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- OrtografiaFormação e Estrutura das Palavras
- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- MorfologiaSubstantivos
Produtores que apostaram no plantio de nogueiras há 10 anos celebram a primeira grande safra da noz-pecã na Serra
Por Pedro Zanrosso
As nogueiras da Serra vão produzir neste ano o que nunca produziram antes, e contribuir
para a safra, que deve colher até 7 mil toneladas em todo o Estado. A projeção é do Instituto
Brasileiro de Pecanicultura (IbPecan). No ano passado, o volume chegou a 4,9 mil toneladas.
O clima favorável e a maturidade das árvores, que já completaram 15 anos em algumas
propriedades, ajudam a explicar o desempenho dos pomares, que podem produzir nesse ano
até 2,5 toneladas por hectare.
Arlindo Maróstica tem já colhidas e em estoque ___ espera da venda grande parte das
14 toneladas que estimava colher – neste ano, assim como em 2025, o quilo deve ser vendido
a R$ 24. O bom desempenho de 2026, segundo ele, se deve muito ___ manejo das plantas,
que se adaptaram ao solo de Nova Pádua. “Nosso solo é muito rico em nutrientes. A nogueira
por natureza é uma planta que produz bastante, salvo em períodos de intempéries, como em
2024, quando colhemos apenas quatro toneladas. Ao longo dos anos percebemos que a
nogueira precisava de espaço. Quando o pomar fica muito sombreado, a árvore não produz.
Então, a nogueira, se tiver espaço e nutrientes, ela se garante”, relata Arlindo.
O investimento na noz-pecã é a longo prazo: a planta começa a produzir a partir do
sétimo ano depois de plantada. Antes de 2026, além da espera, quem investiu no plantio
precisou lidar com a enchente de 2024 e com o excesso de umidade no ano passado.
Em Cotiporã, Luis de Rossi perdeu 4 hectares em 2024, depois de colher bem em 2023,
quando foram retiradas 50 toneladas de nozes do pomar. No entanto, e desde lá, a colheita
não havia sido mais a mesma: “A safra desse ano nem se compara com a dos últimos dois
anos. Tivemos um pouco de problema com a estiagem, mas que não prejudicou tanto quanto
a chuva. A planta tem uma grande dificuldade com umidade, principalmente na época de
floração, entre o final de setembro e o início de outubro”, comenta.
Ainda em Nova Pádua, a colheita deste ano será ___ mais expressiva do pomar de
hectares de Roberto Baggio. Com auxílio de um implemento que abraça o tronco da nogueira
para vibrá-la e fazer com que as nozes caiam, Baggio estima colher até 4 mil quilos, que irão
ajudar a pagar o investimento iniciado em 2015. “Este ano rendeu bem mais do que imaginava.
O investimento é a longo prazo, mas a gente se apega na vida útil da nogueira, que pode
chegar a até 100 anos. Demora para começar, mas depois o ciclo é longo para receber. Cada
ano vai dando um pouco mais. E comércio tem, as pessoas querem comprar”, garante o
produtor.
Atualmente, o Estado possui 7,2 mil hectares de noz-pecã. Desse total, 5,5 mil hectares
estão em produção, a maior parte localizada na região central do Estado, com destaque para
Cachoeira do Sul. Além disso, o Rio Grande do Sul responde por 90% da produção nacional de
noz-pecã.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/economia/noticia/2026/05/produtores-que-apostaram-no-plantio-de-nogueiras-ha-dez-anos-celebram-a-primeira-grande-safra-da-noz-peca-naserra.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Em relação a trechos retirados do texto e seus aspectos gramaticais, assinale a alternativa INCORRETA.
Provas
Produtores que apostaram no plantio de nogueiras há 10 anos celebram a primeira grande safra da noz-pecã na Serra
Por Pedro Zanrosso
As nogueiras da Serra vão produzir neste ano o que nunca produziram antes, e contribuir
para a safra, que deve colher até 7 mil toneladas em todo o Estado. A projeção é do Instituto
Brasileiro de Pecanicultura (IbPecan). No ano passado, o volume chegou a 4,9 mil toneladas.
O clima favorável e a maturidade das árvores, que já completaram 15 anos em algumas
propriedades, ajudam a explicar o desempenho dos pomares, que podem produzir nesse ano
até 2,5 toneladas por hectare.
Arlindo Maróstica tem já colhidas e em estoque ___ espera da venda grande parte das
14 toneladas que estimava colher – neste ano, assim como em 2025, o quilo deve ser vendido
a R$ 24. O bom desempenho de 2026, segundo ele, se deve muito ___ manejo das plantas,
que se adaptaram ao solo de Nova Pádua. “Nosso solo é muito rico em nutrientes. A nogueira
por natureza é uma planta que produz bastante, salvo em períodos de intempéries, como em
2024, quando colhemos apenas quatro toneladas. Ao longo dos anos percebemos que a
nogueira precisava de espaço. Quando o pomar fica muito sombreado, a árvore não produz.
Então, a nogueira, se tiver espaço e nutrientes, ela se garante”, relata Arlindo.
O investimento na noz-pecã é a longo prazo: a planta começa a produzir a partir do
sétimo ano depois de plantada. Antes de 2026, além da espera, quem investiu no plantio
precisou lidar com a enchente de 2024 e com o excesso de umidade no ano passado.
Em Cotiporã, Luis de Rossi perdeu 4 hectares em 2024, depois de colher bem em 2023,
quando foram retiradas 50 toneladas de nozes do pomar. No entanto, e desde lá, a colheita
não havia sido mais a mesma: “A safra desse ano nem se compara com a dos últimos dois
anos. Tivemos um pouco de problema com a estiagem, mas que não prejudicou tanto quanto
a chuva. A planta tem uma grande dificuldade com umidade, principalmente na época de
floração, entre o final de setembro e o início de outubro”, comenta.
Ainda em Nova Pádua, a colheita deste ano será ___ mais expressiva do pomar de
hectares de Roberto Baggio. Com auxílio de um implemento que abraça o tronco da nogueira
para vibrá-la e fazer com que as nozes caiam, Baggio estima colher até 4 mil quilos, que irão
ajudar a pagar o investimento iniciado em 2015. “Este ano rendeu bem mais do que imaginava.
O investimento é a longo prazo, mas a gente se apega na vida útil da nogueira, que pode
chegar a até 100 anos. Demora para começar, mas depois o ciclo é longo para receber. Cada
ano vai dando um pouco mais. E comércio tem, as pessoas querem comprar”, garante o
produtor.
Atualmente, o Estado possui 7,2 mil hectares de noz-pecã. Desse total, 5,5 mil hectares
estão em produção, a maior parte localizada na região central do Estado, com destaque para
Cachoeira do Sul. Além disso, o Rio Grande do Sul responde por 90% da produção nacional de
noz-pecã.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/economia/noticia/2026/05/produtores-que-apostaram-no-plantio-de-nogueiras-ha-dez-anos-celebram-a-primeira-grande-safra-da-noz-peca-naserra.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Nos trechos a seguir, retirados do texto, as palavras “períodos”, “plantio” e “expressiva” poderiam ser substituídas, respectivamente e sem alteração do sentido original do trecho em que ocorrem, por:
• “A nogueira por natureza é uma planta que produz bastante, salvo em períodos de intempéries”. • “quem investiu no plantio precisou lidar com a enchente de 2024”. • “a colheita deste ano será ___ mais expressiva do pomar”.
Provas
Produtores que apostaram no plantio de nogueiras há 10 anos celebram a primeira grande safra da noz-pecã na Serra
Por Pedro Zanrosso
As nogueiras da Serra vão produzir neste ano o que nunca produziram antes, e contribuir
para a safra, que deve colher até 7 mil toneladas em todo o Estado. A projeção é do Instituto
Brasileiro de Pecanicultura (IbPecan). No ano passado, o volume chegou a 4,9 mil toneladas.
O clima favorável e a maturidade das árvores, que já completaram 15 anos em algumas
propriedades, ajudam a explicar o desempenho dos pomares, que podem produzir nesse ano
até 2,5 toneladas por hectare.
Arlindo Maróstica tem já colhidas e em estoque ___ espera da venda grande parte das
14 toneladas que estimava colher – neste ano, assim como em 2025, o quilo deve ser vendido
a R$ 24. O bom desempenho de 2026, segundo ele, se deve muito ___ manejo das plantas,
que se adaptaram ao solo de Nova Pádua. “Nosso solo é muito rico em nutrientes. A nogueira
por natureza é uma planta que produz bastante, salvo em períodos de intempéries, como em
2024, quando colhemos apenas quatro toneladas. Ao longo dos anos percebemos que a
nogueira precisava de espaço. Quando o pomar fica muito sombreado, a árvore não produz.
Então, a nogueira, se tiver espaço e nutrientes, ela se garante”, relata Arlindo.
O investimento na noz-pecã é a longo prazo: a planta começa a produzir a partir do
sétimo ano depois de plantada. Antes de 2026, além da espera, quem investiu no plantio
precisou lidar com a enchente de 2024 e com o excesso de umidade no ano passado.
Em Cotiporã, Luis de Rossi perdeu 4 hectares em 2024, depois de colher bem em 2023,
quando foram retiradas 50 toneladas de nozes do pomar. No entanto, e desde lá, a colheita
não havia sido mais a mesma: “A safra desse ano nem se compara com a dos últimos dois
anos. Tivemos um pouco de problema com a estiagem, mas que não prejudicou tanto quanto
a chuva. A planta tem uma grande dificuldade com umidade, principalmente na época de
floração, entre o final de setembro e o início de outubro”, comenta.
Ainda em Nova Pádua, a colheita deste ano será ___ mais expressiva do pomar de
hectares de Roberto Baggio. Com auxílio de um implemento que abraça o tronco da nogueira
para vibrá-la e fazer com que as nozes caiam, Baggio estima colher até 4 mil quilos, que irão
ajudar a pagar o investimento iniciado em 2015. “Este ano rendeu bem mais do que imaginava.
O investimento é a longo prazo, mas a gente se apega na vida útil da nogueira, que pode
chegar a até 100 anos. Demora para começar, mas depois o ciclo é longo para receber. Cada
ano vai dando um pouco mais. E comércio tem, as pessoas querem comprar”, garante o
produtor.
Atualmente, o Estado possui 7,2 mil hectares de noz-pecã. Desse total, 5,5 mil hectares
estão em produção, a maior parte localizada na região central do Estado, com destaque para
Cachoeira do Sul. Além disso, o Rio Grande do Sul responde por 90% da produção nacional de
noz-pecã.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/economia/noticia/2026/05/produtores-que-apostaram-no-plantio-de-nogueiras-ha-dez-anos-celebram-a-primeira-grande-safra-da-noz-peca-naserra.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Em relação à regência nominal e verbal e ao acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas dos trechos a seguir, retirados do texto.
• “Arlindo Maróstica tem já colhidas e em estoque ___ espera da venda grande parte das 14 toneladas que estimava colher”.
• “O bom desempenho de 2026, segundo ele, se deve muito ___ manejo das plantas”.
• “Ainda em Nova Pádua, a colheita deste ano será ___ mais expressiva do pomar”.
Provas
Produtores que apostaram no plantio de nogueiras há 10 anos celebram a primeira grande safra da noz-pecã na Serra
Por Pedro Zanrosso
As nogueiras da Serra vão produzir neste ano o que nunca produziram antes, e contribuir
para a safra, que deve colher até 7 mil toneladas em todo o Estado. A projeção é do Instituto
Brasileiro de Pecanicultura (IbPecan). No ano passado, o volume chegou a 4,9 mil toneladas.
O clima favorável e a maturidade das árvores, que já completaram 15 anos em algumas
propriedades, ajudam a explicar o desempenho dos pomares, que podem produzir nesse ano
até 2,5 toneladas por hectare.
Arlindo Maróstica tem já colhidas e em estoque ___ espera da venda grande parte das
14 toneladas que estimava colher – neste ano, assim como em 2025, o quilo deve ser vendido
a R$ 24. O bom desempenho de 2026, segundo ele, se deve muito ___ manejo das plantas,
que se adaptaram ao solo de Nova Pádua. “Nosso solo é muito rico em nutrientes. A nogueira
por natureza é uma planta que produz bastante, salvo em períodos de intempéries, como em
2024, quando colhemos apenas quatro toneladas. Ao longo dos anos percebemos que a
nogueira precisava de espaço. Quando o pomar fica muito sombreado, a árvore não produz.
Então, a nogueira, se tiver espaço e nutrientes, ela se garante”, relata Arlindo.
O investimento na noz-pecã é a longo prazo: a planta começa a produzir a partir do
sétimo ano depois de plantada. Antes de 2026, além da espera, quem investiu no plantio
precisou lidar com a enchente de 2024 e com o excesso de umidade no ano passado.
Em Cotiporã, Luis de Rossi perdeu 4 hectares em 2024, depois de colher bem em 2023,
quando foram retiradas 50 toneladas de nozes do pomar. No entanto, e desde lá, a colheita
não havia sido mais a mesma: “A safra desse ano nem se compara com a dos últimos dois
anos. Tivemos um pouco de problema com a estiagem, mas que não prejudicou tanto quanto
a chuva. A planta tem uma grande dificuldade com umidade, principalmente na época de
floração, entre o final de setembro e o início de outubro”, comenta.
Ainda em Nova Pádua, a colheita deste ano será ___ mais expressiva do pomar de
hectares de Roberto Baggio. Com auxílio de um implemento que abraça o tronco da nogueira
para vibrá-la e fazer com que as nozes caiam, Baggio estima colher até 4 mil quilos, que irão
ajudar a pagar o investimento iniciado em 2015. “Este ano rendeu bem mais do que imaginava.
O investimento é a longo prazo, mas a gente se apega na vida útil da nogueira, que pode
chegar a até 100 anos. Demora para começar, mas depois o ciclo é longo para receber. Cada
ano vai dando um pouco mais. E comércio tem, as pessoas querem comprar”, garante o
produtor.
Atualmente, o Estado possui 7,2 mil hectares de noz-pecã. Desse total, 5,5 mil hectares
estão em produção, a maior parte localizada na região central do Estado, com destaque para
Cachoeira do Sul. Além disso, o Rio Grande do Sul responde por 90% da produção nacional de
noz-pecã.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/economia/noticia/2026/05/produtores-que-apostaram-no-plantio-de-nogueiras-ha-dez-anos-celebram-a-primeira-grande-safra-da-noz-peca-naserra.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Analise as assertivas a seguir a respeito do texto e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O texto articula diferentes elementos explicativos do desempenho recente da produção de noz-pecã no Rio Grande do Sul, envolvendo condições naturais, decisões referentes ao manejo e maturidade dos pomares.
( ) A partir das informações apresentadas, é possível compreender que pode haver baixa previsibilidade anual no cultivo da noz-pecã, com oscilações significativas entre safras em razão de fatores climáticos e de manejo das lavouras.
( ) A forma como são apresentados os relatos dos produtores contribui para a construção de uma ideia de cultivo de retorno tardio, dependente de planejamento de longo prazo e sujeito a variações climáticas relevantes.
( ) O texto evidencia uma perspectiva valorativa explícita do autor, que orienta o leitor a considerar que a expansão da cultura da noz-pecã deve ser uma alternativa prioritária para o desenvolvimento agrícola regional.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Provas
Produtores que apostaram no plantio de nogueiras há 10 anos celebram a primeira grande safra da noz-pecã na Serra
Por Pedro Zanrosso
As nogueiras da Serra vão produzir neste ano o que nunca produziram antes, e contribuir
para a safra, que deve colher até 7 mil toneladas em todo o Estado. A projeção é do Instituto
Brasileiro de Pecanicultura (IbPecan). No ano passado, o volume chegou a 4,9 mil toneladas.
O clima favorável e a maturidade das árvores, que já completaram 15 anos em algumas
propriedades, ajudam a explicar o desempenho dos pomares, que podem produzir nesse ano
até 2,5 toneladas por hectare.
Arlindo Maróstica tem já colhidas e em estoque ___ espera da venda grande parte das
14 toneladas que estimava colher – neste ano, assim como em 2025, o quilo deve ser vendido
a R$ 24. O bom desempenho de 2026, segundo ele, se deve muito ___ manejo das plantas,
que se adaptaram ao solo de Nova Pádua. “Nosso solo é muito rico em nutrientes. A nogueira
por natureza é uma planta que produz bastante, salvo em períodos de intempéries, como em
2024, quando colhemos apenas quatro toneladas. Ao longo dos anos percebemos que a
nogueira precisava de espaço. Quando o pomar fica muito sombreado, a árvore não produz.
Então, a nogueira, se tiver espaço e nutrientes, ela se garante”, relata Arlindo.
O investimento na noz-pecã é a longo prazo: a planta começa a produzir a partir do
sétimo ano depois de plantada. Antes de 2026, além da espera, quem investiu no plantio
precisou lidar com a enchente de 2024 e com o excesso de umidade no ano passado.
Em Cotiporã, Luis de Rossi perdeu 4 hectares em 2024, depois de colher bem em 2023,
quando foram retiradas 50 toneladas de nozes do pomar. No entanto, e desde lá, a colheita
não havia sido mais a mesma: “A safra desse ano nem se compara com a dos últimos dois
anos. Tivemos um pouco de problema com a estiagem, mas que não prejudicou tanto quanto
a chuva. A planta tem uma grande dificuldade com umidade, principalmente na época de
floração, entre o final de setembro e o início de outubro”, comenta.
Ainda em Nova Pádua, a colheita deste ano será ___ mais expressiva do pomar de
hectares de Roberto Baggio. Com auxílio de um implemento que abraça o tronco da nogueira
para vibrá-la e fazer com que as nozes caiam, Baggio estima colher até 4 mil quilos, que irão
ajudar a pagar o investimento iniciado em 2015. “Este ano rendeu bem mais do que imaginava.
O investimento é a longo prazo, mas a gente se apega na vida útil da nogueira, que pode
chegar a até 100 anos. Demora para começar, mas depois o ciclo é longo para receber. Cada
ano vai dando um pouco mais. E comércio tem, as pessoas querem comprar”, garante o
produtor.
Atualmente, o Estado possui 7,2 mil hectares de noz-pecã. Desse total, 5,5 mil hectares
estão em produção, a maior parte localizada na região central do Estado, com destaque para
Cachoeira do Sul. Além disso, o Rio Grande do Sul responde por 90% da produção nacional de
noz-pecã.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/economia/noticia/2026/05/produtores-que-apostaram-no-plantio-de-nogueiras-ha-dez-anos-celebram-a-primeira-grande-safra-da-noz-peca-naserra.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o gênero textual e a situação comunicativa apresentada no texto, assinale a alternativa INCORRETA sobre as características predominantes da linguagem do texto.
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I. A vacina dT (dupla adulto) protege contra difteria e tétano, sendo recomendado o reforço a cada 10 anos ao longo da vida adulta.
II. A vacina contra hepatite B é indicada para adultos não vacinados previamente, em esquema de três doses (0, 1 e 6 meses).
III. A vacina pneumocócica 23-valente (VPP23) é indicada rotineiramente para todos os adultos saudáveis a partir dos 20 anos, independentemente de fatores de risco.
IV. A vacina tríplice viral (SCR) é indicada para adultos sem comprovação vacinal ou sorológica, respeitando as contraindicações como imunossupressão grave.
Quais estão corretas?
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( ) A presença de edema em membros inferiores no final da gestação, isoladamente, pode ser considerada uma alteração fisiológica da gravidez.
( ) A altura uterina deve ser avaliada nas consultas de pré-natal como forma de acompanhamento do crescimento fetal e da evolução gestacional.
( ) Gestantes com pressão arterial ≥ 140x90 mmHg necessitam avaliação criteriosa, devido ao risco de síndrome hipertensiva gestacional.
( ) A vacinação com dTpa é recomendada apenas no puerpério, sendo contraindicada durante a gestação.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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