Foram encontradas 195 questões.
Uma central de atendimento ao cidadão
decidiu organizar o cronograma de entrega de senhas
diárias de forma crescente para testar a capacidade de
fluxo. No primeiro dia de implantação, foram realizados
150 atendimentos. A coordenação estabeleceu que, a cada
dia subsequente, seriam realizados 12 atendimentos a
mais do que no dia anterior, mantendo esse ritmo de
crescimento constante durante os 20 primeiros dias úteis
do mês.
Seguindo rigorosamente essa programação estabelecida, quantos atendimentos totais serão realizados especificamente no vigésimo dia do cronograma?
Seguindo rigorosamente essa programação estabelecida, quantos atendimentos totais serão realizados especificamente no vigésimo dia do cronograma?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Um departamento dispõe de uma equipe
composta por 10 servidores qualificados para realizar
vistorias externas de fiscalização. Para uma operação
específica em uma região periférica, a coordenação
precisa formar uma comissão de trabalho constituída por
exatamente 4 integrantes, sem que haja distinção de
cargos ou hierarquia entre os escolhidos dentro do grupo
de campo.
Diante disso, de quantas maneiras distintas a Administração pode organizar essa comissão de vistoria, levando em conta todos os servidores disponíveis para a escala de serviço semanal?
Diante disso, de quantas maneiras distintas a Administração pode organizar essa comissão de vistoria, levando em conta todos os servidores disponíveis para a escala de serviço semanal?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Um processo de seleção interna avaliou candidatos em três etapas distintas com pesos diferentes: Conhecimentos Técnicos (peso 5), Redação Oficial (peso 3) e
Análise de Títulos (peso 2). Um servidor obteve as seguintes notas em cada uma das etapas, respectivamente: 7,5;
8,0 e 6,5. A pontuação final para a classificação no programa de mobilidade é calculada pela media aritmética
ponderada dessas avaliações.
Diante disso, qual foi a nota final consolidada alcançada por esse servidor, considerando a distribuição dos pesos definida no regulamento do certame?
Diante disso, qual foi a nota final consolidada alcançada por esse servidor, considerando a distribuição dos pesos definida no regulamento do certame?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para o abastecimento de uma unidade
descentralizada, foi construído um reservatorio de água
em formato de cilindro circular reto. As medições internas
indicam que o diâmetro da base mede 6 metros e a altura
total do tanque é de'10 metros. A equipe de manutenção
precisa aplicar um produto químico que exige a dosagem
exata baseada na capacidade total do reservatório.
Considerando a constante pi igual a 3,14, determine qual é o volume total de armazenamento dessa estrutura, em metros cúbicos, sabendo que a carga deve estar completa para o tratamento.
Considerando a constante pi igual a 3,14, determine qual é o volume total de armazenamento dessa estrutura, em metros cúbicos, sabendo que a carga deve estar completa para o tratamento.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
4174383
Ano: 2026
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Presidente Lucena-RS
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Presidente Lucena-RS
Provas:
Um projeto de modernização tecnológica de
um setor administrativo prevê um investimento inicial para
a aquisição de novos servidores. O valor total foi
financiado para pagamento integral ao final de dois anos,
sob uma taxa de juros compostos de 10o/o ao ano. Sabe-se
que, devido a uma cláusula contratual de atualização
monetária, o montante final a ser quitado pela
Administração ao término do período de carência será
exatamente de R$ 145.200,00. Diante desse cenário
financeiro, qual Íoi o valor do capital inicialmente aportado
no projeto?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- SintaxeTermos Integrantes da Oração
- MorfologiaVerbosVozes Verbais
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Ferramentas de inteligência artificial em registros de
violência contra a mulher
A Polícia Civil começou a adotar, em todas as
delegacias do Estado, um serviço de digitalização e análise
por inteligência artificial (lA) com base no Formulário
Nacional de Avaliação de Risco (Fonar). O recurso permite
identificar sinais de perigo no ambiente doméstico, avaliar
a gravidade das situações e auxiliar a atuação policial com
mais rapidez na prevenção de novas agressões às
mulheres. A ferramenta foi lançada pelo Departamento de
Tecnologia da Informação Policial (DTIP).
Atualmente o Fonar é preenchido quando a vítima
registra ocorrência em uma delegacia física ou na Delegacia
Online (DOL). Na Polícia Civil gaúcha, o Fonar está
disponível no módulo Ocorrência do Sistema de Polícia
Judiciária (SPJ) e na DOL. No atendimento presencial, o
Fonar pode ser completado pelo policial civil diretamente
no SPJ (forma já difundida), ou preenchido de forma híbrida
(documento impresso e sistema). Impresso, o formulário
será respondido pela vítima à caneta. Depois, será
escaneado e, caso necessário, será complementado com as
respostas dos policiais diretamente no SPJ, com apoio de
inteligência artificial. A ferramenta atuará como recurso
interpretativo das respostas no processo de digitalização.
Como resultado, todas as respostas geradas no
contexto de violência doméstica e familiar no Estado serão
armazenadas de forma mais adequada e estruturada. Elas
irão compor ferramentas estatísticas, relatórios, mapas e
outros documentos, a fim de subsidiar decisões e políticas
públicas nos âmbitos estadual e nacional, de forma a
ampliar as ações da Secretaria da Segurança Pública,
oferecendo mais proteção às vítimas.
A digitalização do formulário auxiliará os policiais na
coleta e na análise de dados gerados durante o registro de
ocorrências. Compreender melhor os crimes relacionados
à Lei Maria da Penha permite identificar fatores de risco,
bem como apontar sua gravidade.
Para a diretora da Divisão de Sistemas do DTIP e da
DOL, o Fonar é um avanço estratégico na proteção de
mulheres no Brasil. A Polícia Civil vem aprimorando suas
atividades com tecnologia e, agora, concretiza a aplicação
da IA ao seu principal sistema, auxiliando a prestação do
serviço policial, fortalecendo a utilização de instrumentos
que qualificam as políticas públicas relacionadas à
proteção às mulheres. "A ferramenta vem trazer mais
proteção, prevenção e cuidado com as mulheres. A vítima
responde ao formulário no seu tempo e, com o novo
sistema, a análise, a interpretação e a estruturação dos
dados podem facilltar o atendimento, além de agilizar o
encaminhamento ao judiciário. A digitalização e a análise
fortalecem ainda o compartilhamento de informações e a
atuação integrada das forças de segurança", disse.
O documento é parte da Política Judiciária Nacional
de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres e das
políticas públicas implementadas pelo Conselho Nacional
do Ministério Público. Foi instituído em 2020 por uma
resolução que definiu a finalidade e as formas de aplicação
e destinação. É composto por questões objetivas e
subjetivas. Deve ser preferencialmente aplicado pela
Polícia Civil no registro da ocorrência ou, em sua
impossibilidade, pelo Ministério Público ou pelo Poder
Judiciário, por ocasião do primeiro atendimento à mulher
em situação de violência doméstica e familiar.
Apos a coleta dos dados, o formulário passa a
integrar inquéritos e procedimentos relacionados aos
crimes, subsidiando pedidos de Medidas Protetivas de
Urgência (MPU), medidas cautelares, bem como outros
encaminhamentos da rede de proteção para gestão
integrada dos riscos.
Adaptado de: https://estado.rs.gov.brlpolicia-civil-vai-usar-ferramenta-de-lntelígencia-a rtificial-em- reg istros-de-violencia-contra-a-mu lher-apartir-de-segunda-1 1.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Ferramentas de inteligência artificial em registros de
violência contra a mulher
A Polícia Civil começou a adotar, em todas as
delegacias do Estado, um serviço de digitalização e análise
por inteligência artificial (lA) com base no Formulário
Nacional de Avaliação de Risco (Fonar). O recurso permite
identificar sinais de perigo no ambiente doméstico, avaliar
a gravidade das situações e auxiliar a atuação policial com
mais rapidez na prevenção de novas agressões às
mulheres. A ferramenta foi lançada pelo Departamento de
Tecnologia da Informação Policial (DTIP).
Atualmente o Fonar é preenchido quando a vítima
registra ocorrência em uma delegacia física ou na Delegacia
Online (DOL). Na Polícia Civil gaúcha, o Fonar está
disponível no módulo Ocorrência do Sistema de Polícia
Judiciária (SPJ) e na DOL. No atendimento presencial, o
Fonar pode ser completado pelo policial civil diretamente
no SPJ (forma já difundida), ou preenchido de forma híbrida
(documento impresso e sistema). Impresso, o formulário
será respondido pela vítima à caneta. Depois, será
escaneado e, caso necessário, será complementado com as
respostas dos policiais diretamente no SPJ, com apoio de
inteligência artificial. A ferramenta atuará como recurso
interpretativo das respostas no processo de digitalização.
Como resultado, todas as respostas geradas no
contexto de violência doméstica e familiar no Estado serão
armazenadas de forma mais adequada e estruturada. Elas
irão compor ferramentas estatísticas, relatórios, mapas e
outros documentos, a fim de subsidiar decisões e políticas
públicas nos âmbitos estadual e nacional, de forma a
ampliar as ações da Secretaria da Segurança Pública,
oferecendo mais proteção às vítimas.
A digitalização do formulário auxiliará os policiais na
coleta e na análise de dados gerados durante o registro de
ocorrências. Compreender melhor os crimes relacionados
à Lei Maria da Penha permite identificar fatores de risco,
bem como apontar sua gravidade.
Para a diretora da Divisão de Sistemas do DTIP e da
DOL, o Fonar é um avanço estratégico na proteção de
mulheres no Brasil. A Polícia Civil vem aprimorando suas
atividades com tecnologia e, agora, concretiza a aplicação
da IA ao seu principal sistema, auxiliando a prestação do
serviço policial, fortalecendo a utilização de instrumentos
que qualificam as políticas públicas relacionadas à
proteção às mulheres. "A ferramenta vem trazer mais
proteção, prevenção e cuidado com as mulheres. A vítima
responde ao formulário no seu tempo e, com o novo
sistema, a análise, a interpretação e a estruturação dos
dados podem facilltar o atendimento, além de agilizar o
encaminhamento ao judiciário. A digitalização e a análise
fortalecem ainda o compartilhamento de informações e a
atuação integrada das forças de segurança", disse.
O documento é parte da Política Judiciária Nacional
de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres e das
políticas públicas implementadas pelo Conselho Nacional
do Ministério Público. Foi instituído em 2020 por uma
resolução que definiu a finalidade e as formas de aplicação
e destinação. É composto por questões objetivas e
subjetivas. Deve ser preferencialmente aplicado pela
Polícia Civil no registro da ocorrência ou, em sua
impossibilidade, pelo Ministério Público ou pelo Poder
Judiciário, por ocasião do primeiro atendimento à mulher
em situação de violência doméstica e familiar.
Apos a coleta dos dados, o formulário passa a
integrar inquéritos e procedimentos relacionados aos
crimes, subsidiando pedidos de Medidas Protetivas de
Urgência (MPU), medidas cautelares, bem como outros
encaminhamentos da rede de proteção para gestão
integrada dos riscos.
Adaptado de: https://estado.rs.gov.brlpolicia-civil-vai-usar-ferramenta-de-lntelígencia-a rtificial-em- reg istros-de-violencia-contra-a-mu lher-apartir-de-segunda-1 1.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Ferramentas de inteligência artificial em registros de
violência contra a mulher
A Polícia Civil começou a adotar, em todas as
delegacias do Estado, um serviço de digitalização e análise
por inteligência artificial (lA) com base no Formulário
Nacional de Avaliação de Risco (Fonar). O recurso permite
identificar sinais de perigo no ambiente doméstico, avaliar
a gravidade das situações e auxiliar a atuação policial com
mais rapidez na prevenção de novas agressões às
mulheres. A ferramenta foi lançada pelo Departamento de
Tecnologia da Informação Policial (DTIP).
Atualmente o Fonar é preenchido quando a vítima
registra ocorrência em uma delegacia física ou na Delegacia
Online (DOL). Na Polícia Civil gaúcha, o Fonar está
disponível no módulo Ocorrência do Sistema de Polícia
Judiciária (SPJ) e na DOL. No atendimento presencial, o
Fonar pode ser completado pelo policial civil diretamente
no SPJ (forma já difundida), ou preenchido de forma híbrida
(documento impresso e sistema). Impresso, o formulário
será respondido pela vítima à caneta. Depois, será
escaneado e, caso necessário, será complementado com as
respostas dos policiais diretamente no SPJ, com apoio de
inteligência artificial. A ferramenta atuará como recurso
interpretativo das respostas no processo de digitalização.
Como resultado, todas as respostas geradas no
contexto de violência doméstica e familiar no Estado serão
armazenadas de forma mais adequada e estruturada. Elas
irão compor ferramentas estatísticas, relatórios, mapas e
outros documentos, a fim de subsidiar decisões e políticas
públicas nos âmbitos estadual e nacional, de forma a
ampliar as ações da Secretaria da Segurança Pública,
oferecendo mais proteção às vítimas.
A digitalização do formulário auxiliará os policiais na
coleta e na análise de dados gerados durante o registro de
ocorrências. Compreender melhor os crimes relacionados
à Lei Maria da Penha permite identificar fatores de risco,
bem como apontar sua gravidade.
Para a diretora da Divisão de Sistemas do DTIP e da
DOL, o Fonar é um avanço estratégico na proteção de
mulheres no Brasil. A Polícia Civil vem aprimorando suas
atividades com tecnologia e, agora, concretiza a aplicação
da IA ao seu principal sistema, auxiliando a prestação do
serviço policial, fortalecendo a utilização de instrumentos
que qualificam as políticas públicas relacionadas à
proteção às mulheres. "A ferramenta vem trazer mais
proteção, prevenção e cuidado com as mulheres. A vítima
responde ao formulário no seu tempo e, com o novo
sistema, a análise, a interpretação e a estruturação dos
dados podem facilltar o atendimento, além de agilizar o
encaminhamento ao judiciário. A digitalização e a análise
fortalecem ainda o compartilhamento de informações e a
atuação integrada das forças de segurança", disse.
O documento é parte da Política Judiciária Nacional
de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres e das
políticas públicas implementadas pelo Conselho Nacional
do Ministério Público. Foi instituído em 2020 por uma
resolução que definiu a finalidade e as formas de aplicação
e destinação. É composto por questões objetivas e
subjetivas. Deve ser preferencialmente aplicado pela
Polícia Civil no registro da ocorrência ou, em sua
impossibilidade, pelo Ministério Público ou pelo Poder
Judiciário, por ocasião do primeiro atendimento à mulher
em situação de violência doméstica e familiar.
Apos a coleta dos dados, o formulário passa a
integrar inquéritos e procedimentos relacionados aos
crimes, subsidiando pedidos de Medidas Protetivas de
Urgência (MPU), medidas cautelares, bem como outros
encaminhamentos da rede de proteção para gestão
integrada dos riscos.
Adaptado de: https://estado.rs.gov.brlpolicia-civil-vai-usar-ferramenta-de-lntelígencia-a rtificial-em- reg istros-de-violencia-contra-a-mu lher-apartir-de-segunda-1 1.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Ferramentas de inteligência artificial em registros de
violência contra a mulher
A Polícia Civil começou a adotar, em todas as
delegacias do Estado, um serviço de digitalização e análise
por inteligência artificial (lA) com base no Formulário
Nacional de Avaliação de Risco (Fonar). O recurso permite
identificar sinais de perigo no ambiente doméstico, avaliar
a gravidade das situações e auxiliar a atuação policial com
mais rapidez na prevenção de novas agressões às
mulheres. A ferramenta foi lançada pelo Departamento de
Tecnologia da Informação Policial (DTIP).
Atualmente o Fonar é preenchido quando a vítima
registra ocorrência em uma delegacia física ou na Delegacia
Online (DOL). Na Polícia Civil gaúcha, o Fonar está
disponível no módulo Ocorrência do Sistema de Polícia
Judiciária (SPJ) e na DOL. No atendimento presencial, o
Fonar pode ser completado pelo policial civil diretamente
no SPJ (forma já difundida), ou preenchido de forma híbrida
(documento impresso e sistema). Impresso, o formulário
será respondido pela vítima à caneta. Depois, será
escaneado e, caso necessário, será complementado com as
respostas dos policiais diretamente no SPJ, com apoio de
inteligência artificial. A ferramenta atuará como recurso
interpretativo das respostas no processo de digitalização.
Como resultado, todas as respostas geradas no
contexto de violência doméstica e familiar no Estado serão
armazenadas de forma mais adequada e estruturada. Elas
irão compor ferramentas estatísticas, relatórios, mapas e
outros documentos, a fim de subsidiar decisões e políticas
públicas nos âmbitos estadual e nacional, de forma a
ampliar as ações da Secretaria da Segurança Pública,
oferecendo mais proteção às vítimas.
A digitalização do formulário auxiliará os policiais na
coleta e na análise de dados gerados durante o registro de
ocorrências. Compreender melhor os crimes relacionados
à Lei Maria da Penha permite identificar fatores de risco,
bem como apontar sua gravidade.
Para a diretora da Divisão de Sistemas do DTIP e da
DOL, o Fonar é um avanço estratégico na proteção de
mulheres no Brasil. A Polícia Civil vem aprimorando suas
atividades com tecnologia e, agora, concretiza a aplicação
da IA ao seu principal sistema, auxiliando a prestação do
serviço policial, fortalecendo a utilização de instrumentos
que qualificam as políticas públicas relacionadas à
proteção às mulheres. "A ferramenta vem trazer mais
proteção, prevenção e cuidado com as mulheres. A vítima
responde ao formulário no seu tempo e, com o novo
sistema, a análise, a interpretação e a estruturação dos
dados podem facilltar o atendimento, além de agilizar o
encaminhamento ao judiciário. A digitalização e a análise
fortalecem ainda o compartilhamento de informações e a
atuação integrada das forças de segurança", disse.
O documento é parte da Política Judiciária Nacional
de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres e das
políticas públicas implementadas pelo Conselho Nacional
do Ministério Público. Foi instituído em 2020 por uma
resolução que definiu a finalidade e as formas de aplicação
e destinação. É composto por questões objetivas e
subjetivas. Deve ser preferencialmente aplicado pela
Polícia Civil no registro da ocorrência ou, em sua
impossibilidade, pelo Ministério Público ou pelo Poder
Judiciário, por ocasião do primeiro atendimento à mulher
em situação de violência doméstica e familiar.
Apos a coleta dos dados, o formulário passa a
integrar inquéritos e procedimentos relacionados aos
crimes, subsidiando pedidos de Medidas Protetivas de
Urgência (MPU), medidas cautelares, bem como outros
encaminhamentos da rede de proteção para gestão
integrada dos riscos.
Adaptado de: https://estado.rs.gov.brlpolicia-civil-vai-usar-ferramenta-de-lntelígencia-a rtificial-em- reg istros-de-violencia-contra-a-mu lher-apartir-de-segunda-1 1.
I. A tese central do texto é que a tecnologia qualifica a atuação policial ao transformar dados subjetivos e físicos em informações estruturadas e estatísticas.
II. O parágrafo final reforça que a coleta de dados visa permitir que a rede de proteção atue de forma coordenada, utilizando as informações para o gerenciamento conjunto dos riscos identificados.
III. O texto classifica-se como predominantemente injuntivo, uma vez que sua finalidade principal é prescrever normas de conduta e passos rígidos que as vítimas devem seguir para evitar agressôes.
Está CORRETO o que se afírma em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.
Ferramentas de inteligência artificial em registros de
violência contra a mulher
A Polícia Civil começou a adotar, em todas as
delegacias do Estado, um serviço de digitalização e análise
por inteligência artificial (lA) com base no Formulário
Nacional de Avaliação de Risco (Fonar). O recurso permite
identificar sinais de perigo no ambiente doméstico, avaliar
a gravidade das situações e auxiliar a atuação policial com
mais rapidez na prevenção de novas agressões às
mulheres. A ferramenta foi lançada pelo Departamento de
Tecnologia da Informação Policial (DTIP).
Atualmente o Fonar é preenchido quando a vítima
registra ocorrência em uma delegacia física ou na Delegacia
Online (DOL). Na Polícia Civil gaúcha, o Fonar está
disponível no módulo Ocorrência do Sistema de Polícia
Judiciária (SPJ) e na DOL. No atendimento presencial, o
Fonar pode ser completado pelo policial civil diretamente
no SPJ (forma já difundida), ou preenchido de forma híbrida
(documento impresso e sistema). Impresso, o formulário
será respondido pela vítima à caneta. Depois, será
escaneado e, caso necessário, será complementado com as
respostas dos policiais diretamente no SPJ, com apoio de
inteligência artificial. A ferramenta atuará como recurso
interpretativo das respostas no processo de digitalização.
Como resultado, todas as respostas geradas no
contexto de violência doméstica e familiar no Estado serão
armazenadas de forma mais adequada e estruturada. Elas
irão compor ferramentas estatísticas, relatórios, mapas e
outros documentos, a fim de subsidiar decisões e políticas
públicas nos âmbitos estadual e nacional, de forma a
ampliar as ações da Secretaria da Segurança Pública,
oferecendo mais proteção às vítimas.
A digitalização do formulário auxiliará os policiais na
coleta e na análise de dados gerados durante o registro de
ocorrências. Compreender melhor os crimes relacionados
à Lei Maria da Penha permite identificar fatores de risco,
bem como apontar sua gravidade.
Para a diretora da Divisão de Sistemas do DTIP e da
DOL, o Fonar é um avanço estratégico na proteção de
mulheres no Brasil. A Polícia Civil vem aprimorando suas
atividades com tecnologia e, agora, concretiza a aplicação
da IA ao seu principal sistema, auxiliando a prestação do
serviço policial, fortalecendo a utilização de instrumentos
que qualificam as políticas públicas relacionadas à
proteção às mulheres. "A ferramenta vem trazer mais
proteção, prevenção e cuidado com as mulheres. A vítima
responde ao formulário no seu tempo e, com o novo
sistema, a análise, a interpretação e a estruturação dos
dados podem facilltar o atendimento, além de agilizar o
encaminhamento ao judiciário. A digitalização e a análise
fortalecem ainda o compartilhamento de informações e a
atuação integrada das forças de segurança", disse.
O documento é parte da Política Judiciária Nacional
de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres e das
políticas públicas implementadas pelo Conselho Nacional
do Ministério Público. Foi instituído em 2020 por uma
resolução que definiu a finalidade e as formas de aplicação
e destinação. É composto por questões objetivas e
subjetivas. Deve ser preferencialmente aplicado pela
Polícia Civil no registro da ocorrência ou, em sua
impossibilidade, pelo Ministério Público ou pelo Poder
Judiciário, por ocasião do primeiro atendimento à mulher
em situação de violência doméstica e familiar.
Apos a coleta dos dados, o formulário passa a
integrar inquéritos e procedimentos relacionados aos
crimes, subsidiando pedidos de Medidas Protetivas de
Urgência (MPU), medidas cautelares, bem como outros
encaminhamentos da rede de proteção para gestão
integrada dos riscos.
Adaptado de: https://estado.rs.gov.brlpolicia-civil-vai-usar-ferramenta-de-lntelígencia-a rtificial-em- reg istros-de-violencia-contra-a-mu lher-apartir-de-segunda-1 1.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container