Foram encontradas 825 questões.
- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- SintaxeConcordância
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
Leia o texto a seguir para responder à questão:
O exercício da cancerologia é uma lição permanente de
humildade. Nem bem acabamos de nos encher de orgulho ao
comemorar a resposta brilhante de um doente a um esquema
de tratamento engenhosamente escolhido, entra o seguinte
com o mesmo diagnóstico, tratado da mesma forma, morto
de falta de ar, cheio de dores, como se tivesse tomado água
em vez dos remédios prescritos.
Embora a arte de curar exija conhecimento técnico, sensibilidade humana para auxiliar o doente na escolha do tratamento mais adequado e carisma para transmitir-lhe coragem
para enfrentar as dificuldades que se apresentarem, tratar
alguém com uma doença curável é muito mais fácil que tratar
dos incuráveis. Para conseguir que um doente incurável viva
o máximo de tempo com a menor carga de dor e encontre a
morte com tranquilidade, é preciso muito mais. A tarefa exige
não só conhecimento científico, mas também compreensão
da alma humana em profundidade, apenas acessível aos
que se dedicam com empenho ao penoso processo de aprendizado que o contato repetido com a morte traz.
Tratar alguém que de antemão sabemos ter pouco tempo
de vida tem características muito próprias: a estratégia precisa
ser cuidadosamente planejada, levando em conta riscos,
benefícios e as expectativas daquela pessoa em particular,
para que não seja desperdiçado nenhum dia com os efeitos
indesejáveis impostos pelas medidas prescritas. Enquanto
os doentes curáveis terão anos para se recuperar das consequências nocivas do tratamento, os incuráveis não podem se
dar ao luxo de perder uma hora sequer. Eles esperam nossa
ajuda para conseguir a melhor qualidade de vida que puderem ter, e para viver o maior tempo possível.
(Drauzio Varella. Por um fio, 2004. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
O exercício da cancerologia é uma lição permanente de
humildade. Nem bem acabamos de nos encher de orgulho ao
comemorar a resposta brilhante de um doente a um esquema
de tratamento engenhosamente escolhido, entra o seguinte
com o mesmo diagnóstico, tratado da mesma forma, morto
de falta de ar, cheio de dores, como se tivesse tomado água
em vez dos remédios prescritos.
Embora a arte de curar exija conhecimento técnico, sensibilidade humana para auxiliar o doente na escolha do tratamento mais adequado e carisma para transmitir-lhe coragem
para enfrentar as dificuldades que se apresentarem, tratar
alguém com uma doença curável é muito mais fácil que tratar
dos incuráveis. Para conseguir que um doente incurável viva
o máximo de tempo com a menor carga de dor e encontre a
morte com tranquilidade, é preciso muito mais. A tarefa exige
não só conhecimento científico, mas também compreensão
da alma humana em profundidade, apenas acessível aos
que se dedicam com empenho ao penoso processo de aprendizado que o contato repetido com a morte traz.
Tratar alguém que de antemão sabemos ter pouco tempo
de vida tem características muito próprias: a estratégia precisa
ser cuidadosamente planejada, levando em conta riscos,
benefícios e as expectativas daquela pessoa em particular,
para que não seja desperdiçado nenhum dia com os efeitos
indesejáveis impostos pelas medidas prescritas. Enquanto
os doentes curáveis terão anos para se recuperar das consequências nocivas do tratamento, os incuráveis não podem se
dar ao luxo de perder uma hora sequer. Eles esperam nossa
ajuda para conseguir a melhor qualidade de vida que puderem ter, e para viver o maior tempo possível.
(Drauzio Varella. Por um fio, 2004. Adaptado)
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- SemânticaDenotação e Conotação
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de Linguagem
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O exercício da cancerologia é uma lição permanente de
humildade. Nem bem acabamos de nos encher de orgulho ao
comemorar a resposta brilhante de um doente a um esquema
de tratamento engenhosamente escolhido, entra o seguinte
com o mesmo diagnóstico, tratado da mesma forma, morto
de falta de ar, cheio de dores, como se tivesse tomado água
em vez dos remédios prescritos.
Embora a arte de curar exija conhecimento técnico, sensibilidade humana para auxiliar o doente na escolha do tratamento mais adequado e carisma para transmitir-lhe coragem
para enfrentar as dificuldades que se apresentarem, tratar
alguém com uma doença curável é muito mais fácil que tratar
dos incuráveis. Para conseguir que um doente incurável viva
o máximo de tempo com a menor carga de dor e encontre a
morte com tranquilidade, é preciso muito mais. A tarefa exige
não só conhecimento científico, mas também compreensão
da alma humana em profundidade, apenas acessível aos
que se dedicam com empenho ao penoso processo de aprendizado que o contato repetido com a morte traz.
Tratar alguém que de antemão sabemos ter pouco tempo
de vida tem características muito próprias: a estratégia precisa
ser cuidadosamente planejada, levando em conta riscos,
benefícios e as expectativas daquela pessoa em particular,
para que não seja desperdiçado nenhum dia com os efeitos
indesejáveis impostos pelas medidas prescritas. Enquanto
os doentes curáveis terão anos para se recuperar das consequências nocivas do tratamento, os incuráveis não podem se
dar ao luxo de perder uma hora sequer. Eles esperam nossa
ajuda para conseguir a melhor qualidade de vida que puderem ter, e para viver o maior tempo possível.
(Drauzio Varella. Por um fio, 2004. Adaptado)
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O exercício da cancerologia é uma lição permanente de
humildade. Nem bem acabamos de nos encher de orgulho ao
comemorar a resposta brilhante de um doente a um esquema
de tratamento engenhosamente escolhido, entra o seguinte
com o mesmo diagnóstico, tratado da mesma forma, morto
de falta de ar, cheio de dores, como se tivesse tomado água
em vez dos remédios prescritos.
Embora a arte de curar exija conhecimento técnico, sensibilidade humana para auxiliar o doente na escolha do tratamento mais adequado e carisma para transmitir-lhe coragem
para enfrentar as dificuldades que se apresentarem, tratar
alguém com uma doença curável é muito mais fácil que tratar
dos incuráveis. Para conseguir que um doente incurável viva
o máximo de tempo com a menor carga de dor e encontre a
morte com tranquilidade, é preciso muito mais. A tarefa exige
não só conhecimento científico, mas também compreensão
da alma humana em profundidade, apenas acessível aos
que se dedicam com empenho ao penoso processo de aprendizado que o contato repetido com a morte traz.
Tratar alguém que de antemão sabemos ter pouco tempo
de vida tem características muito próprias: a estratégia precisa
ser cuidadosamente planejada, levando em conta riscos,
benefícios e as expectativas daquela pessoa em particular,
para que não seja desperdiçado nenhum dia com os efeitos
indesejáveis impostos pelas medidas prescritas. Enquanto
os doentes curáveis terão anos para se recuperar das consequências nocivas do tratamento, os incuráveis não podem se
dar ao luxo de perder uma hora sequer. Eles esperam nossa
ajuda para conseguir a melhor qualidade de vida que puderem ter, e para viver o maior tempo possível.
(Drauzio Varella. Por um fio, 2004. Adaptado)
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O exercício da cancerologia é uma lição permanente de
humildade. Nem bem acabamos de nos encher de orgulho ao
comemorar a resposta brilhante de um doente a um esquema
de tratamento engenhosamente escolhido, entra o seguinte
com o mesmo diagnóstico, tratado da mesma forma, morto
de falta de ar, cheio de dores, como se tivesse tomado água
em vez dos remédios prescritos.
Embora a arte de curar exija conhecimento técnico, sensibilidade humana para auxiliar o doente na escolha do tratamento mais adequado e carisma para transmitir-lhe coragem
para enfrentar as dificuldades que se apresentarem, tratar
alguém com uma doença curável é muito mais fácil que tratar
dos incuráveis. Para conseguir que um doente incurável viva
o máximo de tempo com a menor carga de dor e encontre a
morte com tranquilidade, é preciso muito mais. A tarefa exige
não só conhecimento científico, mas também compreensão
da alma humana em profundidade, apenas acessível aos
que se dedicam com empenho ao penoso processo de aprendizado que o contato repetido com a morte traz.
Tratar alguém que de antemão sabemos ter pouco tempo
de vida tem características muito próprias: a estratégia precisa
ser cuidadosamente planejada, levando em conta riscos,
benefícios e as expectativas daquela pessoa em particular,
para que não seja desperdiçado nenhum dia com os efeitos
indesejáveis impostos pelas medidas prescritas. Enquanto
os doentes curáveis terão anos para se recuperar das consequências nocivas do tratamento, os incuráveis não podem se
dar ao luxo de perder uma hora sequer. Eles esperam nossa
ajuda para conseguir a melhor qualidade de vida que puderem ter, e para viver o maior tempo possível.
(Drauzio Varella. Por um fio, 2004. Adaptado)
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Mulher de 34 anos apresenta-se com diarreia e dor
abdominal intensa há 3 dias. Relata viagem de férias a
uma fazenda antes do quadro atual e diz que consumiu
leite cru, além de alimentos locais como frutas, peixes
e carnes. O exame de reação em cadeia da polimerase (PCR) com painel gastrointestinal multiplex é positivo
para toxina Shiga 2.
Nessa circunstância, é o manejo mais adequado é
Nessa circunstância, é o manejo mais adequado é
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Mulher de 27 anos de idade procura atendimento médico com quadro de congestão nasal, rinorreia clara e sensação de plenitude em ambos os seios maxi lares há 3 dias. Não há comorbidades, tabagismo ou alergias conhecidas. Ao exame físico: pressão arterial: 112 x 71 mmHg; frequência cardíaca: 88 bpm; temperatura: 37,1 ºC; há desconforto à palpação de ambos os seios maxilares; orofaringe: discretamente eritematosa, sem exsudatos; membranas timpânicas normais; não há linfadenopatia cervical; cardiopulmonar: sem alteração.
Nesse momento, a conduta inicial correta é
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Com relação às mais recentes evidências clínicas e
diretrizes para o tratamento da dor crônica em adultos, é
correto afirmar que
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Homem de 22 anos procura atendimento com febre,
dor abdominal, náuseas, vômitos, cefaleia e fraqueza
generalizada intensa. Ele não apresenta antecedentes médicos significativos. Nega consumo de álcool ou
uso de drogas. Refere que retornou de uma viagem de
duas semanas ao interior de uma localidade carente e
de baixo nível sanitário. Relata que houve muitas inundações na vila local onde se hospedou. Também sofreu
muitas picadas de mosquito e consumiu diversas iguarias locais compradas nas ruas. Dois de seus colegas
de quarto adoeceram, apresentando febre e vômitos
antes de seu retorno. Ao exame físico: temperatura:
39,1 ºC; pressão arterial: 110 x 60 mmHg; frequência
cardíaca: 115 bpm; frequência respiratória: 24 irpm;
nota-se escleras ictéricas; há dor muscular na região
lombar e nas panturrilhas bilaterais. Exames séricos:
hemoglobina: 10,1 g/dL; leucócitos: 14.500/mm3; pla
quetas: 65.000/mm3; AST (TGO): 180 U/L; ALT (TGP):
190 U/L; bilirrubina total: 15 mg/dL (direta: 10,9 mg/dL).
A ultrassonografia do abdômen mostra vesícula biliar e
fígado normais.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, a via mais provável de contágio da doença é
Considerando a principal hipótese diagnóstica, a via mais provável de contágio da doença é
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Homem de 41 anos retorna de uma viagem a localidades
de baixo nível sanitário. Cerca de 8 semanas após seu
retorno, ele apresenta dor profunda na parte superior do
abdômen e febre alta. Essa dor é intensa e irradia para
o ombro direito, associada a calafrios, sudorese profusa,
perda de peso e tosse seca. Não há diarreia. Ao exame
físico: temperatura: 38,9 ºC; há dor à palpação do quadrante superior direito e do epigástrio, com fígado palpável três dedos abaixo da margem costal. Exames séricos:
leucócitos: 15.100/mm3; neutrófilos: 13.500/mm3; eosinófilos: 200/mm3; TGP (ALT): 346 U/L; PCR: 217 mg/L (normal < 10). Radiografia de tórax: hemidiafragma direito
elevado com pequeno derrame pleural ipsilateral. Ultras
sonografia hepática: massa hipoecoica redonda e bem
definida no lobo direito do fígado; diâmetro de 8 cm; ao
drenar, produz secreção espessa semelhante a “pasta de
anchova”. Culturas e exames sorológicos são coletados.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, o trata mento inicial de escolha é
Considerando a principal hipótese diagnóstica, o trata mento inicial de escolha é
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