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- EscritórioMicrosoft OfficeExcelVersões do ExcelExcel 2016
- EscritórioMicrosoft OfficeExcelFórmulas e Funções do Excel
A imagem a seguir mostra uma planilha elaborada por meio do MS-Excel 2016, em sua configuração padrão, em que um agente de desenvolvimento infanto-juvenil preencheu a quantidade de atividades extrassala realizadas em algumas semanas, as semanas de 1 a 4, para apresentação para a Secretaria Municipal de Educação.
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◢ |
A |
B |
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1 |
Semana |
Atividades |
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2 |
1 |
3 |
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3 |
2 |
4 |
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4 |
3 |
2 |
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5 |
4 |
5 |
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6 |
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7 |
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8 |
Soma |
5 |
Na célula B8, o agente adicionou a fórmula _____________ para somar a quantidade de atividades da semana 1 e da semana 3, conforme os valores da imagem.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do enunciado.
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Usando o MS-Word 2016, em sua configuração padrão, um usuário criou um novo documento vazio, e executou as ações a seguir, na ordem especificada.
Digitou Parágrafo1.
Acionou Centralizar.
Apertou Enter.
Digitou Parágrafo2.
Acionou Alinhar à direita.
Apertou Enter.
Digitou Parágrafo3.
Apertou Enter.
Digitou Parágrafo4.
Apertou Enter.
Acionou Alinhar à Esquerda.
Após todas as ações especificadas, o número de parágrafos alinhados à direita é:
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- Sistemas OperacionaisWindowsVersões do WindowsWindows 10
- Sistemas OperacionaisWindowsFuncionalidades do WindowsGerenciamento de Arquivos e PastasWindows Explorer
Por meio do Explorador de Arquivos do MS-Windows 10, ambos em configuração padrão, um usuário acessou uma pasta local em seu computador contendo as pastas vistas na imagem a seguir.
| diretoria pais secretaria discentes docentes |
Na ordenação atual, a pasta diretoria é vista na posição 1 e a pasta docentes é vista na posição 5. Em seguida, o usuário alterou a ordenação para ser a indicada na imagem a seguir.
![]()
Então, a pasta vista na posição 5 passou a ser:
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Quatro amigos foram a um barzinho e pediram quatro porções de salgados. A tabela mostra algumas informações sobre o número de unidades de cada porção.
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Porção de salgado |
N° de unidades da porção |
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Coxinha |
8 |
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Pastel |
x |
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Bolinho de carne |
12 |
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Esfiha |
x – 2 |
Sabendo-se que, na média, cada amigo consumiu 9 unidades de salgados, a diferença entre o número de unidades da maior e da menor porção era
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Dois relógios, A e B, marcam exatamente 8 horas em uma segunda-feira. O relógio A atrasa 5 minutos a cada 8 horas, e o relógio B adianta 3 minutos a cada 10 horas. Se esses relógios não forem acertados, então, às 8h do sábado dessa mesma semana, a diferença entre a hora marcada pelo relógio B e a hora marcada pelo relógio A será de
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Em uma escola, a soma do número de alunos das turmas A e B, de uma mesma série, é 42. Após a transferência de 2 alunos da turma A para a Turma B, a turma A ficou com 2 alunos a mais do que o número de alunos da turma B. O número de alunos que ficaram na turma B, após as transferências, foi
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Leia o texto para responder às questões de números 04 a 09.
A criança está com raiva? Respire fundo
Todos os que já tiveram a oportunidade ou a responsabilidade de conviver com crianças sabem que as emoções que elas experimentam são bastante intensas. Quem já não testemunhou uma criança com raiva? É sempre bom lembrar que o motivo para desencadear a raiva pode ser, na visão do adulto, banal. Mas para a criança, nunca é.
Não faz muito tempo que o trabalho com as emoções das crianças tem sido considerado parte importante da formação delas, tanto para a família quanto para a escola. Expressões como “inteligência emocional” e “habilidades socioemocionais” já soam familiares a pais e educadores profissionais e até são consideradas prioridade nos tempos atuais.
O que acontece no momento em que a criança apresenta uma crise de birra, por exemplo? As emoções tomam conta dela a tal ponto que se descontrola globalmente. O que era emoção vai ao ato e se transforma em comportamento raivoso. Hoje, não é incomum observarmos isso em adultos, inclusive. Aí está: as emoções não precisam, necessariamente, se transformar em atos. Mas para que isso possa acontecer é preciso um aprendizado.
Uma criança bem pequena sente raiva do irmão que acabou de nascer e rouba o tempo da mãe, que antes era só dela; a reação foi a de tentar bater no bebê. A mãe, atenta, interveio antes que o ato ocorresse e disse à filha: “Você está com ciúme e raiva de seu irmão, mas não pode bater nele. Quando isso acontecer novamente, bate nesta almofada”.
Genial a reação dessa mãe, por dois motivos: primeiro, traduziu em palavras as emoções que a filha, de 2 anos, estava experimentando, o que colabora para o autoconhecimento; segundo, porque intuiu que nessa idade ainda é difícil conter uma reação comportamental, ou seja, controlar-se, por isso ela trocou o objeto para diminuir o risco de a filha tentar bater no bebê. Para ela, funcionou.
Em qualquer ação educativa, é preciso respeitar a criança e/ou o adolescente e agir de modo digno, justo e amoroso com os mais novos.
(Rosely Sayão. O Estado de S.Paulo, 30 de abril de 2023. Adaptado)
As formas verbais em destaque nas frases estão corretamente empregadas, de acordo com a norma-padrão, em:
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Leia o texto para responder às questões de números 04 a 09.
A criança está com raiva? Respire fundo
Todos os que já tiveram a oportunidade ou a responsabilidade de conviver com crianças sabem que as emoções que elas experimentam são bastante intensas. Quem já não testemunhou uma criança com raiva? É sempre bom lembrar que o motivo para desencadear a raiva pode ser, na visão do adulto, banal. Mas para a criança, nunca é.
Não faz muito tempo que o trabalho com as emoções das crianças tem sido considerado parte importante da formação delas, tanto para a família quanto para a escola. Expressões como “inteligência emocional” e “habilidades socioemocionais” já soam familiares a pais e educadores profissionais e até são consideradas prioridade nos tempos atuais.
O que acontece no momento em que a criança apresenta uma crise de birra, por exemplo? As emoções tomam conta dela a tal ponto que se descontrola globalmente. O que era emoção vai ao ato e se transforma em comportamento raivoso. Hoje, não é incomum observarmos isso em adultos, inclusive. Aí está: as emoções não precisam, necessariamente, se transformar em atos. Mas para que isso possa acontecer é preciso um aprendizado.
Uma criança bem pequena sente raiva do irmão que acabou de nascer e rouba o tempo da mãe, que antes era só dela; a reação foi a de tentar bater no bebê. A mãe, atenta, interveio antes que o ato ocorresse e disse à filha: “Você está com ciúme e raiva de seu irmão, mas não pode bater nele. Quando isso acontecer novamente, bate nesta almofada”.
Genial a reação dessa mãe, por dois motivos: primeiro, traduziu em palavras as emoções que a filha, de 2 anos, estava experimentando, o que colabora para o autoconhecimento; segundo, porque intuiu que nessa idade ainda é difícil conter uma reação comportamental, ou seja, controlar-se, por isso ela trocou o objeto para diminuir o risco de a filha tentar bater no bebê. Para ela, funcionou.
Em qualquer ação educativa, é preciso respeitar a criança e/ou o adolescente e agir de modo digno, justo e amoroso com os mais novos.
(Rosely Sayão. O Estado de S.Paulo, 30 de abril de 2023. Adaptado)
Observe as frases do 1º parágrafo:
• … as emoções que elas experimentam são bastante intensas.
• Todos os que já tiveram a oportunidade…
As palavras em destaque pertencem, correta e respectivamente, às mesmas classes gramaticais que as destacadas em:
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Leia o texto para responder às questões de números 04 a 09.
A criança está com raiva? Respire fundo
Todos os que já tiveram a oportunidade ou a responsabilidade de conviver com crianças sabem que as emoções que elas experimentam são bastante intensas. Quem já não testemunhou uma criança com raiva? É sempre bom lembrar que o motivo para desencadear a raiva pode ser, na visão do adulto, banal. Mas para a criança, nunca é.
Não faz muito tempo que o trabalho com as emoções das crianças tem sido considerado parte importante da formação delas, tanto para a família quanto para a escola. Expressões como “inteligência emocional” e “habilidades socioemocionais” já soam familiares a pais e educadores profissionais e até são consideradas prioridade nos tempos atuais.
O que acontece no momento em que a criança apresenta uma crise de birra, por exemplo? As emoções tomam conta dela a tal ponto que se descontrola globalmente. O que era emoção vai ao ato e se transforma em comportamento raivoso. Hoje, não é incomum observarmos isso em adultos, inclusive. Aí está: as emoções não precisam, necessariamente, se transformar em atos. Mas para que isso possa acontecer é preciso um aprendizado.
Uma criança bem pequena sente raiva do irmão que acabou de nascer e rouba o tempo da mãe, que antes era só dela; a reação foi a de tentar bater no bebê. A mãe, atenta, interveio antes que o ato ocorresse e disse à filha: “Você está com ciúme e raiva de seu irmão, mas não pode bater nele. Quando isso acontecer novamente, bate nesta almofada”.
Genial a reação dessa mãe, por dois motivos: primeiro, traduziu em palavras as emoções que a filha, de 2 anos, estava experimentando, o que colabora para o autoconhecimento; segundo, porque intuiu que nessa idade ainda é difícil conter uma reação comportamental, ou seja, controlar-se, por isso ela trocou o objeto para diminuir o risco de a filha tentar bater no bebê. Para ela, funcionou.
Em qualquer ação educativa, é preciso respeitar a criança e/ou o adolescente e agir de modo digno, justo e amoroso com os mais novos.
(Rosely Sayão. O Estado de S.Paulo, 30 de abril de 2023. Adaptado)
A expressão em destaque está substituída corretamente, nos parênteses, na alternativa:
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A criança está com raiva? Respire fundo
Todos os que já tiveram a oportunidade ou a responsabilidade de conviver com crianças sabem que as emoções que elas experimentam são bastante intensas. Quem já não testemunhou uma criança com raiva? É sempre bom lembrar que o motivo para desencadear a raiva pode ser, na visão do adulto, banal. Mas para a criança, nunca é.
Não faz muito tempo que o trabalho com as emoções das crianças tem sido considerado parte importante da formação delas, tanto para a família quanto para a escola. Expressões como “inteligência emocional” e “habilidades socioemocionais” já soam familiares a pais e educadores profissionais e até são consideradas prioridade nos tempos atuais.
O que acontece no momento em que a criança apresenta uma crise de birra, por exemplo? As emoções tomam conta dela a tal ponto que se descontrola globalmente. O que era emoção vai ao ato e se transforma em comportamento raivoso. Hoje, não é incomum observarmos isso em adultos, inclusive. Aí está: as emoções não precisam, necessariamente, se transformar em atos. Mas para que isso possa acontecer é preciso um aprendizado.
Uma criança bem pequena sente raiva do irmão que acabou de nascer e rouba o tempo da mãe, que antes era só dela; a reação foi a de tentar bater no bebê. A mãe, atenta, interveio antes que o ato ocorresse e disse à filha: “Você está com ciúme e raiva de seu irmão, mas não pode bater nele. Quando isso acontecer novamente, bate nesta almofada”.
Genial a reação dessa mãe, por dois motivos: primeiro, traduziu em palavras as emoções que a filha, de 2 anos, estava experimentando, o que colabora para o autoconhecimento; segundo, porque intuiu que nessa idade ainda é difícil conter uma reação comportamental, ou seja, controlar-se, por isso ela trocou o objeto para diminuir o risco de a filha tentar bater no bebê. Para ela, funcionou.
Em qualquer ação educativa, é preciso respeitar a criança e/ou o adolescente e agir de modo digno, justo e amoroso com os mais novos.
(Rosely Sayão. O Estado de S.Paulo, 30 de abril de 2023. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a frase apresenta a concordância de acordo com a norma-padrão.
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