Foram encontradas 340 questões.
“A questão da coerência interna do indivíduo, de seu
pertencimento a outros e de sua demarcação com relação aos
outros, é formulada de modo distinto em tempos diversos.
Atualmente, ela surge com força e intensidade no plano categorial
do pensamento histórico, com relação à humanidade, diante da
desumanidade experimentada e da humanização almejada.”
(RÜSEN, Jörn. Teoria da História: uma teoria da História como ciência. Curitiba: UFPR. 2015. p.145)
Com base no texto, o seguinte tema tem acompanhado atualmente o pensamento histórico:
(RÜSEN, Jörn. Teoria da História: uma teoria da História como ciência. Curitiba: UFPR. 2015. p.145)
Com base no texto, o seguinte tema tem acompanhado atualmente o pensamento histórico:
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“A luta pela sucessão política do Profeta durante os primeiros
séculos islâmicos tinha trazido consigo implicações para a questão
da autoridade religiosa. Quem tinha o direito de interpretar a
mensagem transmitida no Corão e a vida de Maomé? Para os xiitas
e os vários grupos deles derivados, a autoridade estava com uma
linha de imãs, intérpretes infalíveis da verdade contida no Corão.
Desde os primeiros tempos islâmicos, porém, a maioria de
muçulmanos nos países de língua árabe era sunita; o que significa,
rejeitava a ideia de um imã infalível, que poderia, num certo
sentido, prolongar a revelação da Vontade de Deus. Para eles, essa
Vontade fora revelada definitiva e completamente no suna do
Profeta, e os que tinham capacidade de interpretá-lo, os ulemás,
eram os guardiães da consciência moral da comunidade.”
(HOURANI, Albert. Uma História dos Povos Árabes. São Paulo: Companhia das Letras. 1994. p. 170)
Com base no texto, é correto concluir que o mundo islâmico apresentava
(HOURANI, Albert. Uma História dos Povos Árabes. São Paulo: Companhia das Letras. 1994. p. 170)
Com base no texto, é correto concluir que o mundo islâmico apresentava
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“Assim, o líder de um movimento que agregue as fakenews à
construção de sua própria visão de mundo se destaca da manada
dos comuns. Não é um burocrata pragmático e fatalista como os
outros, mas um homem de ação, que constrói sua própria
realidade para responder aos anseios de seus discípulos. Na
Europa, como no resto do mundo, raiva política que capta os
temores e as aspirações de uma massa crescente do eleitorado,
enquanto os fatos dos que se as combatem inserem-se em um
discurso que não é mais tido como crível. Na prática, para os
adeptos dos populistas, a verdade dos fatos, tomados um a um,
não conta. O que é verdadeiro é a mensagem no seu conjunto, que
corresponde a seus sentimentos e suas sensações.”
(EMPOLI, Giuliano Da. Os engenheiros do caos. São Paulo: Vestígio, 2022. p.24)
Podemos dizer que o contexto político contemporâneo relatado pelo autor cria um ambiente propício para a deslegitimação do ensino de História, pois
(EMPOLI, Giuliano Da. Os engenheiros do caos. São Paulo: Vestígio, 2022. p.24)
Podemos dizer que o contexto político contemporâneo relatado pelo autor cria um ambiente propício para a deslegitimação do ensino de História, pois
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“No decorrer dos séculos, os escolásticos da Idade Média
exploraram todos os aspectos do pecado original, consideraram
todas as hipóteses, tiraram todas as consequências. Para além, de
quaisquer divergências, estão convencidos de que a natureza
humana está irremediavelmente ferida, até o fim do mundo.
Individualmente, o homem, privado da justiça original, é incapaz
de fazer o bem; mas com a ajuda da graça, ainda pode esperar por
sua salvação pessoal depois da morte.”
(MINOIS, Georges. As origens do mal: uma história do pecado original. São Paulo: UNESP, 2021. p 114)
A mentalidade medieval é ancorada nas seguintes duas narrativas estruturantes do cristianismo:
(MINOIS, Georges. As origens do mal: uma história do pecado original. São Paulo: UNESP, 2021. p 114)
A mentalidade medieval é ancorada nas seguintes duas narrativas estruturantes do cristianismo:
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“A crença socialista nas restrições e determinantes sociais da
democracia – a importância do social na democracia social – foi
uma ampliação fundamental da ideia democrática. Contudo, sob
certos aspectos, esta última continuou fortemente reduzida. Na
maior parte dos movimentos democráticos iniciais, com exceção
dos socialistas utópicos do início do século XIX, a soberania popular
permaneceu uma prerrogativa masculina. O cartismo, na GrãBretanha, o mais notável desses primeiros movimentos, deixou isso
especialmente claro, pois seus famosos Seis Pontos para a
democratização da Constituição, elaborados em 1837-38,
excluíram expressamente o voto feminino.”
(ELEY, Geoff. Forjando a democracia: a história da esquerda na Europa, 1850-2000. São Paulo: Perseu Abramo, 2005. p. 47).
Para compreender o lugar secundário das mulheres no movimento operário britânico, devemos considerar aspectos enraizados na estrutura social em que ainda predominava(m)
(ELEY, Geoff. Forjando a democracia: a história da esquerda na Europa, 1850-2000. São Paulo: Perseu Abramo, 2005. p. 47).
Para compreender o lugar secundário das mulheres no movimento operário britânico, devemos considerar aspectos enraizados na estrutura social em que ainda predominava(m)
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“A princesa Isabel, diziam as narrativas, era abolicionista,
inteligente, caridosa, humana, gentil e muito generosa. No
entanto, identifiquei, anos depois, por meio de múltiplas leituras,
que ela não “acolheu” dignamente os negros livres. Não havia
tanto transbordamento de bondade em seu ato. Foi antes de tudo
um ato político, a favor de uma situação que já havia se tornado
insustentável. Ela não ofereceu, junto com a assinatura da Lei
Áurea, um plano de futuro para a população liberta naquele
momento. Ela era o poder e, caso desejasse, poderia ter feito
diferente. Este fato evidencia a falta de empatia dela em relação
aos seres humanos negros. Depois dessas múltiplas leituras,
entendi o contexto histórico do período pós-abolição e percebi o
quanto o caminho dos negros libertos poderia ter sido diferente.
Toda ode à princesa Isabel, construída pela escola em que estudei,
e que morava dentro do meu peito, desabou como um castelo de
cartas.”
(ROSA, Sonia. Reflexão antirracista de bolso: conversa preta: diálogos sobre racismo nas convivências por meio da educação e da literatura. São Paulo: Arco 43, 2022. p. 49)
Com base no texto, podemos dizer que a concepção de História que marcou o ensino da disciplina é a
(ROSA, Sonia. Reflexão antirracista de bolso: conversa preta: diálogos sobre racismo nas convivências por meio da educação e da literatura. São Paulo: Arco 43, 2022. p. 49)
Com base no texto, podemos dizer que a concepção de História que marcou o ensino da disciplina é a
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- Teoria em HistóriaFundamentos da História : Tempo, Memória e Cultura
- História Geral
- História do BrasilPré-História Brasileira
“Ora, não há dúvida de que os índios foram atores políticos
importantes de sua própria história e de que, nos interstícios da
política indigenista, se vislumbra algo do que foi a política
indígena. Sabe-se que as potências metropolitanas perceberam
desde cedo as potencialidades estratégicas das inimizades entre
grupos indígenas: no século XVI, os franceses e os portugueses em
guerra aliaram-se respectivamente aos Tamoios e aos Tupiniquins
(Fausto in Carneiro da Cunha [org.] 1992); e no século XVII os
holandeses pela primeira vez se aliaram a grupos ‘tapuias” contra
os portugueses (Dantas, Sampaio, e Carvalho in Carneiro da Cunha
[org] 1992). No século XIX, os Munduruku foram usados para
‘desinfestar’ o Madeira de grupos hostis e os Krahô, no Tocantis,
para combater outras etnias Jê.”
(CUNHA, Manuela Carneiro da. Índios no Brasil: História, direitos e cidadania. São Paulo: Claroenigma, 2012. p. 23)
Entre o impacto da política indígena metropolitana e as iniciativas dos povos originários, há ainda amplo campo de estudos sobre o protagonismo indígena em sua relação com o colonizador.
Nesse sentido, a abordagem historiográfica que pode melhor contribuir para esses estudos é a história
(CUNHA, Manuela Carneiro da. Índios no Brasil: História, direitos e cidadania. São Paulo: Claroenigma, 2012. p. 23)
Entre o impacto da política indígena metropolitana e as iniciativas dos povos originários, há ainda amplo campo de estudos sobre o protagonismo indígena em sua relação com o colonizador.
Nesse sentido, a abordagem historiográfica que pode melhor contribuir para esses estudos é a história
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“O grande passo dado nos últimos anos para o conhecimento da
América lusa dos séculos XVII e XVIII foi o de reconhecer a nossa
ignorância sobre os mesmos séculos. Afinal, foi com muito custo e
depois de bastante tempo que percebemos que a América não era
um simples canavial, habitado por prepostos do capital mercantil
e semoventes (escravos), conectado à humanidade apenas por
rotas comerciais.”
(FRAGOSO, João; GUEDES, Roberto; KRAUSE, Thiago. América portuguesa e os sistemas atlânticos na Época moderna: monarquia pluricontinental e Antigo Regime. Rio de Janeiro: FGV, 2013).
O autor faz um balanço da produção historiográfica sobre a História colonial da América portuguesa. A hipótese central da antiga produção historiográfica sobre a América lusa, contestada pelas investigações mais recentes, é explicitada na ideia de
(FRAGOSO, João; GUEDES, Roberto; KRAUSE, Thiago. América portuguesa e os sistemas atlânticos na Época moderna: monarquia pluricontinental e Antigo Regime. Rio de Janeiro: FGV, 2013).
O autor faz um balanço da produção historiográfica sobre a História colonial da América portuguesa. A hipótese central da antiga produção historiográfica sobre a América lusa, contestada pelas investigações mais recentes, é explicitada na ideia de
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Elizabeth 2ª: a memória do passado colonial que gera
críticas ao legado da rainha Elizabeth 2ª na África
A morte da rainha Elizabeth 2ª gerou uma onda de pesar e de homenagens tocantes por parte de líderes mundiais e também do público em geral.
Muitos nas antigas colônias britânicas saudaram abertamente a memória da rainha, enquanto outros compartilharam fotos da monarca durante visitas aos seus respectivos países.
Mas a admiração não é unânime. Para alguns, sua morte reacendeu memórias da muitas vezes sangrenta história colonial britânica - atrocidades contra populações indígenas, roubo de estátuas e artefatos de nações do oeste da África, ouro e diamantes da África do Sul e da Índia, escravidão e opressão.
Enquanto o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, descreveu a rainha como uma figura pública extraordinária que deveria ser lembrada com carinho por muitos ao redor do mundo, o opositor partido Combatentes pela Liberdade Econômica (EFF, na sigla em inglês) disse que não estaria entre aqueles lamentando a morte.
“Durante seus 70 anos de reinado como rainha, ela nunca reconheceu crimes que o Reino Unido e sua família perpetraram pelo mundo, e era na verdade uma porta-bandeira orgulhosa dessas atrocidades", disse o partido, o terceiro maior do país, em um comunicado. "Para nós, sua morte é uma lembrança de um período muito trágico neste país e na história da África”, diz o comunicado. Nas redes sociais, as críticas foram muito além.
Artigo de Nomsa Maseko https://www.bbc.com/portuguese/internacional-62871616
A partir da leitura do artigo jornalístico, podemos afirmar que o caso noticiado é representativo
A morte da rainha Elizabeth 2ª gerou uma onda de pesar e de homenagens tocantes por parte de líderes mundiais e também do público em geral.
Muitos nas antigas colônias britânicas saudaram abertamente a memória da rainha, enquanto outros compartilharam fotos da monarca durante visitas aos seus respectivos países.
Mas a admiração não é unânime. Para alguns, sua morte reacendeu memórias da muitas vezes sangrenta história colonial britânica - atrocidades contra populações indígenas, roubo de estátuas e artefatos de nações do oeste da África, ouro e diamantes da África do Sul e da Índia, escravidão e opressão.
Enquanto o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, descreveu a rainha como uma figura pública extraordinária que deveria ser lembrada com carinho por muitos ao redor do mundo, o opositor partido Combatentes pela Liberdade Econômica (EFF, na sigla em inglês) disse que não estaria entre aqueles lamentando a morte.
“Durante seus 70 anos de reinado como rainha, ela nunca reconheceu crimes que o Reino Unido e sua família perpetraram pelo mundo, e era na verdade uma porta-bandeira orgulhosa dessas atrocidades", disse o partido, o terceiro maior do país, em um comunicado. "Para nós, sua morte é uma lembrança de um período muito trágico neste país e na história da África”, diz o comunicado. Nas redes sociais, as críticas foram muito além.
Artigo de Nomsa Maseko https://www.bbc.com/portuguese/internacional-62871616
A partir da leitura do artigo jornalístico, podemos afirmar que o caso noticiado é representativo
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“No decorrer dos séculos, tanto na literatura quanto em registos
históricos, as narrativas generalizam a participação do originário
como “índio”, colaborando para afirmar a sua nãocontemporaneidade, como se fossem um todo homogêneo, iguais
entre si e fazendo parte apenas do passado. As abordagens, feitas
a partir desses materiais, levaram a concluir que os Povos
Originários não fazem parte da sociedade e que essas relações só
se efetivaram na época da chegada dos colonizadores ao Brasil.
Diante dessas realidades, atualmente, a voz originária ecoa forte e
lúcida. E sua escrita torna-se a possibilidade de legitimação de sua
narrativa ancestral.”
(Boacé Uchô: a História está na trilha. Narrativas e memórias do povo Puri da Serra da Mantiqueira. Rio de Janeiro: Pachamama, 2020, p. 23)
Tendo como referência o texto acima, é correto afirmar que a escrita sobre os povos originários foi pautada por uma narrativa de
(Boacé Uchô: a História está na trilha. Narrativas e memórias do povo Puri da Serra da Mantiqueira. Rio de Janeiro: Pachamama, 2020, p. 23)
Tendo como referência o texto acima, é correto afirmar que a escrita sobre os povos originários foi pautada por uma narrativa de
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