Foram encontradas 674 questões.
2558587
Ano: 2018
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
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Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil, EXCETO:
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2558578
Ano: 2018
Disciplina: Legislação Tributária Municipal
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
Disciplina: Legislação Tributária Municipal
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
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Sobre a Certidão de Débitos Tributários, assinale a alternativa INCORRETA:
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Analise o gráfico que mostra o rendimento comparado de plantas C3 e C4 a seguir:

Com base nas informações do gráfico e em seus conhecimentos, é CORRETO afirmar que:
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Segundo Pain (1992), problemas de aprendizagem podem ser considerados sintomas ou sinais de descompensação.
Nesse contexto, o seu diagnóstico está constituído pelo seu significado. Os fatores fundamentais a serem levados em consideração no diagnóstico de um problema de aprendizagem são, EXCETO:
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Em uma situação em que uma empresa opera sozinha o transporte público de uma cidade, apesar de não haver qualquer restrição a entrada de novos competidores no mercado. Na tentativa de minimizar os efeitos desse monopólio, o gestor público responsável pela Secretária de Transportes, ao investigar o caso, levantou as seguintes suposições:
I- Para o tamanho da população da cidade uma empresa oferece o serviço ao mercado inteiro a um custo menor do que ocorreria se existissem duas ou mais empresas.
II- As empresas concorrentes, caso entrassem no mercado, poderiam auferir um lucro superior a empresa que opera no mercado atual.
III- Foram encontradas economias de escala ao longo da faixa de produção.
IV- O custo total médio de uma viagem completa (todo o trajeto do ônibus) cai a medida que aumenta o número de usuários.
V- A empresa que opera atualmente no mercado não se preocupa com a entrada de novos competidores porque considera que oferta um serviço de qualidade.
Dentre as suposições levantadas, NÃO se referem a características de um monopólio natural as afirmativas:
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2558467
Ano: 2018
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
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Em relação as diferentes medidas de configurações de hardware, assinale a alternativa CORRETA:
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2558450
Ano: 2018
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
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São elementos que compõem as demonstrações contábeis, EXCETO:
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2558443
Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
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Leia o conceito a seguir:
“Descrição ou delineação minuciosa de uma localidade; topologia.”
Assinale a alternativa a que se REFERE esse conceito:
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2558433
Ano: 2018
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Santa Luzia-MG
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Maria foi recentemente contratada pela prefeitura de Santa Luzia, e sua superior imediata solicitou sua presença em uma reunião onde discutiram sobre as obras e serviços do Posto de Saúde do Município. Para a licitação das obras e serviços de um Posto de Saúde Municipal, respeitando a Lei nº 8.666/1993, é necessário:
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Cientistas descobrem que a música clássica evolui por seleção natural
O trítono – um conjunto de notas dissonante que era evitado na Idade Média – se tornou um favorito dos compositores em 1900. E sua adoção seguiu padrões matemáticos similares aos da evolução de seres vivos.
26 de outubro de 2018
A evolução por seleção natural foi descoberta por Charles Darwin como uma espécie de lei da natureza. Mas ela não se aplica só a animais ou plantas. Na verdade, ela está mais para uma constatação matemática – um fenômeno inevitável que entra em vigor sempre que certas condições são cumpridas.
Para tirar o papo dessa abstração maluca de CDF, vamos a um exemplo prático (ainda que hipotético): imagine um grupo de empresas farmacêuticas competindo. A demanda do consumidor por remédios é limitada. Um cientista derrama um frasco numa placa de Petri sem querer e descobre um antibiótico capaz de matar superbactérias. Bingo: a empresa toma conta do mercado e as outras vão à falência. Seleção natural.
O caso acima, porém, é uma exceção: na maior parte das vezes, a inovação em uma empresa é fruto da vontade deliberada, e não de um acidente. E uma das premissas da seleção natural é justamente que mutações no DNA são aleatórias, majoritariamente péssimas e jamais voltadas a um objetivo. Só em intervalos de tempo extremamente longos (e sempre por acidente) surgem modificações vantajosas. E é por isso que a evolução de uma espécie leva milhões de anos.
Quando uma característica dá benefícios a seu portador e permite que ele se reproduza mais que os demais membros de sua população, ela tende a se espalhar seguindo padrões estatísticos extremamente precisos – que na época de Darwin não eram conhecidos, mas hoje são especialidade de uma área de pesquisa chamada “genética de populações”.
O ser humano foi agraciado pela seleção natural com um troço notável – um cérebro imenso e autoconsciente – e desde então tudo que ele faz tende a ser pensado para dar certo, em vez de dar certo por acaso. Alguns fenômenos culturais, porém, continuam sujeitos à evolução darwinista, simplesmente porque são abordados por nós de maneira inconsciente, intuitiva. É o caso da música.
Para saber se o estilo e o gosto musical se desenvolvem à moda darwinista, Eita Nakamura, da Universidade de Kyoto, e Kunihiko Kaneko, da Universidade de Tóquio, analisaram 9996 peças de 76 compositores da tradição europeia entre 1500 e 1900. Ou, em resumo, o que se chama de “música clássica”. Eles estavam em busca de ideias e recursos musicais que – simplesmente por serem muito legais – se espalhassem pelas composições ao longo do tempo – como uma bactéria resistente a antibióticos se espalha no organismo de alguém com tuberculose.
A seleção natural, é claro, precisa selecionar alguma coisa. Na biologia, há diversas unidades de seleção bem estabelecidas. Isso, inclusive, é motivo de debate: alguns dizem que é o gene para a característica vantajosa que é escolhido pela natureza. Outros adotam o indivíduo beneficiado como um todo. Não importa: o ponto é que todo pesquisador admite que a seleção natural atua sobre uma entidade bem definida, seja lá qual for ela. Na música, isso é mais difícil de fazer. Qual será a unidade fundamental? A nota? O acorde? Nakamura e Kaneko não chegaram a uma resposta definitiva, mas encontraram um item do repertório musical que era um bom candidato a sofrer de darwinismo crônico: o trítono.
Um trítono é um intervalo musical – isto é, duas notas tocadas ao mesmo tempo – que soa especialmente dissonante em relação aos outros. Há um post inteiro neste blog explicando do ponto de vista matemático porque ele soa tão sinistro. Até hoje rola por aí a lenda de que o trítono foi proibido pela Igreja Católica na Idade Média por sua natureza demoníaca – mas isso é mito (outra coisa que você pode entender no post já mencionado).
É óbvio que uma composição nova, para dar certo, não pode ser só ruptura: ela também precisa incluir elementos da tradição musical pré-existente, com que os ouvidos já estão familiarizados. Em outras palavras, precisa conter elementos musicais manjados e de eficiência garantida (como um elefante na savana) – acompanhados de toques de novidade (como um elefante com uma tromba mais flexível).
O trítono é justamente o toque de novidade: era quase inexistente na harmonia suave dos corais medievais, mas é onipresente no jazz e na música modernista de Schoenberg, 500 anos depois. Em resumo, um toque de dissonância que foi absorvido aos poucos. Calculando a maneira como o trítono se espalhou por aí da época de Cabral até a de Coltrane, os japoneses descobriram que sua disseminação seguiu um padrão matemático chamado distribuição beta. O mesmo verificado na evolução de seres vivos.
É claro que isso não é o mesmo que dizer que a música é regida pela aleatoriedade, e não pelo talento de certos gênios. A questão é: o novo sempre vem. E você acaba adotando ele sem perceber. Nas palavras dos pesquisadores: “Nós concluímos que algumas tendências na música podem ser formuladas como leis estatísticas evolutivas em vez das circunstâncias dos compositores individuais”.
VAIANO, Bruno. Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/cientistas-descobrem-que-a-musica-classica-evolui-por-selecao-natural/. Acesso em: 30 out. 2018. Adaptado
O texto destina-se a um público leitor:
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