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Foram encontradas 60 questões.

835618 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
Jonas leu 3 livros no mês de janeiro, sendo um livro de 348 páginas, outro de 441 páginas e um terceiro de 235 páginas. No dia primeiro de janeiro, ele leu 1/16 do total de páginas desses três livros e, em cada um dos demais dias do mês, ele leu o mesmo número de páginas. Jonas lia todo um livro antes de passar para o próximo e, no dia 21, ele terminou de ler o livro com o maior número de páginas. O dia de janeiro em que Jonas terminou de ler o primeiro livro foi
 

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835602 Ano: 2018
Disciplina: Estatística
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
Em uma turma escolar, a média das massas dos 12 meninos é 2 kg a mais do que a média das massas das meninas. Excluindo o menino de menor massa, que tem 32 kg, a diferença entre a média das massas dos 11 meninos e a média das massas das meninas passa a ser de 2,2 kg. A média das massas das meninas dessa turma, em kg, é igual a
 

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835600 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
Em uma sala de aula havia 3 meninos a mais do que meninas. Cada menina escreveu um bilhete para cada menino e cada menino escreveu um bilhete para cada menina, num total de 176 bilhetes. O número de meninas nessa sala é um divisor de
 

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835594 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
Um acampamento escolar comprou 900 picolés para a temporada de férias de maneira que cada aluno acampado ganhasse um picolé por dia, durante os 12 dias da temporada. O acampamento começou com 75 alunos, mas no quinto dia, antes da distribuição de picolés, 5 novos alunos chegaram, e, no oitavo dia, depois da distribuição de picolés, alguns alunos decidiram sair do acampamento e voltar para casa. Quando a temporada de férias terminou, ainda havia 8 picolés em estoque. Logo, o número de alunos que saíram do acampamento no oitavo dia foi
 

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835587 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
Certo tipo de peça é produzido por uma máquina A em 32 minutos. Esse tipo de peça é produzido por uma máquina B, a cada 36 minutos, e por uma máquina C, a cada 48 minutos. Essas três máquinas são ligadas ao mesmo tempo e começam a produzir essas peças. No momento em que as três máquinas finalizarem uma peça ao mesmo tempo, o total de peças que já terão sido produzidas será
 

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835584 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP
Um aeromodelista possui 0,5 litro de um combustível comum e 3 litros de um combustível especial. Ele deseja fazer uma mistura apenas com esses dois combustíveis, de modo que contenha 80% de combustível especial. Nessas condições, o volume máximo dessa mistura que ele conseguirá fazer será, em litros, igual a
 

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835568 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP

Os pontos D e E pertencem aos lados de um triângulo ABC, de maneira que o segmento DE é paralelo ao segmento BC, conforme mostra a figura.

enunciado 835568-1

O perímetro, em cm, do triângulo ABC é

 

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835567 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP

O ponto J pertence ao lado FI do retângulo FGHI, conforme mostra a figura.

enunciado 835567-1

A área do triângulo HIJ é 40% da área do retângulo FGHI, e a razão entre os lados FG e GH é 1,6. Sendo a medida do segmento HJ igual a 4√5 cm, a área do retângulo FGHI, em cm2 , é:

 

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835523 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP

Sobre o ‘sobre’

De um ano pra cá, comecei a ouvir frases do tipo “não é sobre opinião, é sobre respeito” ou “não é sobre direitos, é sobre deveres”.

A primeira vez que me deparei com este novo uso do “sobre”, pensei que estavam falando “sobre” algum filme, livro ou peça de teatro. A respeito de “Superman I”, por exemplo, poderíamos dizer que “não é sobre superpoderes, é sobre amor”. Assim como “Casa de Bonecas”, do Ibsen, “não é sobre um casamento, é sobre a liberdade”. Prestando mais atenção, porém, percebi que o sentido era outro. Era o “sobre” como “ter a ver com”. Trata-se de uma tradução troncha de “it’s not about”, que os anglófonos usam a torto e a direito. Ou melhor, nós usamos torto, eles usam direito.

Palavras são ferramentas, chaves que se encaixam perfeitamente nas delicadas fendas dos significados. Quando a gente usa a ferramenta errada, espana o parafuso. O que aumenta meu desconforto com o “sobre” é que, nas frases em que ele é empregado, tem sempre alguém nos dando uma lição e dizendo que não entendemos lhufas do assunto. É como se eu estivesse tentando aparafusar uma estante na parede, me afastassem da tarefa e assumissem o meu lugar usando uma faca de cozinha. Ou, para ligar a imagem à origem do problema: usando uma chave inglesa.

Não quero parecer arrogante. “Não é sobre preciosismo”, eu diria, aderindo à moda, “é sobre lógica”. Há frases que fazem sentido, outras que não. Já está tão difícil nos entendermos em bom português, imagina com todo mundo usando faca em parafuso e desrosqueando porca com alicate: acabaremos por estropiar de vez a fragilíssima máquina da comunicação.

(Antônio Prata. Folha de S.Paulo. www.folha.uol.com.br. 29.10.2018. Adaptado)

O emprego das aspas no último parágrafo serve ao propósito de
 

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835482 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sertãozinho-SP

Sobre o ‘sobre’

De um ano pra cá, comecei a ouvir frases do tipo “não é sobre opinião, é sobre respeito” ou “não é sobre direitos, é sobre deveres”.

A primeira vez que me deparei com este novo uso do “sobre”, pensei que estavam falando “sobre” algum filme, livro ou peça de teatro. A respeito de “Superman I”, por exemplo, poderíamos dizer que “não é sobre superpoderes, é sobre amor”. Assim como “Casa de Bonecas”, do Ibsen, “não é sobre um casamento, é sobre a liberdade”. Prestando mais atenção, porém, percebi que o sentido era outro. Era o “sobre” como “ter a ver com”. Trata-se de uma tradução troncha de “it’s not about”, que os anglófonos usam a torto e a direito. Ou melhor, nós usamos torto, eles usam direito.

Palavras são ferramentas, chaves que se encaixam perfeitamente nas delicadas fendas dos significados. Quando a gente usa a ferramenta errada, espana o parafuso. O que aumenta meu desconforto com o “sobre” é que, nas frases em que ele é empregado, tem sempre alguém nos dando uma lição e dizendo que não entendemos lhufas do assunto. É como se eu estivesse tentando aparafusar uma estante na parede, me afastassem da tarefa e assumissem o meu lugar usando uma faca de cozinha. Ou, para ligar a imagem à origem do problema: usando uma chave inglesa.

Não quero parecer arrogante. “Não é sobre preciosismo”, eu diria, aderindo à moda, “é sobre lógica”. Há frases que fazem sentido, outras que não. Já está tão difícil nos entendermos em bom português, imagina com todo mundo usando faca em parafuso e desrosqueando porca com alicate: acabaremos por estropiar de vez a fragilíssima máquina da comunicação.

(Antônio Prata. Folha de S.Paulo. www.folha.uol.com.br. 29.10.2018. Adaptado)

Atendo-se à regência da norma-padrão, o vocábulo destacado em – Era o “sobre” como “ter a ver com”. (2° parágrafo) – está corretamente substituído por:
 

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