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Leia o texto para responder a questão.
A história de uma grande viagem
Em 16 de julho de 1969, um feito quase inacreditável
ocorreu na humanidade. Um enorme foguete pesado, com
2,8 toneladas, e muito alto, medindo o equivalente a um edifício de 44 andares (110,6 metros), foi lançado na Flórida. Seu
nome era Saturno. Ele transportava uma nave diferente de
todas as outras, o Apolo 11, para a órbita da Terra. O objetivo
da missão era fazer com que o homem pisasse outro solo,
fora da Terra, a Lua.
Apolo 11 transportava três astronautas: Armstrong, Aldrin
e Collins. Viajaram muito, percorreram 390 mil quilômetros.
Ao descer, Neil Armstrong ficou extasiado. Não podia conter
sua alegria. O céu nunca fora tão lindo. As estrelas nunca
brilharam tanto. O Universo nunca pareceu tão enigmático,
segredando mistérios que não compreendiam.
Muito longe estava a Terra. Os homens, com todo seu
orgulho e todas as suas pobres diferenças, ficaram imperceptíveis aos olhos dos primeiros seres que pisaram a Lua. Não
havia negros e brancos, árabes ou judeus. Todos eram invisíveis. Se os primeiros astronautas fossem pensadores da
Psicologia, certamente pensariam que seria difícil acreditar
que lá na Terra havia milhões de pessoas que consideravam
seus problemas do tamanho do Universo, que não conseguiam enxergar mais nada diante dos olhos.
(Augusto Cury. Treinando a emoção para ser feliz:
nunca a autoestima foi tão cultivada no solo da vida! Adaptado)
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A história de uma grande viagem
Em 16 de julho de 1969, um feito quase inacreditável
ocorreu na humanidade. Um enorme foguete pesado, com
2,8 toneladas, e muito alto, medindo o equivalente a um edifício de 44 andares (110,6 metros), foi lançado na Flórida. Seu
nome era Saturno. Ele transportava uma nave diferente de
todas as outras, o Apolo 11, para a órbita da Terra. O objetivo
da missão era fazer com que o homem pisasse outro solo,
fora da Terra, a Lua.
Apolo 11 transportava três astronautas: Armstrong, Aldrin
e Collins. Viajaram muito, percorreram 390 mil quilômetros.
Ao descer, Neil Armstrong ficou extasiado. Não podia conter
sua alegria. O céu nunca fora tão lindo. As estrelas nunca
brilharam tanto. O Universo nunca pareceu tão enigmático,
segredando mistérios que não compreendiam.
Muito longe estava a Terra. Os homens, com todo seu
orgulho e todas as suas pobres diferenças, ficaram imperceptíveis aos olhos dos primeiros seres que pisaram a Lua. Não
havia negros e brancos, árabes ou judeus. Todos eram invisíveis. Se os primeiros astronautas fossem pensadores da
Psicologia, certamente pensariam que seria difícil acreditar
que lá na Terra havia milhões de pessoas que consideravam
seus problemas do tamanho do Universo, que não conseguiam enxergar mais nada diante dos olhos.
(Augusto Cury. Treinando a emoção para ser feliz:
nunca a autoestima foi tão cultivada no solo da vida! Adaptado)
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Lidando com o ’mimimi’
Quase todo mundo conhece a expressão “mimimi” da linguagem informal. Eu me espantei ao saber que ela surgiu
com o personagem Chaves, de um seriado cultuado até hoje.
Chaves, um moleque órfão, sempre que contrariado, emitia
esse som “mimimi” para indicar seu choro. Essa expressão
passou a ser usada, sempre de modo pejorativo, para indicar
reclamações sem justa causa, frescura, manha etc.
Agora, professores e pais têm usado a expressão com
bastante frequência para nomear diversos comportamentos
dos mais novos. Tudo agora virou mimimi.
Nós, educadores formais e informais, temos dado atenção a muitas reclamações de filhos e alunos, o que emperra
e/ou paralisa o processo de crescimento e de aprendizagem
deles, e não apenas no aspecto cognitivo.
Filhos reclamam das tarefas domésticas que devem realizar, do tamanho ou da dificuldade das lições que precisam
fazer ou estudar, dos colegas que se comportam desta ou
daquela maneira etc. E, quase sempre, os pais atendem, ou
seja, dão importância a tais reclamações, e interferem.
O problema é que dar conta sozinhas de suas obrigações
– todas possíveis – e enfrentar as adversidades da vida fortalece as crianças porque permite que elas criem mecanismos
pessoais de defesa e, principalmente, de resiliência. Em todas
essas situações a interferência dos pais prejudica o desenvolvimento dos filhos em vez de ajudar! O que eles podem fazer
de melhor nesses momentos é acolher as reclamações como
legítimas, mas incentivar e encorajar o filho a realizar o que
precisa, mesmo que isso exija muito esforço e dedicação.
A criança percebe, ao realizar sozinha suas responsabilidades, seu potencial sendo colocado em ação, o que lhe dá
mais confiança em si mesma.
Na escola, quando os professores cedem, perdem sua
autoridade e, principalmente, passam a ideia de falta de compromisso com a formação de seus alunos. Pressionar e exigir
são conceitos diferentes do conceito de cobrar. Os mais novos
precisam ser cobrados a crescer já que esse é o destino deles.
(Folha de S.Paulo, 29.11.2016. Adaptado)
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A história de uma grande viagem
Em 16 de julho de 1969, um feito quase inacreditável
ocorreu na humanidade. Um enorme foguete pesado, com
2,8 toneladas, e muito alto, medindo o equivalente a um edifício de 44 andares (110,6 metros), foi lançado na Flórida. Seu
nome era Saturno. Ele transportava uma nave diferente de
todas as outras, o Apolo 11, para a órbita da Terra. O objetivo
da missão era fazer com que o homem pisasse outro solo,
fora da Terra, a Lua.
Apolo 11 transportava três astronautas: Armstrong, Aldrin
e Collins. Viajaram muito, percorreram 390 mil quilômetros.
Ao descer, Neil Armstrong ficou extasiado. Não podia conter
sua alegria. O céu nunca fora tão lindo. As estrelas nunca
brilharam tanto. O Universo nunca pareceu tão enigmático,
segredando mistérios que não compreendiam.
Muito longe estava a Terra. Os homens, com todo seu
orgulho e todas as suas pobres diferenças, ficaram imperceptíveis aos olhos dos primeiros seres que pisaram a Lua. Não
havia negros e brancos, árabes ou judeus. Todos eram invisíveis. Se os primeiros astronautas fossem pensadores da
Psicologia, certamente pensariam que seria difícil acreditar
que lá na Terra havia milhões de pessoas que consideravam
seus problemas do tamanho do Universo, que não conseguiam enxergar mais nada diante dos olhos.
(Augusto Cury. Treinando a emoção para ser feliz:
nunca a autoestima foi tão cultivada no solo da vida! Adaptado)
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- FonologiaEncontros Vocálicos: Ditongo, Tritongo, Hiato
Leia o texto para responder a questão.
Ligeiro e nasalado, sotaque paulista teve influência de
índios e migrantes
Ligeiro e nasalado, o português paulista tem pressa. Atropela os plurais das frases e suprime o “lh” das palavras.
Em São Paulo se toma dois café com dois pão na chapa
por quinze real. E filha, milho, velho e mulher são reduzidos
a fia, mio, véio e muié.
Ainda que incomodem os ouvidos mais sensíveis, esses
usos da língua têm origem na mistura do português dos colonizadores com algumas das 350 línguas indígenas que existiam no território brasileiro à época do descobrimento – hoje
são cerca de 180.
O cruzamento do idioma de Portugal com o tupi deu origem à chamada língua geral, utilizada no cotidiano da nova
colônia até a segunda metade do século 18.
Uma de suas marcas, que hoje caracteriza o português
paulista, era o “r” retroflexo, também conhecido como ‘r”
caipira. Ele substituiu o “r” chiado dos portugueses, que os
índios não conseguiam pronunciar. Na sintaxe indígena,
o plural não redunda ao longo da sentença, o que poderia
explicar o hábito paulista.
(https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano. 23.04.2018. Adaptado)
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Leia o texto para responder a questão.
Sempre alerta!
Grande espírito, o daquele escoteiro. Estava na rua,
segurando seu feroz cão policial, quando viu parar um ônibus.
Os passageiros desceram, subiram, o ônibus pôs-se a andar.
No momento em que o ônibus ia andando, apareceu um velhinho tentando pegá-lo. Correu atrás do ônibus. Quando já o ia
pegando, o ônibus aumentou a velocidade. No instante exato
em que o velhinho, aborrecido, ia desistir do ônibus, o escoteiro não teve dúvida: soltou o cachorro policial em cima dele.
O velho pôs-se a correr desesperadamente e, como única salvação, pegou o ônibus que já ia quinhentos metros adiante.
O escoteiro segurou de novo o cão e voltou para casa, feliz,
tendo praticado sua boa ação do dia.
Moral: No cerne da violência nem sempre há violência.
(Millôr Fernandes, Fábulas Fabulosas, 1991. Adaptado)
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Sempre alerta!
Grande espírito, o daquele escoteiro. Estava na rua,
segurando seu feroz cão policial, quando viu parar um ônibus.
Os passageiros desceram, subiram, o ônibus pôs-se a andar.
No momento em que o ônibus ia andando, apareceu um velhinho tentando pegá-lo. Correu atrás do ônibus. Quando já o ia
pegando, o ônibus aumentou a velocidade. No instante exato
em que o velhinho, aborrecido, ia desistir do ônibus, o escoteiro não teve dúvida: soltou o cachorro policial em cima dele.
O velho pôs-se a correr desesperadamente e, como única salvação, pegou o ônibus que já ia quinhentos metros adiante.
O escoteiro segurou de novo o cão e voltou para casa, feliz,
tendo praticado sua boa ação do dia.
Moral: No cerne da violência nem sempre há violência.
(Millôr Fernandes, Fábulas Fabulosas, 1991. Adaptado)
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Leia o texto para responder a questão.
… constitui uma forma peculiar de representação e estilo
em que predominam a força criativa da imaginação e a intenção estética. Não é mera fantasia que nada tem a ver com
o que se entende por realidade, nem é puro exercício lúdico
sobre as formas e sentidos da linguagem e da língua.
Como representação – um modo particular de dar forma
às experiências humanas –, não está limitado a critérios de
observação fatual (ao que ocorre e ao que se testemunha),
nem às categorias e relações que constituem os padrões
dos modos de ver a realidade e, menos ainda, às famílias
de noções/conceitos com que se pretende descrever e
explicar diferentes planos da realidade (o discurso científico).
Ele os ultrapassa e transgride para constituir outra mediação
de sentidos entre o sujeito e o mundo, entre a imagem e o
objeto, mediação que autoriza a ficção e a reinterpretação do
mundo atual e dos mundos possíveis.
(Parâmetros Curriculares Nacionais – Língua Portuguesa: 1998. Adaptado)
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Leia a charge para responder a questão.

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De acordo com Marcuschi (2008), a língua como “atividade sociointerativa situada” é representada pelo
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