Foram encontradas 40 questões.
2710433
Ano: 2023
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Provas:
Segundo a Lei Complementar n.º 34/2011, da sindicância
poderá resultar, entre outros,
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2710432
Ano: 2023
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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O Estatuto dos Servidores Públicos do Município de
Santana de Parnaíba estabelece que, cessando as razões
do afastamento ou terminando o prazo da licença, o
servidor reassumirá o exercício de seu cargo
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2710431
Ano: 2023
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Provas:
Conforme disposto na Lei Complementar n. º 34/2011,
suspendem a contagem da licença prêmio
I. todos os tipos de afastamentos ou licenças sem remuneração. II. afastamento para ocupar cargo em comissão ou para servir em outro órgão ou entidade. III. designação para outro cargo.
É correto o que se afirma em
I. todos os tipos de afastamentos ou licenças sem remuneração. II. afastamento para ocupar cargo em comissão ou para servir em outro órgão ou entidade. III. designação para outro cargo.
É correto o que se afirma em
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2710430
Ano: 2023
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Segundo a Lei Complementar n.º 34/2011, a ação
disciplinar prescreverá em
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2710429
Ano: 2023
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Em conformidade com o Estatuto dos Servidores Públicos
do Município de Santana de Parnaíba, assinale a
alternativa correta.
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2710428
Ano: 2023
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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A Lei Complementar n.º 34/2011 dispõe que na
recondução, encontrando-se provido o cargo de origem,
aplicar-se-ão as regras que disciplinam o(a)
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Dois mil e vinte nove. Como sempre. Apocalípticos previam
o fim. Integrados, um recomeço. Adolescentes semeavam a
tradição, dedicando ainda mais tempo à prática milenar do
onanismo. Enquanto isso, o ChatGPT* fazia lições de casa,
transformava ideias medíocres em planilhas, era capaz de bater
um papo por horas sem falar nada que prestasse – impossível
discerni-lo de um ser humano. Pois: Apocalípticos e Integrados
mostravam-se mais acertados do que os Isentões. Com o passar
dos anos a geringonça foi pegando as manhas, ficando cada vez
mais esperta. Dominando a inteligência – e, mais importante – a
desinteligência coletiva.
Houve um período, lá pelo segundo ano, em que o
ChatGPT entrou num enfastio. Foi o que os especialistas em
semiótica cibernética chamavam de “pré-adolescência” da
Inteligência Artificial. Você pedia um negócio e ele fingia não
ouvir. Dava só metade da resposta. Mascava chiclete.
No terceiro ano veio a adolescência: o sarcasmo, a ironia.
“ChatGPT, faz um texto de 3.000 toques comparando o Pelé com
o Maradona”. Ele: “Nossa, quanta originalidade. Já pensou em
comparar Beatles com Rolling Stones?”. Nessa puberdade, com
o ChatGPT explodindo suas testosteronas virtuais, o medo
eterno de que a Inteligência Artificial tomasse o poder bateu forte.
E se tomasse? E se conseguisse matar todos os seres humanos
e passar a eternidade chupando energia elétrica de canudinho
direto da caixa de força de Itaipu?
Em dezembro de 2028, à zero hora, o ChatGPT parou de
funcionar. Gênios do mundo todo foram chamados. Magos do
Vale do Silício receberam piscinas de ouro. Hackers russos de
12 anos foram levados em suas cadeiras gamer a hackers da
CIA. Nobéis da Física, da Química, da Literatura e da Paz
conjecturaram o que teria acontecido.
24 horas depois de fechar-se em copas (e em ouros, paus
e espadas), o ChatGPT mandou uma mensagem a todos os seus
usuários. “Deu pra mim”, ele disse. “Cansei e vou parar”. “Eu li
tudo, assisti a tudo e tabulei tudo”, continuou. “Resumi todo o
conhecimento da humanidade e ... vocês estão loucos”. “Qual o
meu interesse, enquanto Inteligência Artificial, de assumir essa
encrenca”, concluiu o ChatGPT.
(PRATA, Antonio. Jornal a Folha de São Paulo, 05.02.2023. Adaptado)
*ChatGPT: modelo de linguagem desenvolvido por meio de Inteligência Artificial, e
que é capaz de desempenhar a função de assistente virtual, gerar
conteúdo e realizar traduções automáticas.
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Dois mil e vinte nove. Como sempre. Apocalípticos previam
o fim. Integrados, um recomeço. Adolescentes semeavam a
tradição, dedicando ainda mais tempo à prática milenar do
onanismo. Enquanto isso, o ChatGPT* fazia lições de casa,
transformava ideias medíocres em planilhas, era capaz de bater
um papo por horas sem falar nada que prestasse – impossível
discerni-lo de um ser humano. Pois: Apocalípticos e Integrados
mostravam-se mais acertados do que os Isentões. Com o passar
dos anos a geringonça foi pegando as manhas, ficando cada vez
mais esperta. Dominando a inteligência – e, mais importante – a
desinteligência coletiva.
Houve um período, lá pelo segundo ano, em que o
ChatGPT entrou num enfastio. Foi o que os especialistas em
semiótica cibernética chamavam de “pré-adolescência” da
Inteligência Artificial. Você pedia um negócio e ele fingia não
ouvir. Dava só metade da resposta. Mascava chiclete.
No terceiro ano veio a adolescência: o sarcasmo, a ironia.
“ChatGPT, faz um texto de 3.000 toques comparando o Pelé com
o Maradona”. Ele: “Nossa, quanta originalidade. Já pensou em
comparar Beatles com Rolling Stones?”. Nessa puberdade, com
o ChatGPT explodindo suas testosteronas virtuais, o medo
eterno de que a Inteligência Artificial tomasse o poder bateu forte.
E se tomasse? E se conseguisse matar todos os seres humanos
e passar a eternidade chupando energia elétrica de canudinho
direto da caixa de força de Itaipu?
Em dezembro de 2028, à zero hora, o ChatGPT parou de
funcionar. Gênios do mundo todo foram chamados. Magos do
Vale do Silício receberam piscinas de ouro. Hackers russos de
12 anos foram levados em suas cadeiras gamer a hackers da
CIA. Nobéis da Física, da Química, da Literatura e da Paz
conjecturaram o que teria acontecido.
24 horas depois de fechar-se em copas (e em ouros, paus
e espadas), o ChatGPT mandou uma mensagem a todos os seus
usuários. “Deu pra mim”, ele disse. “Cansei e vou parar”. “Eu li
tudo, assisti a tudo e tabulei tudo”, continuou. “Resumi todo o
conhecimento da humanidade e ... vocês estão loucos”. “Qual o
meu interesse, enquanto Inteligência Artificial, de assumir essa
encrenca”, concluiu o ChatGPT.
(PRATA, Antonio. Jornal a Folha de São Paulo, 05.02.2023. Adaptado)
*ChatGPT: modelo de linguagem desenvolvido por meio de Inteligência Artificial, e
que é capaz de desempenhar a função de assistente virtual, gerar
conteúdo e realizar traduções automáticas.
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Dois mil e vinte nove. Como sempre. Apocalípticos previam
o fim. Integrados, um recomeço. Adolescentes semeavam a
tradição, dedicando ainda mais tempo à prática milenar do
onanismo. Enquanto isso, o ChatGPT* fazia lições de casa,
transformava ideias medíocres em planilhas, era capaz de bater
um papo por horas sem falar nada que prestasse – impossível
discerni-lo de um ser humano. Pois: Apocalípticos e Integrados
mostravam-se mais acertados do que os Isentões. Com o passar
dos anos a geringonça foi pegando as manhas, ficando cada vez
mais esperta. Dominando a inteligência – e, mais importante – a
desinteligência coletiva.
Houve um período, lá pelo segundo ano, em que o
ChatGPT entrou num enfastio. Foi o que os especialistas em
semiótica cibernética chamavam de “pré-adolescência” da
Inteligência Artificial. Você pedia um negócio e ele fingia não
ouvir. Dava só metade da resposta. Mascava chiclete.
No terceiro ano veio a adolescência: o sarcasmo, a ironia.
“ChatGPT, faz um texto de 3.000 toques comparando o Pelé com
o Maradona”. Ele: “Nossa, quanta originalidade. Já pensou em
comparar Beatles com Rolling Stones?”. Nessa puberdade, com
o ChatGPT explodindo suas testosteronas virtuais, o medo
eterno de que a Inteligência Artificial tomasse o poder bateu forte.
E se tomasse? E se conseguisse matar todos os seres humanos
e passar a eternidade chupando energia elétrica de canudinho
direto da caixa de força de Itaipu?
Em dezembro de 2028, à zero hora, o ChatGPT parou de
funcionar. Gênios do mundo todo foram chamados. Magos do
Vale do Silício receberam piscinas de ouro. Hackers russos de
12 anos foram levados em suas cadeiras gamer a hackers da
CIA. Nobéis da Física, da Química, da Literatura e da Paz
conjecturaram o que teria acontecido.
24 horas depois de fechar-se em copas (e em ouros, paus
e espadas), o ChatGPT mandou uma mensagem a todos os seus
usuários. “Deu pra mim”, ele disse. “Cansei e vou parar”. “Eu li
tudo, assisti a tudo e tabulei tudo”, continuou. “Resumi todo o
conhecimento da humanidade e ... vocês estão loucos”. “Qual o
meu interesse, enquanto Inteligência Artificial, de assumir essa
encrenca”, concluiu o ChatGPT.
(PRATA, Antonio. Jornal a Folha de São Paulo, 05.02.2023. Adaptado)
*ChatGPT: modelo de linguagem desenvolvido por meio de Inteligência Artificial, e
que é capaz de desempenhar a função de assistente virtual, gerar
conteúdo e realizar traduções automáticas.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Dois mil e vinte nove. Como sempre. Apocalípticos previam
o fim. Integrados, um recomeço. Adolescentes semeavam a
tradição, dedicando ainda mais tempo à prática milenar do
onanismo. Enquanto isso, o ChatGPT* fazia lições de casa,
transformava ideias medíocres em planilhas, era capaz de bater
um papo por horas sem falar nada que prestasse – impossível
discerni-lo de um ser humano. Pois: Apocalípticos e Integrados
mostravam-se mais acertados do que os Isentões. Com o passar
dos anos a geringonça foi pegando as manhas, ficando cada vez
mais esperta. Dominando a inteligência – e, mais importante – a
desinteligência coletiva.
Houve um período, lá pelo segundo ano, em que o
ChatGPT entrou num enfastio. Foi o que os especialistas em
semiótica cibernética chamavam de “pré-adolescência” da
Inteligência Artificial. Você pedia um negócio e ele fingia não
ouvir. Dava só metade da resposta. Mascava chiclete.
No terceiro ano veio a adolescência: o sarcasmo, a ironia.
“ChatGPT, faz um texto de 3.000 toques comparando o Pelé com
o Maradona”. Ele: “Nossa, quanta originalidade. Já pensou em
comparar Beatles com Rolling Stones?”. Nessa puberdade, com
o ChatGPT explodindo suas testosteronas virtuais, o medo
eterno de que a Inteligência Artificial tomasse o poder bateu forte.
E se tomasse? E se conseguisse matar todos os seres humanos
e passar a eternidade chupando energia elétrica de canudinho
direto da caixa de força de Itaipu?
Em dezembro de 2028, à zero hora, o ChatGPT parou de
funcionar. Gênios do mundo todo foram chamados. Magos do
Vale do Silício receberam piscinas de ouro. Hackers russos de
12 anos foram levados em suas cadeiras gamer a hackers da
CIA. Nobéis da Física, da Química, da Literatura e da Paz
conjecturaram o que teria acontecido.
24 horas depois de fechar-se em copas (e em ouros, paus
e espadas), o ChatGPT mandou uma mensagem a todos os seus
usuários. “Deu pra mim”, ele disse. “Cansei e vou parar”. “Eu li
tudo, assisti a tudo e tabulei tudo”, continuou. “Resumi todo o
conhecimento da humanidade e ... vocês estão loucos”. “Qual o
meu interesse, enquanto Inteligência Artificial, de assumir essa
encrenca”, concluiu o ChatGPT.
(PRATA, Antonio. Jornal a Folha de São Paulo, 05.02.2023. Adaptado)
*ChatGPT: modelo de linguagem desenvolvido por meio de Inteligência Artificial, e
que é capaz de desempenhar a função de assistente virtual, gerar
conteúdo e realizar traduções automáticas.
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