Foram encontradas 340 questões.
O termo “odontólogo”, presente na crônica de Stanislaw, é um
termo erudito, equivalente a “dentista”.
Entre os termos a seguir, assinale aquele que mostra significação correta.
Entre os termos a seguir, assinale aquele que mostra significação correta.
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Os segmentos abaixo, retirados da crônica de Stanislaw, tiveram
termos substituídos por equivalentes.
Assinale a frase em que essa substituição foi realizada de forma correta e conveniente.
Assinale a frase em que essa substituição foi realizada de forma correta e conveniente.
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ATENÇÃO: O texto abaixo é o início de uma pequena narrativa de
Stanislaw Ponte Preta. Use-o para responder à próxima questão.
“Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo
dia ela passava na fronteira montada na lambreta, com um bruto
saco atrás da lambreta. O pessoal da alfândega – tudo malandro
velho – começou a desconfiar da velhinha.
Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal
da alfândega mandou ela parar. A velhinha parou e então o fiscal
perguntou assim pra ela:
Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com
esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco?
A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e
mais os outros, que ela adquirira no odontólogo, e respondeu:
É areia!
Aí quem sorriu foi o fiscal.”
Assinale a opção em que os segmentos destacados estão em sequência cronológica.
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4124594
Ano: 2026
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FGV
Orgão: Pref. São José Campos-SP
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FGV
Orgão: Pref. São José Campos-SP
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ATENÇÃO: O texto abaixo é o início de uma pequena narrativa de
Stanislaw Ponte Preta. Use-o para responder à próxima questão.
“Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo
dia ela passava na fronteira montada na lambreta, com um bruto
saco atrás da lambreta. O pessoal da alfândega – tudo malandro
velho – começou a desconfiar da velhinha.
Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal
da alfândega mandou ela parar. A velhinha parou e então o fiscal
perguntou assim pra ela:
Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com
esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco?
A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e
mais os outros, que ela adquirira no odontólogo, e respondeu:
É areia!
Aí quem sorriu foi o fiscal.”
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ATENÇÃO: use o fragmento textual abaixo, retirado do Sermão
da Sexagésima, que aborda o tema do estilo dos pregadores,
para responder à próxima questão.
“O pregador há de ser como quem semeia e não como quem
ladrilha ou azuleja. Ordenado, mas como as estrelas: As estrelas,
permanecendo na sua ordem. Todas as estrelas estão por sua
ordem; mas é ordem que faz influência, não é ordem que faça
lavor. Não fez Deus o céu em xadrez de estrelas, como os
pregadores fazem o céu em xadrez de palavras. Se de uma parte
há de estar branco, da outra há de estar negro; se de uma parte
dizem luz, da outra hão de dizem sombra; se de uma parte dizem
desceu, da outra hão de dizer subiu. Basta que não havemos de ver
num sermão duas palavras em paz? Todas hão de estar sempre em
fronteira com seu contrário?”
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4124592
Ano: 2026
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FGV
Orgão: Pref. São José Campos-SP
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FGV
Orgão: Pref. São José Campos-SP
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ATENÇÃO: use o fragmento textual abaixo, retirado do Sermão
da Sexagésima, que aborda o tema do estilo dos pregadores,
para responder à próxima questão.
“O pregador há de ser como quem semeia e não como quem
ladrilha ou azuleja. Ordenado, mas como as estrelas: As estrelas,
permanecendo na sua ordem. Todas as estrelas estão por sua
ordem; mas é ordem que faz influência, não é ordem que faça
lavor. Não fez Deus o céu em xadrez de estrelas, como os
pregadores fazem o céu em xadrez de palavras. Se de uma parte
há de estar branco, da outra há de estar negro; se de uma parte
dizem luz, da outra hão de dizem sombra; se de uma parte dizem
desceu, da outra hão de dizer subiu. Basta que não havemos de ver
num sermão duas palavras em paz? Todas hão de estar sempre em
fronteira com seu contrário?”
Assinale a opção que identifica corretamente esse estilo e a razão básica de ser criticado.
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Uma das marcas mais fortes da literatura machadiana é a correção
gramatical.
Assinale a frase abaixo que respeita integralmente a norma culta.
Assinale a frase abaixo que respeita integralmente a norma culta.
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ATENÇÃO: use o trecho abaixo, do famoso romance Dom
Casmurro, de Machado de Assis, que narra o dia do casamento
de Bentinho e Capitu, para responder à próxima questão.
“Pois sejamos felizes de uma vez, antes que o leitor pegue em
si, morto de esperar, e vá espairecer a outra parte; casemo-nos.
Foi em 1865, uma tarde de março, por sinal chovia. Quando
chegamos ao alto da Tijuca, onde era o nosso ninho de noivos, o
céu recolheu a chuva e acendeu as estrelas, não só as já
conhecidas, mas ainda as que só serão descobertas daqui a muitos
séculos. Foi grande fineza e não foi única. São Pedro, que tem as
chaves do céu, abriu-nos as portas dele, fez-nos entrar, e depois
de tocar-nos com o báculo, recitou alguns versículos da sua
primeira epístola: “As mulheres sejam sujeitas a seus maridos...
Não seja o adorno delas o enfeite dos cabelos riçados ou as rendas
de ouro, mas o homem que está escondido no coração... Do
mesmo modo, vós, maridos, coabitai com elas, tratando-as com
honra, como a vasos mais fracos, e herdeiras convosco da graça da
vida...” Em seguida, fez sinal aos anjos, e eles entoaram um trecho
do Cântico, tão concertadamente, que desmentiram a hipótese do
tenor italiano, se a execução fosse na terra; mas era no céu. A
música ia com o texto, como se houvessem nascido juntos, à
maneira de uma ópera de Wagner. Depois, visitamos uma parte
daquele lugar infinito. Descansa que não farei descrição alguma, nem a língua humana possui formas idôneas para tanto.”
“Depois, visitamos uma parte daquele lugar infinito. Descansa que não farei descrição alguma, nem a língua humana possui formas idôneas para tanto.”
Assinale a afirmação correta sobre a estruturação descritiva de um texto, com base nesse segmento.
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ATENÇÃO: use o trecho abaixo, do famoso romance Dom
Casmurro, de Machado de Assis, que narra o dia do casamento
de Bentinho e Capitu, para responder à próxima questão.
“Pois sejamos felizes de uma vez, antes que o leitor pegue em
si, morto de esperar, e vá espairecer a outra parte; casemo-nos.
Foi em 1865, uma tarde de março, por sinal chovia. Quando
chegamos ao alto da Tijuca, onde era o nosso ninho de noivos, o
céu recolheu a chuva e acendeu as estrelas, não só as já
conhecidas, mas ainda as que só serão descobertas daqui a muitos
séculos. Foi grande fineza e não foi única. São Pedro, que tem as
chaves do céu, abriu-nos as portas dele, fez-nos entrar, e depois
de tocar-nos com o báculo, recitou alguns versículos da sua
primeira epístola: “As mulheres sejam sujeitas a seus maridos...
Não seja o adorno delas o enfeite dos cabelos riçados ou as rendas
de ouro, mas o homem que está escondido no coração... Do
mesmo modo, vós, maridos, coabitai com elas, tratando-as com
honra, como a vasos mais fracos, e herdeiras convosco da graça da
vida...” Em seguida, fez sinal aos anjos, e eles entoaram um trecho
do Cântico, tão concertadamente, que desmentiram a hipótese do
tenor italiano, se a execução fosse na terra; mas era no céu. A
música ia com o texto, como se houvessem nascido juntos, à
maneira de uma ópera de Wagner. Depois, visitamos uma parte
daquele lugar infinito. Descansa que não farei descrição alguma, nem a língua humana possui formas idôneas para tanto.”
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ATENÇÃO: use o trecho abaixo, do famoso romance Dom
Casmurro, de Machado de Assis, que narra o dia do casamento
de Bentinho e Capitu, para responder à próxima questão.
“Pois sejamos felizes de uma vez, antes que o leitor pegue em
si, morto de esperar, e vá espairecer a outra parte; casemo-nos.
Foi em 1865, uma tarde de março, por sinal chovia. Quando
chegamos ao alto da Tijuca, onde era o nosso ninho de noivos, o
céu recolheu a chuva e acendeu as estrelas, não só as já
conhecidas, mas ainda as que só serão descobertas daqui a muitos
séculos. Foi grande fineza e não foi única. São Pedro, que tem as
chaves do céu, abriu-nos as portas dele, fez-nos entrar, e depois
de tocar-nos com o báculo, recitou alguns versículos da sua
primeira epístola: “As mulheres sejam sujeitas a seus maridos...
Não seja o adorno delas o enfeite dos cabelos riçados ou as rendas
de ouro, mas o homem que está escondido no coração... Do
mesmo modo, vós, maridos, coabitai com elas, tratando-as com
honra, como a vasos mais fracos, e herdeiras convosco da graça da
vida...” Em seguida, fez sinal aos anjos, e eles entoaram um trecho
do Cântico, tão concertadamente, que desmentiram a hipótese do
tenor italiano, se a execução fosse na terra; mas era no céu. A
música ia com o texto, como se houvessem nascido juntos, à
maneira de uma ópera de Wagner. Depois, visitamos uma parte
daquele lugar infinito. Descansa que não farei descrição alguma, nem a língua humana possui formas idôneas para tanto.”
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