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Foram encontradas 413 questões.

1913878 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: URCA
Orgão: Pref. Porteiras-CE
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Ainda de acordo com os PCNs, a produção oral pode acontecer nas mais diversas circunstâncias, dentro dos mais diversos projetos, EXCETO:

 

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1913877 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: URCA
Orgão: Pref. Porteiras-CE
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De acordo com os PCNs, a transversalidade em Língua Portuguesa pode ser abordada a partir de duas questões nucleares que são:

 

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1913876 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: URCA
Orgão: Pref. Porteiras-CE
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Enumere a segunda coluna pela primeira associando o sentido dos parônimos:

( 1 ) dispensa !$ \ \ !$ !$ \ \ \ \ \ \ !$ ( ) próximo

( 2 ) despensa!$ \ \ \ \ \ \ !$ ( ) concede

( 3 ) flui !$ \ \ !$ !$ \ \ \ \ \ !$ !$ \ \ \ \ \ \ !$ ( ) corre

( 4 ) frui!$ \ \ \ \ \ \ !$ !$ \ \ \ \ \ \ !$ ( ) líder

( 5 ) dirigente !$ \ \ \ \ \ \ !$ ( ) aplicado

( 6 ) diligente !$ \ \ \ \ \ \ !$ ( ) dispõe

( 7 ) eminente!$ \ \ \ \ \ \ !$ ( ) armazém

( 8 ) iminente !$ \ \ \ \ \ \ !$ ( ) elevado

( 9 ) defere !$ \ \ \ \ \ \ !$ ( ) aprova

( 10 ) difere!$ \ \ \ \ \ \ !$ ( ) discorda

 

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1913875 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: URCA
Orgão: Pref. Porteiras-CE
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Marque a alternativa que completa convenientemente os espaços do fragmento a seguir:

Não __________ conheço a ponto de compreender suas razões, mas aviso_______ de que não ________ perdoo por tamanha falta.

 

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1913874 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: URCA
Orgão: Pref. Porteiras-CE
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Marque V para verdadeiro e F para falso no que diz respeito à regência nominal, em seguida assinale a opção correta:

( ) Entre as pouquíssimas pessoas em quem tenho plena confiança está minha mãe;

( ) Entre as pouquíssimas pessoas de quem tenho plena confiança está minha mãe;

( ) Os livros aos quais o professor fez referência podem ser encontrados na estante de minha casa;

( ) Os livros dos quais o professor fez referência podem ser encontrados na estante de minha casa.

 

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1913873 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: URCA
Orgão: Pref. Porteiras-CE
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As palavras: ciente, misericordioso, ansioso, suspeito e paralelamente regem, respectivamente, as preposições:

 

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1913872 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: URCA
Orgão: Pref. Porteiras-CE
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Preencha corretamente (fazer; haver; existir) o fragmento, em seguida marque a opção correta:

Já _______ anos que José passa pelo processo de destruição; __________indícios de sua despersonalização, hoje __________ vários fatores que impossibilitam seu despertar.

 

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1913871 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: URCA
Orgão: Pref. Porteiras-CE
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TEXTO I

José

E agora, José?

A festa acabou,

a luz apagou,

o povo sumiu,

a noite esfriou,

e agora, José?

e agora, você?

Você que é sem nome,

que zomba dos outros,

você que faz versos,

que ama, protesta?

E agora, José?


Está sem mulher,

está sem discurso,

está sem carinho,

já não pode beber,

já não pode fumar,

cuspir já não pode,

a noite esfriou,

o dia não veio,

o bonde não veio,

o riso não veio,

não veio a utopia

e tudo acabou

e tudo fugiu

e tudo mofou,

e agora, José?


E agora, José?

Sua doce palavra,

seu instante de febre,

sua gula e jejum,

sua biblioteca,

sua lavra de ouro,

seu terno de vidro,

sua incoerência,

seu ódio - e agora?


Com a chave na mão

quer abrir a porta,

não existe porta;

quer morrer no mar,

mas o mar secou;

quer ir para Minas,

Minas não há mais.

José, e agora?


Se você gritasse,

se você gemesse,

se você tocasse

a valsa vienense,

se você dormisse,

se você cansasse,

se você morresse...

Mas você não morre,

você é duro, José!


Sozinho no escuro

qual bicho-do-mato,

sem teogonia,

sem parede nua

para se encostar,

sem cavalo preto

que fuja a galope,

você marcha, José!

José, para onde?

(Carlos Drummond de Andrade; Poesias -1942. Adap)

Os versos: se você gritasse / se você gemesse...Sobre a utilização das formas verbais acima, podemos dizer:

 

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1913870 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: URCA
Orgão: Pref. Porteiras-CE
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TEXTO I

José

E agora, José?

A festa acabou,

a luz apagou,

o povo sumiu,

a noite esfriou,

e agora, José?

e agora, você?

Você que é sem nome,

que zomba dos outros,

você que faz versos,

que ama, protesta?

E agora, José?


Está sem mulher,

está sem discurso,

está sem carinho,

já não pode beber,

já não pode fumar,

cuspir já não pode,

a noite esfriou,

o dia não veio,

o bonde não veio,

o riso não veio,

não veio a utopia

e tudo acabou

e tudo fugiu

e tudo mofou,

e agora, José?


E agora, José?

Sua doce palavra,

seu instante de febre,

sua gula e jejum,

sua biblioteca,

sua lavra de ouro,

seu terno de vidro,

sua incoerência,

seu ódio - e agora?


Com a chave na mão

quer abrir a porta,

não existe porta;

quer morrer no mar,

mas o mar secou;

quer ir para Minas,

Minas não há mais.

José, e agora?


Se você gritasse,

se você gemesse,

se você tocasse

a valsa vienense,

se você dormisse,

se você cansasse,

se você morresse...

Mas você não morre,

você é duro, José!


Sozinho no escuro

qual bicho-do-mato,

sem teogonia,

sem parede nua

para se encostar,

sem cavalo preto

que fuja a galope,

você marcha, José!

José, para onde?

(Carlos Drummond de Andrade; Poesias -1942. Adap)

Observe a oração a seguir, marque a alternativa que represente o sujeito do verbo em destaque:

Com a chave na mão

quer abrir a porta

 

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1913869 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: URCA
Orgão: Pref. Porteiras-CE
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TEXTO I

José

E agora, José?

A festa acabou,

a luz apagou,

o povo sumiu,

a noite esfriou,

e agora, José?

e agora, você?

Você que é sem nome,

que zomba dos outros,

você que faz versos,

que ama, protesta?

E agora, José?


Está sem mulher,

está sem discurso,

está sem carinho,

já não pode beber,

já não pode fumar,

cuspir já não pode,

a noite esfriou,

o dia não veio,

o bonde não veio,

o riso não veio,

não veio a utopia

e tudo acabou

e tudo fugiu

e tudo mofou,

e agora, José?


E agora, José?

Sua doce palavra,

seu instante de febre,

sua gula e jejum,

sua biblioteca,

sua lavra de ouro,

seu terno de vidro,

sua incoerência,

seu ódio - e agora?


Com a chave na mão

quer abrir a porta,

não existe porta;

quer morrer no mar,

mas o mar secou;

quer ir para Minas,

Minas não há mais.

José, e agora?


Se você gritasse,

se você gemesse,

se você tocasse

a valsa vienense,

se você dormisse,

se você cansasse,

se você morresse...

Mas você não morre,

você é duro, José!


Sozinho no escuro

qual bicho-do-mato,

sem teogonia,

sem parede nua

para se encostar,

sem cavalo preto

que fuja a galope,

você marcha, José!

José, para onde?

(Carlos Drummond de Andrade; Poesias -1942. Adap)

O termo em destaque no verso a seguir é classificado sintaticamente como:

José, e agora?

 

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