Magna Concursos

Foram encontradas 305 questões.

771313 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Rio das Antas-SC
Provas:
Considere os processos de formação de palavras e assinale a alternativa correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
771310 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Rio das Antas-SC
Provas:
Assinale a alternativa correta sobre análise linguística e o ensino da língua materna.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
771309 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Rio das Antas-SC
Provas:

As frases abaixo são períodos extraídos de supostos textos de redação escolar. Analise-as do ponto de vista da ortografia, sintaxe e tessitura textual.

I. A polícia interviu a tempo de evitar o desastre porém, não identificou os meliantes por causa da pouca luminosidade das lâmpadas florescentes.

II. Não conseguiu realizar o projeto porisso começou a degladiar entre si os dois homens.

III. Ele avisou o colega que poderão ainda haver novas intervenções naquela comunidade.

IV. Todos tem demonstrado que estão bastante afim de manifestar à Vossa Senhoria o desejo de melhorar.

Avalie a veracidade das afirmativas feitas sobre as frases.

1. Em I, ocorre os seguintes problemas: uso equivocado de verbo, de vírgula e impropriedade vocabular.

2. Em II, há apenas uma impropriedade vocabular.

3. Em III e IV, ocorrem problemas com concordância verbal.

4. Em III, há problema de regência verbal. Uma possível correção seria: …avisou ao colega de que poderão ainda…

5. Em IV, dentre os problemas estão: impropriedade vocabular e desvio no uso do acento indicador de crase.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
771308 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Rio das Antas-SC
Provas:
Assinale a alternativa correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto.
Por que suamos ao sentir calor?
Para refrescar o organismo. Quando o corpo sente calor durante ou depois de alguma atividade física, ou quando estamos com febre, pequenas glândulas na pele produzem o suor. Ele é um líquido levemente salgado, composto por 99% de água. Essa água evapora e ajuda a absorver o calor da pele, deixando o corpo mais fresco. Mas se o lugar é quente e úmido, a água não evapora e o suor acaba não refrescando.
Marcelo Duarte. O guia dos curiosos
Avalie a veracidade das afirmativas abaixo com base no texto.
1. Podemos afirmar que a primeira linha do texto já responde à pergunta do título. As explicações subsequentes aprofundam a resposta dada. 2. A resposta dada à pergunta do texto é uma oração subordinada adverbial final reduzida de infinitivo. 3. No segundo período, o termo sublinhado é o sujeito da oração principal. 4. O último período do texto apresenta uma ideia em adição ao que foi exposto anteriormente e esse sentido, coerentemente, foi introduzido pela conjunção adversativa “mas”. 5. A expressão “durante ou depois de alguma atividade física” é um complemento da palavra “calor”, por isso é um complemento nominal.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
771306 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Rio das Antas-SC
Provas:
Assinale a alternativa que apresenta a análise estilística correta colocada entre parênteses.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
771305 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Rio das Antas-SC

Leia o texto.

O dono da bola


O nosso time estava cheio de amigos. O que nós não tínhamos era a bola de futebol. Só bola de meia, mas não é a mesma coisa.
Bom mesmo é bola de couro, como a do Caloca.
Mas, toda vez que nós íamos jogar com Caloca, acontecia a mesma coisa. E era só o juiz marcar qualquer falta do Caloca que ele gritava logo:
— Assim eu não jogo mais! Dá aqui a minha bola!
— Ah, Caloca, não vá embora, tenha espírito esportivo, jogo é jogo…
— Espírito esportivo, nada! — berrava Caloca. — E não me chame de Caloca, meu nome é Carlos Alberto!
E assim, Carlos Alberto acabava com tudo que era jogo.
A coisa começou a complicar mesmo, quando resolvemos entrar no campeonato do nosso bairro. Nós precisávamos treinar com bola de verdade para não estranhar na hora do jogo.
Mas os treinos nunca chegavam ao fim. Carlos Alberto estava sempre procurando encrenca:
— Se o Beto jogar de centroavante, eu não jogo!
— Se eu não for o capitão do time, vou embora!
— Se o treino for muito cedo, eu não trago a bola!
E quando não se fazia o que ele queria, já sabe, levava a bola embora e adeus, treino.
Catapimba, que era o secretário do clube, resolveu fazer uma reunião:
— Esta reunião é para resolver o caso do Carlos Alberto. Cada vez que ele se zanga, carrega a bola e acaba com o treino.

Carlos Alberto pulou vermelhinho de raiva:

— A bola é minha, eu carrego quantas vezes eu quiser!

— Pois é isso mesmo! — disse o Beto, zangado. — É por isso que nós não vamos ganhar campeonato nenhum!

— Pois, azar de vocês, eu não jogo mais nessa droga de time, que nem bola tem.

E Caloca saiu pisando duro, com a bola debaixo do braço.

Aí, Carlos Alberto resolveu jogar bola sozinho. Nós passávamos pela casa dele e víamos. Ele batia bola com a parede. Acho que a parede era o único amigo que ele tinha. Mas eu acho que jogar com a parede não deve ser muito divertido.

Porque, depois de três dias, o Carlos Alberto não aguentou mais. Apareceu lá no campinho.

— Se vocês me deixarem jogar, eu empresto a minha bola.

Carlos Alberto estava outro. Jogava direitinho e não criava caso com ninguém.

E, quando nós ganhamos o jogo final do campeonato, todo mundo se abraçou gritando:

— Viva o Estrela-d’Alva Futebol Clube!

— Viva!

— Viva o Catapimba!

— Viva!

— Viva o Carlos Alberto!

— Viva!

Então o Carlos Alberto gritou:

— Ei, pessoal, não me chamem de Carlos Alberto! Podem me chamar de Caloca!

Ruth Rocha

Observe as frases retiradas do texto.

— Se o Beto jogar de centroavante, eu não jogo!

— Se eu não for o capitão do time, vou embora!

— Se o treino for muito cedo, eu não trago a bola!

Sobre elas, avalie a veracidade das afirmativas abaixo.

1. Todas são períodos compostos e a oração principal é a segunda.

2. A 3a frase muda de sentido se for escrita da seguinte forma: “Eu não trago a bola se o treino for muito cedo”.

3. Em “vou embora”, a palavra sublinhada é objeto do verbo ir (vou).

4. As palavras sublinhadas são adjuntos adnominais e concordam com a palavra a que se referem.

5. A expressão “a bola” na última frase do texto completa o sentido do verbo trazer, é, pois, um objeto direto.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia o texto.

Dança da chuva

Você acredita na dança da chuva? Em 1998, o estado de Roraima teve quase ¼ de seu território queimado por causa de uma seca que já durava três meses. Depois de frustradas tentativa de apagar o fogo, o governo decidiu recorrer à crendice popular. Dois índios caipós, Kucrit e Mantii, foram levados do Mato Grosso até Boa Vista para executar a dança da chuva. As passagens e o hotel foram pagos pela Funai. Os pajés dançaram durante quarenta minutos, às margens do rio Curupira, pedindo chuva ao espírito de um antepassado. Para surpresa geral, a chuva veio e apagou a maior parte dos focos de incêndio.

Marcelo Duarte. O guia dos curiosos.

Assinale a alternativa correta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
771301 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Rio das Antas-SC

Leia o texto.

O dono da bola


O nosso time estava cheio de amigos. O que nós não tínhamos era a bola de futebol. Só bola de meia, mas não é a mesma coisa.
Bom mesmo é bola de couro, como a do Caloca.
Mas, toda vez que nós íamos jogar com Caloca, acontecia a mesma coisa. E era só o juiz marcar qualquer falta do Caloca que ele gritava logo:
— Assim eu não jogo mais! Dá aqui a minha bola!
— Ah, Caloca, não vá embora, tenha espírito esportivo, jogo é jogo…
— Espírito esportivo, nada! — berrava Caloca. — E não me chame de Caloca, meu nome é Carlos Alberto!
E assim, Carlos Alberto acabava com tudo que era jogo.
A coisa começou a complicar mesmo, quando resolvemos entrar no campeonato do nosso bairro. Nós precisávamos treinar com bola de verdade para não estranhar na hora do jogo.
Mas os treinos nunca chegavam ao fim. Carlos Alberto estava sempre procurando encrenca:
— Se o Beto jogar de centroavante, eu não jogo!
— Se eu não for o capitão do time, vou embora!
— Se o treino for muito cedo, eu não trago a bola!
E quando não se fazia o que ele queria, já sabe, levava a bola embora e adeus, treino.
Catapimba, que era o secretário do clube, resolveu fazer uma reunião:
— Esta reunião é para resolver o caso do Carlos Alberto. Cada vez que ele se zanga, carrega a bola e acaba com o treino.

Carlos Alberto pulou vermelhinho de raiva:

— A bola é minha, eu carrego quantas vezes eu quiser!

— Pois é isso mesmo! — disse o Beto, zangado. — É por isso que nós não vamos ganhar campeonato nenhum!

— Pois, azar de vocês, eu não jogo mais nessa droga de time, que nem bola tem.

E Caloca saiu pisando duro, com a bola debaixo do braço.

Aí, Carlos Alberto resolveu jogar bola sozinho. Nós passávamos pela casa dele e víamos. Ele batia bola com a parede. Acho que a parede era o único amigo que ele tinha. Mas eu acho que jogar com a parede não deve ser muito divertido.

Porque, depois de três dias, o Carlos Alberto não aguentou mais. Apareceu lá no campinho.

— Se vocês me deixarem jogar, eu empresto a minha bola.

Carlos Alberto estava outro. Jogava direitinho e não criava caso com ninguém.

E, quando nós ganhamos o jogo final do campeonato, todo mundo se abraçou gritando:

— Viva o Estrela-d’Alva Futebol Clube!

— Viva!

— Viva o Catapimba!

— Viva!

— Viva o Carlos Alberto!

— Viva!

Então o Carlos Alberto gritou:

— Ei, pessoal, não me chamem de Carlos Alberto! Podem me chamar de Caloca!

Ruth Rocha

Observe a frase retirada do texto:

“A coisa começou a complicar mesmo, quando resolvemos entrar no campeonato do nosso bairro.”

Sobre ela, assinale a alternativa verdadeira.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Analise as afirmativas abaixo:
1. Na frase: “Ele foi, logo eu fiquei”, se colocarmos a vírgula depois da palavra “logo”, a frase mudará de sentido. 2. Solecismo é um vício de linguagem e esse vício está presente em: “Chegou ao final, naquele campeonato mundial, seleções que não estavam bem cotadas pela análise técnica. 3. Está de acordo com a norma culta a seguinte frase: “Hão de haver ainda outros campeonatos mundiais e o Brasil conseguirá a vitória”. 4. Na frase “Tua vida são essas ilusões”, a concordância verbal está correta. 5. Observe as frases: “Deverá fazer invernos rigorosos” e “Farão invernos rigorosos”. É possível afirmar que as duas frases se equivalem e ambas estão escritas corretamente quando à concordância.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas