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Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
São consideradas atividades ou operações insalubres aquelas que, pela natureza, pelas condições ou pelo método de trabalho, exponham os servidores a agentes nocivos à saúde, em razão do(a)
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Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
O período de trabalho, nos casos de comprovada necessidade e com a autorização da chefia imediata, poderá ser
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Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Perderá o direito às férias o servidor que, no período aquisitivo, houver gozado, dentre outras, da licença para tratamento de saúde
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Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
As reposições e indenizações ao erário serão descontadas em parcelas mensais não excedentes a da remuneração, ficando o desconto a critério da administração.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
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Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Acerca do vencimento, é correto afirmar que é a
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
A visão dominante na economia propõe otimizar o uso de recursos escassos para que combine o maior crescimento com a maior equidade. O primado do mercado e a ação racional dos agentes seriam as ferramentas que propiciariam tal combinação, e existiria uma função matemática para o problema.
Porém, como necessidades e interesses dos indivíduos e grupos sociais são conflitantes, é necessário introduzir na equação a política, que são as relações de colaboração e enfrentamento que eles travam na busca por poder (ou exatamente por mais recursos e melhores condições de vida). Isso implica incertezas permanentes.
Como se vê, são bichos parecidos, mas muito diferentes. Se fossem gatos, por exemplo, a economia convencional seria o de Voltaire; e a política, o de Schrödinger. Ao primeiro é atribuída a definição de metafísica citada por Guimarães Rosa no prefácio de Tutameia: “É um cego, com olhos vendados, num quarto escuro, procurando um gato preto ... que não está lá”. A comparação entre as aspirações e ferramentas da economia e as da metafísica é apropriada. É impossível encontrar, fora de modelos mentais e teóricos, o equilíbrio geral da visão econômica dominante.
Já no segundo, devemos o exemplo da incerteza na física quântica. Ele propõe o exercício imaginário de se colocar um gato numa caixa junto com um pote de gás mortífero, um emissor de radiação e um martelo que, acionado pela radiação, quebra o pote e, assim, mata o gato. Ocorre que há 50% de chance de a radiação ser emitida. Daí que, enquanto a caixa ficar fechada, haverá igual probabilidade de o gato estar vivo ou morto. Esta é a incerteza (mas, ao contrário do gato econômico ou metafísico, ele estará lá).
A situação se aproxima da política, que, no entanto, é ainda mais complexa. A todo momento é preciso negociar e combinar múltiplos interesses ambíguos ou ambivalentes, só que sem nunca haver a realidade e a visão da realidade “corretas” – que a metafísica e a economia definiriam como ontológicas. A política (e a economia não convencional, que a incorpora à equação), portanto e não a economia dominante, é a melhor maneira de se enfrentar a questão da produção e da distribuição de riqueza – sem, contudo, jamais conseguir solucioná-la, porque não é possível conhecer a situação real, que tem múltiplos estados simultâneos. Será preciso continuamente formular e embaralhar infinitas funções. Isto sim é incerteza.
(PIVA, Luiz Guilherme. Economia, política e gatos. Folha de São Paulo, 20.02.2022).
Assinale a alternativa cuja reescrita do texto emprega a crase de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
A visão dominante na economia propõe otimizar o uso de recursos escassos para que combine o maior crescimento com a maior equidade. O primado do mercado e a ação racional dos agentes seriam as ferramentas que propiciariam tal combinação, e existiria uma função matemática para o problema.
Porém, como necessidades e interesses dos indivíduos e grupos sociais são conflitantes, é necessário introduzir na equação a política, que são as relações de colaboração e enfrentamento que eles travam na busca por poder (ou exatamente por mais recursos e melhores condições de vida). Isso implica incertezas permanentes.
Como se vê, são bichos parecidos, mas muito diferentes. Se fossem gatos, por exemplo, a economia convencional seria o de Voltaire; e a política, o de Schrödinger. Ao primeiro é atribuída a definição de metafísica citada por Guimarães Rosa no prefácio de Tutameia: “É um cego, com olhos vendados, num quarto escuro, procurando um gato preto ... que não está lá”. A comparação entre as aspirações e ferramentas da economia e as da metafísica é apropriada. É impossível encontrar, fora de modelos mentais e teóricos, o equilíbrio geral da visão econômica dominante.
Já no segundo, devemos o exemplo da incerteza na física quântica. Ele propõe o exercício imaginário de se colocar um gato numa caixa junto com um pote de gás mortífero, um emissor de radiação e um martelo que, acionado pela radiação, quebra o pote e, assim, mata o gato. Ocorre que há 50% de chance de a radiação ser emitida. Daí que, enquanto a caixa ficar fechada, haverá igual probabilidade de o gato estar vivo ou morto. Esta é a incerteza (mas, ao contrário do gato econômico ou metafísico, ele estará lá).
A situação se aproxima da política, que, no entanto, é ainda mais complexa. A todo momento é preciso negociar e combinar múltiplos interesses ambíguos ou ambivalentes, só que sem nunca haver a realidade e a visão da realidade “corretas” – que a metafísica e a economia definiriam como ontológicas. A política (e a economia não convencional, que a incorpora à equação), portanto e não a economia dominante, é a melhor maneira de se enfrentar a questão da produção e da distribuição de riqueza – sem, contudo, jamais conseguir solucioná-la, porque não é possível conhecer a situação real, que tem múltiplos estados simultâneos. Será preciso continuamente formular e embaralhar infinitas funções. Isto sim é incerteza.
(PIVA, Luiz Guilherme. Economia, política e gatos. Folha de São Paulo, 20.02.2022).
Analise a frase abaixo para responder à questão.
A visão dominante na economia propõe otimizar o uso de recursos escassos “para que” combine o maior crescimento com a maior equidade.
É correto afirmar que os termos destacados possuem o sentido de
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
A visão dominante na economia propõe otimizar o uso de recursos escassos para que combine o maior crescimento com a maior equidade. O primado do mercado e a ação racional dos agentes seriam as ferramentas que propiciariam tal combinação, e existiria uma função matemática para o problema.
Porém, como necessidades e interesses dos indivíduos e grupos sociais são conflitantes, é necessário introduzir na equação a política, que são as relações de colaboração e enfrentamento que eles travam na busca por poder (ou exatamente por mais recursos e melhores condições de vida). Isso implica incertezas permanentes.
Como se vê, são bichos parecidos, mas muito diferentes. Se fossem gatos, por exemplo, a economia convencional seria o de Voltaire; e a política, o de Schrödinger. Ao primeiro é atribuída a definição de metafísica citada por Guimarães Rosa no prefácio de Tutameia: “É um cego, com olhos vendados, num quarto escuro, procurando um gato preto ... que não está lá”. A comparação entre as aspirações e ferramentas da economia e as da metafísica é apropriada. É impossível encontrar, fora de modelos mentais e teóricos, o equilíbrio geral da visão econômica dominante.
Já no segundo, devemos o exemplo da incerteza na física quântica. Ele propõe o exercício imaginário de se colocar um gato numa caixa junto com um pote de gás mortífero, um emissor de radiação e um martelo que, acionado pela radiação, quebra o pote e, assim, mata o gato. Ocorre que há 50% de chance de a radiação ser emitida. Daí que, enquanto a caixa ficar fechada, haverá igual probabilidade de o gato estar vivo ou morto. Esta é a incerteza (mas, ao contrário do gato econômico ou metafísico, ele estará lá).
A situação se aproxima da política, que, no entanto, é ainda mais complexa. A todo momento é preciso negociar e combinar múltiplos interesses ambíguos ou ambivalentes, só que sem nunca haver a realidade e a visão da realidade “corretas” – que a metafísica e a economia definiriam como ontológicas. A política (e a economia não convencional, que a incorpora à equação), portanto e não a economia dominante, é a melhor maneira de se enfrentar a questão da produção e da distribuição de riqueza – sem, contudo, jamais conseguir solucioná-la, porque não é possível conhecer a situação real, que tem múltiplos estados simultâneos. Será preciso continuamente formular e embaralhar infinitas funções. Isto sim é incerteza.
(PIVA, Luiz Guilherme. Economia, política e gatos. Folha de São Paulo, 20.02.2022).
Assinale a alternativa cuja frase apresenta palavra com sentido figurado.
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
A visão dominante na economia propõe otimizar o uso de recursos escassos para que combine o maior crescimento com a maior equidade. O primado do mercado e a ação racional dos agentes seriam as ferramentas que propiciariam tal combinação, e existiria uma função matemática para o problema.
Porém, como necessidades e interesses dos indivíduos e grupos sociais são conflitantes, é necessário introduzir na equação a política, que são as relações de colaboração e enfrentamento que eles travam na busca por poder (ou exatamente por mais recursos e melhores condições de vida). Isso implica incertezas permanentes.
Como se vê, são bichos parecidos, mas muito diferentes. Se fossem gatos, por exemplo, a economia convencional seria o de Voltaire; e a política, o de Schrödinger. Ao primeiro é atribuída a definição de metafísica citada por Guimarães Rosa no prefácio de Tutameia: “É um cego, com olhos vendados, num quarto escuro, procurando um gato preto ... que não está lá”. A comparação entre as aspirações e ferramentas da economia e as da metafísica é apropriada. É impossível encontrar, fora de modelos mentais e teóricos, o equilíbrio geral da visão econômica dominante.
Já no segundo, devemos o exemplo da incerteza na física quântica. Ele propõe o exercício imaginário de se colocar um gato numa caixa junto com um pote de gás mortífero, um emissor de radiação e um martelo que, acionado pela radiação, quebra o pote e, assim, mata o gato. Ocorre que há 50% de chance de a radiação ser emitida. Daí que, enquanto a caixa ficar fechada, haverá igual probabilidade de o gato estar vivo ou morto. Esta é a incerteza (mas, ao contrário do gato econômico ou metafísico, ele estará lá).
A situação se aproxima da política, que, no entanto, é ainda mais complexa. A todo momento é preciso negociar e combinar múltiplos interesses ambíguos ou ambivalentes, só que sem nunca haver a realidade e a visão da realidade “corretas” – que a metafísica e a economia definiriam como ontológicas. A política (e a economia não convencional, que a incorpora à equação), portanto e não a economia dominante, é a melhor maneira de se enfrentar a questão da produção e da distribuição de riqueza – sem, contudo, jamais conseguir solucioná-la, porque não é possível conhecer a situação real, que tem múltiplos estados simultâneos. Será preciso continuamente formular e embaralhar infinitas funções. Isto sim é incerteza.
(PIVA, Luiz Guilherme. Economia, política e gatos. Folha de São Paulo, 20.02.2022).
De acordo com o texto, é correto afirmar que o autor apresenta uma ideia de política
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
A visão dominante na economia propõe otimizar o uso de recursos escassos para que combine o maior crescimento com a maior equidade. O primado do mercado e a ação racional dos agentes seriam as ferramentas que propiciariam tal combinação, e existiria uma função matemática para o problema.
Porém, como necessidades e interesses dos indivíduos e grupos sociais são conflitantes, é necessário introduzir na equação a política, que são as relações de colaboração e enfrentamento que eles travam na busca por poder (ou exatamente por mais recursos e melhores condições de vida). Isso implica incertezas permanentes.
Como se vê, são bichos parecidos, mas muito diferentes. Se fossem gatos, por exemplo, a economia convencional seria o de Voltaire; e a política, o de Schrödinger. Ao primeiro é atribuída a definição de metafísica citada por Guimarães Rosa no prefácio de Tutameia: “É um cego, com olhos vendados, num quarto escuro, procurando um gato preto ... que não está lá”. A comparação entre as aspirações e ferramentas da economia e as da metafísica é apropriada. É impossível encontrar, fora de modelos mentais e teóricos, o equilíbrio geral da visão econômica dominante.
Já no segundo, devemos o exemplo da incerteza na física quântica. Ele propõe o exercício imaginário de se colocar um gato numa caixa junto com um pote de gás mortífero, um emissor de radiação e um martelo que, acionado pela radiação, quebra o pote e, assim, mata o gato. Ocorre que há 50% de chance de a radiação ser emitida. Daí que, enquanto a caixa ficar fechada, haverá igual probabilidade de o gato estar vivo ou morto. Esta é a incerteza (mas, ao contrário do gato econômico ou metafísico, ele estará lá).
A situação se aproxima da política, que, no entanto, é ainda mais complexa. A todo momento é preciso negociar e combinar múltiplos interesses ambíguos ou ambivalentes, só que sem nunca haver a realidade e a visão da realidade “corretas” – que a metafísica e a economia definiriam como ontológicas. A política (e a economia não convencional, que a incorpora à equação), portanto e não a economia dominante, é a melhor maneira de se enfrentar a questão da produção e da distribuição de riqueza – sem, contudo, jamais conseguir solucioná-la, porque não é possível conhecer a situação real, que tem múltiplos estados simultâneos. Será preciso continuamente formular e embaralhar infinitas funções. Isto sim é incerteza.
(PIVA, Luiz Guilherme. Economia, política e gatos. Folha de São Paulo, 20.02.2022).
De acordo com o texto, é correto afirmar que a visão econômica dominante
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