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504767 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Serrana-SP
Leia o texto para responder a questão.
A história de uma grande viagem
Em 16 de julho de 1969, um feito quase inacreditável ocorreu na humanidade. Um enorme foguete pesado, com 2,8 toneladas, e muito alto, medindo o equivalente a um edifício de 44 andares (110,6 metros), foi lançado na Flórida. Seu nome era Saturno. Ele transportava uma nave diferente de todas as outras, o Apolo 11, para a órbita da Terra. O objetivo da missão era fazer com que o homem pisasse outro solo, fora da Terra, a Lua.
Apolo 11 transportava três astronautas: Armstrong, Aldrin e Collins. Viajaram muito, percorreram 390 mil quilômetros. Ao descer, Neil Armstrong ficou extasiado. Não podia conter sua alegria. O céu nunca fora tão lindo. As estrelas nunca brilharam tanto. O Universo nunca pareceu tão enigmático, segredando mistérios que não compreendiam.
Muito longe estava a Terra. Os homens, com todo seu orgulho e todas as suas pobres diferenças, ficaram imperceptíveis aos olhos dos primeiros seres que pisaram a Lua. Não havia negros e brancos, árabes ou judeus. Todos eram invisíveis. Se os primeiros astronautas fossem pensadores da Psicologia, certamente pensariam que seria difícil acreditar que lá na Terra havia milhões de pessoas que consideravam seus problemas do tamanho do Universo, que não conseguiam enxergar mais nada diante dos olhos.
(Augusto Cury. Treinando a emoção para ser feliz: nunca a autoestima foi tão cultivada no solo da vida! Adaptado)
Assinale a alternativa em que há expressão empregada em sentido figurado.
 

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504766 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Serrana-SP
Leia o texto para responder a questão.
A história de uma grande viagem
Em 16 de julho de 1969, um feito quase inacreditável ocorreu na humanidade. Um enorme foguete pesado, com 2,8 toneladas, e muito alto, medindo o equivalente a um edifício de 44 andares (110,6 metros), foi lançado na Flórida. Seu nome era Saturno. Ele transportava uma nave diferente de todas as outras, o Apolo 11, para a órbita da Terra. O objetivo da missão era fazer com que o homem pisasse outro solo, fora da Terra, a Lua.
Apolo 11 transportava três astronautas: Armstrong, Aldrin e Collins. Viajaram muito, percorreram 390 mil quilômetros. Ao descer, Neil Armstrong ficou extasiado. Não podia conter sua alegria. O céu nunca fora tão lindo. As estrelas nunca brilharam tanto. O Universo nunca pareceu tão enigmático, segredando mistérios que não compreendiam.
Muito longe estava a Terra. Os homens, com todo seu orgulho e todas as suas pobres diferenças, ficaram imperceptíveis aos olhos dos primeiros seres que pisaram a Lua. Não havia negros e brancos, árabes ou judeus. Todos eram invisíveis. Se os primeiros astronautas fossem pensadores da Psicologia, certamente pensariam que seria difícil acreditar que lá na Terra havia milhões de pessoas que consideravam seus problemas do tamanho do Universo, que não conseguiam enxergar mais nada diante dos olhos.
(Augusto Cury. Treinando a emoção para ser feliz: nunca a autoestima foi tão cultivada no solo da vida! Adaptado)
Assinale a alternativa em que a frase está pontuada conforme a norma-padrão da língua portuguesa.
 

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504764 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Serrana-SP
Lidando com o ’mimimi’
Quase todo mundo conhece a expressão “mimimi” da linguagem informal. Eu me espantei ao saber que ela surgiu com o personagem Chaves, de um seriado cultuado até hoje. Chaves, um moleque órfão, sempre que contrariado, emitia esse som “mimimi” para indicar seu choro. Essa expressão passou a ser usada, sempre de modo pejorativo, para indicar reclamações sem justa causa, frescura, manha etc.
Agora, professores e pais têm usado a expressão com bastante frequência para nomear diversos comportamentos dos mais novos. Tudo agora virou mimimi.
Nós, educadores formais e informais, temos dado atenção a muitas reclamações de filhos e alunos, o que emperra e/ou paralisa o processo de crescimento e de aprendizagem deles, e não apenas no aspecto cognitivo.
Filhos reclamam das tarefas domésticas que devem realizar, do tamanho ou da dificuldade das lições que precisam fazer ou estudar, dos colegas que se comportam desta ou daquela maneira etc. E, quase sempre, os pais atendem, ou seja, dão importância a tais reclamações, e interferem.
O problema é que dar conta sozinhas de suas obrigações – todas possíveis – e enfrentar as adversidades da vida fortalece as crianças porque permite que elas criem mecanismos pessoais de defesa e, principalmente, de resiliência. Em todas essas situações a interferência dos pais prejudica o desenvolvimento dos filhos em vez de ajudar! O que eles podem fazer de melhor nesses momentos é acolher as reclamações como legítimas, mas incentivar e encorajar o filho a realizar o que precisa, mesmo que isso exija muito esforço e dedicação.
A criança percebe, ao realizar sozinha suas responsabilidades, seu potencial sendo colocado em ação, o que lhe dá mais confiança em si mesma.
Na escola, quando os professores cedem, perdem sua autoridade e, principalmente, passam a ideia de falta de compromisso com a formação de seus alunos. Pressionar e exigir são conceitos diferentes do conceito de cobrar. Os mais novos precisam ser cobrados a crescer já que esse é o destino deles.
(Folha de S.Paulo, 29.11.2016. Adaptado)
. De acordo com a norma-padrão, está correta a concordância em:
 

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504763 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Serrana-SP
A história de uma grande viagem
Em 16 de julho de 1969, um feito quase inacreditável ocorreu na humanidade. Um enorme foguete pesado, com 2,8 toneladas, e muito alto, medindo o equivalente a um edifício de 44 andares (110,6 metros), foi lançado na Flórida. Seu nome era Saturno. Ele transportava uma nave diferente de todas as outras, o Apolo 11, para a órbita da Terra. O objetivo da missão era fazer com que o homem pisasse outro solo, fora da Terra, a Lua.
Apolo 11 transportava três astronautas: Armstrong, Aldrin e Collins. Viajaram muito, percorreram 390 mil quilômetros. Ao descer, Neil Armstrong ficou extasiado. Não podia conter sua alegria. O céu nunca fora tão lindo. As estrelas nunca brilharam tanto. O Universo nunca pareceu tão enigmático, segredando mistérios que não compreendiam.
Muito longe estava a Terra. Os homens, com todo seu orgulho e todas as suas pobres diferenças, ficaram imperceptíveis aos olhos dos primeiros seres que pisaram a Lua. Não havia negros e brancos, árabes ou judeus. Todos eram invisíveis. Se os primeiros astronautas fossem pensadores da Psicologia, certamente pensariam que seria difícil acreditar que lá na Terra havia milhões de pessoas que consideravam seus problemas do tamanho do Universo, que não conseguiam enxergar mais nada diante dos olhos.

(Augusto Cury. Treinando a emoção para ser feliz: nunca a autoestima foi tão cultivada no solo da vida! Adaptado)
Conforme a leitura do texto, pode-se afirmar que os homens deveriam
 

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504757 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Serrana-SP
Leia o texto para responder a questão.
Ligeiro e nasalado, sotaque paulista teve influência de índios e migrantes
Ligeiro e nasalado, o português paulista tem pressa. Atropela os plurais das frases e suprime o “lh” das palavras.
Em São Paulo se toma dois café com dois pão na chapa por quinze real. E filha, milho, velho e mulher são reduzidos a fia, mio, véio e muié.
Ainda que incomodem os ouvidos mais sensíveis, esses usos da língua têm origem na mistura do português dos colonizadores com algumas das 350 línguas indígenas que existiam no território brasileiro à época do descobrimento – hoje são cerca de 180.
O cruzamento do idioma de Portugal com o tupi deu origem à chamada língua geral, utilizada no cotidiano da nova colônia até a segunda metade do século 18.
Uma de suas marcas, que hoje caracteriza o português paulista, era o “r” retroflexo, também conhecido como ‘r” caipira. Ele substituiu o “r” chiado dos portugueses, que os índios não conseguiam pronunciar. Na sintaxe indígena, o plural não redunda ao longo da sentença, o que poderia explicar o hábito paulista.
(https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano. 23.04.2018. Adaptado)
No trecho – E filha, milho, velho e mulher são reduzidos a fia, mio, véio e muié. –, há reescrita com a finalidade de mostrar a forma realmente falada no português paulista. Ao analisá-la com base na ortografia oficial da Língua Portuguesa, conclui-se que o termo
 

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504756 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Serrana-SP
Leia o texto para responder a questão.
Sempre alerta!
Grande espírito, o daquele escoteiro. Estava na rua, segurando seu feroz cão policial, quando viu parar um ônibus. Os passageiros desceram, subiram, o ônibus pôs-se a andar. No momento em que o ônibus ia andando, apareceu um velhinho tentando pegá-lo. Correu atrás do ônibus. Quando já o ia pegando, o ônibus aumentou a velocidade. No instante exato em que o velhinho, aborrecido, ia desistir do ônibus, o escoteiro não teve dúvida: soltou o cachorro policial em cima dele. O velho pôs-se a correr desesperadamente e, como única salvação, pegou o ônibus que já ia quinhentos metros adiante. O escoteiro segurou de novo o cão e voltou para casa, feliz, tendo praticado sua boa ação do dia.
Moral: No cerne da violência nem sempre há violência.
(Millôr Fernandes, Fábulas Fabulosas, 1991. Adaptado)
No texto, prevalecem as estruturas tipológicas da
 

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504755 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Serrana-SP
Leia o texto para responder a questão.
Sempre alerta!
Grande espírito, o daquele escoteiro. Estava na rua, segurando seu feroz cão policial, quando viu parar um ônibus. Os passageiros desceram, subiram, o ônibus pôs-se a andar. No momento em que o ônibus ia andando, apareceu um velhinho tentando pegá-lo. Correu atrás do ônibus. Quando já o ia pegando, o ônibus aumentou a velocidade. No instante exato em que o velhinho, aborrecido, ia desistir do ônibus, o escoteiro não teve dúvida: soltou o cachorro policial em cima dele. O velho pôs-se a correr desesperadamente e, como única salvação, pegou o ônibus que já ia quinhentos metros adiante. O escoteiro segurou de novo o cão e voltou para casa, feliz, tendo praticado sua boa ação do dia.
Moral: No cerne da violência nem sempre há violência.
(Millôr Fernandes, Fábulas Fabulosas, 1991. Adaptado)
O texto faz parte de um livro de fábulas do escritor Millôr Fernandes. Uma característica desse gênero presente em “Sempre Alerta!” é
 

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504754 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Serrana-SP
Leia o texto para responder a questão.
… constitui uma forma peculiar de representação e estilo em que predominam a força criativa da imaginação e a intenção estética. Não é mera fantasia que nada tem a ver com o que se entende por realidade, nem é puro exercício lúdico sobre as formas e sentidos da linguagem e da língua.
Como representação – um modo particular de dar forma às experiências humanas –, não está limitado a critérios de observação fatual (ao que ocorre e ao que se testemunha), nem às categorias e relações que constituem os padrões dos modos de ver a realidade e, menos ainda, às famílias de noções/conceitos com que se pretende descrever e explicar diferentes planos da realidade (o discurso científico). Ele os ultrapassa e transgride para constituir outra mediação de sentidos entre o sujeito e o mundo, entre a imagem e o objeto, mediação que autoriza a ficção e a reinterpretação do mundo atual e dos mundos possíveis.
(Parâmetros Curriculares Nacionais – Língua Portuguesa: 1998. Adaptado)
Conforme exposto, o tipo de texto em questão demanda
 

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504751 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Serrana-SP

Leia a charge para responder a questão.

enunciado 504751-1

Inserida em práticas de análise linguística em sala de aula, a charge será objeto de considerações a respeito
 

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504750 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Serrana-SP
De acordo com Marcuschi (2008), a língua como “atividade sociointerativa situada” é representada pelo
 

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