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Ano: 2026
Disciplina: Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei 13.146/2015
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santo Ângelo-RS
Disciplina: Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei 13.146/2015
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Santo Ângelo-RS
Provas:
Entre os elementos presentes em um transporte público,
deve haver adaptações específicas para que pessoas com
deficiências possam frequentá-lo. Considerando isso, as
alternativas abaixo apresentam essas adaptações:
I. Plataformas e rampas.
II. Assentos preferenciais.
III. Piso baixo.
Está CORRETO o que se afirma:
I. Plataformas e rampas.
II. Assentos preferenciais.
III. Piso baixo.
Está CORRETO o que se afirma:
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Assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo
CORRETAMENTE.
Uma pessoa disse: “A primeira vez que voei de avião foi quando tinha metade da minha idade atual.”. É possível descobrir qual era essa idade, ____________ a idade atual ___________.
Uma pessoa disse: “A primeira vez que voei de avião foi quando tinha metade da minha idade atual.”. É possível descobrir qual era essa idade, ____________ a idade atual ___________.
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Em um centro de treinamento, logo no início do dia,
quatro gestores receberam uma nova orientação
pedagógica. Durante a manhã, cada gestor repassou essa
orientação para seis instrutores que ainda não a conheciam.
Ao final da manhã, quantas pessoas, no total, receberam
essa orientação?
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Em uma gincana escolar, foram colocados em uma caixa
10 cupons numerados de 1 a 10. Um participante retirará
um único cupom, ao acaso. Qual é a probabilidade de o
número sorteado ser par?
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O Rio começou a correr porque a cidade precisava respirar
de novo
Tem uma cena que se repete nas manhãs do Rio.
Antes de a cidade terminar de acordar, já tem gente
correndo na orla, na Lagoa, no Aterro, na Quinta da Boa
Vista, no Maracanã, no Parque Madureira, na Barra, no
Recreio, na Tijuca, em Jacarepaguá, em Campo Grande, em
Niterói e em tantos outros caminhos onde o carioca
transforma rua, praça e calçadão em pista. Alguns estão em
grupo, outros sozinhos. Uns olham o relógio, outros só
seguem o ritmo do corpo. Há quem corra para melhorar o
pace, emagrecer, estrear numa prova. Mas tenho a
impressão de que muita gente está correndo por outro
motivo: para conseguir respirar.
Não é pouca coisa viver num tempo em que tudo nos
atravessa rápido demais. Mensagens, cobranças, telas,
comparações, notícias, metas, urgências. A cabeça fica cheia,
o peito fica apertado e o corpo vira o lugar onde essa
pressão se acumula. Talvez por isso a corrida tenha crescido
tanto. Ela devolve uma coisa rara: um começo simples. Um
pé depois do outro. Uma respiração depois da outra.
O Rio sempre foi uma cidade física. Aqui, a vida passa
pelo corpo, mas não apenas na praia. Passa no calçadão, na
praça, no parque, na rua fechada no domingo, na pista
improvisada perto de casa, no grupo que se encontra ainda
escuro para treinar antes do trabalho. A paisagem ajuda,
claro. Às vezes é o mar. Às vezes é uma árvore no caminho,
uma praça cheia, um viaduto atravessado, uma rua
conhecida. O que importa é que, em algum ponto da cidade,
o corpo encontra uma forma de organizar algo por dentro.
Mas não é só beleza. É pertencimento. É grupo. É ritual. É
perceber que você não está sozinho tentando dar conta da
vida.
A Maratona do Rio se aproxima e, com ela, a cidade
parece entrar nesse estado coletivo de movimento. Em
2026, o evento chega a um recorde de cerca de 70 mil
inscritos e conquista o selo Elite Label da World Athletics,
consolidando-se como o maior festival de corrida de rua da
América Latina. Para João Traven, da Spiridon, organizador
da prova desde 2003, a maratona deixa de ser apenas uma
competição técnica: durante cinco dias, toma conta das
ruas, transforma a orla e as avenidas em celebração ao ar
livre e faz da Marina da Glória um grande ponto de
encontro.
Fonte: Veja Rio. Adaptado.
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O Rio começou a correr porque a cidade precisava respirar
de novo
Tem uma cena que se repete nas manhãs do Rio.
Antes de a cidade terminar de acordar, já tem gente
correndo na orla, na Lagoa, no Aterro, na Quinta da Boa
Vista, no Maracanã, no Parque Madureira, na Barra, no
Recreio, na Tijuca, em Jacarepaguá, em Campo Grande, em
Niterói e em tantos outros caminhos onde o carioca
transforma rua, praça e calçadão em pista. Alguns estão em
grupo, outros sozinhos. Uns olham o relógio, outros só
seguem o ritmo do corpo. Há quem corra para melhorar o
pace, emagrecer, estrear numa prova. Mas tenho a
impressão de que muita gente está correndo por outro
motivo: para conseguir respirar.
Não é pouca coisa viver num tempo em que tudo nos
atravessa rápido demais. Mensagens, cobranças, telas,
comparações, notícias, metas, urgências. A cabeça fica cheia,
o peito fica apertado e o corpo vira o lugar onde essa
pressão se acumula. Talvez por isso a corrida tenha crescido
tanto. Ela devolve uma coisa rara: um começo simples. Um
pé depois do outro. Uma respiração depois da outra.
O Rio sempre foi uma cidade física. Aqui, a vida passa
pelo corpo, mas não apenas na praia. Passa no calçadão, na
praça, no parque, na rua fechada no domingo, na pista
improvisada perto de casa, no grupo que se encontra ainda
escuro para treinar antes do trabalho. A paisagem ajuda,
claro. Às vezes é o mar. Às vezes é uma árvore no caminho,
uma praça cheia, um viaduto atravessado, uma rua
conhecida. O que importa é que, em algum ponto da cidade,
o corpo encontra uma forma de organizar algo por dentro.
Mas não é só beleza. É pertencimento. É grupo. É ritual. É
perceber que você não está sozinho tentando dar conta da
vida.
A Maratona do Rio se aproxima e, com ela, a cidade
parece entrar nesse estado coletivo de movimento. Em
2026, o evento chega a um recorde de cerca de 70 mil
inscritos e conquista o selo Elite Label da World Athletics,
consolidando-se como o maior festival de corrida de rua da
América Latina. Para João Traven, da Spiridon, organizador
da prova desde 2003, a maratona deixa de ser apenas uma
competição técnica: durante cinco dias, toma conta das
ruas, transforma a orla e as avenidas em celebração ao ar
livre e faz da Marina da Glória um grande ponto de
encontro.
Fonte: Veja Rio. Adaptado.
Ler a tirinha abaixo.

As palavras “triste”, “sozinho” e “a cada dia” são respectivamente classificadas como:
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O Rio começou a correr porque a cidade precisava respirar
de novo
Tem uma cena que se repete nas manhãs do Rio.
Antes de a cidade terminar de acordar, já tem gente
correndo na orla, na Lagoa, no Aterro, na Quinta da Boa
Vista, no Maracanã, no Parque Madureira, na Barra, no
Recreio, na Tijuca, em Jacarepaguá, em Campo Grande, em
Niterói e em tantos outros caminhos onde o carioca
transforma rua, praça e calçadão em pista. Alguns estão em
grupo, outros sozinhos. Uns olham o relógio, outros só
seguem o ritmo do corpo. Há quem corra para melhorar o
pace, emagrecer, estrear numa prova. Mas tenho a
impressão de que muita gente está correndo por outro
motivo: para conseguir respirar.
Não é pouca coisa viver num tempo em que tudo nos
atravessa rápido demais. Mensagens, cobranças, telas,
comparações, notícias, metas, urgências. A cabeça fica cheia,
o peito fica apertado e o corpo vira o lugar onde essa
pressão se acumula. Talvez por isso a corrida tenha crescido
tanto. Ela devolve uma coisa rara: um começo simples. Um
pé depois do outro. Uma respiração depois da outra.
O Rio sempre foi uma cidade física. Aqui, a vida passa
pelo corpo, mas não apenas na praia. Passa no calçadão, na
praça, no parque, na rua fechada no domingo, na pista
improvisada perto de casa, no grupo que se encontra ainda
escuro para treinar antes do trabalho. A paisagem ajuda,
claro. Às vezes é o mar. Às vezes é uma árvore no caminho,
uma praça cheia, um viaduto atravessado, uma rua
conhecida. O que importa é que, em algum ponto da cidade,
o corpo encontra uma forma de organizar algo por dentro.
Mas não é só beleza. É pertencimento. É grupo. É ritual. É
perceber que você não está sozinho tentando dar conta da
vida.
A Maratona do Rio se aproxima e, com ela, a cidade
parece entrar nesse estado coletivo de movimento. Em
2026, o evento chega a um recorde de cerca de 70 mil
inscritos e conquista o selo Elite Label da World Athletics,
consolidando-se como o maior festival de corrida de rua da
América Latina. Para João Traven, da Spiridon, organizador
da prova desde 2003, a maratona deixa de ser apenas uma
competição técnica: durante cinco dias, toma conta das
ruas, transforma a orla e as avenidas em celebração ao ar
livre e faz da Marina da Glória um grande ponto de
encontro.
Fonte: Veja Rio. Adaptado.
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Questão presente nas seguintes provas
O Rio começou a correr porque a cidade precisava respirar
de novo
Tem uma cena que se repete nas manhãs do Rio.
Antes de a cidade terminar de acordar, já tem gente
correndo na orla, na Lagoa, no Aterro, na Quinta da Boa
Vista, no Maracanã, no Parque Madureira, na Barra, no
Recreio, na Tijuca, em Jacarepaguá, em Campo Grande, em
Niterói e em tantos outros caminhos onde o carioca
transforma rua, praça e calçadão em pista. Alguns estão em
grupo, outros sozinhos. Uns olham o relógio, outros só
seguem o ritmo do corpo. Há quem corra para melhorar o
pace, emagrecer, estrear numa prova. Mas tenho a
impressão de que muita gente está correndo por outro
motivo: para conseguir respirar.
Não é pouca coisa viver num tempo em que tudo nos
atravessa rápido demais. Mensagens, cobranças, telas,
comparações, notícias, metas, urgências. A cabeça fica cheia,
o peito fica apertado e o corpo vira o lugar onde essa
pressão se acumula. Talvez por isso a corrida tenha crescido
tanto. Ela devolve uma coisa rara: um começo simples. Um
pé depois do outro. Uma respiração depois da outra.
O Rio sempre foi uma cidade física. Aqui, a vida passa
pelo corpo, mas não apenas na praia. Passa no calçadão, na
praça, no parque, na rua fechada no domingo, na pista
improvisada perto de casa, no grupo que se encontra ainda
escuro para treinar antes do trabalho. A paisagem ajuda,
claro. Às vezes é o mar. Às vezes é uma árvore no caminho,
uma praça cheia, um viaduto atravessado, uma rua
conhecida. O que importa é que, em algum ponto da cidade,
o corpo encontra uma forma de organizar algo por dentro.
Mas não é só beleza. É pertencimento. É grupo. É ritual. É
perceber que você não está sozinho tentando dar conta da
vida.
A Maratona do Rio se aproxima e, com ela, a cidade
parece entrar nesse estado coletivo de movimento. Em
2026, o evento chega a um recorde de cerca de 70 mil
inscritos e conquista o selo Elite Label da World Athletics,
consolidando-se como o maior festival de corrida de rua da
América Latina. Para João Traven, da Spiridon, organizador
da prova desde 2003, a maratona deixa de ser apenas uma
competição técnica: durante cinco dias, toma conta das
ruas, transforma a orla e as avenidas em celebração ao ar
livre e faz da Marina da Glória um grande ponto de
encontro.
Fonte: Veja Rio. Adaptado.
I. Aquele menino era muito mal-criado.
II. Ele sempre foi muito anti-higiênico.
III. É normal ficar cansado com as correrias do dia-a-dia.
Está CORRETO o que se afirma:
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Questão presente nas seguintes provas
O Rio começou a correr porque a cidade precisava respirar
de novo
Tem uma cena que se repete nas manhãs do Rio.
Antes de a cidade terminar de acordar, já tem gente
correndo na orla, na Lagoa, no Aterro, na Quinta da Boa
Vista, no Maracanã, no Parque Madureira, na Barra, no
Recreio, na Tijuca, em Jacarepaguá, em Campo Grande, em
Niterói e em tantos outros caminhos onde o carioca
transforma rua, praça e calçadão em pista. Alguns estão em
grupo, outros sozinhos. Uns olham o relógio, outros só
seguem o ritmo do corpo. Há quem corra para melhorar o
pace, emagrecer, estrear numa prova. Mas tenho a
impressão de que muita gente está correndo por outro
motivo: para conseguir respirar.
Não é pouca coisa viver num tempo em que tudo nos
atravessa rápido demais. Mensagens, cobranças, telas,
comparações, notícias, metas, urgências. A cabeça fica cheia,
o peito fica apertado e o corpo vira o lugar onde essa
pressão se acumula. Talvez por isso a corrida tenha crescido
tanto. Ela devolve uma coisa rara: um começo simples. Um
pé depois do outro. Uma respiração depois da outra.
O Rio sempre foi uma cidade física. Aqui, a vida passa
pelo corpo, mas não apenas na praia. Passa no calçadão, na
praça, no parque, na rua fechada no domingo, na pista
improvisada perto de casa, no grupo que se encontra ainda
escuro para treinar antes do trabalho. A paisagem ajuda,
claro. Às vezes é o mar. Às vezes é uma árvore no caminho,
uma praça cheia, um viaduto atravessado, uma rua
conhecida. O que importa é que, em algum ponto da cidade,
o corpo encontra uma forma de organizar algo por dentro.
Mas não é só beleza. É pertencimento. É grupo. É ritual. É
perceber que você não está sozinho tentando dar conta da
vida.
A Maratona do Rio se aproxima e, com ela, a cidade
parece entrar nesse estado coletivo de movimento. Em
2026, o evento chega a um recorde de cerca de 70 mil
inscritos e conquista o selo Elite Label da World Athletics,
consolidando-se como o maior festival de corrida de rua da
América Latina. Para João Traven, da Spiridon, organizador
da prova desde 2003, a maratona deixa de ser apenas uma
competição técnica: durante cinco dias, toma conta das
ruas, transforma a orla e as avenidas em celebração ao ar
livre e faz da Marina da Glória um grande ponto de
encontro.
Fonte: Veja Rio. Adaptado.
( ) As palavras “saúde” e “nível” são acentuadas pelo mesmo motivo.
( ) Tanto a palavra “herói” quanto a palavra “heróico” estão corretamente acentuadas.
( ) As palavras “álibi” e “álcool” são acentuadas pelo mesmo motivo.
( ) As palavras “juiz” e “raiz” não recebem acento, mas seus plurais são “juízes” e “raízes”.
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Segundo a Lei nº 9.394/1996 − Lei de Diretrizes e Bases
da Educação Nacional, a verificação do rendimento escolar
observará:
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