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466983 Ano: 2015
Disciplina: Educação Física
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
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Ao finalizarmos um exercício físico, o consumo de oxigênio não retorna imediatamente aos níveis do consumo de repouso. Em I, II e III são apresentados alguns fatores que contribuem para esse consumo aumentado de oxigênio, pós-exercício. Analise-os.
I - Necessidade de restauração do oxigênio da hemoglobina e mioglobina.
II - Normalização das concentrações de hormônios, como o cortisol, epinefrina, norepinefrina, T3, T4 e GH para os níveis pré-exercício.
III - Diminuição da frequência respiratória e da frequência cardíaca para os níveis pré-exercício.
Assinale as afirmativas CORRETAS.
 

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466942 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
Considere os tubos para coleta de sangue abaixo (A, B, C e D):
Enunciado 2722115-1
Com base nos procedimentos para coleta de sangue e os tubos frequentemente utilizados, assinale a alternativa CORRETA.
 

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466936 Ano: 2015
Disciplina: Enfermagem
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
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Foi prescrito um banho de Permanganato de Potássio 1:4.000. Quantos comprimidos de 100 mg devem ser usados para preparar 2 litros da solução?
 

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459514 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
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Com base no Balanço Orçamentário abaixo, de 31/12/X1, responda a questão.
Enunciado 2720318-1
A economia orçamentária apurada foi de
 

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459513 Ano: 2015
Disciplina: Nutrição
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
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As gorduras que ingerimos diariamente em nossa dieta se encontram na forma de triglicerídeos. Assinale o óleo que apresenta maior teor de triglicerídeos de cadeia média (TCM).
 

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459493 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
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Leia o texto abaixo para responder a questão.
TEXTO I
Pais sem limites
O avião estava cheio. Eu, no fundão. Duas poltronas atrás de mim, uma criança começou a chorar. Abriu o berreiro. Ninguém disse uma palavra. Fazer o que quando uma criança chora? A mãe, em vez de tentar acalmar o filho, reclamou em voz alta.
– Criança chora mesmo, e daí? Vocês ficam me olhando, mas o que posso fazer? Criança é assim: chora.
– Criança chora mesmo, e daí? Vocês ficam me olhando, mas o que posso fazer? Criança é assim: chora.
Tudo bem. Criança chora. Mas a gente ouve. Ninguém havia reclamado do incômodo em voz alta. Suponho que algumas pessoas tenham olhado para a mãe como se pedindo que fizesse alguma coisa. Em vez de acalmar o filho, ela brigou. Sinceramente, nem olhar a gente pode? E mais sinceramente ainda: como será a educação desse menino, se a mãe prefere reclamar com quem se sente incomodado com o choro, no lugar de acalmar o filho? Vai ter noção de limite? No caso dos aviões, eu acho que há uma irresponsabilidade enorme dos pais. Como podem expor um bebê de colo a viagens aéreas? Sim, existem os casos de extrema necessidade. Mas não são a maioria. Um bebê sente dor nos ouvidos, talvez até mais intensa que nós. Quando eu sinto, tento mascar chiclete, chupar bala, ou pelo menos, racionalmente, posso entender o que está acontecendo e suportar. Um bebê não. De repente, vem aquela dor horrível, ele não sabe o porquê. Chora. Grita. Os outros passageiros têm de suportar o barulho, ficam até com dor de cabeça. Mas um bebê é um bebê, e todos temos de entender. E os pais? Como obrigam a criança a suportar essa dor? E os passageiros, os gritos? Eu já vim da Turquia certa vez, em uma viagem que durou o dia todo, com duas crianças pequenas logo atrás de mim. Classe executiva. Gritaram e choraram quase a viagem toda. E não têm razão? Como suportariam passar o dia todo, sentadas, cintos afivelados? Os pais eram pessoas simpáticas. Tinham ido a turismo. É certo deixar os filhos presos um dia inteiro? É justo enlouquecer os outros passageiros? Claro que criança tem o direito de viajar. Mas é preciso escolher o roteiro mais adequado.
Certa vez, fui a uma pousada na serra carioca. Deliciosa. Um diretor de cinema, mais tarde, comentou:
– Eu ia sempre lá. Mas eu e minha mulher cometemos um crime. Tivemos uma filha. Na pousada, não aceitam crianças.
É fato. Já existem hotéis e pousadas que não hospedam crianças. Muita gente acha um horror. Por outro lado, o problema não está nos pais? Em qualquer lugar onde os pais estejam com os filhos, agem como se eles tivessem direito a tudo. Dá para ler um livro embaixo de uma árvore, no alto da serra, com crianças correndo e gritando? E com os pais apreciando a algazarra tranquilamente, sem se importar com os outros hóspedes?
Eu poderia citar outros exemplos. Visitas que chegam com filhos que pulam no sofá. Ou brincam com algum objeto de estimação. Que batem no prato e dizem que não gostam da comida, em restaurantes. (E com razão. Agora criança tem de apreciar sashimi quando quer hambúrguer?) O problema está nos pais.
Muitos foram reprimidos quando crianças. Antes era assim: podia, não podia. A educação tradicional impunha limites, às vezes de forma rígida. Eu mesmo acredito que o excesso de rigidez é péssimo. Por outro lado, essas crianças vão crescer, e terão de viver com normas. A vida é cheia de “isso pode” e “aquilo não pode”. O respeito ao outro implica entender os próprios limites. O fato é que muitos dos pais modernos, como a mulher que esbravejou no avião, acham que criança pode tudo. Já conversei com professoras, segundo as quais, hoje, boa parte dos pais delega a educação básica dos filhos à escola. Não estou falando de famílias sem condições financeiras, no caso. Mas também de gente bem de vida, para quem é mais fácil não discutir deveres e obrigações com os filhos. É melhor “deixar rolar”.
Mas um dia os filhos terão de aprender a viver em sociedade. Só terão empregos e oportunidades se souberem o que são limites, deveres, obrigações. A educação extremamente liberal é atraente. Principalmente, porque é confortável para os pais. Mas fica a pergunta: se os pais não dão noção de limites, como os filhos um dia vão ter?
(Disponível em: <http://walcyrcarrasco.com.br/2015/09/18/pais-sem-limites/>. Acesso em: 10 dez. 2015. Adaptado.)
Analise o trecho: “Já conversei com professoras, segundo as quais, hoje, boa parte dos pais delega a educação básica dos filhos à escola.” O termo em negrito introduz a ideia de
 

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459476 Ano: 2015
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
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De acordo coma NBR 10.068/87: Folha de desenho – Leiaute e Dimensões, o formato A1, para a apresentação de desenhos técnicos, possui as seguintes dimensões, em milímetros:
 

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459474 Ano: 2015
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
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A Lei Orgânica de Assistência Social (LOAS), regulamentada pela Lei de n.º 8.742, de 07 de dezembro de 1993, sinaliza que a Assistência Social é Política de Seguridade Social não contributiva, a ser tratada como um direito do cidadão. Frente a essa perspectiva, cabe a qual (is) instituição (ões) e organização (ões) a primazia da responsabilidade de garantir direitos sociais favoráveis à melhoria da qualidade de vida populacional?
 

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459465 Ano: 2015
Disciplina: Medicina
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
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Lactente com nove meses de idade que apresentava evacuações semilíquidas sem muco ou sangue há pouco mais de 24 horas estava em uso da Terapia de Reidratação Oral (TRO). Qual(is) da(s) situação(ões) a seguir indica(m) interrupção da TRO para iniciar hidratação venosa?
I - Choque.
II - Vômitos incoercíveis (acima de quatro episódios, em 1 hora).
III - Diminuição do sensório.
IV - Íleo paralítico.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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459452 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Serro-MG
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Leia o texto abaixo para responder a questão.
TEXTO I
Pais sem limites
O avião estava cheio. Eu, no fundão. Duas poltronas atrás de mim, uma criança começou a chorar. Abriu o berreiro. Ninguém disse uma palavra. Fazer o que quando uma criança chora? A mãe, em vez de tentar acalmar o filho, reclamou em voz alta.
– Criança chora mesmo, e daí? Vocês ficam me olhando, mas o que posso fazer? Criança é assim: chora.
– Criança chora mesmo, e daí? Vocês ficam me olhando, mas o que posso fazer? Criança é assim: chora.
Tudo bem. Criança chora. Mas a gente ouve. Ninguém havia reclamado do incômodo em voz alta. Suponho que algumas pessoas tenham olhado para a mãe como se pedindo que fizesse alguma coisa. Em vez de acalmar o filho, ela brigou. Sinceramente, nem olhar a gente pode? E mais sinceramente ainda: como será a educação desse menino, se a mãe prefere reclamar com quem se sente incomodado com o choro, no lugar de acalmar o filho? Vai ter noção de limite? No caso dos aviões, eu acho que há uma irresponsabilidade enorme dos pais. Como podem expor um bebê de colo a viagens aéreas? Sim, existem os casos de extrema necessidade. Mas não são a maioria. Um bebê sente dor nos ouvidos, talvez até mais intensa que nós. Quando eu sinto, tento mascar chiclete, chupar bala, ou pelo menos, racionalmente, posso entender o que está acontecendo e suportar. Um bebê não. De repente, vem aquela dor horrível, ele não sabe o porquê. Chora. Grita. Os outros passageiros têm de suportar o barulho, ficam até com dor de cabeça. Mas um bebê é um bebê, e todos temos de entender. E os pais? Como obrigam a criança a suportar essa dor? E os passageiros, os gritos? Eu já vim da Turquia certa vez, em uma viagem que durou o dia todo, com duas crianças pequenas logo atrás de mim. Classe executiva. Gritaram e choraram quase a viagem toda. E não têm razão? Como suportariam passar o dia todo, sentadas, cintos afivelados? Os pais eram pessoas simpáticas. Tinham ido a turismo. É certo deixar os filhos presos um dia inteiro? É justo enlouquecer os outros passageiros? Claro que criança tem o direito de viajar. Mas é preciso escolher o roteiro mais adequado.
Certa vez, fui a uma pousada na serra carioca. Deliciosa. Um diretor de cinema, mais tarde, comentou:
– Eu ia sempre lá. Mas eu e minha mulher cometemos um crime. Tivemos uma filha. Na pousada, não aceitam crianças.
É fato. Já existem hotéis e pousadas que não hospedam crianças. Muita gente acha um horror. Por outro lado, o problema não está nos pais? Em qualquer lugar onde os pais estejam com os filhos, agem como se eles tivessem direito a tudo. Dá para ler um livro embaixo de uma árvore, no alto da serra, com crianças correndo e gritando? E com os pais apreciando a algazarra tranquilamente, sem se importar com os outros hóspedes?
Eu poderia citar outros exemplos. Visitas que chegam com filhos que pulam no sofá. Ou brincam com algum objeto de estimação. Que batem no prato e dizem que não gostam da comida, em restaurantes. (E com razão. Agora criança tem de apreciar sashimi quando quer hambúrguer?) O problema está nos pais.
Muitos foram reprimidos quando crianças. Antes era assim: podia, não podia. A educação tradicional impunha limites, às vezes de forma rígida. Eu mesmo acredito que o excesso de rigidez é péssimo. Por outro lado, essas crianças vão crescer, e terão de viver com normas. A vida é cheia de “isso pode” e “aquilo não pode”. O respeito ao outro implica entender os próprios limites. O fato é que muitos dos pais modernos, como a mulher que esbravejou no avião, acham que criança pode tudo. Já conversei com professoras, segundo as quais, hoje, boa parte dos pais delega a educação básica dos filhos à escola. Não estou falando de famílias sem condições financeiras, no caso. Mas também de gente bem de vida, para quem é mais fácil não discutir deveres e obrigações com os filhos. É melhor “deixar rolar”.
Mas um dia os filhos terão de aprender a viver em sociedade. Só terão empregos e oportunidades se souberem o que são limites, deveres, obrigações. A educação extremamente liberal é atraente. Principalmente, porque é confortável para os pais. Mas fica a pergunta: se os pais não dão noção de limites, como os filhos um dia vão ter?
(Disponível em: <http://walcyrcarrasco.com.br/2015/09/18/pais-sem-limites/>. Acesso em: 10 dez. 2015. Adaptado.)
Pode-se afirmar que o texto “Pais sem limites” tem um caráter argumentativo porque
 

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