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Foram encontradas 50 questões.

749449 Ano: 2015
Disciplina: Auditoria
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Santa Teresa-ES
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Uma das alternativas a seguir apresenta um aspecto que NÃO é característico da condição do Auditor Interno, quando comparado ao Auditor Externo. Identifique-a.
 

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748292 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Santa Teresa-ES
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Texto para responder à questão.

A consulta

– Sua aparência é saudável, mas as aparências às vezes enganam. Vamos lá ver: que é que o senhor sente?

– O que eu sinto, doutor? Não sei dizer direito. É uma espécie de opressão, de angústia, de ansiedade...

– E o senhor pensa que eu também não sinto? Isto é normal. Normalíssimo. Que mais?

– Bem, doutor. Eu tenho insônias.

– E eu não tenho, por acaso? Pergunte ao seu vizinho se não tem também.

– Eu não me dou com meu vizinho.

– É isto: não se dá com o vizinho. Eu também não me dou com o meu. Ninguém se dá com ninguém. Mas não precisa perguntar: eu sei. Seu vizinho não consegue dormir. Ninguém consegue. Isto é normal.

– Mas, doutor...

– Eu sei: o senhor anda nervoso, excitado, angustiado... Diga-me: não sente medo? Um medo sem causa, sem nenhum motivo aparente, medo de qualquer coisa que o senhor não sabe o que é?

– Realmente... Eu estava com vergonha de dizer, mas, desde que o senhor falou, é verdade: sinto, sim.

– Ótimo! O senhor sente medo. Eu também sinto. Ótimo, torno a dizer. O senhor não tem nada, meu amigo. Está inteiramente são, uma vez que sente medo. Se não sentisse, aí sim, precisaríamos procurar as causas dessa anomalia. Talvez fosse grave.

– Sabe, doutor? Às vezes, tenho a impressão de que estou ficando neurótico.

– Claro que está! E eu não estou? E o seu vizinho não está? E todo o mundo não está? E o senhor pensa que vai ficar de fora? Por quê? Mas reflita um pouco, meu caro. O senhor vive, eu vivo, toda a gente vive num mundo anormal, sádico, doente, sanguinário, onde a regra é a falta de regras, um mundo hediondo e tenebroso, onde o homem é cada vez mais – e como nunca foi – o lobo do próprio homem. Um mundo de guerras, de massacres, de hecatombes, alicerçado no ódio, na iniquidade e na violência. Acrescente a tudo isso a poluição atmosférica, a poluição sonora, a poluição moral, a degradação dos costumes, a falência dos serviços públicos, o colapso do trânsito, a morte da urbanidade, da cordialidade, da solidariedade humanas. O senhor sente angústia. É natural. O senhor tem medo. É normalíssimo. O senhor tem insônias. Como não tê-las? Meu caro cliente, vá tranquilo: o senhor não tem absolutamente nada. Passe bem. O próximo, por favor!

Antologia da crônica brasileira – De machado de Assis a Lourenço Diaféria. São Paulo: Moderna, 2005. p. 103-4.

Texto para responder à questão.

A consulta

– Sua aparência é saudável, mas as aparências às vezes enganam. Vamos lá ver: que é que o senhor sente?

– O que eu sinto, doutor? Não sei dizer direito. É uma espécie de opressão, de angústia, de ansiedade...

– E o senhor pensa que eu também não sinto? Isto é normal. Normalíssimo. Que mais?

– Bem, doutor. Eu tenho insônias.

– E eu não tenho, por acaso? Pergunte ao seu vizinho se não tem também.

– Eu não me dou com meu vizinho.

– É isto: não se dá com o vizinho. Eu também não me dou com o meu. Ninguém se dá com ninguém. Mas não precisa perguntar: eu sei. Seu vizinho não consegue dormir. Ninguém consegue. Isto é normal.

– Mas, doutor...

– Eu sei: o senhor anda nervoso, excitado, angustiado... Diga-me: não sente medo? Um medo sem causa, sem nenhum motivo aparente, medo de qualquer coisa que o senhor não sabe o que é?

– Realmente... Eu estava com vergonha de dizer, mas, desde que o senhor falou, é verdade: sinto, sim.

– Ótimo! O senhor sente medo. Eu também sinto. Ótimo, torno a dizer. O senhor não tem nada, meu amigo. Está inteiramente são, uma vez que sente medo. Se não sentisse, aí sim, precisaríamos procurar as causas dessa anomalia. Talvez fosse grave.

– Sabe, doutor? Às vezes, tenho a impressão de que estou ficando neurótico.

– Claro que está! E eu não estou? E o seu vizinho não está? E todo o mundo não está? E o senhor pensa que vai ficar de fora? Por quê? Mas reflita um pouco, meu caro. O senhor vive, eu vivo, toda a gente vive num mundo anormal, sádico, doente, sanguinário, onde a regra é a falta de regras, um mundo hediondo e tenebroso, onde o homem é cada vez mais – e como nunca foi – o lobo do próprio homem. Um mundo de guerras, de massacres, de hecatombes, alicerçado no ódio, na iniquidade e na violência. Acrescente a tudo isso a poluição atmosférica, a poluição sonora, a poluição moral, a degradação dos costumes, a falência dos serviços públicos, o colapso do trânsito, a morte da urbanidade, da cordialidade, da solidariedade humanas. O senhor sente angústia. É natural. O senhor tem medo. É normalíssimo. O senhor tem insônias. Como não tê-las? Meu caro cliente, vá tranquilo: o senhor não tem absolutamente nada. Passe bem. O próximo, por favor!

Antologia da crônica brasileira – De machado de Assis a Lourenço Diaféria. São Paulo: Moderna, 2005. p. 103-4.

“– Sua aparência é saudável, mas as aparências às vezes enganam.” (§ 1)

A respeito do trecho acima, quanto aos aspectos gramatical, sintático e semântico, analise as afirmativas a seguir.

I. Os verbos usados são significativos, de ligação, por isso fundamentais à ideia do predicado.

II. SAUDÁVEL e APARÊNCIAS são palavras usadas com sentido denotativo.

III. ÀS VEZES atribui valor de tempo aos elementos aos quais se refere.

Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):

 

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744272 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Santa Teresa-ES
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Texto para responder à questão.

A consulta

– Sua aparência é saudável, mas as aparências às vezes enganam. Vamos lá ver: que é que o senhor sente?

– O que eu sinto, doutor? Não sei dizer direito. É uma espécie de opressão, de angústia, de ansiedade...

– E o senhor pensa que eu também não sinto? Isto é normal. Normalíssimo. Que mais?

– Bem, doutor. Eu tenho insônias.

– E eu não tenho, por acaso? Pergunte ao seu vizinho se não tem também.

– Eu não me dou com meu vizinho.

– É isto: não se dá com o vizinho. Eu também não me dou com o meu. Ninguém se dá com ninguém. Mas não precisa perguntar: eu sei. Seu vizinho não consegue dormir. Ninguém consegue. Isto é normal.

– Mas, doutor...

– Eu sei: o senhor anda nervoso, excitado, angustiado... Diga-me: não sente medo? Um medo sem causa, sem nenhum motivo aparente, medo de qualquer coisa que o senhor não sabe o que é?

– Realmente... Eu estava com vergonha de dizer, mas, desde que o senhor falou, é verdade: sinto, sim.

– Ótimo! O senhor sente medo. Eu também sinto. Ótimo, torno a dizer. O senhor não tem nada, meu amigo. Está inteiramente são, uma vez que sente medo. Se não sentisse, aí sim, precisaríamos procurar as causas dessa anomalia. Talvez fosse grave.

– Sabe, doutor? Às vezes, tenho a impressão de que estou ficando neurótico.

– Claro que está! E eu não estou? E o seu vizinho não está? E todo o mundo não está? E o senhor pensa que vai ficar de fora? Por quê? Mas reflita um pouco, meu caro. O senhor vive, eu vivo, toda a gente vive num mundo anormal, sádico, doente, sanguinário, onde a regra é a falta de regras, um mundo hediondo e tenebroso, onde o homem é cada vez mais – e como nunca foi – o lobo do próprio homem. Um mundo de guerras, de massacres, de hecatombes, alicerçado no ódio, na iniquidade e na violência. Acrescente a tudo isso a poluição atmosférica, a poluição sonora, a poluição moral, a degradação dos costumes, a falência dos serviços públicos, o colapso do trânsito, a morte da urbanidade, da cordialidade, da solidariedade humanas. O senhor sente angústia. É natural. O senhor tem medo. É normalíssimo. O senhor tem insônias. Como não tê-las? Meu caro cliente, vá tranquilo: o senhor não tem absolutamente nada. Passe bem. O próximo, por favor!

Antologia da crônica brasileira – De machado de Assis a Lourenço Diaféria. São Paulo: Moderna, 2005. p. 103-4.

Texto para responder à questão.

A consulta

– Sua aparência é saudável, mas as aparências às vezes enganam. Vamos lá ver: que é que o senhor sente?

– O que eu sinto, doutor? Não sei dizer direito. É uma espécie de opressão, de angústia, de ansiedade...

– E o senhor pensa que eu também não sinto? Isto é normal. Normalíssimo. Que mais?

– Bem, doutor. Eu tenho insônias.

– E eu não tenho, por acaso? Pergunte ao seu vizinho se não tem também.

– Eu não me dou com meu vizinho.

– É isto: não se dá com o vizinho. Eu também não me dou com o meu. Ninguém se dá com ninguém. Mas não precisa perguntar: eu sei. Seu vizinho não consegue dormir. Ninguém consegue. Isto é normal.

– Mas, doutor...

– Eu sei: o senhor anda nervoso, excitado, angustiado... Diga-me: não sente medo? Um medo sem causa, sem nenhum motivo aparente, medo de qualquer coisa que o senhor não sabe o que é?

– Realmente... Eu estava com vergonha de dizer, mas, desde que o senhor falou, é verdade: sinto, sim.

– Ótimo! O senhor sente medo. Eu também sinto. Ótimo, torno a dizer. O senhor não tem nada, meu amigo. Está inteiramente são, uma vez que sente medo. Se não sentisse, aí sim, precisaríamos procurar as causas dessa anomalia. Talvez fosse grave.

– Sabe, doutor? Às vezes, tenho a impressão de que estou ficando neurótico.

– Claro que está! E eu não estou? E o seu vizinho não está? E todo o mundo não está? E o senhor pensa que vai ficar de fora? Por quê? Mas reflita um pouco, meu caro. O senhor vive, eu vivo, toda a gente vive num mundo anormal, sádico, doente, sanguinário, onde a regra é a falta de regras, um mundo hediondo e tenebroso, onde o homem é cada vez mais – e como nunca foi – o lobo do próprio homem. Um mundo de guerras, de massacres, de hecatombes, alicerçado no ódio, na iniquidade e na violência. Acrescente a tudo isso a poluição atmosférica, a poluição sonora, a poluição moral, a degradação dos costumes, a falência dos serviços públicos, o colapso do trânsito, a morte da urbanidade, da cordialidade, da solidariedade humanas. O senhor sente angústia. É natural. O senhor tem medo. É normalíssimo. O senhor tem insônias. Como não tê-las? Meu caro cliente, vá tranquilo: o senhor não tem absolutamente nada. Passe bem. O próximo, por favor!

Antologia da crônica brasileira – De machado de Assis a Lourenço Diaféria. São Paulo: Moderna, 2005. p. 103-4.

“– É ISTO: não se dá com o vizinho.” (§ 7)

O uso da forma destacada do demonstrativo se justifica porque:

 

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744104 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Santa Teresa-ES
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A alternativa que apresenta os elementos característicos da etapa da execução da despesa é:
 

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735325 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Santa Teresa-ES
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Texto para responder à questão.

A consulta

– Sua aparência é saudável, mas as aparências às vezes enganam. Vamos lá ver: que é que o senhor sente?

– O que eu sinto, doutor? Não sei dizer direito. É uma espécie de opressão, de angústia, de ansiedade...

– E o senhor pensa que eu também não sinto? Isto é normal. Normalíssimo. Que mais?

– Bem, doutor. Eu tenho insônias.

– E eu não tenho, por acaso? Pergunte ao seu vizinho se não tem também.

– Eu não me dou com meu vizinho.

– É isto: não se dá com o vizinho. Eu também não me dou com o meu. Ninguém se dá com ninguém. Mas não precisa perguntar: eu sei. Seu vizinho não consegue dormir. Ninguém consegue. Isto é normal.

– Mas, doutor...

– Eu sei: o senhor anda nervoso, excitado, angustiado... Diga-me: não sente medo? Um medo sem causa, sem nenhum motivo aparente, medo de qualquer coisa que o senhor não sabe o que é?

– Realmente... Eu estava com vergonha de dizer, mas, desde que o senhor falou, é verdade: sinto, sim.

– Ótimo! O senhor sente medo. Eu também sinto. Ótimo, torno a dizer. O senhor não tem nada, meu amigo. Está inteiramente são, uma vez que sente medo. Se não sentisse, aí sim, precisaríamos procurar as causas dessa anomalia. Talvez fosse grave.

– Sabe, doutor? Às vezes, tenho a impressão de que estou ficando neurótico.

– Claro que está! E eu não estou? E o seu vizinho não está? E todo o mundo não está? E o senhor pensa que vai ficar de fora? Por quê? Mas reflita um pouco, meu caro. O senhor vive, eu vivo, toda a gente vive num mundo anormal, sádico, doente, sanguinário, onde a regra é a falta de regras, um mundo hediondo e tenebroso, onde o homem é cada vez mais – e como nunca foi – o lobo do próprio homem. Um mundo de guerras, de massacres, de hecatombes, alicerçado no ódio, na iniquidade e na violência. Acrescente a tudo isso a poluição atmosférica, a poluição sonora, a poluição moral, a degradação dos costumes, a falência dos serviços públicos, o colapso do trânsito, a morte da urbanidade, da cordialidade, da solidariedade humanas. O senhor sente angústia. É natural. O senhor tem medo. É normalíssimo. O senhor tem insônias. Como não tê-las? Meu caro cliente, vá tranquilo: o senhor não tem absolutamente nada. Passe bem. O próximo, por favor!

Antologia da crônica brasileira – De machado de Assis a Lourenço Diaféria. São Paulo: Moderna, 2005. p. 103-4.

Tendo em vista o enunciado “Meu caro cliente, vá tranquilo: o senhor não tem absolutamente nada.”, analise as afirmativas a seguir.

I. Os termos ABSOLUTAMENTE e NADA compõem o objeto direto da forma verbal TEM.

II. As formas verbais foram usadas em tempos pretéritos.

III. TRANQUILO é uma palavra paroxítona.

Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):

 

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732532 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Santa Teresa-ES
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Determine quantos meios aritméticos devem ser inseridos entre 2 e 227 de modo a se obter uma progressão aritmética de razão 15.
 

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729556 Ano: 2015
Disciplina: Auditoria
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Santa Teresa-ES
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Seja privada ou governamental, a auditoria interna tem por missão básica assessorar a alta administração no desempenho de suas funções e nos limites de suas responsabilidades, através de exames e avaliações. É correto afirmar que a alternativa que NÃO corresponde a uma missão da auditoria interna é:
 

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Questão presente nas seguintes provas
729467 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Santa Teresa-ES
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No MS Windows 7, em português, o banco de dados de configurações básicas que contém as informações sobre todos os programas instalados, estruturas de diretórios, usuários, drivers, periféricos e recursos é controlado pelo?
 

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724629 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Santa Teresa-ES
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Considere que uma empresa em janeiro de 2014, realizou somente as operações abaixo.A partir delas, identifique e marque a alternativa que apresenta o resultado do mês com base no regime de competência.
  • Compra de 1.000 unidades de mercadorias, a prazo, pelo valor de R$ 15.000,00.
  • Venda à vista de 300 unidades de mercadorias, pelo valor de R$ 11.000,00.
  • Contratou um seguro para seus veículos no valor de R$ 1.200,00 para um período de um ano.
  • O contrato de aluguel da empresa informa que o valor mensal é de R$ 2.000,00.
  • Venda a prazo de 400 unidades de mercadorias, pelo valor de R$ 15.000,00.
  • Apropriou o valor de R$ 4.000,00, relativo aos honorários do Contador.
 

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1476969 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FUNCAB
Orgão: Pref. Santa Teresa-ES
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Identifique a alternativa que apresenta o princípio contábil, que pressupõe o emprego de certo grau de precaução no exercício dos julgamentos necessários às estimativas em certas condições de incerteza, no sentido que ativos não sejam superestimados e passivos não sejam subestimados.
Questão Desatualizada

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