard of my Android phone for inserting into text messages. However, some applications do not have this feature. So here are a few of the common emoticons and the keyboard strokes for making them. The ones below should work with Facebook and Facebook Messenger. Both applications offer an emoticon menu.

• :) is a smile

• ;) is a wink

• :P is a tease or sticking your tongue out

• :O is surprised or a gasp

• :( is unhappy

• :'( is really sad or crying

• :D is a big smile

• :| is a flat expression for I feel nothing

• :X is for my lips are sealed

• O:) is for a happy face with a halo, meaning I'm

extra good and happy

What's the Difference Between an Emoticon and an Emoji?

Emoticon and an Emoji are almost the same. Emoji is a Japanese word that translates in English as "e" for "picture" and "moji" for "character." Emoji were first used as a set of emoticons that are programmed into a cell phone. They were provided by Japanese mobile companies as a bonus for their customers. You do not have to use several keyboard strokes to make an emoji since a standardized set of emoji are provided as a menu choice.

According to the Lure of Language blog: "Emojis were first invented by Shigetaka Kurita _____ the late nineties as a project for Docomo, the predominant mobile phone operator _____ Japan. Kurita created a complete set of 176 characters different from traditional emoticons that use standard keyboard characters (like Scott Fahlman’s ―smiley‖), each emoji was designed _____ a 12×12 pixel grid. In 2010, emojis were encoded in the Unicode Standard allowing them to have widespread use in new computer software and digital technology outside of Japan."

A New Way to Communicate

The happy face has been around seemingly forever. But the iconic symbol has experienced revolutionary resurgence thanks to web connected devices such as smartphones, laptops and tablet computers.

Complete the blanks on the text with the correct prepositions.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas