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Foram encontradas 112 questões.

2300628 Ano: 2019
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Sapezal-MT
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O artigo 58 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei nº 9.394/1996) delimita como público da Educação Especial os educandos com:
 

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2300627 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Sapezal-MT
Furto de flor
Carlos Drummond de Andrade
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava, e eu furtei a flor.
Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem.
Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la no jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me.
- Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
Carlos Drummond de Andrade.
Contos plausíveis. Rio de Janeiro, José Olympio, 1985. p. 80.
Em "sua delicada composição", o pronome possessivo sua refere-se a:
 

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2300626 Ano: 2019
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Sapezal-MT
Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (2010), na transição para o Ensino Fundamental, a proposta pedagógica deve prever formas para garantir a continuidade no processo de aprendizagem e desenvolvimento das crianças:
 

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2300625 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Sapezal-MT
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Nadia Bossa (2000) defende que o trabalho psicopedagógico deve ter um caráter clínico, independentemente do contexto em que é realizado.
Para isso, segundo a autora, a atitude do psicopedagogo deve ser:
 

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2300624 Ano: 2019
Disciplina: Nutrição
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Sapezal-MT
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Dentro do planejamento físico das Unidades de Alimentação e Nutrição, a configuração geométrica mais indicada para cozinha é a:
 

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2300623 Ano: 2019
Disciplina: Nutrição
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Sapezal-MT
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O objetivo do Guia Alimentar para a População Brasileira é apresentar diretrizes que podem e devem ser seguidas por todos, possibilitando que as pessoas deem preferência aos alimentos mais nutritivos em quantidades suficientes de maneira a promover saúde e prevenir doenças. Todas as diretrizes abaixo fazem parte do Guia, EXCETO:
 

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2300622 Ano: 2019
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Sapezal-MT
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A Norma Regulamentadora 17, que dispõe sobre Ergonomia, estabelece parâmetros que permitem a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores. A alternativa que apresenta um risco ergonômico é:
 

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2300621 Ano: 2019
Disciplina: Estatística
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Sapezal-MT
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Admita que, na tabela a seguir, estão representadas, em graus Celsius, as temperaturas máximas registradas numa cidade durante os 6 primeiros meses de 2018.

MESES

TEMPERATURAS

MÁXIMAS EM °C

Janeiro 40
Fevereiro 38
Março 36
Abril 34
Maio 29
Junho 27

O valor da mediana das seis temperaturas registradas na tabela é igual a:

 

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2300620 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Sapezal-MT
Furto de flor
Carlos Drummond de Andrade
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava, e eu furtei a flor.
Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem.
Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la no jardim. Nem apelar para o médico de flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me.
- Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
Carlos Drummond de Andrade.
Contos plausíveis. Rio de Janeiro, José Olympio, 1985. p. 80.
Na frase "Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia.", a palavra sublinhada tem o mesmo significado que:
 

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2300619 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Sapezal-MT
Nascer no Cairo, ser fêmea de cupim
Rubem Braga
Conhece o vocábulo escardinchar? Qual o feminino de cupim? Qual o antônimo de póstumo? Como se chama o natural do Cairo?
O leitor que responder "não sei" a todas estas perguntas não passará provavelmente em nenhuma prova de Português de nenhum concurso oficial. Aliás, se isso pode servir de algum consolo à sua ignorância, receberá um abraço de felicitações deste modesto cronista, seu semelhante e seu irmão.
Porque a verdade é que eu também não sei. Você dirá, meu caro professor de Português, que eu não deve- ria confessar isso; que é uma vergonha para mim, que vivo de escrever, não conhecer o meu instrumento de trabalho, que é a língua.
Concordo. Confesso que escrevo de palpite, como outras pessoas tocam piano de ouvido. De vez em quando um leitor culto se irrita comigo e me manda um recorte de crônica anotado, apontando erros de Português. Um deles chegou a me passar um telegrama, felicitando-me porque não encontrara, na minha crônica daquele dia, um só erro de Português; acrescentava que eu produzira uma "página de bom vernáculo, exemplar". Tive vontade de responder: "Mera coincidência" - mas não o fiz para não entristecer o homem.
Espero que uma velhice tranquila - no hospital ou na cadeia, com seus longos ócios - me permita um dia estudar com toda calma a nossa língua, e me penitenciar dos abusos que tenho praticado contra a sua pulcritude. (Sabem qual o superlativo de pulcro? Isto eu sei por acaso: pulquérrimo! Mas não é desanimador saber uma coisa dessas? Que me aconteceria se eu dissesse a uma bela dama: a senhora é pulquérrima? Eu poderia me queixar se o seu marido me descesse a mão?).
Alguém já me escreveu também - que eu sou um escoteiro ao contrário. "Cada dia você parece que tem de praticar a sua má ação – contra a língua". Mas acho que isso é exagero.
Como também é exagero saber o que quer dizer escardinchar. Já estou mais perto dos cinquenta que dos quarenta; vivo de meu trabalho quase sempre honrado, gozo de boa saúde e estou até gordo demais, pensando em meter um regime no organismo - e nunca soube o que fosse escardinchar. Espero que nunca, na minha vida, tenha escardinchado ninguém; se o fiz, mereço desculpas, pois nunca tive essa intenção.
Vários problemas e algumas mulheres já me tiraram o sono, mas não o feminino de cupim. Morrerei sem saber isso. E o pior é que não quero saber; nego-me terminantemente a saber, e, se o senhor é um desses cavalheiros que sabem qual é o feminino de cupim, tenha a bondade de não me cumprimentar.
Por que exigir essas coisas dos candidatos aos nossos cargos públicos? Por que fazer do estudo da língua portuguesa uma série de alçapões e adivinhas, como essas histórias que uma pessoa conta para "pegar" as outras? O habitante do Cairo pode ser cairense, cairei, caireta, cairota ou cairiri - e a única utilidade de saber qual a palavra certa será para decifrar um problema de palavras cruzadas. Vocês não acham que nossos funcionários públicos já gastam uma parte excessiva do expediente matando palavras cruzadas da "Última Hora" ou lendo o horóscopo e as histórias em quadrinhos de "O Globo?".
No fundo, o que esse tipo de gramático deseja é tornar a língua portuguesa odiosa; não alguma coisa através da qual as pessoas se entendam, mas um instrumento de suplício e de opressão que ele, gramático, aplica sobre nós, os ignaros.
Mas a mim é que não me escardincham assim, sem mais nem menos: não sou fêmea de cupim nem antônimo do póstumo nenhum; e sou cachoeirense, de Cachoeiro, honradamente - de Cachoeiro de Itapemirim!
Texto extraído do livro "Ai de Ti, Copacabana",
Editora do Autor - Rio de Janeiro, 1960, pág. 197.
Em "Mas a mim é que não me escardincham assim" (último parágrafo), o uso dos pronomes mim e me evidenciam a 1ª pessoa do singular.
Passando-se a frase acima para a 1ª pessoa do plural, a forma correta é:
 

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