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Foram encontradas 50 questões.

1281782 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. São Miguel Guamá-PA
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O PODER DAS PALAVRAS

A novela Bom Sucesso enobrece o horário das 7 ao abordar com graciosidade o universo dos livros, combinando o êxito no ibope com a façanha de estimular a leitura

RAQUEL CARNEIRO

No bairro de Bonsucesso, periferia do Rio de janeiro, Paloma (Grazi Massafera) suspira ao ler a declaração de Bergerac à sua prima Roxane. "É tão lindo. É alegre, engraçado, mas também triste. Igual à vida", diz ao namorado, Ramon (David Júnior), enquanto divaga sobre a beleza da peça de 1897 escrita por Edmond Rostand. Distante dali, em um pedaço nobre da cidade, o Jardim Botânico, o empresário Alberto (Antonio Fagundes) se emociona com a mesma leitura e abraça a obra, lembrando de sua amiga e musa Paloma. A sequência de Bom Sucesso, atual novela das sete da Globo, seria só de um romantismo prosaico não fosse a audácia a que se propõe: indicar um clássico da literatura francesa de forma didática, mas graciosa, numa comédia ligeira da faixa de horário na qual jovens e donas de casa buscam, normalmente, uma diversão fugaz, antes do jantar. O criadores da trama, Paulo Halm e Rosane Svartman, vão além: todos os capítulos oferecem pílulas de algum clássico da literatura nacional ou mundial, sem cair em clichês, nem resvalar na abordagem tediosa que se costuma associar a iniciativas assim na Tv aberta. Ao contrário: com uma trama embalada pela literatura, a novela atingiu a média de 30 pontos em São Paulo, o melhor resultado no horário desde 2007. É uma façanha elogiável. Paloma e Alberto são opostos que se descobrem complementares quando exames trocados dão à moça a sentença de apenas seis meses de vida - resultado que recai sobre Alberto quando o erro do hospital é desfeito e descobre-se que ele tem leucemia. Paloma é uma costureira, mãe solteira e pouco afeita às amarras sociais - tem filhos de pais diferentes, gosta de um bom samba e peita quem quer que seja em prol de suas verdades e de seus rebentos. Já Alberto é um velho rabugento e fechado, pai distante, dono de uma editora que luta contra a falência. Alberto contrata Paloma como acompanhante em seus últimos meses de vida. Ele a introduz na literatura. O encanto mútuo pelo francês Bergerac acontece num momento em que os dois estão separados: ao ser chantageado pela filha, Nana (Fabiula Nascimento) e seu genro, o vilão Diogo (Armando Babaioff, ótimo), Alberto demite Paloma para protegê-la de ser acusada de roubo com uma prova falsa - o que o deprime em pleno tratamento. Alberto se sacrifica por sua musa, assim como Bergerac pela bela e inalcançável Roxane. A novela traz pílulas de encenação de trechos das obras, com Grazi e Fagundes vestindo roupas de época em um cenário teatral. Esse foi o recurso adotado pelos autores para apresentar de forma sedutora, não só livros eleitos por eles: parte das sugestões é do próprio Fagundes. Leitor que devora de dois a três livros por semana, o ator queria "contaminar" o espectador com a satisfação que a leitura traz. Foi Fagundes, aliás, quem sugeriu a citação de Bergerac, personagem interpretado por ele no teatro. O veterano ainda expandiu suas dicas para além da novela: desde setembro, ~le conduz o podcast Clube do Livro por Antonio Fagundes. "E um universo que me encanta. A literatura ajuda o leitor a se reconhecer, formar sua cidadania, criar empatia", diz o autor. A ideia de um folhetim embalado por clássicos nasceu de uma experiência de Rosane na Bienal do Livro 2017. "A força do evento de 600.000 pessoas celebrando a literatura foi inspiradora", conta. Já o cruzamento de narrativas não é novidade para os autores, que conquistaram o público com Totalmente Demais (2015) trama das 7 que celebrava o cinema. "Faz parte da nossa carpintaria atravessar a fronteira da novela", dizHalm. Literatura e novelas são amigas de longa data, desde adaptações de livros como Gabriela Cravo e Canela (1958), de Jorge Amado, até releituras como Êta Mundo Bom! Que bebeu de Cândido (1759) de Voltaire. Mas Bom Sucesso avança no modo de tratar da literatura em novelas. As obras são parte central da trama, que fala até da crise das livrarias. De Sheakspeare a Machado de Assim, as citações são uma delícia. "Amei quando um jovem no Twitter disse que pegou na biblioteca os títulos que viu na novela", comemora Rosane. Com sua bela cruzada, Bom Sucesso faz jus ao nome.

Fonte: Veja, 16 de outubro de 2019

Quando Halm diz: "Faz parte da nossa carpintaria atravessar a fronteira da novela ( ... )", o termo "carpintaria" deve ser compreendido como:

 

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1279569 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. São Miguel Guamá-PA
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O PODER DAS PALAVRAS

A novela Bom Sucesso enobrece o horário das 7 ao abordar com graciosidade o universo dos livros, combinando o êxito no ibope com a façanha de estimular a leitura

RAQUEL CARNEIRO

No bairro de Bonsucesso, periferia do Rio de janeiro, Paloma (Grazi Massafera) suspira ao ler a declaração de Bergerac à sua prima Roxane. "É tão lindo. É alegre, engraçado, mas também triste. Igual à vida", diz ao namorado, Ramon (David Júnior), enquanto divaga sobre a beleza da peça de 1897 escrita por Edmond Rostand. Distante dali, em um pedaço nobre da cidade, o Jardim Botânico, o empresário Alberto (Antonio Fagundes) se emociona com a mesma leitura e abraça a obra, lembrando de sua amiga e musa Paloma. A sequência de Bom Sucesso, atual novela das sete da Globo, seria só de um romantismo prosaico não fosse a audácia a que se propõe: indicar um clássico da literatura francesa de forma didática, mas graciosa, numa comédia ligeira da faixa de horário na qual jovens e donas de casa buscam, normalmente, uma diversão fugaz, antes do jantar. O criadores da trama, Paulo Halm e Rosane Svartman, vão além: todos os capítulos oferecem pílulas de algum clássico da literatura nacional ou mundial, sem cair em clichês, nem resvalar na abordagem tediosa que se costuma associar a iniciativas assim na Tv aberta. Ao contrário: com uma trama embalada pela literatura, a novela atingiu a média de 30 pontos em São Paulo, o melhor resultado no horário desde 2007. É uma façanha elogiável. Paloma e Alberto são opostos que se descobrem complementares quando exames trocados dão à moça a sentença de apenas seis meses de vida - resultado que recai sobre Alberto quando o erro do hospital é desfeito e descobre-se que ele tem leucemia. Paloma é uma costureira, mãe solteira e pouco afeita às amarras sociais - tem filhos de pais diferentes, gosta de um bom samba e peita quem quer que seja em prol de suas verdades e de seus rebentos. Já Alberto é um velho rabugento e fechado, pai distante, dono de uma editora que luta contra a falência. Alberto contrata Paloma como acompanhante em seus últimos meses de vida. Ele a introduz na literatura. O encanto mútuo pelo francês Bergerac acontece num momento em que os dois estão separados: ao ser chantageado pela filha, Nana (Fabiula Nascimento) e seu genro, o vilão Diogo (Armando Babaioff, ótimo), Alberto demite Paloma para protegê-la de ser acusada de roubo com uma prova falsa - o que o deprime em pleno tratamento. Alberto se sacrifica por sua musa, assim como Bergerac pela bela e inalcançável Roxane. A novela traz pílulas de encenação de trechos das obras, com Grazi e Fagundes vestindo roupas de época em um cenário teatral. Esse foi o recurso adotado pelos autores para apresentar de forma sedutora, não só livros eleitos por eles: parte das sugestões é do próprio Fagundes. Leitor que devora de dois a três livros por semana, o ator queria "contaminar" o espectador com a satisfação que a leitura traz. Foi Fagundes, aliás, quem sugeriu a citação de Bergerac, personagem interpretado por ele no teatro. O veterano ainda expandiu suas dicas para além da novela: desde setembro, ~le conduz o podcast Clube do Livro por Antonio Fagundes. "E um universo que me encanta. A literatura ajuda o leitor a se reconhecer, formar sua cidadania, criar empatia", diz o autor. A ideia de um folhetim embalado por clássicos nasceu de uma experiência de Rosane na Bienal do Livro 2017. "A força do evento de 600.000 pessoas celebrando a literatura foi inspiradora", conta. Já o cruzamento de narrativas não é novidade para os autores, que conquistaram o público com Totalmente Demais (2015) trama das 7 que celebrava o cinema. "Faz parte da nossa carpintaria atravessar a fronteira da novela", dizHalm. Literatura e novelas são amigas de longa data, desde adaptações de livros como Gabriela Cravo e Canela (1958), de Jorge Amado, até releituras como Êta Mundo Bom! Que bebeu de Cândido (1759) de Voltaire. Mas Bom Sucesso avança no modo de tratar da literatura em novelas. As obras são parte central da trama, que fala até da crise das livrarias. De Sheakspeare a Machado de Assim, as citações são uma delícia. "Amei quando um jovem no Twitter disse que pegou na biblioteca os títulos que viu na novela", comemora Rosane. Com sua bela cruzada, Bom Sucesso faz jus ao nome.

Fonte: Veja, 16 de outubro de 2019

As aspas, no primeiro parágrafo, indicam:

 

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1277221 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. São Miguel Guamá-PA
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Sábado, 240 carros partiram de Belém com destino a São Miguel do Guamá. Verificou-se que 12 carros foram multados por excesso de velocidade. Qual o percentual de carros multados por excesso de velocidade?
 

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1266511 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. São Miguel Guamá-PA
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Com velocidade de 60Km/h, vou da cidade A para a cidade Bem 4 horas. Quanto tempo levaria para fazer a mesma viagem, se andasse a 80km/h?
 

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1258047 Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CETAP
Orgão: Pref. São Miguel Guamá-PA
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"Capes anuncia a abertura de 66 mil vagas para formação de professores na educação básica. Maioria das bolsas está nos programas Pibid e Residência Pedagógica. Editais serão lançados em janeiro e as bolsas estão previstas para início de março, abril e maio( ... ) (Capes) anunciou nesta quinta-feira (12) a criação de 66 mil vagas para a formação de estudantes e professores que lecionam na educação básica.".
(Fonte: https://g 1.globo.com/educacao/noticia/2019/12/12/ capes-anuncia-a-abertura-de-66-mil-vagas-para-formacao-de-professores-na-educacao basica.ghtml).
Qual o significado de CAPES?
 

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1254054 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. São Miguel Guamá-PA
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O PODER DAS PALAVRAS

A novela Bom Sucesso enobrece o horário das 7 ao abordar com graciosidade o universo dos livros, combinando o êxito no ibope com a façanha de estimular a leitura

RAQUEL CARNEIRO

No bairro de Bonsucesso, periferia do Rio de janeiro, Paloma (Grazi Massafera) suspira ao ler a declaração de Bergerac à sua prima Roxane. "É tão lindo. É alegre, engraçado, mas também triste. Igual à vida", diz ao namorado, Ramon (David Júnior), enquanto divaga sobre a beleza da peça de 1897 escrita por Edmond Rostand. Distante dali, em um pedaço nobre da cidade, o Jardim Botânico, o empresário Alberto (Antonio Fagundes) se emociona com a mesma leitura e abraça a obra, lembrando de sua amiga e musa Paloma. A sequência de Bom Sucesso, atual novela das sete da Globo, seria só de um romantismo prosaico não fosse a audácia a que se propõe: indicar um clássico da literatura francesa de forma didática, mas graciosa, numa comédia ligeira da faixa de horário na qual jovens e donas de casa buscam, normalmente, uma diversão fugaz, antes do jantar. O criadores da trama, Paulo Halm e Rosane Svartman, vão além: todos os capítulos oferecem pílulas de algum clássico da literatura nacional ou mundial, sem cair em clichês, nem resvalar na abordagem tediosa que se costuma associar a iniciativas assim na Tv aberta. Ao contrário: com uma trama embalada pela literatura, a novela atingiu a média de 30 pontos em São Paulo, o melhor resultado no horário desde 2007. É uma façanha elogiável. Paloma e Alberto são opostos que se descobrem complementares quando exames trocados dão à moça a sentença de apenas seis meses de vida - resultado que recai sobre Alberto quando o erro do hospital é desfeito e descobre-se que ele tem leucemia. Paloma é uma costureira, mãe solteira e pouco afeita às amarras sociais - tem filhos de pais diferentes, gosta de um bom samba e peita quem quer que seja em prol de suas verdades e de seus rebentos. Já Alberto é um velho rabugento e fechado, pai distante, dono de uma editora que luta contra a falência. Alberto contrata Paloma como acompanhante em seus últimos meses de vida. Ele a introduz na literatura. O encanto mútuo pelo francês Bergerac acontece num momento em que os dois estão separados: ao ser chantageado pela filha, Nana (Fabiula Nascimento) e seu genro, o vilão Diogo (Armando Babaioff, ótimo), Alberto demite Paloma para protegê-la de ser acusada de roubo com uma prova falsa - o que o deprime em pleno tratamento. Alberto se sacrifica por sua musa, assim como Bergerac pela bela e inalcançável Roxane. A novela traz pílulas de encenação de trechos das obras, com Grazi e Fagundes vestindo roupas de época em um cenário teatral. Esse foi o recurso adotado pelos autores para apresentar de forma sedutora, não só livros eleitos por eles: parte das sugestões é do próprio Fagundes. Leitor que devora de dois a três livros por semana, o ator queria "contaminar" o espectador com a satisfação que a leitura traz. Foi Fagundes, aliás, quem sugeriu a citação de Bergerac, personagem interpretado por ele no teatro. O veterano ainda expandiu suas dicas para além da novela: desde setembro, ~le conduz o podcast Clube do Livro por Antonio Fagundes. "E um universo que me encanta. A literatura ajuda o leitor a se reconhecer, formar sua cidadania, criar empatia", diz o autor. A ideia de um folhetim embalado por clássicos nasceu de uma experiência de Rosane na Bienal do Livro 2017. "A força do evento de 600.000 pessoas celebrando a literatura foi inspiradora", conta. Já o cruzamento de narrativas não é novidade para os autores, que conquistaram o público com Totalmente Demais (2015) trama das 7 que celebrava o cinema. "Faz parte da nossa carpintaria atravessar a fronteira da novela", dizHalm. Literatura e novelas são amigas de longa data, desde adaptações de livros como Gabriela Cravo e Canela (1958), de Jorge Amado, até releituras como Êta Mundo Bom! Que bebeu de Cândido (1759) de Voltaire. Mas Bom Sucesso avança no modo de tratar da literatura em novelas. As obras são parte central da trama, que fala até da crise das livrarias. De Sheakspeare a Machado de Assim, as citações são uma delícia. "Amei quando um jovem no Twitter disse que pegou na biblioteca os títulos que viu na novela", comemora Rosane. Com sua bela cruzada, Bom Sucesso faz jus ao nome.

Fonte: Veja, 16 de outubro de 2019

Assinale a alternativa em que a palavra não é trissílaba e paroxítona.

 

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1253874 Ano: 2019
Disciplina: Direito Penal
Banca: CETAP
Orgão: Pref. São Miguel Guamá-PA
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As questão deve ser resolvidas com base no Código de Trânsito Brasileiro (Lei n.0 9.503, de 23 de setembro de 1997).
De acordo com o art. 306, conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de outra substância psicoativa que determine dependência consiste em um crime com pena de:
 

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1253819 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. São Miguel Guamá-PA
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O PODER DAS PALAVRAS

A novela Bom Sucesso enobrece o horário das 7 ao abordar com graciosidade o universo dos livros, combinando o êxito no ibope com a façanha de estimular a leitura

RAQUEL CARNEIRO

No bairro de Bonsucesso, periferia do Rio de janeiro, Paloma (Grazi Massafera) suspira ao ler a declaração de Bergerac à sua prima Roxane. "É tão lindo. É alegre, engraçado, mas também triste. Igual à vida", diz ao namorado, Ramon (David Júnior), enquanto divaga sobre a beleza da peça de 1897 escrita por Edmond Rostand. Distante dali, em um pedaço nobre da cidade, o Jardim Botânico, o empresário Alberto (Antonio Fagundes) se emociona com a mesma leitura e abraça a obra, lembrando de sua amiga e musa Paloma. A sequência de Bom Sucesso, atual novela das sete da Globo, seria só de um romantismo prosaico não fosse a audácia a que se propõe: indicar um clássico da literatura francesa de forma didática, mas graciosa, numa comédia ligeira da faixa de horário na qual jovens e donas de casa buscam, normalmente, uma diversão fugaz, antes do jantar. O criadores da trama, Paulo Halm e Rosane Svartman, vão além: todos os capítulos oferecem pílulas de algum clássico da literatura nacional ou mundial, sem cair em clichês, nem resvalar na abordagem tediosa que se costuma associar a iniciativas assim na Tv aberta. Ao contrário: com uma trama embalada pela literatura, a novela atingiu a média de 30 pontos em São Paulo, o melhor resultado no horário desde 2007. É uma façanha elogiável. Paloma e Alberto são opostos que se descobrem complementares quando exames trocados dão à moça a sentença de apenas seis meses de vida - resultado que recai sobre Alberto quando o erro do hospital é desfeito e descobre-se que ele tem leucemia. Paloma é uma costureira, mãe solteira e pouco afeita às amarras sociais - tem filhos de pais diferentes, gosta de um bom samba e peita quem quer que seja em prol de suas verdades e de seus rebentos. Já Alberto é um velho rabugento e fechado, pai distante, dono de uma editora que luta contra a falência. Alberto contrata Paloma como acompanhante em seus últimos meses de vida. Ele a introduz na literatura. O encanto mútuo pelo francês Bergerac acontece num momento em que os dois estão separados: ao ser chantageado pela filha, Nana (Fabiula Nascimento) e seu genro, o vilão Diogo (Armando Babaioff, ótimo), Alberto demite Paloma para protegê-la de ser acusada de roubo com uma prova falsa - o que o deprime em pleno tratamento. Alberto se sacrifica por sua musa, assim como Bergerac pela bela e inalcançável Roxane. A novela traz pílulas de encenação de trechos das obras, com Grazi e Fagundes vestindo roupas de época em um cenário teatral. Esse foi o recurso adotado pelos autores para apresentar de forma sedutora, não só livros eleitos por eles: parte das sugestões é do próprio Fagundes. Leitor que devora de dois a três livros por semana, o ator queria "contaminar" o espectador com a satisfação que a leitura traz. Foi Fagundes, aliás, quem sugeriu a citação de Bergerac, personagem interpretado por ele no teatro. O veterano ainda expandiu suas dicas para além da novela: desde setembro, ~le conduz o podcast Clube do Livro por Antonio Fagundes. "E um universo que me encanta. A literatura ajuda o leitor a se reconhecer, formar sua cidadania, criar empatia", diz o autor. A ideia de um folhetim embalado por clássicos nasceu de uma experiência de Rosane na Bienal do Livro 2017. "A força do evento de 600.000 pessoas celebrando a literatura foi inspiradora", conta. Já o cruzamento de narrativas não é novidade para os autores, que conquistaram o público com Totalmente Demais (2015) trama das 7 que celebrava o cinema. "Faz parte da nossa carpintaria atravessar a fronteira da novela", dizHalm. Literatura e novelas são amigas de longa data, desde adaptações de livros como Gabriela Cravo e Canela (1958), de Jorge Amado, até releituras como Êta Mundo Bom! Que bebeu de Cândido (1759) de Voltaire. Mas Bom Sucesso avança no modo de tratar da literatura em novelas. As obras são parte central da trama, que fala até da crise das livrarias. De Sheakspeare a Machado de Assim, as citações são uma delícia. "Amei quando um jovem no Twitter disse que pegou na biblioteca os títulos que viu na novela", comemora Rosane. Com sua bela cruzada, Bom Sucesso faz jus ao nome.

Fonte: Veja, 16 de outubro de 2019

Assinale a alternativa cujo fragmento textual apresenta ideias

antitéticas em relação a espaço:

 

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1251471 Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. São Miguel Guamá-PA
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Imagine a seguinte situação hipotética: você está na área de trabalho do Windows 8 em um computador tipo desktop e deseja ampliar ou reduzir os ícones existentes nesta mesma área de trabalho, qual sequência de teclas deve ser usada?
 

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1251390 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. São Miguel Guamá-PA
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O PODER DAS PALAVRAS
A novela Bom Sucesso enobrece o horário das 7 ao abordar com graciosidade o universo dos livros, combinando o êxito no ibope com a façanha de estimular a leitura
RAQUEL CARNEIRO
No bairro de Bonsucesso, periferia do Rio de janeiro, Paloma (Grazi Massafera) suspira ao ler a declaração de Bergerac à sua prima Roxane. "É tão lindo. É alegre, engraçado, mas também triste. Igual à vida", diz ao namorado, Ramon (David Júnior), enquanto divaga sobre a beleza da peça de 1897 escrita por Edmond Rostand. Distante dali, em um pedaço nobre da cidade, o Jardim Botânico, o empresário Alberto (Antonio Fagundes) se emociona com a mesma leitura e abraça a obra, lembrando de sua amiga e musa Paloma. A sequência de Bom Sucesso, atual novela das sete da Globo, seria só de um romantismo prosaico não fosse a audácia a que se propõe: indicar um clássico da literatura francesa de forma didática, mas graciosa, numa comédia ligeira da faixa de horário na qual jovens e donas de casa buscam, normalmente, uma diversão fugaz, antes do jantar. O criadores da trama, Paulo Halm e Rosane Svartman, vão além: todos os capítulos oferecem pílulas de algum clássico da literatura nacional ou mundial, sem cair em clichês, nem resvalar na abordagem tediosa que se costuma associar a iniciativas assim na Tv aberta. Ao contrário: com uma trama embalada pela literatura, a novela atingiu a média de 30 pontos em São Paulo, o melhor resultado no horário desde 2007. É uma façanha elogiável. Paloma e Alberto são opostos que se descobrem complementares quando exames trocados dão à moça a sentença de apenas seis meses de vida - resultado que recai sobre Alberto quando o erro do hospital é desfeito e descobre-se que ele tem leucemia. Paloma é uma costureira, mãe solteira e pouco afeita às amarras sociais - tem filhos de pais diferentes, gosta de um bom samba e peita quem quer que seja em prol de suas verdades e de seus rebentos. Já Alberto é um velho rabugento e fechado, pai distante, dono de uma editora que luta contra a falência. Alberto contrata Paloma como acompanhante em seus últimos meses de vida. Ele a introduz na literatura. O encanto mútuo pelo francês Bergerac acontece num momento em que os dois estão separados: ao ser chantageado pela filha, Nana (Fabiula Nascimento) e seu genro, o vilão Diogo (Armando Babaioff, ótimo), Alberto demite Paloma para protegê-la de ser acusada de roubo com uma prova falsa - o que o deprime em pleno tratamento. Alberto se sacrifica por sua musa, assim como Bergerac pela bela e inalcançável Roxane. A novela traz pílulas de encenação de trechos das obras, com Grazi e Fagundes vestindo roupas de época em um cenário teatral. Esse foi o recurso adotado pelos autores para apresentar de forma sedutora, não só livros eleitos por eles: parte das sugestões é do próprio Fagundes. Leitor que devora de dois a três livros por semana, o ator queria "contaminar" o espectador com a satisfação que a leitura traz. Foi Fagundes, aliás, quem sugeriu a citação de Bergerac, personagem interpretado por ele no teatro. O veterano ainda expandiu suas dicas para além da novela: desde setembro, ~le conduz o podcast Clube do Livro por Antonio Fagundes. "E um universo que me encanta. A literatura ajuda o leitor a se reconhecer, formar sua cidadania, criar empatia", diz o autor. A ideia de um folhetim embalado por clássicos nasceu de uma experiência de Rosane na Bienal do Livro 2017. "A força do evento de 600.000 pessoas celebrando a literatura foi inspiradora", conta. Já o cruzamento de narrativas não é novidade para os autores, que conquistaram o público com Totalmente Demais (2015) trama das 7 que celebrava o cinema. "Faz parte da nossa carpintaria atravessar a fronteira da novela", dizHalm. Literatura e novelas são amigas de longa data, desde adaptações de livros como Gabriela Cravo e Canela (1958), de Jorge Amado, até releituras como Êta Mundo Bom! Que bebeu de Cândido (1759) de Voltaire. Mas Bom Sucesso avança no modo de tratar da literatura em novelas. As obras são parte central da trama, que fala até da crise das livrarias. De Sheakspeare a Machado de Assim, as citações são uma delícia. "Amei quando um jovem no Twitter disse que pegou na biblioteca os títulos que viu na novela", comemora Rosane. Com sua bela cruzada, Bom Sucesso faz jus ao nome.
Fonte: Veja, 16 de outubro de 2019
Em "Leitor que devora de dois a três livros por semana, ( ... )", falhou a análise morfológica do excerto em:
 

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