Foram encontradas 525 questões.
407863
Ano: 2015
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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Marque a alternativa que apresenta uma infração leve de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro:
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Reforma Agrária
Com coisa séria não se brinca, e o problema da reforma agrária é sério demais. Verdade é que, de tanto se falar nisso, a coisa vai caindo no terreno da galhofa. O próprio Francisco Julião afirmou certa vez que está vendo o dia em que a reforma agrária se fará, no Teatro Municipal, entre números de canto lírico...
Mas a verdade é que a reforma agrária dá margem a alguns instantes de bom humor, como tudo o que é trágico, aliás. O referido Julião – que não brinca em serviço – tem as suas piadas.
Certa vez foi chamado pelo governador de um estado importante onde começavam a se organizar ligas camponesas.
- Deputado Julião – disse o governador -, não tenho nada contra as ligas, mas quero lhe dizer que sou inteiramente contra o comunismo e não permitirei agitação no meu estado.
- Senhor governador – falou o deputado – não sei bem o que Vossa Excelência entende por agitação.
Em certos casos, é preciso agitar um pouquinho. Tanto que até alguns remédios trazem escrito na bula: agite antes de usar. Se não agitar, governador, não faz efeito...
Um episódio engraçado sucedeu em Goiás, onde agora os latifundiários e grileiros voltaram a atacar os lavradores. Certo fazendeiro, muito preocupado com a situação, resolveu dedicar-se ao esclarecimento dos agricultores que trabalhavam em suas terras, a fim de evitar que eles fossem também chamados a se integrar em alguma liga camponesa. Montou o cavalo e foi, de porta em porta, conversando como quem não quer nada.
- Juvêncio – disse a um deles -, você já ouviu falar em comunismo?
- Não, coronel.
- Comunismo, Juvêncio, é um negócio ruim como o diabo, faz você trabalhar e toma tudo o que você planta. Toma a terra, toma o porco, toma a safra.
Você não tem direito a nada.
Juvêncio, que ouvira tudo atentamente, comentou:
- Ué, coronel, então nós tamos aqui num comunismo brabo danado!
GULLAR, Ferreira: crônicas para jovens / seleção, prefácio e notas bibliográficas Antonieta Cunha.
– 1ª ed. – São Paulo: Global, 2011. (Coleção Crônicas para jovens).
Justifique o acento gráfico da palavra agrária:
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Quanto à consolidação do Estado brasileiro, é correto afirmar que:
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O que é construtivismo?
"Construtivismo significa isto: a idéia de que nada, a rigor, está pronto, acabado, e de que, especificamente, o conhecimento não é dado, em nenhuma instância, como algo terminado. Ele se constitui pela interação do indivíduo com o meio físico e social, com o simbolismo humano, com o mundo das relações sociais; e se constitui por força de sua ação e não por qualquer dotação prévia, na bagagem hereditária ou no meio, de tal modo que podemos afirmar que antes da ação não há psiquismo nem consciência e, muito menos, pensamento."
"Entendemos que construtivismo na Educação poderá ser a forma teórica ampla que reúna as várias tendências atuais do pensamento educacional. Tendências que têm em comum a insatisfação com um sistema educacional que teima (ideologia) em continuar essa forma particular de transmissão que é a Escola, que consiste em fazer repetir, recitar, aprender, ensinar o que já está pronto, em vez de fazer agir, operar, criar, construir a partir da realidade vivida por alunos e professores, isto é, pela sociedade – a próxima e, aos poucos, as distantes. A Educação deve ser um processo de construção de conhecimento ao qual ocorrem, em condição de complementaridade, por um lado, os alunos e professores e, por outro, os problemas sociais atuais e o conhecimento já construído (‘acervo cultural da Humanidade’)."
"Construtivismo, segundo pensamos, é esta forma de conceber o conhecimento: sua gênese e seu desenvolvimento – e, por conseqüência, um novo modo de ver o universo, a vida e o mundo das relações sociais."
(Fernando Becker. Publicação: Série Idéias n. 20.
São Paulo: FDE, 1994. Páginas: 87 a 93)
Nas proposições abaixo:
I. no texto, o autor apresenta de forma clara e objetiva, a definição desse conceito de construtivismo.
II. o autor percorre a história para mostrar que o conhecimento vai se construindo com a história da humanidade, e a partir dessa idéia vem a noção de construção.
III. o autor, por meio de exemplos, ele aponta o que significa ser construtivista no espaço escolar.
A alternativa CORRETA é:
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Karen Honey e Melanie Klein possuem afinidades teóricas. Em que sentido podemos dizer que elas possuem tal afinidade? Marque a alternativa que responde a esta pergunta
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João Carlos vem à UBS com queixa de tosse seca há 3 semanas e febre vespertina. Relata na anamnese perda de peso. Sobre o caso clínico:
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O nitrogênio (N2) apesar de compor aproximadamente 79% da atmosfera, não é utilizado diretamente pela maioria dos seres vivos, precisando passar pelo processo de fixação. Assinale a alternativa correta sobre o processo de fixação por biofixação.
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401825
Ano: 2015
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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Os sistemas de ensino promoverão a valorização dos profissionais da educação, segundo o Art. 67 da LDB (Lei nº 9.394/96). A valorização do professor será assegurada por uma série de condições no exercício da profissão.
Observe as condições descritas abaixo:
I. ingresso exclusivamente por concurso público de provas e títulos.
II. aperfeiçoamento profissional continuado, inclusive com licenciamento periódico remunerado para esse fim.
III. piso salarial profissional.
IV. progressão funcional baseada na titulação ou habilitação, e na avaliação do desempenho.
V. período reservado a estudos, planejamento e avaliação, incluído na carga de trabalho.
São condições preconizadas no Art. 67 da LDBN, apenas:
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401780
Ano: 2015
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Sobrado-PB
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A Frenagem de Emergência é:
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Uma língua, duas ortografias
Pode-se dizer que, embora as ortografias portuguesa e brasileira sigam uma orientação semelhante (baseadas nas propostas de Gonçalves
Viana), não há uniformidade: cada país segue normas próprias.
O fato de existirem duas grafias oficiais da língua acarreta problemas na redação de documentos em tratativas internacionais e na publicação de obras de interesse público. Esse problema tornou-se ainda mais agudo a partir de 1975, com a independência política de São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau, Cabo Verde, Angola, Moçambique e, muito recentemente, Timor-Leste, excolônias do Ultramar português. Ampliou-se para oito, portanto, o número de países que têm o português como língua oficial (em Timor-Leste há uma segunda língua oficial, o tétum, mais falada que o português), formando uma comunidade que já passa de 230 milhões de pessoas em quatro continentes.
Qualquer língua em uso está sujeita a variações fonéticas, morfológicas, sintáticas, vocabulares. É natural, portanto, que, sendo falada por uma população tão grande, dispersa por localidades tão diversas, a língua portuguesa apresente diferenças razoáveis entre as variedades brasileira, europeia e africana. Sua escrita segue hoje dois sistemas ortográficos: o do Brasil e o de Portugal, adotado nos demais países. Por serem de base predominantemente fonética, esses dois modelos não poderiam deixar de refletir a diferença entre as duas bem conhecidas normas de pronúncia.
Estes países estão convencidos, porém, de que a inexistência de uma ortografia oficial comum cria não apenas dificuldades de natureza linguística, mas também de natureza política e pedagógica. Daí o esforço que os une pela efetivação do novo Acordo.
A unificação da ortografia – é oportuno lembrar – não implica a uniformização ou unificação da língua em qualquer de seus aspectos (vocabulário, construção gramatical, pronúncia). As variedades de uso fazem parte da língua e jamais estão sujeitas aos efeitos de atos normativos emanados de qualquer autoridade pública. E mesmo no âmbito do Acordo Ortográfico, embora as regras ortográficas sejam as mesmas para todos os países que o assinam, passa-se a admitir, em certos casos, duas grafias correspondentes à diferença das normas cultas de pronúncia do português.
(...)
Qualquer língua expressa a cultura da comunidade que a fala, transmitindo-a através das gerações e fazendo-a circular no seio dessa comunidade. Por desempenhar tão ampla função, a língua é considerada um autêntico alicerce da estrutura social: além de sua utilidade mais óbvia como instrumento cotidiano das interações humanas, ela possibilita a construção de conhecimentos e sua armazenagem em arquivos sonoros ou impressos para uso na ciência, na educação, na literatura, no direito, na religião, no lazer, na administração pública etc. No desempenho dessa função cultural universalista e integradora, em que sobressai como meio de alcançar e de transmitir o conhecimento, a língua perde muito daquela espontaneidade típica da comunicação face a face. É nesse patamar, contudo, que atua a escrita, recurso essencial de expressão de todos os meios gráficos de circulação do conhecimento e da informação: jornais, revistas, boletins, cartazes, leis, enciclopédias, livros em geral. Como discurso ou estilo, é natural que essa escrita revele diferenças regionais, individuais ou profissionais, mas como representação gráfica é necessário que o leitor reconheça em cada forma escrita a mesma palavra, aquela forma que, mesmo sendo desconhecida, se encontra registrada sob a mesma grafia em um dicionário.
(...)
A ortografia de uma língua consiste na padronização da forma gráfica de suas palavras para o fim de uma intercomunicação social universalista, e só em casos excepcionais são admitidas duas grafias para uma mesma palavra. Pela tradição brasileira, as normas ortográficas, ordinariamente propostas por comissões de especialistas e aprovadas pelo Congresso Nacional, entram em vigor por ato do poder executivo federal.
Portanto, compete ao poder público oficializar mudanças nas convenções ortográficas, mais tais alterações não significam mudanças linguísticas, já que, por mais que se possa refletir em parte o sistema de sons da língua, a ortografia não faz parte desse sistema. Unificação ortográfica nada tem a ver com uniformização da língua.
As línguas são como são em virtude do uso que seus falantes fazem dela, e não de acordos de grupos ou de decretos do governo.
Escrevendo pela nova ortografia: como usar as regras do novo acordo ortográfico da língua portuguesa /
Instituto Antônio Houaiss / coordenação e assistência de José Carlos Azeredo. – São Paulo: Publifolha, 2013
Identifique a alternativa que traz uma das alternações oficiais ensejadas no sistema ortográfico da língua portuguesa, em função da celebração do Acordo a que se refere o texto:
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