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4201523
Ano: 2026
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São José do Cedro-SC
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São José do Cedro-SC
Provas:
Considerando as disposições da Lei Orgânica do
Município de São José do Cedro (SC) sobre a atuação
da administração pública municipal e o direito de acesso
às informações públicas, assinale a alternativa correta.
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- Desenvolvimento SustentávelConceitos e Fundamentos do Desenvolvimento Sustentável
- Desenvolvimento SustentávelGestão Ambiental
Nas últimas décadas, a intensificação das mudanças
climáticas tem impulsionado a adoção de compromissos
ambientais por governos, empresas e organizações
internacionais, incluindo iniciativas nas quais se
destacam estratégias voltadas à transformação dos
modelos de produção e consumo. Nesse contexto, qual
é a relação entre a tendência de neutralidade de carbono
e o desenvolvimento sustentável?
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Por volta de 1950, o desenvolvimento da localidade de
São José do Cedro (SC) foi impulsionado pela instalação
de uma empresa que facilitou a oferta de material
indispensável para a instalação dos pioneiros da sua
colonização. Esse contexto se refere:
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A vegetação brasileira apresenta grande diversidade em
razão da extensão territorial do país e da influência de
fatores como clima, relevo, solo e disponibilidade hídrica.
Além de sua importância ecológica, os diferentes
domínios vegetacionais desempenham papel
fundamental na conservação da biodiversidade, na
regulação climática e na manutenção dos recursos
naturais. Sobre esse tema, analise as assertivas a seguir
e classifique cada uma como verdadeira (V) ou falsa (F).
( ) O Cerrado é considerado o segundo maior bioma da América do Sul e é conhecido também como a savana brasileira.
( ) A Caatinga é uma vegetação exclusivamente brasileira, adaptada às condições de escassez hídrica predominantes no semiárido.
( ) A Mata Atlântica permanece integralmente preservada, concentrando-se principalmente no interior do território nacional.
( ) O Pantanal é reconhecido como uma extensa planície sujeita a inundações periódicas que influenciam sua dinâmica ecológica.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
( ) O Cerrado é considerado o segundo maior bioma da América do Sul e é conhecido também como a savana brasileira.
( ) A Caatinga é uma vegetação exclusivamente brasileira, adaptada às condições de escassez hídrica predominantes no semiárido.
( ) A Mata Atlântica permanece integralmente preservada, concentrando-se principalmente no interior do território nacional.
( ) O Pantanal é reconhecido como uma extensa planície sujeita a inundações periódicas que influenciam sua dinâmica ecológica.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
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4201519
Ano: 2026
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São José do Cedro-SC
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. São José do Cedro-SC
Provas:
De acordo com o Estatuto dos Servidores Públicos
Municipais de São José do Cedro (SC), a nomeação
será feita de acordo com alguns critérios. Sobre tais
critérios, analise as assertivas abaixo.
I.Em comissão, para os cargos de confiança, de livre nomeação e exoneração.
II.Em caráter extraordinário, quando se tratar de necessidade imperativa.
III.Em caráter efetivo, quando se tratar de cargo de provimento efetivo.
IV.Em caráter especial de contratação temporária, de acordo com a legislação vigente.
Está CORRETO o que se afirma em:
I.Em comissão, para os cargos de confiança, de livre nomeação e exoneração.
II.Em caráter extraordinário, quando se tratar de necessidade imperativa.
III.Em caráter efetivo, quando se tratar de cargo de provimento efetivo.
IV.Em caráter especial de contratação temporária, de acordo com a legislação vigente.
Está CORRETO o que se afirma em:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Da comunicação de massa à participação: as redes
sociais digitais
Por que as redes sociais? Porque, a cada dia, cresce a
crença de que as tecnologias de comunicação em rede
podem ser uma ferramenta eficiente para promover a
comunicação, pois se constituem no instrumento mais
poderoso de circulação de informação da
contemporaneidade. Para Lemos (2003), este momento
é caracterizado pela cibercultura, que se consolidou
entre as décadas de 1980 e 1990 com a informática de
massa e a popularização da internet, a qual ganhou
força após a criação da world wide web, em 1991.
As novas tecnologias permitiram a criação de meios de
comunicação mais interativos, liberando os indivíduos
das limitações de espaço e tempo e tornando a
comunicação mais flexível. Com apenas um clique,
qualquer pessoa pode acessar uma informação
específica e manter contato com pessoas que estão
distantes. Os jovens nascidos após 1995 são "nativos"
da cibercultura, inseridos num modelo de comunicação cujos equipamentos operam por meio da convergência
de mídias.
É importante lembrar também que esse cenário se
alicerça na ideia da participação. Em decorrência do fácil
acesso às informações e às tecnologias de
comunicação, as pessoas passaram a ter mais liberdade
para expressar suas opiniões, a participar de forma ativa
das mobilizações e a trocar informações
constantemente. Esse cenário impõe um desafio aos
profissionais da comunicação, que precisam não só
proporcionar experiências empolgantes ao público, mas
também buscar a transformação da sociedade.
O termo "rede social" tornou-se sinônimo de tecnologia
da informação e comunicação; seu uso transcorreu áreas
e destruiu fronteiras, sendo apropriado, hoje, por muitos
atores sociais. Uma das apropriações mais intensas
deu-se no campo da comunicação − mas não
exclusivamente − , com o emprego de expressões como
rede social digital, mídia social e mídia digital, para
designar o fenômeno em questão.
Houve, com efeito, uma mudança significativa na
estrutura da comunicação em razão dos recursos
disponibilizados pela internet. Os meios de massa
baseiam-se no sistema de broadcasting, que emite um
mesmo conteúdo, gerado por um único veículo, para
muitos receptores, sem possibilidade de interferência do
espectador. Já as ferramentas baseadas na rede
inauguram outra lógica: nelas, o usuário deixa de ser
mero receptor e passa a produzir e a difundir informação.
Adaptado de: VERMELHO, Sônia Cristina; VELHO, Ana Paula
Machado; BONKOVOSKI, Amanda; PIROLA, Alisson. Refletindo sobre
as redes sociais digitais. Educação & Sociedade, Campinas, v. 35, n.
126, p. 179-196, jan./mar. 2014. DOI:
https://doi.org/10.1590/S0101-73302014000100011. Disponível em:
https://www.scielo.br/j/es/a/4JR3vpJqszLSgCZGVr88rYf/. Acesso em:
6 jun. 2026.
I.No texto, predominam sequências de base expositivo-argumentativa, uma vez que a apresentação conceitual das redes sociais digitais é integrada à defesa de sua relevância na reconfiguração das práticas comunicativas contemporâneas.
PORQUE
II.A organização dos parágrafos não se limita a descrever fenômenos tecnológicos: articula definição, contextualização histórica, relações de causa e consequência e contraste entre o broadcasting e a lógica participativa em rede.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Da comunicação de massa à participação: as redes
sociais digitais
Por que as redes sociais? Porque, a cada dia, cresce a
crença de que as tecnologias de comunicação em rede
podem ser uma ferramenta eficiente para promover a
comunicação, pois se constituem no instrumento mais
poderoso de circulação de informação da
contemporaneidade. Para Lemos (2003), este momento
é caracterizado pela cibercultura, que se consolidou
entre as décadas de 1980 e 1990 com a informática de
massa e a popularização da internet, a qual ganhou
força após a criação da world wide web, em 1991.
As novas tecnologias permitiram a criação de meios de
comunicação mais interativos, liberando os indivíduos
das limitações de espaço e tempo e tornando a
comunicação mais flexível. Com apenas um clique,
qualquer pessoa pode acessar uma informação
específica e manter contato com pessoas que estão
distantes. Os jovens nascidos após 1995 são "nativos"
da cibercultura, inseridos num modelo de comunicação cujos equipamentos operam por meio da convergência
de mídias.
É importante lembrar também que esse cenário se
alicerça na ideia da participação. Em decorrência do fácil
acesso às informações e às tecnologias de
comunicação, as pessoas passaram a ter mais liberdade
para expressar suas opiniões, a participar de forma ativa
das mobilizações e a trocar informações
constantemente. Esse cenário impõe um desafio aos
profissionais da comunicação, que precisam não só
proporcionar experiências empolgantes ao público, mas
também buscar a transformação da sociedade.
O termo "rede social" tornou-se sinônimo de tecnologia
da informação e comunicação; seu uso transcorreu áreas
e destruiu fronteiras, sendo apropriado, hoje, por muitos
atores sociais. Uma das apropriações mais intensas
deu-se no campo da comunicação − mas não
exclusivamente − , com o emprego de expressões como
rede social digital, mídia social e mídia digital, para
designar o fenômeno em questão.
Houve, com efeito, uma mudança significativa na
estrutura da comunicação em razão dos recursos
disponibilizados pela internet. Os meios de massa
baseiam-se no sistema de broadcasting, que emite um
mesmo conteúdo, gerado por um único veículo, para
muitos receptores, sem possibilidade de interferência do
espectador. Já as ferramentas baseadas na rede
inauguram outra lógica: nelas, o usuário deixa de ser
mero receptor e passa a produzir e a difundir informação.
Adaptado de: VERMELHO, Sônia Cristina; VELHO, Ana Paula
Machado; BONKOVOSKI, Amanda; PIROLA, Alisson. Refletindo sobre
as redes sociais digitais. Educação & Sociedade, Campinas, v. 35, n.
126, p. 179-196, jan./mar. 2014. DOI:
https://doi.org/10.1590/S0101-73302014000100011. Disponível em:
https://www.scielo.br/j/es/a/4JR3vpJqszLSgCZGVr88rYf/. Acesso em:
6 jun. 2026.
COLUNA I - Ocorrências
I."A nova feature do aplicativo agradou os usuários."
II."Os usuários criaram um elo de ligação entre suas comunidades."
III."O moderador repreendeu o usuário em seu perfil."
IV."Por cada publicação compartilhada, surgia uma polêmica."
COLUNA II - Classificações
( ) Cacofonia
( ) Estrangeirismo
( ) Pleonasmo
( ) Ambiguidade A sequência correta, de cima para baixo, é:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Da comunicação de massa à participação: as redes
sociais digitais
Por que as redes sociais? Porque, a cada dia, cresce a
crença de que as tecnologias de comunicação em rede
podem ser uma ferramenta eficiente para promover a
comunicação, pois se constituem no instrumento mais
poderoso de circulação de informação da
contemporaneidade. Para Lemos (2003), este momento
é caracterizado pela cibercultura, que se consolidou
entre as décadas de 1980 e 1990 com a informática de
massa e a popularização da internet, a qual ganhou
força após a criação da world wide web, em 1991.
As novas tecnologias permitiram a criação de meios de
comunicação mais interativos, liberando os indivíduos
das limitações de espaço e tempo e tornando a
comunicação mais flexível. Com apenas um clique,
qualquer pessoa pode acessar uma informação
específica e manter contato com pessoas que estão
distantes. Os jovens nascidos após 1995 são "nativos"
da cibercultura, inseridos num modelo de comunicação cujos equipamentos operam por meio da convergência
de mídias.
É importante lembrar também que esse cenário se
alicerça na ideia da participação. Em decorrência do fácil
acesso às informações e às tecnologias de
comunicação, as pessoas passaram a ter mais liberdade
para expressar suas opiniões, a participar de forma ativa
das mobilizações e a trocar informações
constantemente. Esse cenário impõe um desafio aos
profissionais da comunicação, que precisam não só
proporcionar experiências empolgantes ao público, mas
também buscar a transformação da sociedade.
O termo "rede social" tornou-se sinônimo de tecnologia
da informação e comunicação; seu uso transcorreu áreas
e destruiu fronteiras, sendo apropriado, hoje, por muitos
atores sociais. Uma das apropriações mais intensas
deu-se no campo da comunicação − mas não
exclusivamente − , com o emprego de expressões como
rede social digital, mídia social e mídia digital, para
designar o fenômeno em questão.
Houve, com efeito, uma mudança significativa na
estrutura da comunicação em razão dos recursos
disponibilizados pela internet. Os meios de massa
baseiam-se no sistema de broadcasting, que emite um
mesmo conteúdo, gerado por um único veículo, para
muitos receptores, sem possibilidade de interferência do
espectador. Já as ferramentas baseadas na rede
inauguram outra lógica: nelas, o usuário deixa de ser
mero receptor e passa a produzir e a difundir informação.
Adaptado de: VERMELHO, Sônia Cristina; VELHO, Ana Paula
Machado; BONKOVOSKI, Amanda; PIROLA, Alisson. Refletindo sobre
as redes sociais digitais. Educação & Sociedade, Campinas, v. 35, n.
126, p. 179-196, jan./mar. 2014. DOI:
https://doi.org/10.1590/S0101-73302014000100011. Disponível em:
https://www.scielo.br/j/es/a/4JR3vpJqszLSgCZGVr88rYf/. Acesso em:
6 jun. 2026.
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Da comunicação de massa à participação: as redes
sociais digitais
Por que as redes sociais? Porque, a cada dia, cresce a
crença de que as tecnologias de comunicação em rede
podem ser uma ferramenta eficiente para promover a
comunicação, pois se constituem no instrumento mais
poderoso de circulação de informação da
contemporaneidade. Para Lemos (2003), este momento
é caracterizado pela cibercultura, que se consolidou
entre as décadas de 1980 e 1990 com a informática de
massa e a popularização da internet, a qual ganhou
força após a criação da world wide web, em 1991.
As novas tecnologias permitiram a criação de meios de
comunicação mais interativos, liberando os indivíduos
das limitações de espaço e tempo e tornando a
comunicação mais flexível. Com apenas um clique,
qualquer pessoa pode acessar uma informação
específica e manter contato com pessoas que estão
distantes. Os jovens nascidos após 1995 são "nativos"
da cibercultura, inseridos num modelo de comunicação cujos equipamentos operam por meio da convergência
de mídias.
É importante lembrar também que esse cenário se
alicerça na ideia da participação. Em decorrência do fácil
acesso às informações e às tecnologias de
comunicação, as pessoas passaram a ter mais liberdade
para expressar suas opiniões, a participar de forma ativa
das mobilizações e a trocar informações
constantemente. Esse cenário impõe um desafio aos
profissionais da comunicação, que precisam não só
proporcionar experiências empolgantes ao público, mas
também buscar a transformação da sociedade.
O termo "rede social" tornou-se sinônimo de tecnologia
da informação e comunicação; seu uso transcorreu áreas
e destruiu fronteiras, sendo apropriado, hoje, por muitos
atores sociais. Uma das apropriações mais intensas
deu-se no campo da comunicação − mas não
exclusivamente − , com o emprego de expressões como
rede social digital, mídia social e mídia digital, para
designar o fenômeno em questão.
Houve, com efeito, uma mudança significativa na
estrutura da comunicação em razão dos recursos
disponibilizados pela internet. Os meios de massa
baseiam-se no sistema de broadcasting, que emite um
mesmo conteúdo, gerado por um único veículo, para
muitos receptores, sem possibilidade de interferência do
espectador. Já as ferramentas baseadas na rede
inauguram outra lógica: nelas, o usuário deixa de ser
mero receptor e passa a produzir e a difundir informação.
Adaptado de: VERMELHO, Sônia Cristina; VELHO, Ana Paula
Machado; BONKOVOSKI, Amanda; PIROLA, Alisson. Refletindo sobre
as redes sociais digitais. Educação & Sociedade, Campinas, v. 35, n.
126, p. 179-196, jan./mar. 2014. DOI:
https://doi.org/10.1590/S0101-73302014000100011. Disponível em:
https://www.scielo.br/j/es/a/4JR3vpJqszLSgCZGVr88rYf/. Acesso em:
6 jun. 2026.
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Da comunicação de massa à participação: as redes
sociais digitais
Por que as redes sociais? Porque, a cada dia, cresce a
crença de que as tecnologias de comunicação em rede
podem ser uma ferramenta eficiente para promover a
comunicação, pois se constituem no instrumento mais
poderoso de circulação de informação da
contemporaneidade. Para Lemos (2003), este momento
é caracterizado pela cibercultura, que se consolidou
entre as décadas de 1980 e 1990 com a informática de
massa e a popularização da internet, a qual ganhou
força após a criação da world wide web, em 1991.
As novas tecnologias permitiram a criação de meios de
comunicação mais interativos, liberando os indivíduos
das limitações de espaço e tempo e tornando a
comunicação mais flexível. Com apenas um clique,
qualquer pessoa pode acessar uma informação
específica e manter contato com pessoas que estão
distantes. Os jovens nascidos após 1995 são "nativos"
da cibercultura, inseridos num modelo de comunicação cujos equipamentos operam por meio da convergência
de mídias.
É importante lembrar também que esse cenário se
alicerça na ideia da participação. Em decorrência do fácil
acesso às informações e às tecnologias de
comunicação, as pessoas passaram a ter mais liberdade
para expressar suas opiniões, a participar de forma ativa
das mobilizações e a trocar informações
constantemente. Esse cenário impõe um desafio aos
profissionais da comunicação, que precisam não só
proporcionar experiências empolgantes ao público, mas
também buscar a transformação da sociedade.
O termo "rede social" tornou-se sinônimo de tecnologia
da informação e comunicação; seu uso transcorreu áreas
e destruiu fronteiras, sendo apropriado, hoje, por muitos
atores sociais. Uma das apropriações mais intensas
deu-se no campo da comunicação − mas não
exclusivamente − , com o emprego de expressões como
rede social digital, mídia social e mídia digital, para
designar o fenômeno em questão.
Houve, com efeito, uma mudança significativa na
estrutura da comunicação em razão dos recursos
disponibilizados pela internet. Os meios de massa
baseiam-se no sistema de broadcasting, que emite um
mesmo conteúdo, gerado por um único veículo, para
muitos receptores, sem possibilidade de interferência do
espectador. Já as ferramentas baseadas na rede
inauguram outra lógica: nelas, o usuário deixa de ser
mero receptor e passa a produzir e a difundir informação.
Adaptado de: VERMELHO, Sônia Cristina; VELHO, Ana Paula
Machado; BONKOVOSKI, Amanda; PIROLA, Alisson. Refletindo sobre
as redes sociais digitais. Educação & Sociedade, Campinas, v. 35, n.
126, p. 179-196, jan./mar. 2014. DOI:
https://doi.org/10.1590/S0101-73302014000100011. Disponível em:
https://www.scielo.br/j/es/a/4JR3vpJqszLSgCZGVr88rYf/. Acesso em:
6 jun. 2026.
( ) Em "o fácil acesso às informações", a crase justifica-se pela fusão da preposição "a", exigida pelo nome "acesso", com o artigo "as".
( ) Em "manter contato com pessoas que estão distantes", caso "pessoas" fosse substituído por "a comunidade", seria obrigatória a crase: "contato à comunidade".
( ) Diante de palavra masculina, como em "acesso a equipamentos digitais", não ocorre crase, por ausência de artigo feminino.
( ) Em "as pessoas passaram [...] a participar de forma ativa", o "a" que antecede o infinitivo "participar" não recebe crase, por preceder verbo.
Assinale a alternativa com a sequência correta, de cima para baixo:
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