Homem de 44 anos é atendido em consulta ambulatorial de rotina queixando-se de perda auditiva unilateral,
zumbido, vertigem, desequilíbrio e instabilidade, que
se desenvolveram gradualmente nos últimos meses.
A audiometria constata uma perda auditiva neurossensorial unilateral com baixa discriminação da fala.
Homem de 28 anos é atendido com queixa principal de
um humor deprimido nos últimos 3 – 4 meses. Ele também observa que está dormindo mais do que o habitual,
até 14 horas por noite, mas não se sente descansado,
ao contrário, sente-se cansado e exausto o tempo todo.
Ele engordou 6,3 kg no último mês, algo que o deixa muito insatisfeito, mas afirma que parece ter um desejo tão
intenso por doces que o ganho de peso parecia inevitável. Os exames séricos, incluindo a função tireoidiana,
estão dentro dos limites normais. Ele não quer tomar
medicamentos que possam reduzir sua libido e não quer
ganhar mais peso, ao contrário.
Admitindo-se a principal hipótese diagnóstica, o medica
mento inicial mais apropriado a esse paciente é
Homem de 39 anos apresenta quadro de dispneia
progressiva de três semanas de evolução. Os sintomas iniciaram-se com falta de ar aos moderados
esforços e tosse seca, progredindo para dispneia em
repouso. Ao exame físico; consciente, orientado, anictérico, taquipneico e bem emagrecido; pressão arterial:
118 x 68 mmHg; frequência cardíaca: 112 bpm; tem
peratura: 38,2 ºC; frequência respiratória: 34 irpm;
SatO2
de 85% em ar ambiente; o exame oral mostra
mucosa com placas esbranquiçadas (aspecto de ‘leit e
coalhado’), removíveis à espátula, revelando base
eritematosa; pulmonar: estertores crepitantes finos
difusos em ambos os campos pulmonares. Exames
complementares: gasometria arterial com PaO2
de
51 mmHg. A desidrogenase sérica está bastante elevada. A radiografia de tórax evidencia infiltrado intersticial bilateral difuso, sem derrame pleural.
O tratamento antimicrobiano empírico inicial mais apropriado para o quadro respiratório é
Mulher de 35 anos refere episódios de falta de ar e
chiado no peito, que iniciaram há cerca de seis meses.
Relata que os sintomas ocorrem três vezes por sema
na, com despertares noturnos ocasionais por tosse, e
costumam piorar ao praticar corridas. No momento, não
faz uso de medicações regulares. Ao exame físico, a
paciente encontra-se estável, com ausculta pulmonar
limpa e sem sinais de desconforto respiratório.
Considerando a principal hipótese diagnóstica, é correto
afirmar que
Mulher de 40 anos procura a unidade de saúde com o
histórico de dois meses de poliúria, noctúria e níveis elevados de glicemia. Não há histórico familiar de diabetes
mellitus e ela não toma nenhum medicamento. Ao exame
físico: sinais vitais normais; IMC: 22 kg/m2; o restante do
exame é normal. Glicemia aleatória: 297 mg/dL. Gasometria arterial: pH: 7,40; bicarbonato: 25 mEq/L. Exames
séricos: sódio: 140 mEq/L; potássio: 3,7 mEq/L. Urina
com cetonas negativas.
O exame de maior utilidade para estabelecer o diagnóstico subjacente, considerando seu perfil clínico, é
Homem de 38 anos apresenta quadro de cefaleia intensa com três dias de evolução. Relata que, há um dia,
o quadro associou-se à cervicalgia e dor em ombros,
fotofobia, fonofobia, náuseas leves, lombalgia e cefaleia de caráter holocraniana. Ele nega viagem recente,
picadas de carrapatos, dor torácica ou dispneia. Não
há convulsão, alteração do nível de consciência ou do
comportamento. Ao exame físico: observa-se uma erupção eritematosa discreta no tórax; temperatura: 38,1 ºC;
há rigidez na nuca. Uma punção lombar é realizada, e
a análise do líquor (LCR) mostra: proteínas: 53 mg/dL
(normal: 15 a 45); glicose: 56 mg/dL (normal: 40 a 70);
xantocromia: ausente; hemácias: 37/mm3 (normal: zero);
células nucleadas: 50/mm3 (normal: até 5), sendo 14%
de polimorfonucleares, 52% de linfócitos e 34% de
monócitos/macrófagos; coloração pelo Gram: sem organismos visíveis.
O exame do líquor que tem maior probabilidade de confirmar a principal hipótese diagnóstica é
Mulher de 42 anos, com histórico médico de tireoidite de
Hashimoto, é atendida com quadro de fadiga, esqueci
mento e irritabilidade. A paciente relata, ocasional mente,
sensação de choque com irradiação para o membro
inferior à flexão da coluna cervical, desencadeada ao
inclinar-se para amarrar os sapatos. Hemograma: hemoglobina: 9,7 g/dL; hematócrito: 31%; volume corpuscular
médio: 117 fL.
Qual das opções a seguir reforça, mais provavelmente, que
o diagnóstico subjacente é deficiência de vitamina B12?
Homem de 19 anos, com anemia falciforme, apresenta
dor no quadrante superior direito, náuseas, vômitos,
febre e escleras amareladas há 1 dia. Ele nega urina
escura ou fezes claras. Ao exame físico: temperatura:
38,5 ºC; hemodinamicamente estável; sinal de Murphy
positivo. Exames séricos revelam leucocitose, fosfatase
alcalina elevada e bilirrubina não conjugada elevada. À
ultrassonografia: observam-se cálculos biliares, líquido
pericolecístico e espessamento da parede da vesícula
biliar; o diâmetro do ducto biliar comum é de 4 mm. Após
iniciar a expansão com fluidos via intravenosa e a antibioticoterapia parenteral, o próximo passo de escolha é
Homem de 77 anos comparece ao consultório com
queixa de dificuldade de memória para fatos que anteriormente não eram um problema, como nomes e trajetos. Sua esposa notou esses episódios de esqueci
mentos mais do que o próprio paciente. Nega outras
queixas cognitivas e seu déficit de memória não tem
interferido em suas atividades de vida diária. Ele é apo
sentado há 12 anos (ex-professor). Ao exame físico:
nota-se que ele recorda 0 de 3 objetos na etapa de evocação do Mini-Exame do Estado Mental (MEEM) após
5 minutos, e sua pontuação total no MEEM é de 27.
Com os dados descritos, a principal hipótese diagnóstica é
Homem de 34 anos, pedreiro, procura a unidade básica
de saúde relatando tosse produtiva com expectoração
mucoide há cerca de 6 semanas de duração. Ele refere
febre vespertina baixa, sudorese noturna e perda ponderal de 5 quilos no período. O paciente é tabagista e reside em uma casa com sua esposa e dois filhos menores
de dez anos. Não há uso de drogas ou alcoolismo.
Ao exame físico: apresenta-se emagrecido; temperatura: 37,9 ºC; ausculta pulmonar com estertores crepitantes no terço superior do hemitórax direito; o restante
não é digno de nota.
Uma vez confirmada a principal hipótese diagnóstica, a
recomendação mais apropriada é