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Adolescente de 14 anos é atendida com o relato de 2 semanas de evolução com dor no quadril e joelho direito. Não há comorbidades. Ao exame físico: regular estado geral; ela está acima do peso (95º percentil), com um índice de massa corporal de 26 kg/m2; nota-se diminuição da amplitude de movimento do quadril direito. Exames séricos são normais. A radiografia de quadril é mostrada a seguir.

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
O diagnóstico mais provável é:
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Homem de 55 anos é avaliado com queixa de tosse há cerca de 10 anos, que tem se tornado mais incômoda ultimamente. Refere tabagismo há 35 anos (70 anos-maço), mas parou há 2 anos. Ao exame físico: pressão arterial: 160 x 85 mmHg; pulso: 96 bpm; IMC: 34 kg/m2; cardiopulmonar: sem alteração relevante; extremidades sem edema. Oximetria de pulso com saturação de 93% em ar ambiente. Espirometria: VEF1/CVF (relação volume expiratório forçado em 1 segundo/capacidade vital forçada) após o tratamento com broncodilatador, é inferior a 70%.
O diagnóstico mais provável é:
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Mulher com 22 semanas de gestação é reavaliada em consulta de rotina. O nível de hemoglobina é de 10,8 g/dL. Com esses dados, é correto afirmar que
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Mulher de 74 anos apresenta-se no ambulatório para uma avaliação geral. Ela tem histórico de hipertrigliceridemia, hipertensão, bloqueio atrioventricular tipo 1 e pré-diabetes. O IMC é 26 kg/m2. Nessa paciente, apesar de vários fatores serem relevantes, assinale aquele risco modificável a ser abordado e que tem o maior impacto na redução do risco de acidente vascular cerebral.
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Criança do sexo masculino, 5 anos de idade, previamente hígida e sem comorbidades, apresenta quadro de cefaleia e febre intermitentes nas últimas 3-4 semanas. Ao exame físico, ele está febril (38,1 ºC) e nota-se rigidez de nuca. Glicemia: 92 mg/dL. Tomografia de crânio sem contraste: normal. A punção lombar é realizada com os seguintes achados: celularidade bastante elevada, sendo 95% de linfócitos e 5% de neutrófilos; hemácias: 14/mm3; proteína: 220 mg/dL; glicose: 25 mg/dL.
A principal hipótese diagnóstica é
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Homem de 47 anos apresentou dor torácica iniciada há 3 horas. Ele tem história de pericardite 2 anos antes, além de tabagismo (20 cigarros/dia por 25 anos). O ECG realizado é mostrado a seguir.

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Nesse paciente, o diagnóstico mais provável é
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Homem de 35 anos apresenta infecção pelo HIV recém- -diagnosticada por meio de exame de triagem. Ele não tem sintomas e não há comorbidades. O exame físico é normal. Exames séricos: hemoglobina: 13,8 g/dL; leucócitos: 8.800/mm3; plaquetas: 260.000/mm3; perfil hepático e função renal são normais; contagem de CD4: 820/mm3; carga viral de RNA: 14.800 cópias/mL. O paciente questiona acerca do uso de medicamentos e/ou drogas antivirais para o HIV.
Nesse momento, é correto afirmar:
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Com relação à hipertensão renovascular, é correto afirmar:
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Mulher de 22 anos é atendida com quadro de tontura e formigamento na boca e nas pontas dos dedos. A pressão arterial é 140 x 70 mmHg; pulso 110 bpm; frequência respiratória 32 ipm e temperatura 36,5 ºC. A gasometria arterial mostra: pH: 7,52; PaO2: 90 mmHg; SatO2: 97%; PaCO2: 25 mmHg; bicarbonato: 20 mEq/L.
O distúrbio ácido-base dessa paciente é
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Homem de 38 anos queixa-se de dor epigástrica há 4 meses, que ele descreve como incômoda, intermitente e em queimação. Fatores agravantes incluem a ingestão de café e frituras. Fatores de alívio temporário incluem: logo após se alimentar e uso de antiácidos orais. Ocasionalmente, ele acorda de madrugada com epigastralgia. Não há perda de peso, vômitos ou melena e ele nega etilismo e tabagismo. O exame abdominal apresenta desconforto epigástrico, sem peritonismo; o restante do exame físico é normal.
O diagnóstico mais provável nesse paciente é
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