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3879500
Ano: 2025
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Santa Helena-SC
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Santa Helena-SC
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De acordo com a Lei Orgânica de Santa Helena/SC, qual
dos direitos a seguir é garantido aos servidores
municipais?
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Em 2025, o Brasil anunciou a produção em larga escala
de uma vacina 100% nacional contra a dengue, com
previsão de distribuição a partir de 2026. Qual é a
principal característica dessa vacina?
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3879498
Ano: 2025
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Santa Helena-SC
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Santa Helena-SC
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Leia as afirmativas a seguir, com base na Lei Orgânica
de Santa Helena/SC, sobre servidores públicos e
exercício de mandato eletivo e as classifique como
verdadeiras (V) ou falsas (F).
(_)O servidor público investido no mandato de Prefeito será afastado do cargo e poderá optar pela sua remuneração.
(_)O servidor investido em mandato eletivo estadual mantém automaticamente todas as vantagens do cargo sem necessidade de afastamento.
(_)Investido no mandato de Vereador, havendo compatibilidade de horários, o servidor poderá perceber as vantagens dos dois cargos.
(_)O tempo de afastamento do servidor para exercício de mandato eletivo não é contado para fins previdenciários.
De acordo com a classificação, a sequência correta, de cima para baixo, é:
(_)O servidor público investido no mandato de Prefeito será afastado do cargo e poderá optar pela sua remuneração.
(_)O servidor investido em mandato eletivo estadual mantém automaticamente todas as vantagens do cargo sem necessidade de afastamento.
(_)Investido no mandato de Vereador, havendo compatibilidade de horários, o servidor poderá perceber as vantagens dos dois cargos.
(_)O tempo de afastamento do servidor para exercício de mandato eletivo não é contado para fins previdenciários.
De acordo com a classificação, a sequência correta, de cima para baixo, é:
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A colonização de Santa Catarina no século XIX foi
marcada por políticas públicas de incentivo à imigração
europeia. Qual foi um dos objetivos estratégicos do
Império do Brasil ao promover esse processo
colonizatório no território catarinense?
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O Brasil possui uma vasta diversidade de biomas, cada
um com características ambientais, climáticas e
ecológicas específicas. Considerando o bioma Cerrado,
qual das afirmações abaixo é correta sobre sua
importância ecológica?
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Considere as palavras extraídas a seguir com a sua
respectiva justificativa de acentuação gráfica e assinale
aquela que possui uma análise INCORRETA.
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Qual a maior compulsão?
As mulheres sempre tiveram mais de um sapato, uma
porção de pares, para revezar o máximo possível com as
suas roupas. Trata-se de uma variedade incrível para
lidar com cada estilo e ocasião.
É a síndrome mansa de Imelda Marcos dentro de cada
uma delas — Imelda é mãe do presidente das Filipinas,
ex-primeira-dama, que se vangloria de possuir mais de
3.000 pares de sapatos em 95 anos de existência.
Mulher costuma ser uma centopeia. A minha esposa
acumula cerca de 200 pares de calçados. Jamais contei
um por um, porque desejo me manter casado.
Beatriz sofre para se desfazer de um modelo único e
insubstituível, ao qual se afeiçoou ao longo do tempo,
confortável em seus dedos e leal aos obstáculos dos
mais complexos pisos. Assim sendo, só entram peças lá
em casa, dificilmente saem.
Já o homem tem um ou dois pares de sapatos para seus
compromissos sociais. Não mais do que isso. É lacônico
nas suas vestes sisudas.
Só que eu percebi que ele encontrou uma maneira
disfarçada de imitar as mulheres: pelos tênis.
Homem nunca exibe um só par de tênis. Acabou com
seu passado franciscano. Ele deu para colecionar. Não
termina de consumir.
A diferença é que ele não procura os mais baratos.
Quanto mais caros, melhor. Age na contramão da
economia, do custo-benefício. Vem gastando o seu
salário com o fetiche, muito mais do que mulheres
gastam com os sapatos.
Vejo amigos desfilando diariamente com tênis novos.
Não repetem o par na manhã seguinte. De tão comuns e recorrentes que são as estreias, perdeu a graça batizar
com uma pisadinha.
Eles não se contentam, como nas décadas de 1960 e
1970, com um monotemático, para simplesmente andar,
permanecendo com ele de modo insanamente exclusivo
e fiel, até furar a sola, até estrebuchar a língua, até
corroer os cadarços. Atingiram o patamar da compulsão:
querem ostentar.
O homem é hoje a Imelda Marcos dos tênis.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2025/2/14/qual-a
-maior-compulsao
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Qual a maior compulsão?
As mulheres sempre tiveram mais de um sapato, uma
porção de pares, para revezar o máximo possível com as
suas roupas. Trata-se de uma variedade incrível para
lidar com cada estilo e ocasião.
É a síndrome mansa de Imelda Marcos dentro de cada
uma delas — Imelda é mãe do presidente das Filipinas,
ex-primeira-dama, que se vangloria de possuir mais de
3.000 pares de sapatos em 95 anos de existência.
Mulher costuma ser uma centopeia. A minha esposa
acumula cerca de 200 pares de calçados. Jamais contei
um por um, porque desejo me manter casado.
Beatriz sofre para se desfazer de um modelo único e
insubstituível, ao qual se afeiçoou ao longo do tempo,
confortável em seus dedos e leal aos obstáculos dos
mais complexos pisos. Assim sendo, só entram peças lá
em casa, dificilmente saem.
Já o homem tem um ou dois pares de sapatos para seus
compromissos sociais. Não mais do que isso. É lacônico
nas suas vestes sisudas.
Só que eu percebi que ele encontrou uma maneira
disfarçada de imitar as mulheres: pelos tênis.
Homem nunca exibe um só par de tênis. Acabou com
seu passado franciscano. Ele deu para colecionar. Não
termina de consumir.
A diferença é que ele não procura os mais baratos.
Quanto mais caros, melhor. Age na contramão da
economia, do custo-benefício. Vem gastando o seu
salário com o fetiche, muito mais do que mulheres
gastam com os sapatos.
Vejo amigos desfilando diariamente com tênis novos.
Não repetem o par na manhã seguinte. De tão comuns e recorrentes que são as estreias, perdeu a graça batizar
com uma pisadinha.
Eles não se contentam, como nas décadas de 1960 e
1970, com um monotemático, para simplesmente andar,
permanecendo com ele de modo insanamente exclusivo
e fiel, até furar a sola, até estrebuchar a língua, até
corroer os cadarços. Atingiram o patamar da compulsão:
querem ostentar.
O homem é hoje a Imelda Marcos dos tênis.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2025/2/14/qual-a
-maior-compulsao
Com base na análise da predicação verbal, o predicado da primeira oração, "Ele deu para colecionar", é classificado como:
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Qual a maior compulsão?
As mulheres sempre tiveram mais de um sapato, uma
porção de pares, para revezar o máximo possível com as
suas roupas. Trata-se de uma variedade incrível para
lidar com cada estilo e ocasião.
É a síndrome mansa de Imelda Marcos dentro de cada
uma delas — Imelda é mãe do presidente das Filipinas,
ex-primeira-dama, que se vangloria de possuir mais de
3.000 pares de sapatos em 95 anos de existência.
Mulher costuma ser uma centopeia. A minha esposa
acumula cerca de 200 pares de calçados. Jamais contei
um por um, porque desejo me manter casado.
Beatriz sofre para se desfazer de um modelo único e
insubstituível, ao qual se afeiçoou ao longo do tempo,
confortável em seus dedos e leal aos obstáculos dos
mais complexos pisos. Assim sendo, só entram peças lá
em casa, dificilmente saem.
Já o homem tem um ou dois pares de sapatos para seus
compromissos sociais. Não mais do que isso. É lacônico
nas suas vestes sisudas.
Só que eu percebi que ele encontrou uma maneira
disfarçada de imitar as mulheres: pelos tênis.
Homem nunca exibe um só par de tênis. Acabou com
seu passado franciscano. Ele deu para colecionar. Não
termina de consumir.
A diferença é que ele não procura os mais baratos.
Quanto mais caros, melhor. Age na contramão da
economia, do custo-benefício. Vem gastando o seu
salário com o fetiche, muito mais do que mulheres
gastam com os sapatos.
Vejo amigos desfilando diariamente com tênis novos.
Não repetem o par na manhã seguinte. De tão comuns e recorrentes que são as estreias, perdeu a graça batizar
com uma pisadinha.
Eles não se contentam, como nas décadas de 1960 e
1970, com um monotemático, para simplesmente andar,
permanecendo com ele de modo insanamente exclusivo
e fiel, até furar a sola, até estrebuchar a língua, até
corroer os cadarços. Atingiram o patamar da compulsão:
querem ostentar.
O homem é hoje a Imelda Marcos dos tênis.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2025/2/14/qual-a
-maior-compulsao
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Qual a maior compulsão?
As mulheres sempre tiveram mais de um sapato, uma
porção de pares, para revezar o máximo possível com as
suas roupas. Trata-se de uma variedade incrível para
lidar com cada estilo e ocasião.
É a síndrome mansa de Imelda Marcos dentro de cada
uma delas — Imelda é mãe do presidente das Filipinas,
ex-primeira-dama, que se vangloria de possuir mais de
3.000 pares de sapatos em 95 anos de existência.
Mulher costuma ser uma centopeia. A minha esposa
acumula cerca de 200 pares de calçados. Jamais contei
um por um, porque desejo me manter casado.
Beatriz sofre para se desfazer de um modelo único e
insubstituível, ao qual se afeiçoou ao longo do tempo,
confortável em seus dedos e leal aos obstáculos dos
mais complexos pisos. Assim sendo, só entram peças lá
em casa, dificilmente saem.
Já o homem tem um ou dois pares de sapatos para seus
compromissos sociais. Não mais do que isso. É lacônico
nas suas vestes sisudas.
Só que eu percebi que ele encontrou uma maneira
disfarçada de imitar as mulheres: pelos tênis.
Homem nunca exibe um só par de tênis. Acabou com
seu passado franciscano. Ele deu para colecionar. Não
termina de consumir.
A diferença é que ele não procura os mais baratos.
Quanto mais caros, melhor. Age na contramão da
economia, do custo-benefício. Vem gastando o seu
salário com o fetiche, muito mais do que mulheres
gastam com os sapatos.
Vejo amigos desfilando diariamente com tênis novos.
Não repetem o par na manhã seguinte. De tão comuns e recorrentes que são as estreias, perdeu a graça batizar
com uma pisadinha.
Eles não se contentam, como nas décadas de 1960 e
1970, com um monotemático, para simplesmente andar,
permanecendo com ele de modo insanamente exclusivo
e fiel, até furar a sola, até estrebuchar a língua, até
corroer os cadarços. Atingiram o patamar da compulsão:
querem ostentar.
O homem é hoje a Imelda Marcos dos tênis.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/2025/2/14/qual-a
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