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Uma lata de refrigerante tem 200 ml e utiliza 100 g de açúcar na sua composição. Suponha que este mesmo refrigerante será comercializado agora com 250 ml, mas manterá a quantidade de açúcar constante (100 g). Qual a variação percentual na quantidade de açúcar por litro da bebida?
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Um ciclista colocou um conta-giros no pneu da sua bicicleta. Este dispositivo conta o número de giros que o pneu dá ao longo do trajeto. Num determinado passeio, o conta-giros marcou 10.000 giros. Qual a distância total percorrida pelo ciclista sabendo que o diâmetro do pneu tem 70 cm? Considere \( \pi \) ≈ 3.
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Uma fábrica de chocolate utiliza, em média, 8 quilos de cacau por dia para produzir chocolate. Se a fábrica opera durante 7 dias por semana, quantos quilos de cacau serão utilizados em 4 semanas?
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Em uma cidade, o preço do etanol subiu 8%. Se o preço anterior era R$ 3,00 por litro, qual será o novo preço do etanol?
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Um restaurante oferece diferentes pratos em seu menu. Durante um mês, um cliente comeu 10 pratos de massa, 5 pratos de peixe e 3 pratos de carne. Cada prato de massa custa R$20, cada prato de peixe custa R$25 e cada prato de carne custa R$30. Quanto o cliente gastou no total?
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Pedro e Ana têm idades que somam 45 anos. A idade de Pedro é o dobro da idade de Ana. Quantos anos cada um deles tem?
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Joana tem R$200. Ela quer economizar para comprar um presente que custa R$350. Ela economiza R$25 por semana. Quantas semanas faltam para Joana juntar dinheiro suficiente para comprar o presente?
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Luiz, Lucas e Marcos são estudantes e dividem um apartamento. No quarto de Luiz há um chuveiro elétrico e no quarto de Lucas há um ar-condicionado. Para tentar dividir a conta de energia de maneira mais justa, eles decidiram que Lucas pagaria 2/5 da conta de energia, Luiz pagaria 35% e Marcos pagaria o restante. Em um dado mês a conta de energia foi R$ 240,00. Quanto Marcos pagou a menos nesta nova forma de divisão se comparado com a divisão anterior, onde a conta era igualmente dividida entre os três?
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Patrícia vai fazer uma receita de chocolate. Ela utiliza barras de chocolate do tipo A e B. A barra do tipo A tem como ingredientes 40% de cacau e o restante de açúcar e a do tipo B contém 60% de cacau e o restante de açúcar. Sabendo-se que os chocolates do tipo A e B são vendidos em barras de 80g e 60g respectivamente, se Patrícia misturar uma barra de cada tipo, qual a porcentagem aproximada de cacau da mistura?
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Caso de divórcio (I)
O divórcio é necessário. Todos conhecem dezenas de casos que convenceriam até um arcebispo. Eu mesmo conheço meia dúzia. Vou contar uns três ou quatro. O nome dele é Morgadinho. Baixo, retaco, careca precoce. Você conhece o tipo. No carnaval se fantasia de legionário romano e no futebol de praia dá pau que não é fácil. Frequenta o clube e foi lá que conheceu sua mulher, mais alta do que ele, morena, linda, as unhas do pé pintadas de roxo. Na noite de núpcias, ele lhe declarou.
― Se você algum dia me enganar, eu te esgoelo.
― Ora, Morgadinho…
Ela se chama Fátima Araci. Ou é Mara Sirlei? Não, Fátima Araci. Não é que ela não goste do Morgadinho, é que nunca prestou muita atenção no marido. Na cerimônia do casamento já dava para notar. O olhar dela passava dois centímetros acima da careca do Morgadinho. Ela estava maravilhada com o próprio casamento e o Morgadinho era um simples acessório daquele dia inesquecível. Como um castiçal ou um coroinha. No álbum de fotografias do casamento que ela guardou junto com a grinalda, há esta constatação terrível: o Morgadinho não aparece. Aparece o coroinha mas não aparece o Morgadinho. Um ou dois meses depois do casamento, o Morgadinho sugeriu que ela lhe desse um apelido. Um nome secreto, carinhoso, para ser usado na intimidade, algo que os unisse ainda mais, sei lá. Ela prometeu que ia pensar no assunto. O Morgadinho insistiu.
― Eu te chamo de Fafá e você me chama de qualquer coisa.
― Vamos ver.
Uma semana depois, Morgadinho voltou ao assunto.
― Já pensaste num apelido para mim, Fafá?
― Ainda não.
Três semanas depois, ele mesmo deu um palpite.
― Quem sabe Momo?
― Não.
― Gagá? Fofura? ― Tomou coragem e, rindo meio sem jeito, arriscou:
― Tigre?
Ela nem riu. Pediu que ele tivesse paciência. Estava lendo o Sétimo Céu. Tinha tempo. O Morgadinho não desistiu. Às vezes, chegava em casa com uma novidade.
― Que tal este: “Barrilzinho”?
― Não gosto.
Outra vez, os dois estavam passando por um quintal e ouviram uma criança chamando um cachorro.
― Pitoco. Vem, Pitoco.
Morgadinho virou-se para a mulher, cheio de esperança, mas ela fez que não com a cabeça. Finalmente (passava um ano do casamento e nada de apelido), Morgadinho perdeu a paciência. Estavam os dois na cama. Ela pintava as unhas do pé.
― Você não me ama.
― Ora, Morgadinho…
― Até hoje não pensou num apelido para mim.
― Está bem, sabe o que tu és? Um xaropão. Taí teu apelido. Xaropão.
O Morgadinho já tinha enfrentado várias levas de policiais a tapa. Uma vez desmontara um bar depois de um mal-entendido e saíra para a rua dando cadeiradas em meio mundo. Homens, mulheres e crianças. Mas naquela noite virou-se para o lado e chorou no travesseiro. Aí a mulher, com cuidado para não estragar o esmalte, chegou perto do seu ouvido e disse, rindo:
― Xaropãozinho… ― Rindo. Rindo!
Luís Fernando Verissimo. Ed Mort – todas as histórias. 1ª Ed. São Paulo: Objetiva, 2011.
Considere as seguintes sentenças, retiradas do texto:
I. “Todos conhecem dezenas de casos que convenceriam até um arcebispo.”
II. “Na noite de núpcias, ele lhe declarou.”
III. “Taí teu apelido. Xaropão.”
As sentenças dadas apresentam diferentes tipos de pronomes. Ocorre pronome indefinido apenas em:
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