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O objetivo da Política Nacional de Educação Especial, na Perspectiva da Educação Inclusiva, é assegurar a inclusão escolar de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, orientando os sistemas de ensino para garantir alguns requisitos. Marque os itens com (V) para verdadeiro e (F) para falso, depois assinale a alternativa corresponde à sequência correta dos requisitos:
( ) Acesso ao ensino regular, com participação, aprendizagem e continuidade nos níveis mais elevados de ensino.
( ) Transversalidade da modalidade de educação especial desde a Educação Infantil até a Educação Superior;
( ) Oferta do atendimento educacional especializado.
( ) Formação apenas para os professores que realizam o atendimento educacional especializado.
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Considerando a Coleção “A Educação Especial na Perspectiva da Educação Escolar – A Escola Comum Inclusiva” – Fascículo 1, assinale a alternativas que preenche corretamente as lacunas.
“A educação inclusiva questiona a artificialidade das identidades e entende as como resultantes da , e não da , como comumente se proclama. Trata-se de uma educação que garante o direito à diferença e não à diversidade, pois assegurar o direito à diversidade é continuar na mesma, ou seja, é seguir reafirmando o idêntico”.
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“[O Quilombo de Palmares] chegou a ocupar uma área de 27.000 km², o que equivale ao atual estado de Alagoas. Essa vasta região foi habitada por 20.000 pessoas (um quinto da população da capitania de Pernambuco), que se dividiam em dez mocambos diferentes: Amarp, Acotirene, Tabocas, Dambrabanga, Aqualtune, Supupira, Macaco, Andalaquituche, Osenga e Zumbi.” (SANTOS, Ynaê Lopes dos. História da África e do Brasil Afrodescendente. Rio de Janeiro: Pallas, 2017, p. 228).
Qual alternativa é correta?
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“Por muito tempo, pensou-se que a identidade fosse algo único, evidente e imutável. Nessa perspectiva, ser índio é ser diferente de qualquer outra coisa, algo transcendente, que não muda nunca. Se não for assim, a pessoa, ou o grupo, não é mais índio.” (FUNARI, Pedro Paulo; PIÑON, Ana. A temática indígena na escola. São Paulo: Editora Contexto, 2011, p. 20).
Indique a alternativa incorreta.
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“A capacidade de se comunicar e dialogar torna-se fundamental para o desenvolvimento do respeito à pluralidade cultural, social e política presentes nas contradições do mundo contemporâneo. Estas diretrizes partem do princípio que o ensino de história incita a participação dos seres humanos, a reflexão, a pesquisa e a criticidade sobre o passado histórico, analisando as possibilidades para compreender o presente e o passado, desvendando as relações que se formam no decorrer do processo social. Para isso, torna-se extremamente importante valorizar as diferentes formas de fontes e tipos documentais.” (UBERLÂNDIA. Prefeitura Municipal de Uberlândia. Diretrizes Curriculares Municipais de Uberlândia. Diretrizes do Ensino Fundamental II. História. Uberlândia: Prefeitura Municipal de Uberlândia, 2020.
O fragmento de texto relaciona-se com outras orientações educacionais em nível nacional, exceto:
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“Lembrar e cultuar memórias, traços, vestígios de raízes culturais africanas foi outro ingrediente indispensável para formar a capacidade de resistência dos escravos no Brasil. Com o tempo essas raízes foram modificadas, misturadas e recriadas no novo ambiente da escravidão. E assim, serviram de base para a construção de uma vida religiosa e lúdica, que funcionou como importante ferramenta na elaboração de identidades coletivas e formas de resistência grupal.” (SCHWARCZ, Lilia Moritz; STARLING, Heloisa Murgel. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015, p. 105).
I- As culturas africanas, reelaboradas ao longo da História no Brasil continuam presentes na cultura brasileira em elementos como religiosidade, música, dança e outros.
II- Os africanos e seus descendentes desenvolveram estratégias de sincretismo religioso para manter elementos de sua religiosidade, combinados também com elementos de matriz indígena.
III- Também é papel da escola reconhecer e valorizar a cultura afro-brasileira, marginalizada em vários momentos da história.
IV- A reelaboração de identidades e culturas negras no Brasil evidencia o caráter cordial das relações coloniais.
Sobres os itens, podemos afirmar que:
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“Mas nada se compara aos crimes cometidos pela ditadura contra as populações indígenas. O mais importante documento de denúncia sobre esses crimes – o Relatório Figueiredo – foi produzido pelo próprio Estado, em 1967, e ficou desaparecido durante 44 anos, sob a alegação oficial de que havia sido destruído em um incêndio. O Relatório foi encontrado quase intacto em 2013, com 5 mil páginas e 29 tomos – das 7 mil páginas e 30 tomos que constavam na versão original. Para escrevê-lo, o procurador-geral Jader Figueiredo Correia, percorreu com sua equipe mais de 16 mil quilômetros e visitou 130 postos indígenas em todo o país.” (SCHWARCZ, Lilia Moritz; STARLING, Heloisa Murgel. Brasil: uma biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015, p. 463).
Aponte a alternativa incorreta.
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“Ao contrário do que certa historiografia costuma apresentar, a presença do negro na História do Brasil não se resume ao trabalho pesado baseado na submissão total. Como já vimos, os escravos fugiam, se matavam e atentavam contra a vida de seus senhores. Isto, dentro das condições de existência a que eram submetidos não era coisa pouca. Que dizer então das revoltas dos negros? Não de um, ou dois, mas de grupos de negros que se levantavam contra sua condição?” (PINSKY, Jaime. Escravidão no Brasil. São Paulo: Editora Contexto, 1992, p. 62).
Analise os itens e assinale a alternativa correspondente.
I- As revoltas são exemplos da luta negra contra a escravidão, pois as ações individuais realizadas pelos escravizados não são reconhecidas pela historiografia como formas de resistência.
II- As ações dos escravizados contra seus senhores evidenciam que havia um equilíbrio de forças entre escravistas e abolicionistas no Brasil, durante o período colonial e imperial.
III- Ao considerar a violência e as consequências da escravidão no Brasil, é preciso também reconhecer o papel de sujeitos históricos dos africanos e de seus descendentes na História do país.
IV- É fundamental reconhecer na historiografia e no ensino de História o protagonismo dos próprios escravizados no processo que levou à abolição da escravatura.
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“Quando a força do direito – no caso a legislação – se identifica com o direito da força – no caso a repressão – temos um processo de violência institucionalizada. No sistema escravista era permitida aos proprietários uma série de práticas de coação física para fazer com que o escravo ‘cumprisse a sua obrigação’. Como dissemos, os abusos eram frequentes. Mas, é importante deixar claro que mesmo as práticas repressivas autorizadas por lei, constituíam-se em violências sem nome.” (PINSKY, Jaime. Escravidão no Brasil. São Paulo: Editora Contexto, 1992, p. 47).
I- A existência da escravidão na História do Brasil, por si só, desconstrói a ideia de uma sociedade historicamente baseada em relações pacíficas.
II- A legislação que buscava coibir os excessos dos senhores na repressão aos escravizados, possibilitou a construção de uma sociedade cordial, no Brasil.
III- A legislação sobre os “excessos” na aplicação de castigos aos escravizados sempre foi genérica e entregue aos critérios dos próprios senhores.
IV- A tentativa de estabelecer regras na relação senhor e escravizado, denota uma preocupação com a própria manutenção do sistema escravista.
Sobre os ietens, assinale a alternativa correspondente.
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“Quando solicitados a desenhar índios, os alunos [participantes de uma pesquisa realizada em escolas de Ensino Fundamental] escolhem para identificar o personagem, características distintivas como o corte de cabelo, a tanga e os artefatos especialmente o arco e flecha. Menos de 10% dos desenhos mostram algo além da figura do índio, de modo que os aspectos culturais da vida indígena não parecem muito claros, ou relevantes. A representação mais comum da comunidade aparece na forma de ocas. Os demais aspectos da imensa riqueza cultural indígena (pinturas rupestres, cestaria, pinturas corporais, para citar os mais conhecidos) não merecem atenção.” (FUNARI, Pedro Paulo; PIÑON, Ana. A temática indígena na escola. São Paulo: Editora Contexto, 2011, p. 106). Sobre isso, assinale a alternativa correta.
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