Foram encontradas 480 questões.
4243093
Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Vitória Conquista-BA
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Vitória Conquista-BA
Provas:
Em uma gincana realizada com todos os alunos da
rede municipal de Vitória da Conquista, cada um
recebeu um crachá com um código com 3
caracteres, conforme a seguinte lista: A12, B33,
C55, D77, E92, F13, G35, H57, I72, J93,
representando, nessa ordem, os 10 primeiros
crachás.
Assinale a alternativa que apresenta o código do crachá do 55º aluno.
Assinale a alternativa que apresenta o código do crachá do 55º aluno.
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4243092
Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Vitória Conquista-BA
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Vitória Conquista-BA
Provas:
- Problemas LógicosVerdades e Mentiras
- Lógica de ArgumentaçãoRelacionamento e Associação de Informações
Uma bibliotecária de determinada escola, ao
organizar 4 livros (um verde, um branco, um preto
e um vermelho) lado a lado em uma prateleira,
afirmou que:
• os livros branco e preto estão de forma consecutiva;
• o livro verde está entre o livro branco e o livro preto.
Entretanto, as duas afirmações da bibliotecária são falsas. Sabe-se que o livro branco é o 2º da direita para a esquerda. Nessas condições, é correto afirmar que
• os livros branco e preto estão de forma consecutiva;
• o livro verde está entre o livro branco e o livro preto.
Entretanto, as duas afirmações da bibliotecária são falsas. Sabe-se que o livro branco é o 2º da direita para a esquerda. Nessas condições, é correto afirmar que
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Considere que, em uma escola de Vitória da
Conquista, 92% dos funcionários são do sexo
feminino. Nessa escola, só existem dois cargos:
coordenador e professor, sendo que o número de
professores é 9 vezes maior que o número de
coordenadores. Se 50% dos homens que
trabalham nessa escola são professores, qual é a
porcentagem, em relação ao total de funcionários,
de mulheres que são coordenadoras?
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4243090
Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Vitória Conquista-BA
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Vitória Conquista-BA
Provas:
Dadas duas proposições, sabendo que a
proposição composta p v q é falsa, é correto
afirmar que
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4243089
Ano: 2026
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Vitória Conquista-BA
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Vitória Conquista-BA
Provas:
Considere que, em um departamento da Prefeitura
de Vitória da Conquista, há 167 colaboradores e 3
regimes de trabalho: matutino, vespertino e
integral (matutino e vespertino). Sabe-se que:
• 102 colaboradores trabalham durante o período matutino;
• 107 colaboradores trabalham durante o período vespertino.
Nesse cenário, quantos colaboradores trabalham no regime integral (matutino e vespertino)?
• 102 colaboradores trabalham durante o período matutino;
• 107 colaboradores trabalham durante o período vespertino.
Nesse cenário, quantos colaboradores trabalham no regime integral (matutino e vespertino)?
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Dados do IBGE sobre saúde de estudantes
levantam temas para a formulação de políticas
públicas
A quinta edição da PeNSE trata de temas como
consumo de cigarros eletrônicos, abuso sexual e
segurança e traz informações que permitem conhecer
e dimensionar os fatores de risco e proteção à saúde
de adolescentes entre 13 e 17 anos das redes pública
e privada.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE) divulgou a quinta edição da Pesquisa Nacional
de Saúde do Escolar (PeNSE 2024). A PeNSE é uma
ação promovida pelo Ministério da Saúde em parceria
com o IBGE e o Ministério da Educação. Ela investiga
informações que permitem conhecer e dimensionar os
fatores de risco e proteção à saúde de adolescentes
entre 13 e 17 anos. Segundo a professora Luciane Sá
de Andrade, do Departamento de Enfermagem
Psiquiátrica e Ciências Humanas da Escola de
Enfermagem de Ribeirão Preto da USP, a pesquisa é
importante porque gera dados suficientes para a
melhoria de políticas públicas voltadas para a faixa
etária pesquisada.
A PeNSE tem o objetivo de coletar dados essenciais
de diferentes aspectos da vida dos adolescentes e
investigar, segundo o Ministério da Saúde, a
frequência e distribuição de fatores de riscos para
doenças crônicas não transmissíveis, saúde mental,
vacinação, prevenção de infecções sexualmente
transmissíveis (ISTs) e questões de conflito e violência
dentro do ambiente escolar e familiar. Luciane explica
que a visão plural de saúde é fundamental dentro da
pesquisa. “Não é só a saúde do ponto de vista
biológico ou de uma doença instalada, mas também
aspectos que podem interferir ou produzir estados
relacionados à saúde também, como saúde mental, a
questão da violência fora e dentro da escola, saúde
sexual e reprodutiva. Ela é uma pesquisa bem
completa.”.
Os pontos ressaltados na pesquisa orientam o
desenvolvimento de políticas públicas, principalmente
o Programa Saúde na Escola (PSE), que associa duas
áreas interdependentes: educação e saúde. “A
educação é um dos determinantes de saúde por uma
das abordagens teóricas na relação saúde e
educação. Dentro das políticas públicas elas estão
interligadas pelo Programa Saúde na Escola (PSE) e,
até antes disso, pela área de saúde escolar. Nós
podemos pensar também que melhores níveis de
educação possibilitam às pessoas maior acesso e
melhores condições de saúde. Não só pela educação,
mas há outros determinantes interligados a isso, como
renda, como saneamento básico e outros
determinantes aí envolvidos na produção da saúde.”.
[...]
A integração entre outros agentes da sociedade é
importante para o desenvolvimento de políticas
públicas. “A PeNSE é esse retrato de como estão os
jovens, crianças e adolescentes em relação a
diferentes questões relacionadas à saúde. E isso traz
elementos muito importantes para essa construção ou
reformulação das políticas públicas na área e para as
ações. A universidade pode colaborar também no
desenho dessas políticas públicas e por meio da
extensão que já faz com ações junto à escola, junto às
Secretarias de Saúde, junto aos Ministérios”, diz
Luciane.
Adaptado de: https://jornal.usp.br/atualidades/dados-do-ibge-sobresaude-de-estudantes-levantam-temas-para-a-formulacao-depoliticas-publicas/. Acesso em: 23 abr. 2026.
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- FonologiaNoções de Fonética
Dados do IBGE sobre saúde de estudantes
levantam temas para a formulação de políticas
públicas
A quinta edição da PeNSE trata de temas como
consumo de cigarros eletrônicos, abuso sexual e
segurança e traz informações que permitem conhecer
e dimensionar os fatores de risco e proteção à saúde
de adolescentes entre 13 e 17 anos das redes pública
e privada.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE) divulgou a quinta edição da Pesquisa Nacional
de Saúde do Escolar (PeNSE 2024). A PeNSE é uma
ação promovida pelo Ministério da Saúde em parceria
com o IBGE e o Ministério da Educação. Ela investiga
informações que permitem conhecer e dimensionar os
fatores de risco e proteção à saúde de adolescentes
entre 13 e 17 anos. Segundo a professora Luciane Sá
de Andrade, do Departamento de Enfermagem
Psiquiátrica e Ciências Humanas da Escola de
Enfermagem de Ribeirão Preto da USP, a pesquisa é
importante porque gera dados suficientes para a
melhoria de políticas públicas voltadas para a faixa
etária pesquisada.
A PeNSE tem o objetivo de coletar dados essenciais
de diferentes aspectos da vida dos adolescentes e
investigar, segundo o Ministério da Saúde, a
frequência e distribuição de fatores de riscos para
doenças crônicas não transmissíveis, saúde mental,
vacinação, prevenção de infecções sexualmente
transmissíveis (ISTs) e questões de conflito e violência
dentro do ambiente escolar e familiar. Luciane explica
que a visão plural de saúde é fundamental dentro da
pesquisa. “Não é só a saúde do ponto de vista
biológico ou de uma doença instalada, mas também
aspectos que podem interferir ou produzir estados
relacionados à saúde também, como saúde mental, a
questão da violência fora e dentro da escola, saúde
sexual e reprodutiva. Ela é uma pesquisa bem
completa.”.
Os pontos ressaltados na pesquisa orientam o
desenvolvimento de políticas públicas, principalmente
o Programa Saúde na Escola (PSE), que associa duas
áreas interdependentes: educação e saúde. “A
educação é um dos determinantes de saúde por uma
das abordagens teóricas na relação saúde e
educação. Dentro das políticas públicas elas estão
interligadas pelo Programa Saúde na Escola (PSE) e,
até antes disso, pela área de saúde escolar. Nós
podemos pensar também que melhores níveis de
educação possibilitam às pessoas maior acesso e
melhores condições de saúde. Não só pela educação,
mas há outros determinantes interligados a isso, como
renda, como saneamento básico e outros
determinantes aí envolvidos na produção da saúde.”.
[...]
A integração entre outros agentes da sociedade é
importante para o desenvolvimento de políticas
públicas. “A PeNSE é esse retrato de como estão os
jovens, crianças e adolescentes em relação a
diferentes questões relacionadas à saúde. E isso traz
elementos muito importantes para essa construção ou
reformulação das políticas públicas na área e para as
ações. A universidade pode colaborar também no
desenho dessas políticas públicas e por meio da
extensão que já faz com ações junto à escola, junto às
Secretarias de Saúde, junto aos Ministérios”, diz
Luciane.
Adaptado de: https://jornal.usp.br/atualidades/dados-do-ibge-sobresaude-de-estudantes-levantam-temas-para-a-formulacao-depoliticas-publicas/. Acesso em: 23 abr. 2026.
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Dados do IBGE sobre saúde de estudantes
levantam temas para a formulação de políticas
públicas
A quinta edição da PeNSE trata de temas como
consumo de cigarros eletrônicos, abuso sexual e
segurança e traz informações que permitem conhecer
e dimensionar os fatores de risco e proteção à saúde
de adolescentes entre 13 e 17 anos das redes pública
e privada.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE) divulgou a quinta edição da Pesquisa Nacional
de Saúde do Escolar (PeNSE 2024). A PeNSE é uma
ação promovida pelo Ministério da Saúde em parceria
com o IBGE e o Ministério da Educação. Ela investiga
informações que permitem conhecer e dimensionar os
fatores de risco e proteção à saúde de adolescentes
entre 13 e 17 anos. Segundo a professora Luciane Sá
de Andrade, do Departamento de Enfermagem
Psiquiátrica e Ciências Humanas da Escola de
Enfermagem de Ribeirão Preto da USP, a pesquisa é
importante porque gera dados suficientes para a
melhoria de políticas públicas voltadas para a faixa
etária pesquisada.
A PeNSE tem o objetivo de coletar dados essenciais
de diferentes aspectos da vida dos adolescentes e
investigar, segundo o Ministério da Saúde, a
frequência e distribuição de fatores de riscos para
doenças crônicas não transmissíveis, saúde mental,
vacinação, prevenção de infecções sexualmente
transmissíveis (ISTs) e questões de conflito e violência
dentro do ambiente escolar e familiar. Luciane explica
que a visão plural de saúde é fundamental dentro da
pesquisa. “Não é só a saúde do ponto de vista
biológico ou de uma doença instalada, mas também
aspectos que podem interferir ou produzir estados
relacionados à saúde também, como saúde mental, a
questão da violência fora e dentro da escola, saúde
sexual e reprodutiva. Ela é uma pesquisa bem
completa.”.
Os pontos ressaltados na pesquisa orientam o
desenvolvimento de políticas públicas, principalmente
o Programa Saúde na Escola (PSE), que associa duas
áreas interdependentes: educação e saúde. “A
educação é um dos determinantes de saúde por uma
das abordagens teóricas na relação saúde e
educação. Dentro das políticas públicas elas estão
interligadas pelo Programa Saúde na Escola (PSE) e,
até antes disso, pela área de saúde escolar. Nós
podemos pensar também que melhores níveis de
educação possibilitam às pessoas maior acesso e
melhores condições de saúde. Não só pela educação,
mas há outros determinantes interligados a isso, como
renda, como saneamento básico e outros
determinantes aí envolvidos na produção da saúde.”.
[...]
A integração entre outros agentes da sociedade é
importante para o desenvolvimento de políticas
públicas. “A PeNSE é esse retrato de como estão os
jovens, crianças e adolescentes em relação a
diferentes questões relacionadas à saúde. E isso traz
elementos muito importantes para essa construção ou
reformulação das políticas públicas na área e para as
ações. A universidade pode colaborar também no
desenho dessas políticas públicas e por meio da
extensão que já faz com ações junto à escola, junto às
Secretarias de Saúde, junto aos Ministérios”, diz
Luciane.
Adaptado de: https://jornal.usp.br/atualidades/dados-do-ibge-sobresaude-de-estudantes-levantam-temas-para-a-formulacao-depoliticas-publicas/. Acesso em: 23 abr. 2026.
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Questão presente nas seguintes provas
Dados do IBGE sobre saúde de estudantes
levantam temas para a formulação de políticas
públicas
A quinta edição da PeNSE trata de temas como
consumo de cigarros eletrônicos, abuso sexual e
segurança e traz informações que permitem conhecer
e dimensionar os fatores de risco e proteção à saúde
de adolescentes entre 13 e 17 anos das redes pública
e privada.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE) divulgou a quinta edição da Pesquisa Nacional
de Saúde do Escolar (PeNSE 2024). A PeNSE é uma
ação promovida pelo Ministério da Saúde em parceria
com o IBGE e o Ministério da Educação. Ela investiga
informações que permitem conhecer e dimensionar os
fatores de risco e proteção à saúde de adolescentes
entre 13 e 17 anos. Segundo a professora Luciane Sá
de Andrade, do Departamento de Enfermagem
Psiquiátrica e Ciências Humanas da Escola de
Enfermagem de Ribeirão Preto da USP, a pesquisa é
importante porque gera dados suficientes para a
melhoria de políticas públicas voltadas para a faixa
etária pesquisada.
A PeNSE tem o objetivo de coletar dados essenciais
de diferentes aspectos da vida dos adolescentes e
investigar, segundo o Ministério da Saúde, a
frequência e distribuição de fatores de riscos para
doenças crônicas não transmissíveis, saúde mental,
vacinação, prevenção de infecções sexualmente
transmissíveis (ISTs) e questões de conflito e violência
dentro do ambiente escolar e familiar. Luciane explica
que a visão plural de saúde é fundamental dentro da
pesquisa. “Não é só a saúde do ponto de vista
biológico ou de uma doença instalada, mas também
aspectos que podem interferir ou produzir estados
relacionados à saúde também, como saúde mental, a
questão da violência fora e dentro da escola, saúde
sexual e reprodutiva. Ela é uma pesquisa bem
completa.”.
Os pontos ressaltados na pesquisa orientam o
desenvolvimento de políticas públicas, principalmente
o Programa Saúde na Escola (PSE), que associa duas
áreas interdependentes: educação e saúde. “A
educação é um dos determinantes de saúde por uma
das abordagens teóricas na relação saúde e
educação. Dentro das políticas públicas elas estão
interligadas pelo Programa Saúde na Escola (PSE) e,
até antes disso, pela área de saúde escolar. Nós
podemos pensar também que melhores níveis de
educação possibilitam às pessoas maior acesso e
melhores condições de saúde. Não só pela educação,
mas há outros determinantes interligados a isso, como
renda, como saneamento básico e outros
determinantes aí envolvidos na produção da saúde.”.
[...]
A integração entre outros agentes da sociedade é
importante para o desenvolvimento de políticas
públicas. “A PeNSE é esse retrato de como estão os
jovens, crianças e adolescentes em relação a
diferentes questões relacionadas à saúde. E isso traz
elementos muito importantes para essa construção ou
reformulação das políticas públicas na área e para as
ações. A universidade pode colaborar também no
desenho dessas políticas públicas e por meio da
extensão que já faz com ações junto à escola, junto às
Secretarias de Saúde, junto aos Ministérios”, diz
Luciane.
Adaptado de: https://jornal.usp.br/atualidades/dados-do-ibge-sobresaude-de-estudantes-levantam-temas-para-a-formulacao-depoliticas-publicas/. Acesso em: 23 abr. 2026.
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Dados do IBGE sobre saúde de estudantes
levantam temas para a formulação de políticas
públicas
A quinta edição da PeNSE trata de temas como
consumo de cigarros eletrônicos, abuso sexual e
segurança e traz informações que permitem conhecer
e dimensionar os fatores de risco e proteção à saúde
de adolescentes entre 13 e 17 anos das redes pública
e privada.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE) divulgou a quinta edição da Pesquisa Nacional
de Saúde do Escolar (PeNSE 2024). A PeNSE é uma
ação promovida pelo Ministério da Saúde em parceria
com o IBGE e o Ministério da Educação. Ela investiga
informações que permitem conhecer e dimensionar os
fatores de risco e proteção à saúde de adolescentes
entre 13 e 17 anos. Segundo a professora Luciane Sá
de Andrade, do Departamento de Enfermagem
Psiquiátrica e Ciências Humanas da Escola de
Enfermagem de Ribeirão Preto da USP, a pesquisa é
importante porque gera dados suficientes para a
melhoria de políticas públicas voltadas para a faixa
etária pesquisada.
A PeNSE tem o objetivo de coletar dados essenciais
de diferentes aspectos da vida dos adolescentes e
investigar, segundo o Ministério da Saúde, a
frequência e distribuição de fatores de riscos para
doenças crônicas não transmissíveis, saúde mental,
vacinação, prevenção de infecções sexualmente
transmissíveis (ISTs) e questões de conflito e violência
dentro do ambiente escolar e familiar. Luciane explica
que a visão plural de saúde é fundamental dentro da
pesquisa. “Não é só a saúde do ponto de vista
biológico ou de uma doença instalada, mas também
aspectos que podem interferir ou produzir estados
relacionados à saúde também, como saúde mental, a
questão da violência fora e dentro da escola, saúde
sexual e reprodutiva. Ela é uma pesquisa bem
completa.”.
Os pontos ressaltados na pesquisa orientam o
desenvolvimento de políticas públicas, principalmente
o Programa Saúde na Escola (PSE), que associa duas
áreas interdependentes: educação e saúde. “A
educação é um dos determinantes de saúde por uma
das abordagens teóricas na relação saúde e
educação. Dentro das políticas públicas elas estão
interligadas pelo Programa Saúde na Escola (PSE) e,
até antes disso, pela área de saúde escolar. Nós
podemos pensar também que melhores níveis de
educação possibilitam às pessoas maior acesso e
melhores condições de saúde. Não só pela educação,
mas há outros determinantes interligados a isso, como
renda, como saneamento básico e outros
determinantes aí envolvidos na produção da saúde.”.
[...]
A integração entre outros agentes da sociedade é
importante para o desenvolvimento de políticas
públicas. “A PeNSE é esse retrato de como estão os
jovens, crianças e adolescentes em relação a
diferentes questões relacionadas à saúde. E isso traz
elementos muito importantes para essa construção ou
reformulação das políticas públicas na área e para as
ações. A universidade pode colaborar também no
desenho dessas políticas públicas e por meio da
extensão que já faz com ações junto à escola, junto às
Secretarias de Saúde, junto aos Ministérios”, diz
Luciane.
Adaptado de: https://jornal.usp.br/atualidades/dados-do-ibge-sobresaude-de-estudantes-levantam-temas-para-a-formulacao-depoliticas-publicas/. Acesso em: 23 abr. 2026.
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