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Cogswell apresenta sua definição de administração de coleções como a administração sistemática do planejamento, composição, orçamentação, avaliação e uso das coleções de bibliotecas durante grandes períodos de tempo, a fim de atingir objetivos institucionais específicos’ e compreendendo, pelo menos, oito funções.
Relacione corretamente algumas das funções apresentadas a seguir com suas descrições, numerando a Coluna II de acordo com a Coluna I.
Coluna I
1. Planejamento e elaboração de políticas
2. Análise de coleções
3. Seleção de materiais
4. Manutenção da coleção
5. Administração fiscal
6. Contato com usuário
7. Compartilhamento de recursos
8. Avaliação do programa
Coluna II
( ) Focado nas necessidades e exigências dos usuários, faz-se necessária uma ligação maior com eles por parte dos bibliotecários responsáveis pelo desenvolvimento das coleções, a fim de ter conhecimento dessas necessidades e exigências e atendê-los de maneira satisfatória.
( ) Também denominada re-seleção, abrange os trabalhos de decisão sobre quais materiais na coleção devem ser preservados, descartados ou armazenados para melhor servir às necessidades dos usuários presentes e futuros.
( ) É uma condição essencial para viabilidade de toda e qualquer biblioteca, principalmente devido aos avanços no campo da telecomunicação.
( ) Uma função importantíssima devido à natureza expansiva da maioria das coleções de pesquisa, que tende a modificar-se com a aplicação cada vez maior de programas de aquisição on approval, em que as bibliotecas transmitem a grandes fornecedores de materiais de informação, mediante um perfil de interesse da biblioteca, a decisão sobre a seleção dos materiais, abreviando o processo de aquisição dos mesmos.
A sequência correta, de cima para baixo é:
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Relacione corretamente as teclas de atalho do Microsoft Office Word 2010 em português no ambiente Windows às finalidades, numerando a Coluna II de acordo com a Coluna I.
Coluna I
1. CTRL + N
2. CTRL + I
3. CTRL + S
4. CTRL + B
Coluna II
( ) Sublinha ou elimina sublinhado do texto selecionado.
( ) Negrita ou elimina negrito do texto selecionado.
( ) Torna itálico ou elimina itálico do texto selecionado.
( ) Salva o documento.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
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Rosali Fernandez de Souza (2007) diz que no contexto da organização do conhecimento e da representação da informação, tanto no âmbito do caos documentário como da explosão da informação, as atenções se voltaram para o desenvolvimento de esquemas de classificação bibliográfica visando encontrar uma melhor ordenação lógica dos acervos de bibliotecas e para a organização temática de itens em bibliografias especializadas e em outros serviços de indexação da literatura publicada. Os objetivos dessas duas necessidades de classificação, que cada vez mais se diferenciavam, levaram Sayer’s (1970) a nomear a primeira e a segunda, respectivamente, como
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Analise as afirmativas abaixo.
I. O pacote Open Office é gratuito apenas para usuários pessoais.
II. O pacote Microsoft Office é gratuito apenas na plataforma Linux.
III. Os softwares do pacote Open Office funcionam tanto em ambiente Windows quanto em Linux.
É correto apenas o que se afirma em
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Texto – Saudade
Conversávamos sobre saudade. E de repente me apercebi de que não tenho saudade de nada. (...) Nem da infância querida, nem sequer das borboletas azuis, Casimiro. Nem mesmo de quem morreu. De quem morreu sinto é falta, o prejuízo da perda, a ausência. A vontade da presença, mas não no passado, e sim presença atual. Saudade será isso? Queria tê-los aqui, agora. Voltar atrás? Acho que não, nem com eles.
A vida é uma coisa que tem de passar, uma obrigação de que é preciso dar conta. Uma dívida que se vai pagando todos os meses, todos os dias. Parece loucura lamentar o tempo em que se devia muito mais.
Gostaria de ter palavras boas, eficientes, para explicar como é isso de não ter saudades; fazer sentir que estou exprimindo um sentimento real, a humilde, a nua verdade. Você insinua a suspeita de que talvez seja isso uma atitude.(...) Pois então eu lhe digo que essa capacidade de morrer de saudades, creio que ela só afeta a quem não cresceu direito; feito uma cobra que se sentisse melhor na pele antiga, não se acomodasse nunca à pele nova. (...)
Fala que saudade é sensação de perda. Pois é. E eu lhe digo que, pessoalmente, não sinto que perdi nada. Gastei, gastei tempo, emoções, corpo e alma. E gastar não é perder, é usar até consumir.
E não pense que estou a lhe sugerir tragédias. Tirando a média, não tive quinhão por demais pior que o dos outros. Houve muito pedaço duro, mas a vida é assim mesmo, a uns traz os seus golpes mais cedo e a outros mais tarde; no fim, iguala a todos.
Infância sem lágrimas, amada, protegida. Mocidade - mas a mocidade já é de si uma etapa infeliz. Coração inquieto que não sabe o que quer, ou quer demais. Qual será, nesta vida, o jovem satisfeito? Um jovem pode nos fazer confidências de exaltação, de embriaguez; de felicidade, nunca. Mocidade é a quadra dramática por excelência, o período dos conflitos, dos ajustamentos penosos, dos desajustamentos trágicos. A idade dos suicídios, dos desenganos e, por isso mesmo, dos grandes heroísmos. É o tempo em que a gente quer ser dono do mundo - e ao mesmo tempo sente que sobra nesse mesmo mundo. A idade em que se descobre a solidão irremediável de todos os viventes. (...)
Não sei mesmo como, entre as inúmeras mentiras do mundo, se consegue manter essa mentira maior de todas: a suposta felicidade dos moços. Por mim, sempre tive pena deles, da sua angústia e do seu desamparo.
Enquanto esta idade a que chegamos, você e eu, é o tempo da estabilidade e das batalhas ganhas. Já pouco se exige, já pouco se espera. E mesmo quando se exige muito, só se espera o possível. Se as surpresas são poucas, poucos também os desenganos. A gente vai se aferrando a hábitos, a pessoas e objetos. (...)
E depois há o capítulo da morte, sempre presente em todas as idades. Com a diferença de que a morte é a amante dos moços e a companheira dos velhos. Para os jovens ela é abismo e paixão. Para nós, foi se tornando pouco a pouco uma velha amiga, a se anunciar devagarinho: o cabelo branco, a preguiça, a ruga no rosto, a vista fraca, os achaques.
Velha amiga que vem de viagem e de cada porto nos manda um postal, para indicar que já embarcou.
QUEIROZ, Rachel de. Um alpendre, uma rede, um açude. Rio de Janeiro: José Olympio, 2006. Texto adaptado.
A autora associa a capacidade de “se morrer de saudades” às pessoas
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No que diz respeito às ações referentes à comutação bibliográfica, assinale a opção INCORRETA.
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2524152
Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tianguá-CE
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tianguá-CE
Provas:
A Diocese, com sede em Tianguá, abrange 13 municípios, dentre os quais se encontram
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Uma rede informal de comunicação e colaboração formada por pesquisadores que, em dado momento, estão interessados e envolvidos em um mesmo problema de pesquisa, trocam informações, frequentam os mesmos congressos e reuniões, são membros de comitês editoriais das mesmas revistas e citam-se uns aos outros em seus trabalhos é denominada de
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Texto – Saudade
Conversávamos sobre saudade. E de repente me apercebi de que não tenho saudade de nada. (...) Nem da infância querida, nem sequer das borboletas azuis, Casimiro!$ ^{a)} !$. Nem mesmo de quem morreu. De quem morreu sinto é falta, o prejuízo da perda, a ausência. A vontade da presença, mas não no passado, e sim presença atual. Saudade será isso? Queria tê-los aqui, agora. Voltar atrás? Acho que não, nem com eles.
A vida é uma coisa que tem de passar, uma obrigação de que é preciso dar conta. Uma dívida que se vai pagando todos os meses, todos os dias. Parece loucura lamentar o tempo em que se devia muito mais.
Gostaria de ter palavras boas, eficientes, para explicar como é isso de não ter saudades; fazer sentir que estou exprimindo um sentimento real, a humilde, a nua verdade. Você insinua a suspeita de que talvez seja isso uma atitude.(...) Pois então eu lhe digo que essa capacidade de morrer de saudades, creio que ela só afeta a quem não cresceu direito; feito uma cobra que se sentisse melhor na pele antiga!$ ^{b)} !$, não se acomodasse nunca à pele nova. (...)
Fala que saudade é sensação de perda. Pois é. E eu lhe digo que, pessoalmente, não sinto que perdi nada. Gastei, gastei tempo, emoções, corpo e alma. E gastar não é perder, é usar até consumir.
E não pense que estou a lhe sugerir tragédias. Tirando a média, não tive quinhão por demais pior que o dos outros. Houve muito pedaço duro, mas a vida é assim mesmo!$ ^{c)} !$, a uns traz os seus golpes mais cedo e a outros mais tarde; no fim, iguala a todos.
Infância sem lágrimas, amada, protegida. Mocidade - mas a mocidade já é de si uma etapa infeliz. Coração inquieto que não sabe o que quer, ou quer demais. Qual será, nesta vida, o jovem satisfeito? Um jovem pode nos fazer confidências de exaltação, de embriaguez; de felicidade, nunca. Mocidade é a quadra dramática por excelência, o período dos conflitos, dos ajustamentos penosos, dos desajustamentos trágicos. A idade dos suicídios, dos desenganos e, por isso mesmo, dos grandes heroísmos. É o tempo em que a gente quer ser dono do mundo - e ao mesmo tempo sente que sobra nesse mesmo mundo. A idade em que se descobre a solidão irremediável de todos os viventes. (...)
Não sei mesmo como, entre as inúmeras mentiras do mundo, se consegue manter essa mentira maior de todas: a suposta felicidade dos moços. Por mim, sempre tive pena deles, da sua angústia e do seu desamparo.
Enquanto esta idade a que chegamos, você e eu, é o tempo da estabilidade e das batalhas ganhas. Já pouco se exige, já pouco se espera. E mesmo quando se exige muito, só se espera o possível. Se as surpresas são poucas, poucos também os desenganos!$ ^{d)} !$. A gente vai se aferrando a hábitos, a pessoas e objetos. (...)
E depois há o capítulo da morte, sempre presente em todas as idades. Com a diferença de que a morte é a amante dos moços e a companheira dos velhos. Para os jovens ela é abismo e paixão. Para nós, foi se tornando pouco a pouco uma velha amiga, a se anunciar devagarinho: o cabelo branco, a preguiça, a ruga no rosto, a vista fraca, os achaques.
Velha amiga que vem de viagem e de cada porto nos manda um postal, para indicar que já embarcou.
QUEIROZ, Rachel de. Um alpendre, uma rede, um açude. Rio de Janeiro: José Olympio, 2006. Texto adaptado.
Assinale a opção em que a relação de ideias estabelecida nas orações está identificada corretamente.
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2522666
Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tianguá-CE
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UECE
Orgão: Pref. Tianguá-CE
Provas:
Foram eleitos para o cargo de prefeito municipal de Tianguá:
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