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É PRECISO AVANÇAR NOS ESPAÇOS DE PODER PARA CHEGAR À
EQUIDADE DE GÊNERO
Em meio a muitas adversidades enfrentadas no dia a dia, as mulheres vêm conquistando alguns avanços no mercado de trabalho. A situação ainda está muito longe da ideal, mas um estudo mostra que seguimos em direção a um mercado de trabalho com maior igualdade de gênero.
Desemprego
A taxa de desemprego da mulher é sistematicamente maior que a dos homens, mas, recentemente, a diferença vem diminuindo, o que indica a criação de mais postos de trabalhos para elas. Mesmo assim, as mulheres ainda correspondem a mais da metade do número de desempregados.
Todo o movimento de elevação do número de postos de trabalho com carteira de trabalho assinada, no período recente, beneficiou também as mulheres. Contudo, quando ocupadas, elas encontram maior dificuldade de ascensão profissional, principalmente para chegar a cargos de chefia. E, em termos gerais, ganham menos do que os homens, apesar de possuir maior escolaridade.
Mais cara
Também não é admissível que continue a vigorar o pensamento que diz que a mão de obra feminina é mais cara porque a mulher engravida ou precisa cuidar dos filhos ou dos pais. É preciso intensificar ainda mais a discussão, já em pauta, sobre a necessidade de se compartilhar as responsabilidades familiares e, para isso, é preciso repensar os papéis socialmente atribuídos ao homem e à mulher. Enquanto o homem ocupado faz cerca de 9,8 horas semanais de serviços domésticos, a mulher ocupada faz 20,6 horas, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Pnad/IBGE). Por que a maior parte do trabalho doméstico precisa ser feita pela mulher?
Para promover a igualdade de condições de inserção da mulher no mercado de trabalho, as políticas públicas precisam universalizar o direito de acesso às creches, à educação infantil, básica e média, em tempo integral, assim como assegurar serviços que possam amparar as famílias nos cuidados com os idosos.
Clemente Ganz Lúcio Patrícia Lino Costa (Extraído de: carosamigos.com.br)
Entre as propostas de mudança apontadas pelo texto, a igualdade de condições da mulher depende de:
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A atividade docente, em muitos casos, sofre fortes pressões e intervenções externas, mas também envolve, em qualquer circunstância, o autogerenciamento e o planejamento de sua prática. Dessa forma, é correto afirmar que:
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O alfabeto manual da Libras permite soletrar a seguinte quantidade de grafemas:
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“A capacidade humana de significação se apresenta como uma competência específica” (Fernandes e Correia, 2012) para o desenvolvimento de sistemas de signos. A ciência que se preocupa com o estudo da linguagem na cultura, considerando uma teoria de caráter aplicado aos estudos sobre os signos e as significações é a:
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Amanda é tradutora/intérprete educacional. Na sua atuação, além de utilizar o modo simultâneo de interpretação, ela também recorre à seguinte modalidade:
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Mariana é profissional de Atendimento Educacional Especializado de uma escola pública de ensino fundamental. Está aprendendo a Libras num curso organizado por uma instituição de Educação Superior. Na terceira aula, Mariana tem dúvida sobre quais são os parâmetros da Libras. O professor, então, responde apontando os cinco parâmetros a seguir:
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É PRECISO AVANÇAR NOS ESPAÇOS DE PODER PARA CHEGAR À
EQUIDADE DE GÊNERO
Em meio a muitas adversidades enfrentadas no dia a dia, as mulheres vêm conquistando alguns avanços no mercado de trabalho. A situação ainda está muito longe da ideal, mas um estudo mostra que seguimos em direção a um mercado de trabalho com maior igualdade de gênero.
Desemprego
A taxa de desemprego da mulher é sistematicamente maior que a dos homens, mas, recentemente, a diferença vem diminuindo, o que indica a criação de mais postos de trabalhos para elas. Mesmo assim, as mulheres ainda correspondem a mais da metade do número de desempregados.
Todo o movimento de elevação do número de postos de trabalho com carteira de trabalho assinada, no período recente, beneficiou também as mulheres. Contudo, quando ocupadas, elas encontram maior dificuldade de ascensão profissional, principalmente para chegar a cargos de chefia. E, em termos gerais, ganham menos do que os homens, apesar de possuir maior escolaridade.
Mais cara
Também não é admissível que continue a vigorar o pensamento que diz que a mão de obra feminina é mais cara porque a mulher engravida ou precisa cuidar dos filhos ou dos pais. É preciso intensificar ainda mais a discussão, já em pauta, sobre a necessidade de se compartilhar as responsabilidades familiares e, para isso, é preciso repensar os papéis socialmente atribuídos ao homem e à mulher. Enquanto o homem ocupado faz cerca de 9,8 horas semanais de serviços domésticos, a mulher ocupada faz 20,6 horas, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Pnad/IBGE). Por que a maior parte do trabalho doméstico precisa ser feita pela mulher?
Para promover a igualdade de condições de inserção da mulher no mercado de trabalho, as políticas públicas precisam universalizar o direito de acesso às creches, à educação infantil, básica e média, em tempo integral, assim como assegurar serviços que possam amparar as famílias nos cuidados com os idosos.
Clemente Ganz Lúcio Patrícia Lino Costa (Extraído de: carosamigos.com.br)
O par de palavras que melhor caracteriza, na visão dos autores, os patamares atuais da condição feminina no mercado de trabalho é:
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Há um recurso, próprio das línguas de sinais e semelhante a um pronome especial, que traz consigo ideias de tamanho, volume e quantidade. É utilizado também para descrever situações ou ideias para as quais não há sinais específicos. Esse elemento da língua de sinais recebe o nome de:
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A organização somativa dos conteúdos escolares constitui um modelo de organização:
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É PRECISO AVANÇAR NOS ESPAÇOS DE PODER PARA CHEGAR À
EQUIDADE DE GÊNERO
Em meio a muitas adversidades enfrentadas no dia a dia, as mulheres vêm conquistando alguns avanços no mercado de trabalho. A situação ainda está muito longe da ideal, mas um estudo mostra que seguimos em direção a um mercado de trabalho com maior igualdade de gênero.
Desemprego
A taxa de desemprego da mulher é sistematicamente maior que a dos homens, mas, recentemente, a diferença vem diminuindo, o que indica a criação de mais postos de trabalhos para elas. Mesmo assim, as mulheres ainda correspondem a mais da metade do número de desempregados.
Todo o movimento de elevação do número de postos de trabalho com carteira de trabalho assinada, no período recente, beneficiou também as mulheres. Contudo, quando ocupadas, elas encontram maior dificuldade de ascensão profissional, principalmente para chegar a cargos de chefia. E, em termos gerais, ganham menos do que os homens, apesar de possuir maior escolaridade.
Mais cara
Também não é admissível que continue a vigorar o pensamento que diz que a mão de obra feminina é mais cara porque a mulher engravida ou precisa cuidar dos filhos ou dos pais. É preciso intensificar ainda mais a discussão, já em pauta, sobre a necessidade de se compartilhar as responsabilidades familiares e, para isso, é preciso repensar os papéis socialmente atribuídos ao homem e à mulher. Enquanto o homem ocupado faz cerca de 9,8 horas semanais de serviços domésticos, a mulher ocupada faz 20,6 horas, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Pnad/IBGE). Por que a maior parte do trabalho doméstico precisa ser feita pela mulher?
Para promover a igualdade de condições de inserção da mulher no mercado de trabalho, as políticas públicas precisam universalizar o direito de acesso às creches, à educação infantil, básica e média, em tempo integral, assim como assegurar serviços que possam amparar as famílias nos cuidados com os idosos.
Clemente Ganz Lúcio Patrícia Lino Costa (Extraído de: carosamigos.com.br)
De acordo com o texto, a situação das mulheres atualmente:
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