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- Autores da EducaçãoLibâneo
- Planejamento na EducaçãoNíveis e tipos de planejamentoPlanejamento Educacional
- Tipos de Planos de Ensino
José Carlos Libâneo, em sua obra “Didática”
(2006), dedica um capítulo ao planejamento
escolar, destacando sua importância como
instrumento de direção do processo de ensino. O
autor diferencia os níveis de planejamento (plano
da escola, plano de ensino e plano de aula) e
estabelece requisitos para que o planejamento
cumpra sua função pedagógica. Considerando os
fundamentos apresentados por Libâneo, analise o
texto-base extraído do Capítulo 10 e responda à
questão.
“O trabalho docente, sendo uma atividade intencional e planejada, requer estruturação e organização, a fim de que sejam atingidos os objetivos do ensino. A indicação de etapas do desenvolvimento da aula não significa que todas as aulas devam seguir um esquema rígido. A opção por qual etapa ou passo didático é mais adequado para iniciar a aula ou a conjugação de vários passos numa mesma aula ou conjunto de aulas depende dos objetivos e conteúdos da matéria, das características do grupo de alunos, dos recursos didáticos disponíveis, das informações obtidas na avaliação diagnóstica etc. Por causa disso, ao estudarmos os passos didáticos, é importante assinalar que a estruturação da aula é um processo que implica criatividade e flexibilidade do professor, isto é, a perspicácia de saber o que fazer frente a situações didáticas específicas, cujo rumo nem sempre é previsível.” (p. 179).
“O plano de ensino é a previsão dos objetivos e tarefas do trabalho docente para um ano ou semestre. É um documento mais elaborado que serve de guia para as atividades diárias. O plano de aula é o detalhamento do plano de ensino. É a previsão do desenvolvimento da aula para um dia ou para uma unidade didática. Nele, o professor especifica os objetivos, os conteúdos, os métodos e técnicas, as formas de organização do ensino, as tarefas de estudo, os meios auxiliares, bem como as formas de avaliação.” (p. 232-241).
“Os conteúdos de ensino são o conjunto de conhecimentos, habilidades, hábitos, modos valorativos e atitudinais de atuação social, organizados pedagógica e didaticamente, tendo em vista a assimilação ativa e aplicação pelos alunos na sua prática de vida.” (p. 129).
Considerando a concepção de planejamento escolar defendida por Libâneo, bem como a relação entre os diferentes níveis de planejamento e as exigências de flexibilidade e criatividade docente, assinale a alternativa correta.
“O trabalho docente, sendo uma atividade intencional e planejada, requer estruturação e organização, a fim de que sejam atingidos os objetivos do ensino. A indicação de etapas do desenvolvimento da aula não significa que todas as aulas devam seguir um esquema rígido. A opção por qual etapa ou passo didático é mais adequado para iniciar a aula ou a conjugação de vários passos numa mesma aula ou conjunto de aulas depende dos objetivos e conteúdos da matéria, das características do grupo de alunos, dos recursos didáticos disponíveis, das informações obtidas na avaliação diagnóstica etc. Por causa disso, ao estudarmos os passos didáticos, é importante assinalar que a estruturação da aula é um processo que implica criatividade e flexibilidade do professor, isto é, a perspicácia de saber o que fazer frente a situações didáticas específicas, cujo rumo nem sempre é previsível.” (p. 179).
“O plano de ensino é a previsão dos objetivos e tarefas do trabalho docente para um ano ou semestre. É um documento mais elaborado que serve de guia para as atividades diárias. O plano de aula é o detalhamento do plano de ensino. É a previsão do desenvolvimento da aula para um dia ou para uma unidade didática. Nele, o professor especifica os objetivos, os conteúdos, os métodos e técnicas, as formas de organização do ensino, as tarefas de estudo, os meios auxiliares, bem como as formas de avaliação.” (p. 232-241).
“Os conteúdos de ensino são o conjunto de conhecimentos, habilidades, hábitos, modos valorativos e atitudinais de atuação social, organizados pedagógica e didaticamente, tendo em vista a assimilação ativa e aplicação pelos alunos na sua prática de vida.” (p. 129).
Considerando a concepção de planejamento escolar defendida por Libâneo, bem como a relação entre os diferentes níveis de planejamento e as exigências de flexibilidade e criatividade docente, assinale a alternativa correta.
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Emilia Ferreiro e Ana Teberosky, em
“Psicogênese da Língua Escrita” (1999),
realizaram investigações experimentais com
crianças de 4 a 6 anos para compreender os
processos de construção do conhecimento sobre
a escrita. No Capítulo 2, as autoras analisam os
critérios utilizados por crianças pré-escolares para
distinguir o que “serve para ler” do que “não serve
para ler”, mesmo antes de saberem ler
convencionalmente. Considerando os dados e as
interpretações apresentados pelas autoras,
analise o texto-base extraído do Capítulo 2 e
responda à questão.
“Que uma criança não saiba ainda ler, não é obstáculo para que tenha idéias bem precisas sobre as características que deve possuir um texto escrito para que permita um ato de leitura. Quando apresentamos às crianças diferentes textos escritos em cartões e lhes pedimos que nos dissessem se todos esses cartões ‘servem para ler’ ou se existem alguns que 'não servem', observamos dois critérios primordiais utilizados: que exista uma quantidade suficiente de letras, e que haja variedade de caracteres. Em outras palavras, a presença das letras por si só não é condição suficiente para que algo possa ser lido; se há muito poucas letras, ou se há um número suficiente; porém, da mesma letra repetida, tampouco se pode ler. E isso ocorre antes que a criança seja capaz de ler adequadamente os textos apresentados.” (p. 43)
“O critério de quantidade mínima de caracteres foi utilizado por 57,41% da totalidade da amostragem; porém, mais frequentemente em CM (na qual se mantém próximo aos 70% em todas as idades) que em CB (na qual aumenta progressivamente de 4 a 6 anos para situar-se ali em torno dos 60%). O critério de variedade de caracteres foi utilizado por 68% da totalidade da amostragem.” (p. 49).
“Isso nos indica que, inclusive quando uma letra é reconhecida como tal e mais ainda, nomeada adequadamente, não serve de garantia que seja sempre uma letra; depende do contexto em que se encontra. Para um adulto é óbvio que uma letra é sempre uma letra em qualquer contexto em que se apresente. Para as crianças, o problema surge de outra maneira: a mesma forma gráfica pode ser uma coisa ou outra em função do contexto. Para que algo seja uma letra, é preciso que esteja com outras letras.” (p. 47).
Com base nos critérios de legibilidade identificados por Ferreiro e Teberosky e nas interpretações das autoras sobre os processos de conceitualização infantil, assinale a alternativa correta.
“Que uma criança não saiba ainda ler, não é obstáculo para que tenha idéias bem precisas sobre as características que deve possuir um texto escrito para que permita um ato de leitura. Quando apresentamos às crianças diferentes textos escritos em cartões e lhes pedimos que nos dissessem se todos esses cartões ‘servem para ler’ ou se existem alguns que 'não servem', observamos dois critérios primordiais utilizados: que exista uma quantidade suficiente de letras, e que haja variedade de caracteres. Em outras palavras, a presença das letras por si só não é condição suficiente para que algo possa ser lido; se há muito poucas letras, ou se há um número suficiente; porém, da mesma letra repetida, tampouco se pode ler. E isso ocorre antes que a criança seja capaz de ler adequadamente os textos apresentados.” (p. 43)
“O critério de quantidade mínima de caracteres foi utilizado por 57,41% da totalidade da amostragem; porém, mais frequentemente em CM (na qual se mantém próximo aos 70% em todas as idades) que em CB (na qual aumenta progressivamente de 4 a 6 anos para situar-se ali em torno dos 60%). O critério de variedade de caracteres foi utilizado por 68% da totalidade da amostragem.” (p. 49).
“Isso nos indica que, inclusive quando uma letra é reconhecida como tal e mais ainda, nomeada adequadamente, não serve de garantia que seja sempre uma letra; depende do contexto em que se encontra. Para um adulto é óbvio que uma letra é sempre uma letra em qualquer contexto em que se apresente. Para as crianças, o problema surge de outra maneira: a mesma forma gráfica pode ser uma coisa ou outra em função do contexto. Para que algo seja uma letra, é preciso que esteja com outras letras.” (p. 47).
Com base nos critérios de legibilidade identificados por Ferreiro e Teberosky e nas interpretações das autoras sobre os processos de conceitualização infantil, assinale a alternativa correta.
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Emilia Ferreiro e Ana Teberosky, em sua obra
“Psicogênese da Língua Escrita” (1999), propõem
uma ruptura com as concepções tradicionais de
alfabetização ao investigar os processos de
construção do conhecimento sobre a escrita por
parte da criança, antes mesmo da escolarização
formal. As autoras fundamentam-se na teoria
psicogenética de Jean Piaget e nas contribuições
da psicolinguística contemporânea para
compreender o sujeito como ativo na aquisição da
língua escrita. Considerando os fundamentos
teórico-metodológicos apresentados na obra,
analise o texto-base extraído do Capítulo 1 e
responda à questão.
“A teoria de Piaget nos permite – como já dissemos – introduzir a escrita enquanto objeto de conhecimento, e o sujeito da aprendizagem, enquanto sujeito cognoscente. [...] A concepção da aprendizagem (entendida como um processo de obtenção de conhecimento) inerente à psicologia genética supõe, necessariamente, que existam processos de aprendizagem do sujeito que não dependem dos métodos (processos que, poderíamos dizer, passam ‘através’ dos métodos). O método (enquanto ação específica do meio) pode ajudar ou ficar, facilitar ou dificultar: porém, não pode criar aprendizagem. A obtenção de conhecimento é um resultado da própria atividade do sujeito.” (p. 31).
“Um sujeito intelectualmente ativo não é aquele que ‘faz muitas coisas’, nem um sujeito que tem uma atividade observável. Um sujeito ativo é aquele que compara, exclui, ordena, categoriza, reformula, comprova, formula hipóteses, reorganiza, etc., em ação interiorizada (pensamento) ou em ação efetiva (segundo seu nível de desenvolvimento).” (p. 32).
“Na teoria de Piaget, o conhecimento objetivo aparece como uma aquisição, e não como um dado inicial. O caminho em direção a este conhecimento objetivo não é linear: não nos aproximamos dele passo a passo, juntando peças de conhecimento umas sobre as outras, mas sim através de grandes reestruturações globais, algumas das quais são ‘errôneas’ (no que se refere ao ponto final); porém, ‘construtivas’ (na medida em que permitem aceder a ele). Esta noção de erros construtivos é essencial.” (p. 33).
Considerando os conceitos de “sujeito ativo”, “erros construtivos” e a relação entre métodos de ensino e processos de aprendizagem conforme expostos pelas autoras, assinale a alternativa correta.
“A teoria de Piaget nos permite – como já dissemos – introduzir a escrita enquanto objeto de conhecimento, e o sujeito da aprendizagem, enquanto sujeito cognoscente. [...] A concepção da aprendizagem (entendida como um processo de obtenção de conhecimento) inerente à psicologia genética supõe, necessariamente, que existam processos de aprendizagem do sujeito que não dependem dos métodos (processos que, poderíamos dizer, passam ‘através’ dos métodos). O método (enquanto ação específica do meio) pode ajudar ou ficar, facilitar ou dificultar: porém, não pode criar aprendizagem. A obtenção de conhecimento é um resultado da própria atividade do sujeito.” (p. 31).
“Um sujeito intelectualmente ativo não é aquele que ‘faz muitas coisas’, nem um sujeito que tem uma atividade observável. Um sujeito ativo é aquele que compara, exclui, ordena, categoriza, reformula, comprova, formula hipóteses, reorganiza, etc., em ação interiorizada (pensamento) ou em ação efetiva (segundo seu nível de desenvolvimento).” (p. 32).
“Na teoria de Piaget, o conhecimento objetivo aparece como uma aquisição, e não como um dado inicial. O caminho em direção a este conhecimento objetivo não é linear: não nos aproximamos dele passo a passo, juntando peças de conhecimento umas sobre as outras, mas sim através de grandes reestruturações globais, algumas das quais são ‘errôneas’ (no que se refere ao ponto final); porém, ‘construtivas’ (na medida em que permitem aceder a ele). Esta noção de erros construtivos é essencial.” (p. 33).
Considerando os conceitos de “sujeito ativo”, “erros construtivos” e a relação entre métodos de ensino e processos de aprendizagem conforme expostos pelas autoras, assinale a alternativa correta.
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- Psicologia ClínicaTipos de PsicoterapiaPsicanalítica
- Psicologia ClínicaPsicologia do Desenvolvimento
- Teorias e Técnicas Psicoterápicas
Donald W. Winnicott, em sua obra “O Brincar
e a Realidade” (2019), desenvolve os conceitos de
objeto transicional, fenômenos transicionais,
brincar e experiência cultural, propondo uma
terceira área da experiência humana que não se
reduz nem à realidade psíquica interna nem ao
mundo externo objetivamente percebido. O autor
enfatiza a necessidade de aceitar um paradoxo
fundamental nessa área, sob pena de se perder o
valor terapêutico e existencial do próprio
fenômeno. Considerando os fundamentos teóricos
apresentados por Winnicott, analise o texto-base
extraído da obra.
“O que o bebê vê quando olha para o rosto da mãe? Creio que, em geral, ele vê a si mesmo. Em outras palavras, a mãe olha para o bebê e a aparência da mãe se relaciona com o que ela vê ao olhar para o bebê. [...] Para expressar o que quero dizer, vou diretamente ao caso do bebê cuja mãe reflete o próprio humor, ou pior, a rigidez das próprias defesas. Em um caso como esse, o que o bebê vê? [...] muitos bebês vivem a experiência prolongada de não receber de volta aquilo que dão. Eles olham, mas não veem a si mesmos, e isso traz consequências. Em primeiro lugar, a capacidade criativa desses bebês começa a se atrofiar e, de algum modo, eles buscam em seu entorno outras formas de conseguir que o ambiente lhes devolva algo de si.” (p. 131).
“É possível que um objeto macio, ou outro tipo de objeto, tenha sido encontrado e usado pelo bebê, tornando-se então o que chamo de objeto transicional. Esse objeto passa a ser importante. Os pais reconhecem seu valor e o levam consigo quando vão viajar. A mãe permite que ele fique sujo e até fedido, sabendo que, ao colocá-lo para lavar, causa uma ruptura na continuidade da experiência do bebê, uma ruptura que pode destruir o significado e o valor do objeto para ele.” (p. 20).
“A psicoterapia ocorre na intersecção entre duas áreas do brincar: a do paciente e a do terapeuta. Tem a ver com duas pessoas brincando juntas. O corolário disso é que, quando essa brincadeira não é possível, o trabalho do terapeuta consiste em retirar o paciente de um estado marcado pela incapacidade de brincar e trazê-lo para um estado em que consegue fazê-lo.” (p. 51).
“Para que possa ser usado, o objeto deve necessariamente ser real, no sentido de que faz parte de uma realidade compartilhada, e não de um conjunto de projeções.” (p. 99).
“O objeto transicional nunca está sob um controle mágico, como é o caso do objeto interno, nem está fora do controle, como é o caso da mãe real.” (p. 28).
Considerando a articulação entre os conceitos de objeto transicional, papel de espelho da mãe, brincar e uso do objeto na obra de Winnicott, assinale a alternativa correta.
“O que o bebê vê quando olha para o rosto da mãe? Creio que, em geral, ele vê a si mesmo. Em outras palavras, a mãe olha para o bebê e a aparência da mãe se relaciona com o que ela vê ao olhar para o bebê. [...] Para expressar o que quero dizer, vou diretamente ao caso do bebê cuja mãe reflete o próprio humor, ou pior, a rigidez das próprias defesas. Em um caso como esse, o que o bebê vê? [...] muitos bebês vivem a experiência prolongada de não receber de volta aquilo que dão. Eles olham, mas não veem a si mesmos, e isso traz consequências. Em primeiro lugar, a capacidade criativa desses bebês começa a se atrofiar e, de algum modo, eles buscam em seu entorno outras formas de conseguir que o ambiente lhes devolva algo de si.” (p. 131).
“É possível que um objeto macio, ou outro tipo de objeto, tenha sido encontrado e usado pelo bebê, tornando-se então o que chamo de objeto transicional. Esse objeto passa a ser importante. Os pais reconhecem seu valor e o levam consigo quando vão viajar. A mãe permite que ele fique sujo e até fedido, sabendo que, ao colocá-lo para lavar, causa uma ruptura na continuidade da experiência do bebê, uma ruptura que pode destruir o significado e o valor do objeto para ele.” (p. 20).
“A psicoterapia ocorre na intersecção entre duas áreas do brincar: a do paciente e a do terapeuta. Tem a ver com duas pessoas brincando juntas. O corolário disso é que, quando essa brincadeira não é possível, o trabalho do terapeuta consiste em retirar o paciente de um estado marcado pela incapacidade de brincar e trazê-lo para um estado em que consegue fazê-lo.” (p. 51).
“Para que possa ser usado, o objeto deve necessariamente ser real, no sentido de que faz parte de uma realidade compartilhada, e não de um conjunto de projeções.” (p. 99).
“O objeto transicional nunca está sob um controle mágico, como é o caso do objeto interno, nem está fora do controle, como é o caso da mãe real.” (p. 28).
Considerando a articulação entre os conceitos de objeto transicional, papel de espelho da mãe, brincar e uso do objeto na obra de Winnicott, assinale a alternativa correta.
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Celso dos Santos Vasconcellos, em sua obra
“Planejamento: projeto de ensinoaprendizagem e
projeto político-pedagógico” (2014), propõe uma
superação da visão tecnicista e burocrática do
planejamento educacional por meio de uma
concepção dialético-libertadora. Considerando os
fundamentos metodológicos apresentados pelo
autor, analise atentamente os textos-base
extraídos da referida obra.
O Marco Referencial é a tomada de posição da instituição que planeja em relação à sua identidade, visão de mundo, utopia, valores, objetivos, compromissos. Expressa o ‘rumo’, o horizonte, a direção que a instituição escolheu, fundamentado em elementos teóricos da filosofia, das ciências, da fé. Implica, portanto, opção e fundamentação.” (p. 182)
“O Diagnóstico é a parte de um plano que profere um juízo sobre a instituição planejada em todos ou em alguns aspectos tratados no Marco Operativo (que descreveu o modo ideal de ser, de se organizar, de agir da instituição), juízo este realizado com critérios retirados do mesmo Marco Operativo e, sobretudo, do Marco Doutrinal. (...) O Diagnóstico é o resultado da comparação entre o que se traçou como ponto de chegada (Marco Referencial) e a descrição da realidade da instituição como ela se apresenta.” (Gandin. 1983, apud Vasconcellos 2014).
“A Programação é o conjunto de ações concretas assumido pela instituição, naquele espaço de tempo previsto no plano, que tem por objetivo superar as necessidades identificadas. (...) Toda a programação da escola deve estar pautada em dois critérios básicos: a necessidade e a possibilidade da ação.” (p. 194)
“Assim, podemos nos questionar: por que uma coisa planejada não acontece? Diríamos que ou porque não captamos bem a necessidade (a ação proposta não correspondia de fato a uma carência da instituição), ou não captamos bem a possibilidade daquilo acontecer (não apreensão do movimento do real: forças de apoio e de resistência).” (p. 195)
Considerando a articulação entre Marco Referencial, Diagnóstico e Programação na metodologia de Planejamento Participativo defendida por Vasconcellos, bem como os critérios de necessidade e possibilidade para a ação, assinale a alternativa que apresenta uma inferência conclusão correta com a perspectiva do autor.
O Marco Referencial é a tomada de posição da instituição que planeja em relação à sua identidade, visão de mundo, utopia, valores, objetivos, compromissos. Expressa o ‘rumo’, o horizonte, a direção que a instituição escolheu, fundamentado em elementos teóricos da filosofia, das ciências, da fé. Implica, portanto, opção e fundamentação.” (p. 182)
“O Diagnóstico é a parte de um plano que profere um juízo sobre a instituição planejada em todos ou em alguns aspectos tratados no Marco Operativo (que descreveu o modo ideal de ser, de se organizar, de agir da instituição), juízo este realizado com critérios retirados do mesmo Marco Operativo e, sobretudo, do Marco Doutrinal. (...) O Diagnóstico é o resultado da comparação entre o que se traçou como ponto de chegada (Marco Referencial) e a descrição da realidade da instituição como ela se apresenta.” (Gandin. 1983, apud Vasconcellos 2014).
“A Programação é o conjunto de ações concretas assumido pela instituição, naquele espaço de tempo previsto no plano, que tem por objetivo superar as necessidades identificadas. (...) Toda a programação da escola deve estar pautada em dois critérios básicos: a necessidade e a possibilidade da ação.” (p. 194)
“Assim, podemos nos questionar: por que uma coisa planejada não acontece? Diríamos que ou porque não captamos bem a necessidade (a ação proposta não correspondia de fato a uma carência da instituição), ou não captamos bem a possibilidade daquilo acontecer (não apreensão do movimento do real: forças de apoio e de resistência).” (p. 195)
Considerando a articulação entre Marco Referencial, Diagnóstico e Programação na metodologia de Planejamento Participativo defendida por Vasconcellos, bem como os critérios de necessidade e possibilidade para a ação, assinale a alternativa que apresenta uma inferência conclusão correta com a perspectiva do autor.
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Uma das metas mais polêmicas e
fundamentais do PNE diz respeito ao investimento
público em educação. A Meta 20 estipula que o
país deve ampliar o investimento público em
educação pública de forma a atingir:
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O FUNDEB é um fundo especial, de natureza
contábil, que se tornou o principal mecanismo de
financiamento da educação básica no Brasil.
Sobre a natureza e o funcionamento do FUNDEB,
é correto afirmar que:
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A LDB estabelece os princípios norteadores
para o ensino no Brasil. Entre os princípios
elencados no Art. 3º, aquele que garante que a
escola não deve ser um espaço de segregação e
que a educação deve ser acessível a todos, em
igualdade de condições, é:
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A gestão democrática é um princípio
constitucional e um dispositivo legal na LDB.
Assinale qual das alternativas a seguir apresenta
uma prática que efetiva a gestão democrática na
escola.
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- Currículo (Teoria e Prática)Concepções de currículo
- Currículo: planejamento, seleção e organização dos conteúdos
Com o advento das novas tecnologias e a
fragmentação do saber na sociedade
contemporânea, o currículo tem sofrido pressões
para se tornar mais flexível. Nesse cenário, o
papel da didática é:
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