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Foram encontradas 25 questões.

1402498 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Várzea Palma-MG
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INSTRUÇÃO: Leia com atenção o texto abaixo para responder a questão que se segue.
O grande apagão
Sempre me impressionou o tabu que envolve algumas palavras. Por muito tempo palavrões pronunciados em outro idioma apareciam nas legendas de nossos cinemas e TV substituídos por reticências, ou numa tradução mais branda, enquanto na tela se desenrolavam cenas então ditas “fortes”. Hoje pouca coisa seria considerada imprópria, pois a qualquer hora do dia crianças ligam a TV e, a não ser que haja algum adulto presente propondo algo mais divertido, assistem a cenas tórridas. A intimidade pessoal vem sendo tão banalizada que pouca coisa nos choca – ou escondemos isso para que não pareçamos antiquados?
Voltando aos tabus verbais: procuramos evitar o nome de certas enfermidades que nos assustam, como se, pronunciadas, elas pudessem nos contaminar. O Diabo tem centenas de apelidos – um dos encantos na minha obra predileta, Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa, é ver os nomes que lhe dão, sobretudo no interior, de “Coisa Ruim”, “Renegado” e outros: é a poderosa e colorida imaginação do povo, criativa como a das crianças.
Atualmente, ao menos nos escalões do governo, “recessão”, “apagão” e “racionamento” são os malditos, como se, mascarados por eufemismos, eles não fossem o flagelo real de empresas e indivíduos, pela incompetência ou interesses políticos das autoridades responsáveis (que vinham sendo avisadas), provocando a falta de água e os apagões elétricos, dentro de todo um quadro seriíssimo de falhas estruturais pelo país.
“Recessão”, como mencionada (logo corrigida ) pelo ministro da Fazenda, poderia ter uma conotação positiva, com o significado de controlar para arrumar, e depois refazer a casa, buscando o bem real de seus moradores – até onde isso interessa ao Estado.
Empenhado numa batalha feroz pela manutenção do poder, o governo nos arrastou a este fundo de oceano onde estamos ancorados, raspando as areias e ameaçando ali ficar: estimulou com veemência o consumo, deixando multidões inadimplentes ou gravemente endividadas. Tratou adversários de maneira abominável, iludiu o povo com promessas vãs, de muitas maneiras colaborou para o apagão das nossas estruturas públicas e a fragilidade dos nossos valores morais.
Volto a mencionar algumas mazelas, além de água e energia: o caos na educação (vejam as redações do Enem e o desinteresse pela melhor qualificação do ensino), que deveria obter os maiores investimentos, pois é onde tudo começa: posso tomar banho frio e enxergar à luz de velas, mas preciso de uma cabeça instruída para decidir minha vida e a do meu país.
Lembro o precaríssimo saneamento, a segurança falida, as leis ineficientes e a impunidade que causam uma carnificina diária; a situação da saúde é criminosa; os meios de transporte atormentam as pessoas e entravam a economia; a comunicação corre o risco de ser controlada; e relações internacionais inadequadas nos afastam dos países adiantados (lembrem que a diplomacia leva a imagem do país).
Sozinho, o ministro Joaquim Levy será um curativo sobre um imenso corpo doente. Seriam necessários muitos competentes como ele para consertar o que aí está. Esperemos que, apesar dos problemas (não sabemos da missa nem dezoito avos), ele não desista, a fim de que este povo não seja mais massacrado, e a nação não passe vexames iguais ao exemplo que cito aqui: como muitas entidades públicas no Brasil, várias embaixadas brasileiras estão com as contas atrasadas. O governo não lhes envia os recursos essenciais, elas precisam economizar energia e água, não pagam a funcionários e fornecedores, falta papel para as impressoras – logo até o papel higiênico será uma preciosidade.
Não sou pessimista, mas de um realismo moderado. Enquanto os responsáveis por essa escandalosa situação não tiverem a coragem de encarar a realidade, assumir e consertar seus malfeitos com honestidade e firmeza, continuaremos uma nação avestruz, com as ignorantes cabeças escondidas na areia. E não conseguiremos dar um passo à frente: será o escuro do apagão geral.
(LUFT, Lya. O grande apagão. Revista Veja. p. 23, 4 de fevereiro de 2015.)
Considere o trecho: “... um dos encantos na minha obra predileta, Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa, é ver os nomes que lhe dão, sobretudo no interior, de “Coisa Ruim”, “Renegado” e outros...” Todos os termos abaixo correspondem ao referente “lhe”, negritado no trecho acima, EXCETO
 

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1399076 Ano: 2014
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Várzea Palma-MG
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Os Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Médio tratam da formação para o exercício da cidadania e orientam que: “Um outro dado a considerar diz respeito à necessidade do desenvolvimento das competências básicas tanto para o exercício da cidadania quanto para o desempenho de atividades profissionais. A garantia de que todos desenvolvam e ampliem suas capacidades é indispensável para se combater a dualização da sociedade, que gera desigualdades cada vez maiores.” Entre as competências de que trata o documento não se encontra:
 

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1398153 Ano: 2014
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Várzea Palma-MG
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As Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica – orientadas pela Resolução CEB/CNE n.º 02/2001 – estabelecem: “Como modalidade da Educação Básica, a educação especial considerará as situações singulares, os perfis dos estudantes, as características bio-psicossociais dos alunos e suas faixas etárias e se pautará em princípios éticos, políticos e estéticos de modo a assegurar”, EXCETO
 

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1398000 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Várzea Palma-MG
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Magda Becker Soares, em seu texto Letramento: um tema em três gêneros, assim se expressa: “Termos despertado para o fenômeno do letramento – estarmos incorporando essa palavra ao nosso vocabulário educacional – significa que já compreendemos que nosso problema não é apenas alfabetizar, mas é, também, e sobretudo, levar os indivíduos – crianças e adultos – a fazer uso da leitura e da escrita, envolver se em práticas sociais de leitura e de escrita.” Na perspectiva da autora, é CORRETO afirmar:
 

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1396663 Ano: 2014
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Várzea Palma-MG
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Conforme os Parâmetros Curriculares Nacionais, entre os critérios de avaliação para a Língua Portuguesa no segundo ciclo não se encontra:
 

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1395952 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Várzea Palma-MG
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Determinada autora, ao analisar os últimos resultados das avaliações sistêmicas da educação básica no Brasil, elabora a seguinte pergunta: “Se os diferentes estudos realizados há pouco mais de vinte anos de avaliação sistêmica da educação básica apontam, entre outros fatores, ‘boas práticas pedagógicas’, ‘professores comprometidos e qualificados’ e ‘gestão democrática’ como componentes fundamentais para reverter a trajetória de fracasso de nossas escolas, como tornar isso realidade pela política pública?” Uma hipótese INCORRETA como resposta a essa pergunta seria:
 

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1393400 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Várzea Palma-MG
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As avaliações externas podem fornecer pistas importantes para que se reflita sobre o desenvolvimento do trabalho educativo no interior das escolas, especialmente quando esses resultados se referem a aspectos ou componentes que têm peso para o conjunto das atividades escolares, como é o caso da leitura e da resolução de problemas. Tendo como base os resultados oficiais publicados, é imprescindível uma ação imediata, efetiva e consciente de que:
I - Faz-se necessário que os profissionais de escolas e de secretarias de educação compreendam os dados e informações produzidos pelas avaliações, saibam o que significam e implementem ações para otimizar sua utilização em favor da melhoria da educação.
II - A mudança para a educação de qualidade é responsabilidade de todos os profissionais da educação, tendo como pontos de chegada o direito de aprender e o avanço da melhoria global do ensino.
III - A avaliação é um ponto de partida, de apoio, um elemento a mais para repensar e planejar a ação pedagógica e a gestão educacional.
IV - Além de utilizar os dados para a elaboração e implementação de ações, os profissionais da educação devem desmistificar a ideia de que a avaliação externa é apenas um instrumento de controle, ou ainda, que sua função é apenas comparar e classificar escolas ou determinar a promoção ou retenção de alunos.
Se considerados os objetivos declarados da avaliação externa, estão CORRETOS os incisos:
 

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1390425 Ano: 2014
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Várzea Palma-MG
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Nos termos da Lei 9.394/96 – LDBEN –, o ensino será ministrado com base em princípios entre os quais não se encontra:
 

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1389110 Ano: 2014
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Várzea Palma-MG
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A Resolução CNE/CEB n.º 01/2000 estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação de Jovens e Adultos e assim determina:
I - Obedecidos o disposto no Art. 4.º, incisos I e VII, da LDB, e a regra da prioridade para o atendimento da escolarização universal obrigatória, será considerada idade mínima para a inscrição e realização de exames supletivos de conclusão do ensino fundamental a de 15 anos completos.
II - Fica vedada, em cursos de Educação de Jovens e Adultos, a matrícula e a assistência de crianças e de adolescentes da faixa etária de 7 a 14 anos que é a compreendida como escolaridade universal obrigatória.
III - Observado o disposto no Art. 4º, inciso VII, da LDB, a idade mínima para a inscrição e realização de exames supletivos de conclusão do ensino médio é a de 18 anos completos.
IV - O direito dos menores emancipados para os atos da vida civil deve ser aplicado para fins de prestação de exames supletivos.
Nos termos da norma citada, estão CORRETOS
 

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1388433 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Várzea Palma-MG
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INSTRUÇÃO: Leia com atenção o texto abaixo para responder a questão que se segue.
O grande apagão
Sempre me impressionou o tabu que envolve algumas palavras. Por muito tempo palavrões pronunciados em outro idioma apareciam nas legendas de nossos cinemas e TV substituídos por reticências, ou numa tradução mais branda, enquanto na tela se desenrolavam cenas então ditas “fortes”. Hoje pouca coisa seria considerada imprópria, pois a qualquer hora do dia crianças ligam a TV e, a não ser que haja algum adulto presente propondo algo mais divertido, assistem a cenas tórridas. A intimidade pessoal vem sendo tão banalizada que pouca coisa nos choca – ou escondemos isso para que não pareçamos antiquados?
Voltando aos tabus verbais: procuramos evitar o nome de certas enfermidades que nos assustam, como se, pronunciadas, elas pudessem nos contaminar. O Diabo tem centenas de apelidos – um dos encantos na minha obra predileta, Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa, é ver os nomes que lhe dão, sobretudo no interior, de “Coisa Ruim”, “Renegado” e outros: é a poderosa e colorida imaginação do povo, criativa como a das crianças.
Atualmente, ao menos nos escalões do governo, “recessão”, “apagão” e “racionamento” são os malditos, como se, mascarados por eufemismos, eles não fossem o flagelo real de empresas e indivíduos, pela incompetência ou interesses políticos das autoridades responsáveis (que vinham sendo avisadas), provocando a falta de água e os apagões elétricos, dentro de todo um quadro seriíssimo de falhas estruturais pelo país.
“Recessão”, como mencionada (logo corrigida ) pelo ministro da Fazenda, poderia ter uma conotação positiva, com o significado de controlar para arrumar, e depois refazer a casa, buscando o bem real de seus moradores – até onde isso interessa ao Estado.
Empenhado numa batalha feroz pela manutenção do poder, o governo nos arrastou a este fundo de oceano onde estamos ancorados, raspando as areias e ameaçando ali ficar: estimulou com veemência o consumo, deixando multidões inadimplentes ou gravemente endividadas. Tratou adversários de maneira abominável, iludiu o povo com promessas vãs, de muitas maneiras colaborou para o apagão das nossas estruturas públicas e a fragilidade dos nossos valores morais.
Volto a mencionar algumas mazelas, além de água e energia: o caos na educação (vejam as redações do Enem e o desinteresse pela melhor qualificação do ensino), que deveria obter os maiores investimentos, pois é onde tudo começa: posso tomar banho frio e enxergar à luz de velas, mas preciso de uma cabeça instruída para decidir minha vida e a do meu país.
Lembro o precaríssimo saneamento, a segurança falida, as leis ineficientes e a impunidade que causam uma carnificina diária; a situação da saúde é criminosa; os meios de transporte atormentam as pessoas e entravam a economia; a comunicação corre o risco de ser controlada; e relações internacionais inadequadas nos afastam dos países adiantados (lembrem que a diplomacia leva a imagem do país).
Sozinho, o ministro Joaquim Levy será um curativo sobre um imenso corpo doente. Seriam necessários muitos competentes como ele para consertar o que aí está. Esperemos que, apesar dos problemas (não sabemos da missa nem dezoito avos), ele não desista, a fim de que este povo não seja mais massacrado, e a nação não passe vexames iguais ao exemplo que cito aqui: como muitas entidades públicas no Brasil, várias embaixadas brasileiras estão com as contas atrasadas. O governo não lhes envia os recursos essenciais, elas precisam economizar energia e água, não pagam a funcionários e fornecedores, falta papel para as impressoras – logo até o papel higiênico será uma preciosidade.
Não sou pessimista, mas de um realismo moderado. Enquanto os responsáveis por essa escandalosa situação não tiverem a coragem de encarar a realidade, assumir e consertar seus malfeitos com honestidade e firmeza, continuaremos uma nação avestruz, com as ignorantes cabeças escondidas na areia. E não conseguiremos dar um passo à frente: será o escuro do apagão geral.
(LUFT, Lya. O grande apagão. Revista Veja. p. 23, 4 de fevereiro de 2015.)
Considere o trecho: “Atualmente, ao menos nos escalões do governo, “recessão”, “apagão” e “racionamento” são os malditos, como se, mascarados por eufemismos, eles não fossem o flagelo real de empresas e indivíduos, pela incompetência ou interesses políticos das autoridades responsáveis (que vinham sendo avisadas), provocando a falta de água e os apagões elétricos, dentro de todo um quadro seriíssimo de falhas estruturais pelo país.”
Tendo em vista o contexto em que foi empregada, a palavra eufemismo é um recurso de expressão que significa o uso de
 

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