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Foram encontradas 585 questões.

1299404 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Três Corações-MG
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A avaliação deve ser usada tanto no sentido de um acompanhamento do desenvolvimento do estudante, como no sentido de uma apreciação final sobre o que este estudante pôde obter em um determinado período, sempre com vistas a planejar ações educativas futuras. Analise as afirmativas abaixo que representam a avaliação formativa:
I - Tem como foco o processo de aprendizagem, numa perspectiva de interação e de diálogo.
II - É aquela em que o professor está atento aos processos e às aprendizagens de seus estudantes.
III - Diz respeito à construção da autonomia por parte do estudante, na medida em que lhe é solicitado um papel ativo em seu processo de aprender.
IV- É quando ocorre ao final do processo, com a finalidade de apreciar o resultado.
V- Uma concepção que classifica as aprendizagens em certas ou erradas.
Assinale a alternativa CORRETA:
 

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1299178 Ano: 2016
Disciplina: Direito Tributário
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Três Corações-MG
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Imposto é uma obrigação relativa ao contribuinte. O Imposto sobre Produtos industrializados conforme o Código Tributário Nacional é de competência do (a):
 

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1298895 Ano: 2016
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Três Corações-MG
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A preocupação com as chamadas “pragas” sempre existiu na história da humanidade, desde que iniciou a domesticação de plantas e animais. Sobre este tema, marque a alternativa INCORRETA:
 

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1298690 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Três Corações-MG
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Sobre o processo de desenvolvimento humano, anteriormente era costume dos psicólogos do desenvolvimento observar apenas crianças em fase de crescimento, porém, atualmente estes reconhecem que o desenvolvimento estende-se por toda a vida e por esse motivo passaram a investigar todas as fases da vida humana, observando alguns fatores internos e externos que mais influenciam esse desenvolvimento. Referente ao fator interno maturação, assinale a alternativa CORRETA:
 

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1298626 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Três Corações-MG
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Sobre as instalações sanitárias em canteiros de obras, marque a alternativa CORRETA:
 

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1298532 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Três Corações-MG
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Assinale a alternativa em que todas as palavras são paroxítonas, mas não devem receber acento agudo de acordo com as regras de acentuação:
 

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‘Sem festa’, por Caetano Veloso
Parece que há quem queira festejar. Eu, neste primeiro momento do governo Michel Temer, só tenho mesmo é uma grande queixa a fazer: a extinção do MinC é ato retrógrado. Depois de já haver, oportunisticamente, desistido de diminuir o número de ministérios, Temer, premido pela má repercussão da notícia, voltou a fazer o que a maioria dos brasileiros, acertadamente, quer: enxugar a máquina administrativa, na crença de que, assim, faz economia e livra-se do toma-lá-dá-cá. Na verdade, o peso econômico é pífio e as escolhas dos novos ministros não apontam para um critério técnico e meritocrático. Seria uma beleza se um presidente peemedebista nos livrasse do vício da distribuição “política” de cargos. Mas nossa oficialidade não vive de belezas. No entanto, reduzir o número de ministérios é bom de qualquer jeito. É bom simbolicamente, formalmente. Mas o desfazimento do MinC é negativo. Só Collor o tinha tentado antes, com tétricos resultados.
O Ministério da Cultura mostrou-se necessário ao Brasil. Hoje temos estudos e projetos brasileiros como referência em organizações internacionais que tratam dos problemas dos direitos autorais em ambiente digital. Somos (ou tínhamos sido) pioneiros na luta em defesa dos criadores, que se viram sem saber o quê, como, quanto e quando receberão pela divulgação de sua obra em plataformas de streaming. A Diretoria de Direitos Intelectuais (DDI) do MinC vinha se tornando um “thinktank” especializado nesses assuntos. Sem falar na situação do audiovisual, que se tornou uma atividade superavitária; nos Pontos de Cultura, que buscam acompanhar e proteger centros de criação artística em todo o território nacional; na atenção ao patrimônio histórico. Sem altas verbas (muito ao contrário), o MinC tem mostrado que o país passou a dar à produção cultural o valor que ela merece. Sei que os maluquinhos habituais vão repetir que os artistas famosos brasileiros vivem do dinheiro do Estado, que querem mais, que são dependentes do governo. Repetirão todas as bobagens que têm dito sobre a Lei Rouanet e demonstrarão todo o ressentimento pelo que filmes, peças, canções, escritos, desenhos, edifícios, estátuas, performances, instalações, criações artísticas em geral representam quando atingem multidões ou íntimas sensibilidades. Não. Eu digo NÃO. Os artistas que se sentem atraídos pelo histórico do PT, o mais duradouro e estruturado partido de esquerda do mundo contemporâneo, não são dependentes de governo. Eu não sou dependente de governo. Tenho minhas opiniões próprias e exibo as contradições de minhas buscas. Só retirarei a afirmação de que baixar o MinC a uma secretaria dentro do Ministério da Educação (que tem tarefa gigante pela frente) ou a uma Secretaria Nacional de Cultura ligada à Presidência da República, como se cogita agora, é retroagir se, uma vez em ação, o novo governo prove que é capaz de dar à produção cultural a atenção que ela requer. Se os trabalhos da DDI tiverem continuidade, se os ajustes que se mostrem necessários no uso da Lei Rouanet servirem para que ela seja mais eficaz no estímulo à inventividade, se outras áreas da criação forem levadas à condição de superavitárias, se o Estado exibir que sabe o quanto o apoio à cultura pode resultar em crescimento econômico, direto e indireto, local ou como estímulo ao turismo internacional. Sem isso, não quero nem saber de festa.
VELOSO, Caetano. Sem festa, por Caetano Veloso. O Globo, Rio de Janeiro. 15 mai. 2016. Disponível em: <http://oglobo.globo.com/cultura/artigo-sem-festa-por-caetano-veloso-19308827#ixzz48psqYC5d>.
De acordo com o texto Sem festa, por Caetano Veloso, assinale a alternativa CORRETA:
 

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1297614 Ano: 2016
Disciplina: Pedagogia
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Três Corações-MG
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No que concerne o processo de promoção, o supervisor deve conhecer o funcionamento da educação escolar, suas relações com o contexto histórico-social e o desenvolvimento humano, seus níveis e modalidades de ensino. Além disso, precisa conhecer também:
 

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1297354 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Três Corações-MG
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TEXTO 2
Enunciado 1297354-1
Observe os seguintes enunciados retirados do texto:
I – Estou!
II – Claro!
III – Você realmente está em tantos lugares, por isso raramente te vejo no mundo real.
A respeito da análise sintática dos enunciados, assinale a alternativa INCORRETA:
 

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1296879 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Excelência
Orgão: Pref. Três Corações-MG
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TEXTO I
Sujo e apertado: veja onde viviam os funcionários que fabricavam o iPhone 6
Dormitório tinha um banheiro para cada 40 operários, que trabalhavam 12 horas por dia - mais tempo do que dura a bateria do celular da Apple.
A Apple vendeu mais de 20 milhões de unidades do iPhone 6 desde o seu lançamento. Metade delas foram fabricadas pela Pegatron, uma empresa de Taiwan baseada em Xangai, que tinha 6 mil funcionários trabalhando para montar os aparelhos reluzentes. Mas quando a empresa permitiu que jornalistas visitassem onde os operários viviam, o espaço estava longe de ter a elegância de um iPhone.
O jornal inglês Daily Mail visitou o KangqiaoRoad East, dormitório de quatro andares que foi esvaziado em fevereiro de 2016, quando o volume de trabalho da Pegatron diminuiu. Até esse momento, quase 3 mil pessoas viviam lá. Eram mais de 600 por andar, e 12 apertadas em cada quarto, dormindo em beliches. As instalações eram todas adaptadas a partir de uma antiga fábrica.
Se a Apple gosta de produtos com design clean, as paredes mofadas do dormitório contam outra história. O banheiro abandonado tem poças de água verde e cubículos que davam para um esgoto aberto ao invés de privadas. Privacidade no banho? Nem pensar. Os chuveiros coletivos eram planejados para que até 20 trabalhadores tomassem banho por vez.
Um membro da Patrulha do Trabalho na China, uma organização que investiga más condições de emprego, se infiltrou na Pegatron e morou por dez dias no complexo. Segundo ele, os quartos eram úmidos e passaram por surtos de percevejos. Na época, metade do banheiro estava interditada, deixando, na prática, um cubículo para cada 40 trabalhadores. Nos horários de pico - pela manhã ou depois da jornada de trabalho - as filas nos chuveiros, banheiros e pias eram gigantescas.
Morar nessas condições, trabalhando 12 horas por dia e ganhando cerca de 1300 reais ao mês já parece um quadro bastante ruim. Mas fica pior: os funcionários precisavam pagar aluguel pela moradia. Só por um pedaço da beliche, o desconto mensal no salário era de quase 100 reais.
A Pegatron se defendeu, afirmando que o dormitório só chegou ao estado péssimo visto pelos jornalistas depois que o complexo foi fechado. Antes, cada quarto tinha só 8 pessoas, água quente o tempo todo, serviço de segurança, faxina 6 vezes na semana e ar condicionado.
LEONARDI. Ana Carolina.Sujo e apertado: veja onde viviam os funcionários que fabricavam o iPhone 6. Super Interessante. Disponível em: <http://super.abril.com.br/cotidiano/sujo-e-apertado-veja-onde-viviam-os-funcionarios-que-fabricavam-o-iphone-6>.
Leia os seguintes excertos do texto:
I – Mas quando a empresa permitiu que jornalistas visitassem onde os operários viviam (...).
II – O banheiro abandonado tem poças de água verde e cubículos que davam para um esgoto aberto ao invés de privadas. (...).
III – Um membro da Patrulha do Trabalho na China, uma organização que investiga más condições de emprego (...).
IV – A Pegatron se defendeu, afirmando que o dormitório só chegou ao estado péssimo visto pelos jornalistas (...).
Quanto aos usos do QUE, assinale a alternativa CORRETA:
 

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